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	<title>MöellerBotelho</title>
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	<description>Site oficial dos diretores Charles Möeller &#38; Claudio Botelho</description>
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		<title>Vídeo # 7: Totó, o cachorrinho de Dorothy em &#8216;O Mágico de Oz&#8217;</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 13:09:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Site Möeller &#38; Botelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[O Mágico de Oz]]></category>
		<category><![CDATA[Site]]></category>
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		<description><![CDATA[&#160; &#160; Neste 7° vídeo making of, conheça os cachorros que participarão da montagem de Möeller &#38; Botelho de &#8220;O Mágico de Oz&#8220;, no papel de Totó. &#160; O diretor Charles Möeller fala como se deu a escolha da raça, entre outros detalhes. A criadora In-Coelum Perdigão, diretora da empresa In-Coelum Produções, dá mais detalhes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/389315_394544260564518_100000268416613_1480367_1646660613_n.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-21742" title="389315_394544260564518_100000268416613_1480367_1646660613_n" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/389315_394544260564518_100000268416613_1480367_1646660613_n.jpg" alt="" width="448" height="336" /></a></p>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Neste 7° vídeo <em>making of</em>, conheça os cachorros que participarão da montagem de <strong>Möeller &amp; Botelho</strong> de &#8220;<strong>O Mágico de Oz</strong>&#8220;, no papel de Totó.<br />
&nbsp;<br />
O diretor <strong>Charles Möeller </strong>fala como se deu a escolha da raça, entre outros detalhes. A criadora <strong>In-Coelum Perdigão</strong>, diretora da empresa In-Coelum Produções, dá mais detalhes do trabalho com essa raça específica.<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
<iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/ozMhQfYdyj0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
<strong>Vídeo: Edgar Duvivier (Evoé Produções)</strong><em>.<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
Veja mais fotos dos &#8216;Totós&#8217; de &#8216;O Mágico de Oz&#8217;:<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;</em></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/374032_399855186700092_100000268416613_1500536_111786498_n.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-21743" title="374032_399855186700092_100000268416613_1500536_111786498_n" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/374032_399855186700092_100000268416613_1500536_111786498_n.jpg" alt="" width="466" height="622" /></a></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/149301_421005644585046_100000268416613_1556758_198812728_n.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-21744" title="149301_421005644585046_100000268416613_1556758_198812728_n" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/149301_421005644585046_100000268416613_1556758_198812728_n.jpg" alt="" width="466" height="622" /></a></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/530265_421003571251920_100000268416613_1556716_171166391_n.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-21745" title="530265_421003571251920_100000268416613_1556716_171166391_n" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/530265_421003571251920_100000268416613_1556716_171166391_n.jpg" alt="" width="466" height="622" /></a></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/576727_419041171448160_100000268416613_1549114_699593597_n.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-21747" title="576727_419041171448160_100000268416613_1549114_699593597_n" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/576727_419041171448160_100000268416613_1549114_699593597_n.jpg" alt="" width="504" height="377" /></a></p>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
<strong><em>Fotos: In-Coelum Perdigão</em></strong><br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Vídeo # 6: Charles Moeller e o ciclone Kostya em &#8220;O Mágico de OZ&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 14:44:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Site Möeller &#38; Botelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[O Mágico de Oz]]></category>
		<category><![CDATA[Site]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Charles Möeller]]></category>
		<category><![CDATA[Kostya]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; &#160; Neste 6º vídeo de &#8216;O Mágico de Oz&#8216;, o diretor Charles Möeller apresenta o bailarino e acrobata ucraniano Kostya Beiruk que vive, segundo o próprio Charles, uma &#8220;criatura demoníaca e ao mesmo tempo clownesca, que tem o bem e o mal, e que ajuda a contar a história&#8220;. &#160; Charles nos conta que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Kostya-04.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-21728" title="Kostya 04" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Kostya-04.jpg" alt="" width="534" height="298" /></a></p>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Neste 6º vídeo de &#8216;<strong>O Mágico de Oz</strong>&#8216;, o diretor <strong>Charles Möeller</strong> apresenta o bailarino e acrobata ucraniano <strong>Kostya Beiruk</strong> que vive, segundo o próprio Charles, uma &#8220;<em>criatura demoníaca e ao mesmo tempo clownesca, que tem o bem e o mal, e que ajuda a contar a história</em>&#8220;.<br />
&nbsp;<br />
Charles nos conta que foi ele mesmo quem criou o papel e a função de Kostya na história, quando foi estudar a obra de L. Frank Baum e acabou descobrindo que ele e sua esposa eram Teosóficos (A palavra Teosofia é de origem grega, &#8220;theos&#8221; (Deus), e &#8220;sophos&#8221; (sabedoria), significando literalmente &#8220;sabedoria divina&#8221;, ou &#8220;conhecimento divino&#8221;.)<br />
&nbsp;<br />
Charles explica: &#8220;Existe uma corrente teosófica que diz que quando estamos aflitos e infelizes acordamos os deuses do vento e da tempestade e criamos um ciclone dentro de nós. A teoria diz que tudo se transforma em caos e catástrofe se ficarmos na periferia do ciclone tentando procurar respostas fora de nós mesmos e tentando sair sem resolvermos antes nossas questões! E se não resolvê-las, fatalmente seremos castigados até a morte! Precisamos abraçar nosso deus ciclone e abraçar nossas adversidades. A partir daí entraremos dentro do olho do furacão e dentro do furacão, estaremos salvos e não girando e nos debatendo na periferia de tudo! Fica absolutamente claro o quanto Baum em O Mágico de Oz estava envolvido com essa busca do autoconhecimento, pois ela mistura filosofia, religiões (grega, wicas, celtas, egípcias etc&#8230;) e ciência!&#8221;<br />
&nbsp;<br />
&#8220;Queria ter uma figura mitológica, um Puck, um fauno, um Deus metade homem metade animal que não fosse bom nem mau, e que falasse uma língua que não pudesse ser entendida com nossa razão e sim com o nosso coração! Ele é despertado pelo desespero de uma menina em sua desesperada fuga. Ele a coloca no olho do furacão, a conduz por esse caminho dourado dentro dela mesma e a traz de volta modificada dessa jornada com a resposta de que tudo que ela precisa pra ser feliz ela sempre teve!&#8221;<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
<strong>Veja no vídeo abaixo imagens incríveis do ensaio de Kostya e o depoimento do acrobata</strong>.<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
<iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/cVYiWdFlf7g" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
<strong><em>Vídeo: Edgar Duvivier (Evoé Produções)</em></strong>.<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Maria Clara Gueiros: de mulher fatal na TV a bruxa má &#8211; Veja fotos da transformação da atriz na bruxa de &#8216;O Mágico de Oz&#8217;</title>
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		<pubDate>Sun, 13 May 2012 22:50:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Site Möeller &#38; Botelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[O Mágico de Oz]]></category>
		<category><![CDATA[Site]]></category>

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		<description><![CDATA[O Globo &#8211; 13/05/12 Coluna Patrícia Kogut: &#160; &#160; São 50 minutos na cadeira do caracterizador Beto Carramanhos até que Maria Clara Gueiros se transforme na Bruxa Má do Oeste, personagem de “O Mágico de Oz”, musical de Charles Möeller e Claudio Botelho que vai estrear no Rio em junho. A atriz, que posou para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Globo &#8211; 13/05/12<br />
Coluna Patrícia Kogut:<br />
&nbsp;</p>
<h4></h4>
<p><img title="Divulgação" src="http://oglobo.globo.com/blogs/arquivos_upload/2012/05/13_817-maria-clara2.jpg" alt="" /><br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">São 50 minutos na cadeira do caracterizador Beto Carramanhos até que Maria Clara Gueiros se transforme na Bruxa Má do Oeste, personagem de “O Mágico de Oz”, musical de Charles Möeller e Claudio Botelho que vai estrear no Rio em junho. A atriz, que posou para a foto durante os primeiros testes de caracterização, conta qual foi sua reação ao se ver no espelho:<br />
&nbsp;<br />
— Eu amei! Ela é uma bruxa arquetípica e, ao mesmo tempo, contemporânea.<br />
&nbsp;<br />
Maria Clara está ensaiando desde o início de abril e, no palco, se sente de volta à infância, já que, quando criança, era fã de Dorothy e seus amigos. O lançamento da peça coincidirá com o início das gravações de “Lado a lado”, próxima novela das 18h da Globo. Na história de João Ximenes Braga e Cláudia Lage, ela interpretará uma vilã, personagem bem diferente da devoradora Bibi de “Insensato coração” (<em>de Gilberto Braga e Ricardo Linhares/ ver foto abaixo</em> ), seu mais recente trabalho na televisão.<br />
&nbsp;<br />
— É cansativo, mas vale a pena. A gente trabalha com prazer no meio da correria.<br />
&nbsp;<br />
Veja nas fotos abaixo o passo a passo da transformação de Maria Clara na Bruxa Má do Oeste:<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><img title="Divulgação" src="http://oglobo.globo.com/blogs/arquivos_upload/2012/05/13_816-maria-clara1.jpg" alt="" /><br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><img title="Divulgação" src="http://oglobo.globo.com/blogs/arquivos_upload/2012/05/13_1124-maria-clara6.jpg" alt="" /><br />
&nbsp;<br />
<img title="Divulgação" src="http://oglobo.globo.com/blogs/arquivos_upload/2012/05/13_1124-maria-clara7.jpg" alt="" /><br />
&nbsp;<br />
<img title="Divulgação" src="http://oglobo.globo.com/blogs/arquivos_upload/2012/05/13_817-maria-clara3.jpg" alt="" /><br />
&nbsp;<br />
<img title="Divulgação" src="http://oglobo.globo.com/blogs/arquivos_upload/2012/05/13_817-maria-clara5.jpg" alt="" /><br />
&nbsp;<br />
<img title="Divulgação" src="http://oglobo.globo.com/blogs/arquivos_upload/2012/05/13_817-maria-clara4.jpg" alt="" /></p>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
<em><strong>Fotos: Edgar Duvivier</strong></em>.<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Vídeo # 5: &#8220;If I Only had a Brain&#8221; &#8211; Versão: Claudio Botelho</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 11:05:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Site Möeller &#38; Botelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[O Mágico de Oz]]></category>
		<category><![CDATA[Site]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Claudio Botelho]]></category>
		<category><![CDATA[Zaida Valentim]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Neste vídeo, o letrista Claudio Botelho canta e mostra &#8211; em primeira mão &#8211; a versão de sua autoria para a música do espantalho de &#8216;O Mágico de Oz&#8216;: &#8220;If I only had a brain&#8221;, acompanhado pela pianista Zaida Valentim. &#160; &#160; &#160; &#160; Vídeo: Edgar Duvivier (Evoé Produções). &#160; &#160; &#160; &#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/cb.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-21707" title="cb" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/cb.jpg" alt="" width="553" height="308" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Neste vídeo, o letrista <strong>Claudio Botelho</strong> canta e mostra &#8211; em primeira mão &#8211; a versão de sua autoria para a música do espantalho de &#8216;<strong>O Mágico de Oz</strong>&#8216;: &#8220;If I only had a brain&#8221;, acompanhado pela pianista <strong>Zaida Valentim</strong>.<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
<iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/SsOIDN8NGMY" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
<strong><em>Vídeo: Edgar Duvivier (Evoé Produções)</em></strong>.<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Nova casa para os Reis dos Musicais &#8211; Charles Möeller &amp; Claudio Botelho são agora diretores criativos da GEO Eventos</title>
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		<pubDate>Tue, 08 May 2012 23:53:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Site Möeller &#38; Botelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem Categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Charles Möeller e Claudio Botelho: projetos poderão chegar à Broadway &#160; &#160; Por: Ubiratan Brasil &#8211; Estadão.com.br &#160; É o chamado casamento perfeito: de um lado, a sólida experiência com o teatro musical dos criadores Charles Möeller e Claudio Botelho, responsáveis por grandes sucessos dos últimos anos (Hair, O Violinista no Telhado); de outro, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/mb2.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-21693" title="mb2" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/mb2.jpg" alt="" width="410" height="301" /></a><br />
<em>Charles Möeller e Claudio Botelho: projetos poderão chegar à Broadway</em></p>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
<em>Por: Ubiratan Brasil &#8211; Estadão.com.br</em><br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">É o chamado casamento perfeito: de um lado, a sólida experiência com o teatro musical dos criadores Charles Möeller e Claudio Botelho, responsáveis por grandes sucessos dos últimos anos (Hair, O Violinista no Telhado); de outro, a GEO Eventos, empresa que, associada à americana Base Entertainment, investe maciçamente na área desde a estreia de Priscilla &#8211; A Rainha do Deserto. O acordo foi fechado há alguns dias e Möeller e Botelho, agora diretores de musicais da GEO, são responsáveis pelos novos projetos da empresa.<br />
&nbsp;<br />
“O que mais nos encanta nessa parceria, além da possibilidade de continuarmos com nossos planos, é a ponte com o mercado americano por meio da Base”, comenta Botelho. “Passamos uma semana em Nova York conversando com seus dirigentes e descobrimos que eles dispõem de títulos recentes mas também de clássicos, que fazem parte do nosso repertório.” Com isso, um de seus primeiros projetos na nova casa, o musical sobre Milton Nascimento, pode também chegar aos EUA e à Europa.<br />
&nbsp;<br />
Möeller e Botelho, que trabalham juntos desde 1997, quando estrearam o primeiro espetáculo, As Malvadas, estavam ligados à Aventura Entretenimento, empresa carioca que produziu todos seus musicais desde A Noviça Rebelde, em 2008. “Colecionamos vários sucessos e levamos, no total, mais de 1 milhão de pessoas aos teatros, mas, nos últimos meses, nossos desejos artísticos já não batiam mais”, explica Botelho. O desencontro começou quando a Aventura enveredou por outros caminhos, como desenvolver uma estratégia de marketing para a escola de samba São Clemente, no carnaval carioca, além de preparar um musical sobre o Rock in Rio &#8211; projetos que não figuravam nas intenções da dupla. O último trabalho conjunto, a montagem de O Mágico de Oz, estreia em junho, no Teatro João Caetano, no Rio.<br />
&nbsp;<br />
Ao saber da notícia que Möeller e Botelho deixaram a Aventura, Leonardo Ganem, diretor-geral da GEO Eventos, iniciou as negociações. “Pretendemos fazer grandes investimentos no teatro musical aqui no Brasil e também no exterior”, explica. “E ninguém melhor que Charles e Claudio para cuidar disso; afinal, eles começaram seu trabalho quando ninguém se interessava por musicais e hoje são grandes especialistas.”<br />
&nbsp;<br />
O contrato de três anos (com direito a renovação) prevê que a dupla entregue ao menos cinco projetos de espetáculos por ano à GEO que, por sua vez, responsabiliza-se para viabilizar dois ou, ao menos, um deles. “Eles continuam com total liberdade de criação, sem as imposições que muitas vezes acompanham alguns espetáculos da Broadway”, reforça Ganem, lembrando que a aproximação aumentou com a abertura de um escritório da empresa, que é sediada em São Paulo, no Rio.<br />
&nbsp;<br />
Já Charles Möeller e Claudio Botelho conseguirão viabilizar outro sonho antigo: o de ter um teatro próprio, uma vez que a GEO mantém um amplo espaço (são mais de 600 lugares), localizado no mesmo prédio que abriga o Instituto Tomie Ohtake. “Hoje, é um dos locais mais completos para se montar musicais no Brasil”, acredita Botelho.<br />
&nbsp;<br />
A dupla não participará, no entanto, do espetáculo Arrabal, que vem sendo concebido na Argentina pelo músico Gustavo Santaolalla. “Devemos estreá-lo no próximo ano em Boston ou Nova York”, conta Ganem.<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
<strong>PRIMEIROS PROJETOS</strong><br />
&nbsp;<br />
<strong>Milton Nascimento &#8211; Nada Será como Antes</strong><br />
Musical sem diálogos que não pretende contar a vida do cantor e compositor mineiro &#8211; apenas revelar sua obra. Serão 60 músicas, interpretadas por 11 atores e um quarteto de cordas. Estreia prevista para o dia 5 de agosto no Teatro Net Rio &#8211; Sala Tereza Rachel, no Rio<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
<strong>Como Vencer na Vida Sem Fazer Esforço</strong><br />
Montado pela primeira vez na Broadway em 1961, musical mostra como um lavador de janelas encontra um guia prático de subir nos negócios. Estreia em outubro ou em janeiro de 2013, no Teatro GEO, com Luis Fernando Guimarães (pela primeira vez em um musical) e Bruno Gagliasso<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
<strong>Dancing Days</strong><br />
Musical de Nelson Motta sobre a casa de espetáculos montada por ele na Gávea, no Rio, nos anos 1970, Lá, tornou-se reduto da disco music e foi onde surgiram, entre outros, os sucessos do grupo Frenéticas. Deve estrear no próximo ano, no Teatro Casagrande, no Rio.</p>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
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		<title>Dupla Möeller &amp; Botelho anuncia parceria com Geo Eventos</title>
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		<pubDate>Tue, 08 May 2012 18:50:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Site Möeller &#38; Botelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Möeller & Botelho]]></category>
		<category><![CDATA[Site]]></category>
		<category><![CDATA[Charles Möeller]]></category>
		<category><![CDATA[Claudio Botelho]]></category>
		<category><![CDATA[Geo Eventos]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; &#160; Queridos amigos da M&#38;B: &#160; É com grande alegria e entusiasmo que anunciamos a todos a nossa parceria exclusiva com a GEO EVENTOS! &#160; A partir de agora temos casa nova, novo endereço, e muitos muitos musicais pela frente! &#160; O primeiro musical da dupla na empresa vai homenagear Milton Nascimento. &#160; Daremos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Os_Reis_dos_Musicais_edit-2-800.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-21676" title="Os_Reis_dos_Musicais_edit 2 - 800" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Os_Reis_dos_Musicais_edit-2-800.jpg" alt="" width="576" height="574" /></a><br />
&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Queridos amigos da <strong>M&amp;B:<br />
&nbsp;<br />
</strong> É com grande alegria e entusiasmo que anunciamos a todos a nossa parceria exclusiva com a <strong>GEO EVENTOS</strong>!<br />
&nbsp;<br />
A partir de agora temos casa nova, novo endereço, e muitos muitos musicais pela frente!<br />
&nbsp;<br />
O primeiro musical da dupla na empresa vai homenagear Milton Nascimento.<br />
&nbsp;<br />
Daremos mais informações muito em breve!<br />
&nbsp;<br />
Um beijo a todos<br />
Charles Moeller e Claudio botelho</p>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
<em>Leia, acessando o link abaixo, a matéria de Ubiratan Brasil no Estado.com</em>:<br />
 &nbsp;<br />
<strong>Nova casa para os Reis dos Musicais – Charles Möeller &#038; Claudio Botelho são agora diretores criativos da GEO Eventos</strong><br />
&nbsp;<br />
<strong><em><a href="http://www.moellerbotelho.com.br/arquivos/21692">http://www.moellerbotelho.com.br/arquivos/21692</a></em></strong><br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Lucio Mauro Filho faz teste de maquiagem para &#8216;O Mágico de Oz&#8217;</title>
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		<pubDate>Sat, 05 May 2012 12:50:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Site Möeller &#38; Botelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[O Mágico de Oz]]></category>
		<category><![CDATA[Site]]></category>
		<category><![CDATA[Beto Carramanhos]]></category>
		<category><![CDATA[Lucio Mauro Filho]]></category>

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		<description><![CDATA[Deu na Coluna de Patrícia Kogut (O Globo) nesta semana: o ator Lucio Mauro Filho faz teste de maquiagem para o Leão Covarde de &#8216;O Mágico de Oz&#8216;, musical da dupla Möeller &#38; Botelho. &#160; Confira a nota abaixo e veja mais fotos do teste de maquiagem realizado pelo visagista Beto Carramanhos. As fotos do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Deu na Coluna de Patrícia Kogut (O Globo) nesta semana: o ator <strong>Lucio Mauro Filho</strong> faz teste de maquiagem para o Leão Covarde de &#8216;<strong>O Mágico de Oz</strong>&#8216;, musical da dupla <strong>Möeller &amp; Botelho</strong>.<br />
&nbsp;<br />
Confira a nota abaixo e veja mais fotos do teste de maquiagem realizado pelo visagista Beto Carramanhos. As fotos do Lucio inteiramente caracterizado de Leão só mais pra frente pra não estragar a surpresa!  </p>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Kogut-02-05-12.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-21661" title="Kogut 02-05-12" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Kogut-02-05-12.jpg" alt="" width="445" height="341" /></a><br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
<a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Lucio-Mauro-Filho-06.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-21662" title="Lucio Mauro Filho 06" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Lucio-Mauro-Filho-06.jpg" alt="" width="576" height="384" /></a><br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
<a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/DSC03152.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-21663" title="DSC03152" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/DSC03152.jpg" alt="" width="576" height="432" /></a></p>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">o</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Lucio-Mauro-Filho-02.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-21664" title="Lucio Mauro Filho 02" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Lucio-Mauro-Filho-02.jpg" alt="" width="576" height="432" /></a></p>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Lucio-Mauro-Filho-01.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-21665" title="Lucio Mauro Filho 01" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Lucio-Mauro-Filho-01.jpg" alt="" width="576" height="432" /></a></p>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/DSC03195.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-21666" title="DSC03195" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/DSC03195.jpg" alt="" width="576" height="432" /></a></p>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/DSC03182.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-21667" title="DSC03182" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/DSC03182.jpg" alt="" width="576" height="432" /></a></p>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
<em>Fotos: Leo Ladeira. © Copy Right: Site Möeller Botelho</em>.<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Revista Quem: Charles Möeller e Claudio Botelho contam como conseguiram colocar Brasil na rota dos grandes espetáculos mundiais</title>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 11:41:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Site Möeller &#38; Botelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Möeller & Botelho]]></category>
		<category><![CDATA[Site]]></category>
		<category><![CDATA[Charles Möeller]]></category>
		<category><![CDATA[Claudio Botelho]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma matéria super bacana na edição desta semana da Revista Quem sobre a trajetória dos diretores Charles Möeller &#38; Claudio Botelho. &#160; &#160; Os Reis dos Musicais &#160; Os produtores Charles Möeller e Claudio Botelho contam como conseguiram colocar o Brasil na rota dos grandes espetáculos mundiais e fazem uma retrospectiva de seus principais trabalhos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Uma matéria super bacana na edição desta semana da Revista Quem sobre a trajetória dos diretores <strong>Charles Möeller &amp; Claudio Botelho</strong>.</p>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Os Reis dos Musicais</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Os produtores Charles Möeller e Claudio Botelho contam como conseguiram colocar o Brasil na rota dos grandes espetáculos mundiais e fazem uma retrospectiva de seus principais trabalhos no teatro, como a Noviça Rebelde e Hair.</p>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Quem.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-21643" title="Quem" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Quem.jpg" alt="" width="489" height="602" /></a><br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
<a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Quem-01-A.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-21645" title="Quem 01 A" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Quem-01-A.jpg" alt="" width="560" height="882" /></a><br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
<a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Quem-Maio-2012-02.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-21646" title="Quem Maio 2012 (02)" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Quem-Maio-2012-02.jpg" alt="" width="567" height="790" /></a><br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
<a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Quem4.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-21647" title="Quem4" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Quem4.jpg" alt="" width="567" height="799" /></a><br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Charles Möeller: “Eu só acredito nos Deuses que dançam”</title>
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		<pubDate>Wed, 02 May 2012 12:00:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Site Möeller &#38; Botelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Möeller & Botelho]]></category>
		<category><![CDATA[Site]]></category>
		<category><![CDATA[Charles Möeller]]></category>
		<category><![CDATA[Edgar Duvivier]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; &#160; Queridos amigos, super amigos, familiares, colegas de profissão, elencos e até desconhecidos aqui do Site Möeller &#38; Botelho, do Facebook, Twitter&#8230; que me encheram de carinho no meu aniversário, na última segunda. Foram mais de 2 MIL PARABÉNS NO ABERTO, e no in box foram centenas, tantos que implodiu, travou, a fan page [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/ed.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-21632" title="ed" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/05/ed.jpg" alt="" width="576" height="430" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
Queridos amigos, super amigos, familiares, colegas de profissão, elencos e até desconhecidos aqui do Site Möeller &amp; Botelho, do Facebook, Twitter&#8230; que me encheram de carinho no meu aniversário, na última segunda. Foram mais de 2 MIL PARABÉNS NO ABERTO, e no in box foram centenas, tantos que implodiu, travou, a fan page ficou fora do ar. Fora os e-mails que vou tentar aos poucos dar conta, pois foram incontáveis!<br />
&nbsp;<br />
Sempre detestei aniversario, desde criança. Ficava tímido e não sabia pra onde olhar na hora que cantavam parabéns. Nunca gostei de doce, nem bolo, e presente pra mim era sempre o mesmo, pois sempre pedia lápis de cor e bloco de caderno em branco, pra desenhar. Pra mim, papelaria sempre foi muito melhor do que qualquer loja de brinquedo! Ultimamente aniversário me traz só a sensação do inexorável e do implacável tempo batendo na porta da frente! É difícil, pois sempre fui um Peter Pan e como o oitavo filho a gente nasce e morre caçula. Eu e Claudio começamos muito jovens e ganhamos o apelido dos mais amáveis: MENINOS!<br />
&nbsp;<br />
Sei que nunca vou poder responder todos individualmente, sei que deveria, mas meu tempo é mínimo. Mas fico muito grato com tanto carinho e com tantas coisas lindas que escreveram sobre mim, sobre meu trabalho e sobre minha carreira &#8211; num geral eram mensagens dizendo com uma peça ou um musical foi transformador e mudou a vida da pessoa. Muitos tocavam nesse ponto: que a partir de uma peça nossa começou a ficar fã do gênero e hoje vive pra isso e querem ser ator, atriz de musical ou estar na área ou ser diretor, versionista, maestro, músico ou mesmo continuar sendo fã do gênero, pois sem eles o musical não sobrevive! Só estou aqui hoje porque comecei como fã de musical!<br />
&nbsp;<br />
A minha resposta pra todos, meu agradecimento e minha gratidão por todos que de certa forma acompanham M&amp;B é continuar fazendo aquilo que amo, e depois de 32 anos de carreira &#8211; comecei profissionalmente com 13 &#8211; e 22 anos de dupla e 31 musicais, ainda é a mesma coisa, é a mesma paixão, o mesmo medo, a mesma transpiração, a mesma insegurança, o mesmo frisson da primeira peça: ‘As Malvadas’. E olha que nem existia (ou mal existia) esse oficio. Já disse tantas vezes o quanto éramos desacreditados e o quanto o País era pouco preparado para o gênero. Mas isso passou! Musical virou uma febre, tem dezenas de espetáculos entre o Rio e SP, emprega centenas de artistas e técnicos em profissões que nem se sabia existir. O gênero está de volta ao cinema, está em séries de TV, está na pirataria da internet, no câmbio negro de DVD filmados em câmeras escondidas nos balcões pelo mundo. Os shows aqui e lá fora, apesar da crise, são as únicas coisas que lotam os teatros com sessões extras. Há musicais pelo mundo todo &#8211; de Singapura ao Leste Europeu. E o Brasil hoje em dia é o terceiro polo mais importante do MUNDO, acreditam? Me sinto um bandeirante com foice abrindo picadas, estradas e fincando bandeiras!<br />
&nbsp;<br />
E existem musicais sobre os mais variados temas: de cidades que não têm banheiros a músicos de rua fracassados que fazem tudo pra gravar um disco; Bruxas verdes que são boas e irlandeses querendo dançar; Reis que são Leões e leões que são covardes! Filmes que viram musicais e vice versa!<br />
&nbsp;<br />
O engraçado é pensar que no dia 30, no meu aniversário, foi um dia especial em muitos sentidos, tivemos vários brindes, varias comemorações quase cabalísticas, e vejo que a chama que me alimentava quando criança, aquele clic que me deixou suspenso no escuro quando vi um musical pela primeira vez é o mesmo. Ainda sinto da mesma maneira.<br />
&nbsp;<br />
Tenho a sensação que o tempo parou no ar e não passou. Na verdade o tempo passou e passa muito rápido, mas na minha cabeça ainda sou uma criança maluquinha que mora em São Vicente, brinca de teatro na garagem do lado, quer fazer isso quando crescer, ter sucesso, ser respeitado e trabalhar, trabalhar e trabalhar! E muitas vezes não percebo que já cresci e é isso que eu faço! Não me percebo nem adulto e muito menos que cheguei a algum lugar, pois pra mim eu estou no caminho e mal comecei! Sobreviver daquilo que você ama fazer é o melhor dos privilégios e faz o tempo não passar! Ter essa sensação que a brincadeira não tem hora pra acabar, acho que isso é que me mantém vivo. Ter ainda a sensação interna de ter 13 anos no meu primeiro musical e ter aquele clic, aquilo que acontece quando você desaparece &#8211; essa sensação de ficar invisível durante algumas horas me fez perseguir essa profissão e é nesse estado de total desligamento quando toca o terceiro sinal até o final no aplauso, quando fecham as cortinas, onde a mentira acontece, é que eu habito!<br />
&nbsp;<br />
O resto é trabalho e mais trabalho pra que essa mágica aconteça todas as noites. Outro dia uma colega atriz entrou no meu Face e disse: você só fala disso, isso não é meio doentio? Eu pensei: existe outra coisa alem disso?<br />
&nbsp;<br />
Ganhei no meu aniversário, um presente do Edgar Duvivier, que é um dos artistas mais completos e melhores que já conheci, pois em tudo que ele faz, é o melhor , inclusive imitando pessoas &#8211; ainda bem que ele ainda não tentou ser diretor de musical, senão estava desempregado. O Ed é mais que um melhor amigo, é um irmão, quase um gêmeo. Temos tantas similaridades e afinidades que parece que nos conhecemos há 5 mil anos, e na verdade ele é só um pouquinho mais velho de idade, mas infinitamente mais jovem na alma!<br />
&nbsp;<br />
Ele me deu um dos presentes mais lindos e significativos de toda a minha vida. Fez uma escultura pra mim &#8211; olha a honra! &#8211; e a batizou de ‘Eu só acredito nos Deuses que dançam!’, parafraseando Nietzsche. A escultura dança na sua frente, tem uma luz e um movimento incrível como num musical, e como uma bola de cristal que recebe luz e faz um prisma destorcendo e invertendo toda a realidade apoiada como a ponta de um bailarino Deus numa rocha cravadas de esmeraldas verdes&#8230; Enfim, a obra de arte pode ser uma síntese de uma vida! A obra de arte, o teatro musical&#8230; É a vida condensada e destorcida por um prisma que a normalidade não vê que habita naquela escultura, naquele quadro, naquela música, naquela dança: a ARTE é a maneira que os DEUSES encontraram pra falar conosco e através de nós!<br />
&nbsp;<br />
Eu também, Ed, só acredito em DEUSES que dançam. E te garanto que eles dançam e cantam! Tem sido assim desde o princípio do universo, senão seriamos apenas uma piada cósmica! E eles têm sido muito generosos comigo: EVOÉ!<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
<strong>Charles Möeller</strong><br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>&#8216;MILTON NASCIMENTO&#8217; é o novo espetáculo de Charles Möeller e Claudio Botelho, logo após &#8216;O Mágico de Oz&#8217;</title>
		<link>http://www.moellerbotelho.com.br/arquivos/21619</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Apr 2012 13:30:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Site Möeller &#38; Botelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Milton Nascimento]]></category>
		<category><![CDATA[Möeller & Botelho]]></category>
		<category><![CDATA[Site]]></category>
		<category><![CDATA[Charles Möeller]]></category>
		<category><![CDATA[Claudio Botelho]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; &#160; Em matéria de capa do Segundo Caderno de O Globo de hoje, 30/04, foi divulgado que, em homenagem aos 50 anos de carreira de Milton Nascimento, vão ser lançados dois livros e um musical sobre o cantor. &#160; O musical &#8211; chamado “Milton Nascimento — Nada será como antes” &#8211; será dirigido pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/mil.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-21623" title="mil" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/mil.jpg" alt="" width="410" height="586" /></a></p>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Em matéria de capa do Segundo Caderno de O Globo de hoje, 30/04, foi divulgado que, em homenagem aos 50 anos de carreira de <strong>Milton Nascimento</strong>, vão ser lançados dois livros e um musical sobre o cantor.<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O musical &#8211; chamado “Milton Nascimento — Nada será como antes” &#8211; será dirigido pela dupla Charles Möeller &amp; Claudio Botelho e estreia em agosto, no Theatro Net Rio</strong>.<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
<em>Leia a matéria na íntegra abaixo</em>:</p>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
<a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/mil-3.jpg"><img src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/mil-3.jpg" alt="" title="mil 3" width="580" height="400" class="aligncenter size-full wp-image-21627" /></a><br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Por: Luiz Fernando Vianna</em><br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
Chama-se &#8220;Milton Nascimento — 50 anos de carreira&#8221; a turnê que começou no dia 21 passado em Juiz de Fora, chegou sábado a Belo Horizonte e se encerrará em outubro no Rio, com gravação de DVD. Como em 2012 também se completam os 40 anos do histórico álbum duplo &#8220;Clube da esquina&#8221; e os 70 anos do cantor (em 26 de outubro), a temporada tinha tudo para ser absolutamente festiva, mas Milton afasta um dos cálices com veemência:— Não vou falar dos meus 70 anos porque isso é um grande erro. Não tenho 70 anos, não conheço nenhum músico com 70 anos, artista não faz 70 anos. Eu tenho cara de 70 anos?<br />
&nbsp;<br />
Queira ele ou não, a data redonda contribui para uma série de projetos em torno do seu nome: um livro reunindo todas as suas letras; uma biografia musical escrita pelo compositor Chico Amaral; e um espetáculo da dupla Charles Möeller e Claudio Botelho. Todas as iniciativas ressaltam o lugar singular de Milton na música brasileira, e não só pela voz privilegiada.<br />
&nbsp;<br />
Ele conta que apenas em 1964, nove anos depois de formar seu primeiro conjunto musical (o Luar de Prata, com Wagner Tiso), decidiu começar a compor. Já tocava piano e contrabaixo há muito tempo. Levado por Márcio Borges para assistir a &#8220;Jules e Jim&#8221;, de François Truffaut, saiu tão abalado após quatro sessões seguidas do filme que foi para a casa do amigo e os dois fizeram três músicas numa noite.<br />
&nbsp;<br />
— O Marcinho tinha ficado uns três meses insistindo comigo e eu dizendo que não queria compor. Quando topei, a alegria ficou estampada na cara dele. Mas eu disse que tinha um negócio: &#8220;Não quero que as músicas que, por acaso, eu vier a compor se pareçam com nada. Vai ser uma coisa minha&#8221; — lembra Milton.<br />
&nbsp;<br />
Se colegas de geração como Chico Buarque, Edu Lobo e Caetano Veloso põem a bossa nova como gênese de sua produção musical, Milton já se iniciara nos bailes da vida quando João Gilberto apareceu com &#8220;Chega de saudade&#8221;. Em Três Pontas, onde teve programa de rádio, ele ouvia rock e músicas italianas, francesas, espanholas. Ganhou uma bagagem grande e diversificada.<br />
&nbsp;<br />
— Quando cheguei em Belo Horizonte (no início da década de 1960, fazendo a mudança definitiva em 1963), vi músicos de jazz tocando e pensei: &#8220;Vou ter que aprender tudo de novo&#8221;. Mas me disseram: &#8220;Não mexe nas coisas que você faz, porque ninguém faz isso&#8221;. A bossa nova serviu como estímulo para eu compor algo que não parecesse com nada de ninguém. Tom Jobim era o tal para mim e continua sendo — afirma.<br />
&nbsp;<br />
Às canções jobinianas e a tudo o que já conhecia se somaram &#8220;Sketches of Spain&#8221;, de Miles Davis, e os Beatles. No livro que está preparando, provisoriamente chamado &#8220;A música de Milton Nascimento&#8221;, o mineiro Chico Amaral quer detalhar essas influências e mostrar como Milton fere a tal linha evolutiva da música brasileira — ao menos se vista como linha reta, de formação até a bossa nova e de modernização a partir dela, sendo o tropicalismo seu passo mais ousado.<br />
&nbsp;<br />
— Há muitas inovações importantes que ficam praticamente fora dessa história, como o samba-jazz. E o primeiro disco de Milton (de 1967) foi com o Tamba Trio. Ele ainda incorporou manifestações rurais sem isolá-las das urbanas. Juntou Villa-Lobos, Beatles, Baden Powell, Nordeste. Sempre deu um passo além — diz Chico.<br />
&nbsp;<br />
É quase senso comum que, sobretudo como compositor, Milton não manteve, a partir dos anos 1990, a força das décadas anteriores. Para Chico, &#8220;o declínio não é de Milton, mas da sociedade&#8221;.<br />
&nbsp;<br />
— Estamos na ressaca da cultura de massa. É um momento de saturação, em que se ouve muita música, mas ninguém para e escuta um disco com calma. Chico, Caetano, Milton continuam fazendo coisas importantes, mas não é como nos anos 1960, em que a sociedade participou de uma espécie de gênio coletivo — diz ele.<br />
&nbsp;<br />
Parte do repertório da turnê de Milton vem da primeira fase da carreira: &#8220;Travessia&#8221;, &#8220;Morro velho&#8221;, &#8220;Canção do sal&#8221;, &#8220;Vera Cruz&#8221;. Outra estava em &#8220;Clube da esquina&#8221;: &#8220;Cais&#8221;, &#8220;San Vicente&#8221;, &#8220;Nada será como antes&#8221;. E há as músicas de Lô Borges (&#8220;Nuvem cigana&#8221;, &#8220;Para Lennon e McCartney&#8221;), que fica no palco quase todo o tempo ao lado do amigo. Os dois pretendem montar outro show juntos apenas para marcar os 40 anos do disco. Inéditas, só em 2013.<br />
&nbsp;<br />
— Tenho feito letras. Mas, quando engrenar de vez, vou chamar Márcio, Fernando (Brant) e Ronaldo (Bastos). Estamos meio parados, mas não separados nem brigados — avisa ele, sobre seus parceiros frequentes.<br />
&nbsp;<br />
As novas criações serão incluídas no livro que o jornalista Danilo Nuha está preparando com as cerca de 60 letras já escritas por Milton — &#8220;Pai grande&#8221;, &#8220;Canção do sal&#8221; etc. O lançamento está previsto para outubro pela Casa da Palavra.<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
<strong>Musical</strong><br />
&nbsp;<br />
<strong>Em 5 de agosto, no Teatro Net Rio &#8211; Sala Tereza Rachel, estreará &#8220;Milton Nascimento — Nada será como antes&#8221;, musical que Charles Möeller e Claudio Botelho acalentam fazer há cinco anos.</strong><br />
&nbsp;<br />
<strong>— Serão 50 canções, 12 atores, seis músicos e um roteiro que trata as canções como pequenas peças de teatro, ou blocos de canções como cenas. Não é uma biografia, mas uma visão teatral da obra dele desde &#8220;Travessia&#8221; — conta o mineiro Claudio, que ouviu Milton pela primeira vez aos 12 anos, cantando &#8220;O que será (À flor da pele)&#8221;, ao lado de Chico Buarque, no disco &#8220;Geraes&#8221;. — Aquela voz desatou algo em mim que realmente mudou a vida. Acho que quem ouve o Milton pela primeira vez é imediatamente transformado por ele.</strong><br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
<em>Fonte: O Globo: 30/04/12</em>.<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Vídeo # 4: &#8220;O Povo de Oz&#8221;</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Apr 2012 08:00:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Site Möeller &#38; Botelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[O Mágico de Oz]]></category>
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		<description><![CDATA[&#160; &#160; Neste novo vídeo making of de &#8216;O Mágico de Oz&#8216; veja um pouco dos bastidores dos ensaios dos Munchkins e Ozianos. &#160; Os atores que os interpretam falam como está sendo participar dessa super-produção de Möeller &#038; Botelho e da Aventura Entretenimento. &#160; &#160; &#160; &#160; Vídeo: Edgar Duvivier (Evoé Produções). &#160; &#160; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/oz.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-21614" title="oz" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/oz.jpg" alt="" width="536" height="290" /></a></p>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Neste novo vídeo <em>making of</em> de &#8216;<strong>O Mágico de Oz</strong>&#8216; veja um pouco dos bastidores dos ensaios dos Munchkins e Ozianos.<br />
&nbsp;<br />
Os atores que os interpretam falam como está sendo participar dessa super-produção de <strong>Möeller &#038; Botelho</strong> e da <strong>Aventura Entretenimento</strong>.<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/j3LzBeN1VDI" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
<em>Vídeo: Edgar Duvivier (Evoé Produções)</em>.<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Vídeo # 3: Pedro Butcher fala sobre &#8220;O Mágico de Oz&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 13:45:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Site Möeller &#38; Botelho</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Site]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Claudio Botelho]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Butcher]]></category>

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		<description><![CDATA[Claudio Botelho e Pedro Butcher &#160; &#160; Durante o workshop promovido pela direção e produção de &#8216;O Mágico de Oz&#8216; para o elenco do musical, o crítico de cinema Pedro Butcher fala sobre o filme &#8216;The Wizard of Oz&#8216;, de 1939, estrelado por Judy Garland. &#160; Crítico de cinema desde 1994, Pedro Butcher escreveu para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/cla.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-21607" title="cla" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/cla.jpg" alt="" width="541" height="304" /></a></p>
<h5 style="text-align: center;"><em>Claudio Botelho e Pedro Butcher </em></h5>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Durante o workshop promovido pela direção e produção de &#8216;<strong>O Mágico de Oz</strong>&#8216; para o elenco do musical, o crítico de cinema <strong>Pedro Butcher</strong> fala sobre o filme &#8216;<strong>The Wizard of Oz</strong>&#8216;, de 1939, estrelado por <strong>Judy Garland</strong>.<br />
&nbsp;<br />
Crítico de cinema desde 1994, Pedro Butcher escreveu para O DIA, JORNAL DO BRASIL, VEJA RIO e O GLOBO. Participou do Programa Jovens Críticos do Festival de Roterdã (1998) e do júri da crítica do festival de Mar del Plata (2000). Escreveu o livro ABRIL DESPEDAÇADO &#8211; HISTÓRIA DE UM FILME. É editor do site da empresa Filme B.<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
Confira como foi o bate-papo com Pedro Butcher:<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/DT3gjwj4FS0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<h5 style="text-align: left;"><strong><em>Vídeo: Edgar Duvivier (Evoé Produções)</em></strong>.</h5>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Artigo: Over The Rainbow:  Como o Arco-Íris surgiu em &#8216;O Mágico de Oz&#8217;</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Apr 2012 21:12:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Site Möeller &#38; Botelho</dc:creator>
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		<category><![CDATA[O Mágico de Oz]]></category>
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		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; &#160; Por Claudio Erlichman (articulista convidado) &#160; &#160; “Deixa os rapazes ficarem com a droga desta música. Matar ela não vai!”. Louis B. Mayer &#160; &#160; Embora não tenha sido composta para um musical, e sim para um filme, a canção Over The Rainbow acabou se tornando universalmente conhecida, e até hoje, 73 anos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/judy.jpg"><img src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/judy.jpg" alt="" title="judy" width="532" height="522" class="aligncenter size-full wp-image-21597" /></a></p>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;"><em>Por Claudio Erlichman (articulista convidado)<br />
</em><br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
<strong><em>“Deixa os rapazes ficarem com a droga desta música. Matar ela não vai!”.<br />
Louis B. Mayer</em></strong></p>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Embora não tenha sido composta para um musical, e sim para um filme, a canção <em>Over The Rainbow</em> acabou se tornando universalmente conhecida, e até hoje, 73 anos após ter sido cantada pela primeira vez, continua sendo um sinônimo de otimismo: </p>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/1HRa4X07jdE" frameborder="0" width="420" height="315"></iframe><br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
Somewhere over the rainbow<br />
Way up high,<br />
There&#8217;s a land that I heard of<br />
Once in a lullaby.<br />
&nbsp;<br />
Somewhere over the rainbow<br />
Skies are blue,<br />
And the dreams that you dare to dream<br />
Really do come true.<br />
&nbsp;<br />
Someday I&#8217;ll wish upon a star<br />
And wake up where the clouds are far<br />
Behind me.<br />
Where troubles melt like lemon drops<br />
Away above the chimney tops<br />
That&#8217;s where you&#8217;ll find me.<br />
&nbsp;<br />
Somewhere over the rainbow<br />
Bluebirds fly.<br />
Birds fly over the rainbow.<br />
Why then, oh why can&#8217;t I?<br />
&nbsp;<br />
If happy little bluebirds fly<br />
Beyond the rainbow<br />
Why, oh why can&#8217;t I? </p>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A MGM originalmente planejava ter Jerome Kern escrevendo o <em>score</em> musical para &#8216;O Mágico de Oz&#8217; (The Wizard of Oz, 1939), mas quando ele sofreu um derrame, o estúdio se voltou para Harold Arlen e E.Y. “Yip” Harburg. Eles produziram uma série de canções brilhantes que conduziam a história em trechos extensivos como “Ding Dong! The Witch is Dead” (vídeo abaixo): </p>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/A5iseJJ5ogA" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe> </p>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">nos padrões das operetas de Gilbert &amp; Sullivan, como em “If I Only Had a Brain” (vídeo abaixo):<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/nauLgZISozs" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">ou na contagiante “We’re Off to See the Wizard” (vídeo abaixo):</p>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/D6BCf_b8GfE" frameborder="0" width="420" height="315"></iframe></p>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Só ficava faltando para eles escrever uma balada de “enternecimento” e saudade, para Dorothy cantar no começo do filme.<br />
&nbsp;<br />
Harold Arlen e Yip Harburg queriam escrever uma balada extraordinária para Judy Garland, mas o compositor ficou bloqueado. “Eu jamais vou conseguir dizer para você o tormento e angústia que um compositor passa quando todo o <em>score</em> já está pronto, mas ele ainda não conseguiu aquele grande tema que o Louis B. Mayer estava esperando”, disse Harburg. “O contrato era de catorze semanas, e nós estávamos na nossa décima quarta semana. Se trabalhássemos mais uma semana, nós não seríamos pagos por ela. Eu certamente transpirava, mas a inspiração não vinha para começar uma canção.” Então, numa noite, Arlen se dirigiu até a famosa drugstore Schwab’s, na Sunset Boulevard, aonde muitas estrelas foram descobertas para a fama. De repente uma melodia clara e completa estalou em sua cabeça. Mais tarde ele recordou, “Isto foi como se Deus tivesse dito: &#8211; Bem, aqui está. Agora pare de se preocupar”.<br />
&nbsp;<br />
Arlem dirigiu até a casa de Harburg mesmo sabendo que já se passava da meia noite. Entretanto, quando Harburg ouviu a melodia, ele comentaria: “Meu coração parou. Ele tocou com tal extensão sinfônica e bravura que a minha primeira reação foi: &#8211; Oh! Não para a pequena Dorothy. Esta música é para Nelson Eddy”. Então eles levaram a melodia para o amigo Ira Gershwin. Quando Arlen tocou de novo a música com as mesmas harmonias grandiosas, Ira pediu a ele que largasse a pompa e tocasse a música com somente um dedo. De repente a beleza e a simplicidade da melodia começou a brilhar.<br />
&nbsp;<br />
Frank Baum, o autor de &#8216;O Mágico de Oz&#8217;, nunca mencionou um arco-íris em seu livro, mas Harburg pensou que uma garotinha no árido e enfadonho Kansas, somente encontraria cor em sua vida olhando para um arco-íris. Sua inspiração, por sua vez, deu ao diretor Victor Fleming a idéia de filmar as sequências do Kansas em tons de marrom e sépia, depois trocando para <em>Tecnicolor</em> quando Dorothy entra no Reino de Oz.<br />
&nbsp;<br />
Enquanto o filme era rodado, o diretor (na verdade foram cinco diretores), os produtores, e praticamente todo mundo, achava que a canção deveria ser cortada porque ela tirava o ritmo do filme. Após cada <em>preview</em>, eles a tiravam, mas após cada corte os compositores, apoiados por um jovem assistente chamado Arthur Freed, que também era um compositor, invadiam o escritório de Louis B. Mayer adentro para brigar por ela. Mayer (um dos fundadores e chefe da MGM), que podia ser um tirano, tinha um fraco por compositores. Finalmente ele disse a Freed: “deixa os rapazes ficarem com a droga desta música. Matar ela não vai!”.<br />
&nbsp;<br />
<em>Over the Rainbow</em> acabou se tornando uma canção clássica norte-americana, venceu o Oscar de Melhor Canção, além de ser a canção carro-chefe de Judy Garland. O American Film Institute a elegeu como a maior canção já composta para um filme em todos os tempos, na sua lista AFI 100 Anos&#8230; 100 Canções”.<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
Veja abaixo a interpretação ula-ula-cult de Israel &#8220;IZ&#8221; Kamakawiwoʻole para Over the Rainbow: </p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/V1bFr2SWP1I" frameborder="0" width="420" height="315"></iframe></p>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Finalmente em 1987, <em>Over the Rainbow</em> pode ser escutada nos teatros, quando &#8216;O Mágico de Oz&#8217;, com o mesmo <em>score</em> do filme foi levado aos palcos pela Royal Shakespeare Company. No elenco original tivemos Imelda Staunton como Dorothy.<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
Ouça aqui a versão de Frank Sinatra:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/rectLMhmkz8" frameborder="0" width="420" height="315"></iframe></p:<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">E aqui a de Kristin Chenoweth:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/13WI3m7eUeY" frameborder="0" width="420" height="315"></iframe></p>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Dez anos depois tivemos uma montagem de curta temporada no Madison Square Garden, em Nova York. Co-produzida pela Royal Shakespeare Company e a Paper Mill Playhouse, tínhamos no elenco Roseanne Barr como a Bruxa Malvada do Oeste. Esta produção foi reencenada no ano seguinte, também no Madison Square Garden, desta vez estrelando Mickey Rooney como o Mágico e Eartha Kitt como a Bruxa Malvada do Oeste. Desde 2008 até janeiro de 2012 tivemos uma turnê americana desta versão do espetáculo, com novas tecnologias para a cenografia e efeitos especiais, que se revelou um sucesso, rodando em cidades por todo os EUA.<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
<span style="text-decoration: underline;"><strong>Abaixo, em primeira-mão, uma estrofe da versão brasileira que Claudio Botelho fez para <em>Over the Rainbow</strong></em></span>:<br />
&nbsp;<br />
<strong>&#8220;<em>Além do arco-íris<br />
Um lugar<br />
Que eu ouvi<br />
Na canção feliz<br />
Que me fez sonhar&#8230;</em>&#8220;</strong><br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
A versão completa poderá ser conferida em breve na montagem de &#8216;O Mágico de Oz&#8217;, com direção da dupla <strong>Charles Möeller &#038; Claudio Botelho</strong>. É esta mesma sensacional superprodução da Royal Shakespeare Company, com estreia prevista para junho, no Teatro João Caetano, no Rio de Janeiro.<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
<strong>FONTES:</strong><br />
&nbsp;<br />
- Encarte do CD “The Wizard of Oz” 1998 Madison Square Garden Cast Recording, TVT Records.<br />
- The American Songbook: The Singers, Songwriters &amp; The Songs, de Ken Bloom e Michael Feinstein.<br />
-&#8221;Spirited trip down yellow brick road / Review of &#8216;The Wizard of Oz&#8217; at the Barbican&#8221;, The Times, December 18, 1987, de Jeremy Kingston.<br />
-Who Put the Rainbow in the Wizard of Oz?, de Harold Meyerson e Ernie Harburg.<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
<strong>* &#8211; <em>Claudio Erlichman é Produtor Cultural e Publicitário</em></strong><em></em></p>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>O Globo: A magia de Oz em uma Superprodução</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Apr 2012 15:05:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Site Möeller &#38; Botelho</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Nicola Lama]]></category>
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		<description><![CDATA[Começam os ensaios do novo musical de Claudio Botelho e Charles Möeller, que estreia em junho ao custo de R$ 8 milhões &#160; &#160; Por Mauro Ventura &#160; &#160; Sage é uma das protagonistas de &#8220;O mágico de Oz&#8220;. Ela tem se destacado nos primeiros dias de ensaios do novo musical de Charles Möeller e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/64g0nc4c9ft1ctwauoos_layout.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-21584" title="-64g0nc4c9ft1ctwauoos_layout" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/64g0nc4c9ft1ctwauoos_layout.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a><br />
<em>Começam os ensaios do novo musical de Claudio Botelho e Charles Möeller, que estreia em junho ao custo de R$ 8 milhões</em> </p>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
<em>Por Mauro Ventura</em><br />
&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Sage é uma das protagonistas de &#8220;<strong>O mágico de Oz</strong>&#8220;. Ela tem se destacado nos primeiros dias de ensaios do novo musical de <strong>Charles Möeller e Claudio Botelho</strong>. Sage tem quatro dublês — três de carne e osso e um de pelúcia — para interpretar Totó, o cãozinho de Dorothy, vivida por Malu Rodrigues.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Os ensaios seguem o ritmo habitual da dupla de diretores: seis horas diárias, até a estreia, no dia 1 de junho. Serão seis semanas no Centro de Artes Calouste Gulbenkian, na Cidade Nova, e mais dez dias no Teatro João Caetano, até o começo da temporada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">— É o nosso espetáculo mais difícil. &#8220;Bruxas de Eastwick&#8221; não chega nem perto em termos de complexidade — diz Möeller. — É uma logística muito grande.<br />
&nbsp;<br />
— É mega, hiper, giga, super. Cabem todos os superlativos — explica <strong>Aniela Jordan</strong>, sócia da dupla e de Luiz Calainho na <strong>Aventura Entretenimento</strong>, contando que o espetáculo custou R$ 8 milhões.<br />
&nbsp;<br />
<strong>Vídeos, mágicas e efeitos especiais</strong><br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Além dos cachorros, haverá vídeos, mágicas e efeitos especiais como explosões, fogos e fumaça, de responsabilidade de um técnico da TV Globo. Na cena do tornado, o público verá projeções em três telões, além de som surround. Haverá ainda quatro voos, a cargo de um profissional do Cirque du Soleil. A queda de Thiago Fragoso e Danielle Winits em &#8220;Xanadu&#8221; não mudou os planos. Eles dizem que em &#8220;Bruxas&#8221; eram três atrizes voando, durante cinco meses, e não houve problemas. Além dos efeitos, outro complicador são as atividades paralelas de três dos quatro protagonistas — Pierre Baitelli faz o musical &#8220;Hedwig e o centímetro enfurecido&#8221;, Malu atua na série &#8220;Tapas e beijos&#8221; e Lucio Mauro Filho, em &#8220;A grande família&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A montagem em tão pouco tempo só é possível por um somatório de fatores. Um deles é o trabalho da coordenadora artística <strong>Tina Salles</strong>. Ela gerencia toda a parte de produção e faz com que os cronogramas sejam respeitados. Outra razão é a divisão de tarefas. Além de Möeller e Botelho, há duas outras cabeças artísticas: o coreógrafo <strong>Alonso Barros</strong> e o diretor musical<strong> Marcelo Castro</strong>. Eles se espalham por salas diferentes no Calouste. Na sexta-feira retrasada, os ensaios começaram com o elenco de 35 atores cantando as músicas da peça e lendo trechos do texto, junto com Botelho e Castro. Depois, um grupo seguiu para a sala de coreografia enquanto os atores principais — Malu, Lucio (o Leão Covarde), Baitelli (o Espantalho), Nicola Lama (Homem de Lata) e Maria Clara Gueiros (Bruxa Má do Oeste) — foram trabalhar com Möeller. Miele, que interpreta o Mágico, não pôde ir porque naquele dia estreava um espetáculo. Mais tarde, os protagonistas se juntaram ao coro para dançar. Ainda iniciando os trabalhos, eles erram um movimento, alguém cantarola o tema dos &#8220;Trapalhões&#8221; e, com humor, repetem até acertar. Não há tempo a perder.</p>
<p>&nbsp;<br />
— Tudo aqui é superotimizado — elogia Maria Clara.<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Os trabalhos começaram no dia 2. Até o dia 4, o grupo teve workshops, aprendeu as músicas e as coreografias. No dia 5, leu o texto e aprofundou a parte musical. Nos dias 6, 7 e 8, Möeller se sentou com o núcleo principal e releu o texto. No dia 9, ele começou a ensaiar os atores. Aquela sexta era apenas o quarto dia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">— Hoje quase fechamos o primeiro ato inteiro. É um grande borrão, mas agora vamos detalhando cada cena — diz Möeller.<br />
&nbsp;<br />
E os diretores tratavam de encorajar o elenco.<br />
&nbsp;<br />
— Arrasaram, parabéns — diz Botelho.<br />
&nbsp;<br />
A equipe se distrai com Sage, e Malu se esquece de entrar com sua fala. Todo mundo ri.<br />
&nbsp;<br />
— Os atores têm que ter três cérebros, para decorar texto, canções e coreografias. E ter fôlego de atleta — comenta Möeller. — Sempre falo que eles têm que se jogar de um precipício, sem rede de proteção. Por isso, não podem ter um diretor com o dedo apontado, senão já começam na tensão. Tem que fluir.<br />
&nbsp;<br />
O que não significa falta de rigor. Malu deveria cantar &#8220;tigres e ursos leões&#8221;, mas diz &#8220;tigres, ursos e leões&#8221;. Sorri e troca de novo, dizendo &#8220;tigres e ursos e leões&#8221;. O próprio Botelho se questiona:<br />
&nbsp;<br />
— Ursos leões está parecendo que se está criando uma raça nova de ursos. Urso panda, urso leão.<br />
&nbsp;<br />
— Não tem mico-leão? Pode ter urso leão — diz Lucio Mauro, em seu primeiro musical.<br />
&nbsp;<br />
No papel do Leão, ele acompanha Dorothy em busca do Mágico, com uma interpretação mais afetada do que a do filme de 1939, de Bert Lahr.<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">— Ele está saindo do armário — brinca. — Se o do filme dá pinta, esse aqui está uma mancha. Mas essa coisa over é proposital. Dos principais, sou o único que vou estar com uma cabeça, os outros só terão adereços. Então, tenho que experimentar tudo, porque depois a fantasia pode camuflar demais o ator. Mais tarde, tiro o excesso.<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Como todos os fãs de musicais, Botelho e Möeller são apaixonados por &#8220;O mágico de Oz&#8221;. Há um ano e meio, conseguiram comprar os direitos do espetáculo da Royal Shakespeare Company.<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">— É a primeira montagem oficial no Brasil. Já houve outras, mas piratas. E essa é a mais fiel ao filme. Mas vamos dar personalidade, não é baseado esteticamente nele — diz Möeller.<br />
&nbsp;<br />
Malu concorda:<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">— A nossa Dorothy é um pouco diferente das outras versões. Tenho uma música que foi cortada do filme, o &#8220;Jitterbug&#8221;. E a concepção do nosso espetáculo é mais adulta. A montagem de Londres tem um lado mais infantil.<br />
&nbsp;<br />
Aniela diz que os 13 cenários têm um estilo Tim Burton:<br />
&nbsp;<br />
— Não quisemos uma pegada de espetáculo para criança. É para toda a família.<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
<em>Fonte: O Globo &#8211; 22/04/12</em>.<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Claudio Botelho vai dirigir espetáculo de Marília Pêra</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 12:40:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Site Möeller &#38; Botelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Möeller & Botelho]]></category>
		<category><![CDATA[Site]]></category>
		<category><![CDATA[Claudio Botelho]]></category>
		<category><![CDATA[Marília Pêra]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; O diretor Claudio Botelho vai dirigir espetáculo musical de Marília Pêra, baseado na trajetória do compositor Herivelto Martins. &#160; Veja a nota que saiu no Globo de hoje, na coluna Patricia Kogut: &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&nbsp;<br />
O diretor <strong>Claudio Botelho </strong>vai dirigir espetáculo musical de <strong>Marília Pêra</strong>, baseado na trajetória do compositor Herivelto Martins.<br />
&nbsp;<br />
Veja a nota que saiu no Globo de hoje, na coluna Patricia Kogut:</p>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Gente-Boa-20-04-12.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-21579" title="Gente Boa - 20-04-12" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Gente-Boa-20-04-12.jpg" alt="" width="434" height="330" /></a></p>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Artigo: &#8220;Muito&#8230; Muito Antes do Arco-Íris  – A Primeira Versão de The Wizard of Oz para a Broadway&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Apr 2012 17:23:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Site Möeller &#38; Botelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[O Mágico de Oz]]></category>
		<category><![CDATA[Site]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; &#160; Por Claudio Erlichman (texto e pesquisa) &#160; &#160; Considerado o musical mais popular de sua época, The Wizard of Oz (na imagem acima, o pôster original) foi a atração que inaugurou o Majestic Theatre de Nova Iorque em 20 de janeiro de 1903 (demolido em 1954). Era aquilo que os americanos chamam de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/oz2-02.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-21562" title="oz2 (02)" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/oz2-02.jpg" alt="" width="374" height="552" /></a></p>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Por Claudio Erlichman (texto e pesquisa)</em></strong><br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
Considerado o musical mais popular de sua época, <strong>The Wizard of Oz</strong> (na imagem acima, o pôster original) foi a atração que inaugurou o Majestic Theatre de Nova Iorque em 20 de janeiro de 1903 (demolido em 1954). Era aquilo que os americanos chamam de <em>extravaganza</em>, ou seja, um espetáculo musical caracterizado pela liberdade de estilo e estrutura que geralmente contém elementos do burlesco, pantomima, <em>music hall</em> e paródia; e às vezes elementos do cabaré, circo, teatro de revista, vaudeville e mímica, sempre numa produção teatral cara e muito elaborada. Esta estrutura era muito comum no final do século XIX, na Inglaterra, e ficou muito popular através das peças de James Pranché (1796-1880).<br />
&nbsp;<br />
Esta produção espetacular, que L. Frank Baum adaptou de seu próprio conto de fadas <em>The Wonderful Wizard of Oz</em> (O Maravilhoso Mágico de Oz) tem um enredo que conhecemos bem: um ciclone sopra Dorothy e sua vaquinha de estimação (isto mesmo uma vaquinha!!!) do Kansas para a Terra dos Munchkins. Após encontrar o Espantalho, o Homem de Lata e o Leão Covarde, Dorothy e seus novos amigos passam por muitas aventuras até que finalmente encontram o Mágico na Cidade das Esmeraldas, quando Dorothy conclui que “não há lugar como o lar”. (Veja no vídeo abaixo imagens da produção original)<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/TVamlngLgMo" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe><br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
A produção acabou ficando mais do que um ano em cartaz em Nova Iorque e Brooklin e viajou durante seis anos pelos Estados Unidos. No entanto seu <em>score</em> veio de tantas fontes diferentes que nenhuma editora conseguiu juntá-lo numa coletânea para piano e voz, e apesar de sua popularidade <em>The Wizard of Oz</em> nunca pôde ser remontado – houve uma tentativa de remontagem em 2010 pela Cantom Comic Opera Co., no Canadá – e todos os seus truques e segredos estão perdidos até hoje. Quem estava no comando da produção não era Baum que também compôs as letras, e muito menos Paul Tietjens seu compositor, mas sim Julian Mitchell (o mais prolífico diretor de musicais da Broadway de todos os tempos) que reescreveu o libreto, dirigiu e coreografou a produção, além de Fred Stone &amp; Dave Montgomery.</p>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Versões-02.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-21563" title="Versões (02)" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Versões-02.jpg" alt="" width="512" height="320" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Montgomery &amp; Stone (acima as fotos deles caracterizados) foram dois dos mais amados artistas norte-americanos. Eles eram acrobatas talentosos que podiam cantar, dançar, atuar, fazer mímica e conquistaram a sua fama justamente nesta montagem de <em>The Wizard of Oz</em>, com Montgomery protagonizando o Homem de Lata, e Stone o Espantalho. Eles se conheceram nos seus 20 anos, e em 1894 criaram um número de música e dança, usando a cara pintada de preto, que faria o circuito do vaudeville nos próximos dez anos. Os artistas alcançaram o auge no prestigioso <em>Keith Circuit</em> antes de estrearem na Broadway com <em>The Girl from Up There</em>, em 1901. Foram o exemplo clássico daqueles atores que vieram do vaudeville para o grande sucesso na Broadway, fama garantida em shows feitos sob medida para seus talentos. Se na vida real eram bem apessoados e tinham uma vida comum, nos palcos se tornavam os mais estranhos e excêntricos o possível.<br />
&nbsp;<br />
Após o grande sucesso de <em>The Wizard of Oz</em>, o mesmo time de produtores e diretor surgiria com uma imitação, só que tendo como compositores os grandes Victor Herbert &#038; Glenn MacDonough. Assim nasceu <em>Babes in Toyland</em>, um clássico dos primórdios da Broadway, depois filmado com o Gordo e o Magro (Era uma vez Dois Valentes, 1934).<br />
&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/950766_dd-02b.jpg"><img src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/950766_dd-02b.jpg" alt="" title="950766_dd (02)b" width="373" height="327" class="aligncenter size-full wp-image-21567" /></a><</p>
<h5 style="text-align: center;"><em>(Capa do CD The Wizard of Oz, de 1903)</em></h5>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Finalmente, um século depois de sua estreia, o magistral CD The Wizard of Oz (1903 Vários Compositores) Studio Recordings, Piano Rolls, Music Box Discs, 1902-08 (Hungry Tiger Press, 2 CDs) reconstituiu o show numa antologia. Todos os créditos são devidos ao produtor David Maxine, para quem este projeto difícil e assustador foi obviamente um trabalho de amor, já que não houve gravação com o elenco original, as partituras que sobreviveram são fragmentos, e nunca houve uma coletânea completa das músicas e libreto do show publicadas. Originalmente, como já dissemos, Baum trabalhou no libreto e letras, e Paul Tietjens compôs algumas das músicas do show, mas esses esforços pararam logo e deram lugar a uma quantidade interminável de canções intercaladas (o nome A. Baldwin Sloane, frequentemente citado como compositor do show, não está nem em evidência aqui). Como Maxine explica claramente no encarte do CD, <em>The Wizard of Oz </em>era atualizado dependendo do artista, assim sendo o material do musical era acrescentado e removido incessantemente.</p>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/YaUEdntj1tY" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Dentre os números mais populares estavam “Sammy” (assista o vídeo acima), “Hurrah for Baffin’s Bay” e a animadamente sádica “Football” (assista o vídeo abaixo).</p>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/Qn7S-fcZhhE" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Se estes títulos não parecem ser os mais prováveis para se encontrar no caminho para Oz, a sinopse do show, encontrada em jornais da época, indica o quão pouco do livro de Baum remanesceu; até mesmo o Leão Covarde teve seu status reduzido a uma pequena participação. Os dois CDs vêm abarrotados com tudo que é tipo de curiosidades. A maior parte deles são gravações acústicas das canções, mas alguns números só existem ou em rolos de piano ou em caixinhas de música. Também incluídas estão algumas canções que não são de Oz, mas gravadas por membros do elenco original. É óbvio que o resultado final é uma colcha de retalhos, más ajuda muito as letras virem impressas no encarte.<br />
&nbsp;<br />
Esta primeira montagem de <em>The Wizard of Oz</em> sem dúvidas contribuiu para transformá-lo em um dos grandes mitos americanos antes de ser totalmente solidificado no inconsciente coletivo ocidental, o que viria acontecer com o filme de 1939, da MGM, e suas reprises anuais. Nesta versão da história, o Leão nunca é descrito como covarde, nunca se torna amigo de Dorothy, e não pode falar. A Bruxa Malvada do Oeste nunca aparece e por isso não pode ser derretida. Não há sapatinhos, rubi, prata, e a viagem de Dorothy para encontrar seu caminho de casa é muitas vezes eclipsada por uma história sobre uma rebelião política na Terra de Oz. Apesar de ter sido escrito pelo criador de Oz, o enredo simplesmente não se parece muito com Oz. Ainda assim, o sucesso desta adaptação teatral parece ter sido, pelo menos parcialmente, responsável por empurrar Oz além de suas raízes como um charmoso conto de fadas da virada do século e transformá-lo no mito cultural e comercial da indústria de entretenimento que é hoje.<br />
&nbsp;<br />
Na introdução do segundo livro de Oz, <em>The Marvelous Land of Oz</em> (A Maravilhosa Terra de Oz), publicado um ano após deste musical ter estreado em Nova York, Baum escreve que ele prometeu a uma menininha que pediu por uma sequência que, quando &#8220;milhares de meninas tiverem escrito (&#8230;) mil cartinhas pedindo outra história&#8221;, ele atenderia o seu pedido. Baum observa que &#8220;o sucesso da produção para o palco [...] trouxe novos amigos para a história&#8221; e inspirou as necessárias &#8220;milhares de cartas&#8221;. Baum escreveu mais doze sequências, uma coletânea de contos, e tiras de história em quadrinhos sobre de Oz, além de ter produzido três filmes mudos usando seus personagens. Ao construir uma marca em Oz, Baum transformou sua história em uma propriedade comercial segura com um valor que deu a MGM a confiança para investir o dinheiro necessário para fazer o filme que levou muitos de nós para &#8220;além do arco-íris&#8221;.<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
<strong>Bibliografia</strong>:<br />
&nbsp;<br />
- Broadway Babies &#8211; The People Who Made The American Musical, de Ethan Mordden<br />
- Broadway Musicals &#8211; Show by Show, de Stanley Green<br />
- Broadway Musicals &#8211; The 101 Greatest Shows of All Time, de Ken Bloom &amp; Frank Vlastnik<br />
- Oz before the Rainbow &#8211; L. Frank Baum&#8217;s The Wonderful Wizard of Oz on Stage and Screen to 1939, de Mark Evan Swartz<br />
- Showtime – A History of the Broadway Musical Theater, de Larry Stempel<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
* <em><strong>Claudio Erlichman é produtor da Conteúdo Teatral (SP)</strong></em>.<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
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		<title>Vídeo # 2: Os Bailarinos de Oz</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Apr 2012 19:45:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Site Möeller &#38; Botelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[O Mágico de Oz]]></category>
		<category><![CDATA[Site]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Alan Rezende]]></category>
		<category><![CDATA[Alonso Barros]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; &#160; Neste segundo vídeo making of de &#8216;O Mágico de Oz&#8217; da dupla Möeller &#38; Botelho e produção da Aventura Entretenimento veja um pouco dos ensaios de coreografia coordenados por Alonso Barros e seu assistente, Alan Rezende. &#160; Veja também os depoimentos dos bailarinos e acrobatas: &#160; &#160; &#160; &#160; Vídeo: Edgar Duvivier. &#160; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/fabi.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-21553" title="fabi" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/fabi.jpg" alt="" width="608" height="345" /></a></p>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Neste segundo vídeo <em>making of </em>de <strong>&#8216;O Mágico de Oz&#8217; </strong>da dupla <strong>Möeller &amp; Botelho </strong>e produção da <strong>Aventura Entretenimento </strong>veja um pouco dos ensaios de coreografia coordenados por<strong> Alonso Barros </strong>e seu assistente, <strong>Alan Rezende</strong>.<br />
&nbsp;<br />
Veja também os depoimentos dos bailarinos e acrobatas:<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<p><iframe width="500" height="281" src="http://www.youtube.com/embed/B4H_Ji5weUs?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
<em><strong>Vídeo: Edgar Duvivier</strong></em>.<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Hair &#8211; Temporada no Teatro Frei Caneca (SP) &#8211; Última Semana!!!</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Apr 2012 14:03:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Site Möeller &#38; Botelho</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Site]]></category>

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		<description><![CDATA[O musical HAIR, com direção da dupla Charles Möeller &#38; Claudio Botelho e produção da Aventura Entretenimento, está chegando ao fim de sua temporada no Teatro Frei Caneca, em São Paulo. &#160; O espetáculo ficará em cartaz no Frei Caneca somente até o próximo domingo, 22 de abril. &#160; Garanta já seu ingresso para a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O musical <strong>HAIR</strong>, com direção da dupla <strong>Charles Möeller &amp; Claudio Botelho</strong> e produção da <strong>Aventura Entretenimento</strong>, está chegando ao fim de sua temporada no <strong>Teatro Frei Caneca</strong>, em São Paulo.<br />
&nbsp;<br />
O espetáculo ficará em cartaz no Frei Caneca somente até o próximo domingo, 22 de abril.</p>
<p>&nbsp;<br />
<strong>Garanta já seu ingresso para a última semana no Frei Caneca</strong>!!!!!<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/1419_HAIR_SP_Guia-da-Folha_12x23.5cm_B.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-21535" title="1419_HAIR_SP_Guia da Folha_12x23.5cm_B" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/1419_HAIR_SP_Guia-da-Folha_12x23.5cm_B.jpg" alt="" width="477" height="933" /></a></p>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Serviço</strong>:<br />
&nbsp;<br />
Teatro Frei Caneca (SP)<br />
&nbsp;<br />
Rua Frei Caneca, 569 – Shopping Frei Caneca, 6º andar<br />
Tel: (11) 3472-2226 / 2229-2230<br />
&nbsp;<br />
Quintas, às 21h. Sextas, às 21h30. Sábados, às 17h30 e 21h30. Domingos, às 17h30.<br />
&nbsp;<br />
Ingressos:<br />
$ 80,00<br />
quinta-feira- 21h<br />
sexta-feira – 21h30<br />
sabado – 17h30<br />
&nbsp;<br />
R$100,00<br />
Sabado – 21h30<br />
Domingo – 17h30<br />
&nbsp;<br />
Vendas pela internet: <a href="http://www.ingressorapido.com.br/Evento.aspx?ID=18701"><em><strong>www.ingressorapido.com.br</strong></em></a><br />
Duração do espetáculo: 130 minutos (com intervalo de 15 minutos)<br />
Classificação etária: 14 anos.<br />
&nbsp;<br />
Bilheteria:<br />
&nbsp;<br />
2ª Feira – fechado<br />
3ª e 4ª das 13h às 19h para vendas anticipadas<br />
De 5ª a domingo das 13h até o inicio do espetáculo.<br />
&nbsp;<br />
* No dia em que não houver espetáculo a bilheteria funciona até as 19:00 hs.<br />
Telefones: 3472-2229 – 3472-2230<br />
<em>(Atendimento somente nos horários de funcionamento da bilheteria)</em><br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Artigo: O Mágico Que Criou Oz</title>
		<link>http://www.moellerbotelho.com.br/arquivos/21493</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Apr 2012 11:32:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Site Möeller &#38; Botelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[O Mágico de Oz]]></category>
		<category><![CDATA[Site]]></category>

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		<description><![CDATA[Fique por dentro do Universo de Oz: &#160; &#160; O Mágico Que Criou Oz &#160; &#160; &#160; &#160; Texto e Pesquisa: Aureo Brandão (articulista convidado) &#160; &#160; L. Frank Baum conheceu por demais o insucesso &#8211; até que inventou o reino fascinante que ainda encanta as crianças do mundo inteiro. &#160; No fim do século [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Fique por dentro do Universo de Oz</strong>:<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: center;">O Mágico Que Criou Oz</h2>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/031230174X1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-21494" title="031230174X[1]" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/031230174X1.jpg" alt="" width="333" height="500" /></a></p>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Texto e Pesquisa: Aureo Brandão (articulista convidado)</em><br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
<strong>L. Frank Baum</strong> conheceu por demais o insucesso &#8211; até que inventou o reino fascinante que ainda encanta as crianças do mundo inteiro.<br />
&nbsp;<br />
No fim do século XIX, após fracassar em quase tudo o que tentara, um homem escreveu à irmã: &#8220;Quando eu era moço, ansiava por escrever um grande romance que me desse fama. Agora que estou ficando velho, meu primeiro livro é escrito para divertir crianças. É que, além da minha evidente incapacidade para escrever o que quer que seja de &#8216;grande&#8217; descobri que agradar a uma criança é uma coisa que conforta o coração&#8221;.<br />
&nbsp;<br />
O homem era <strong>Lyman Frank Baum</strong>, e seu livro mais conhecido começou a tomar forma quando um grupo de crianças, à frente seus quatro filhos, o pegaram de surpresa numa noite, em sua modesta casa de Chicago, e exigiram um história. Baum contou-lhes a respeito de uma menina de fazenda do Kansas chamada Dorothy, que foi carregada por um ciclone para uma terra estranha onde encontrou um espantalho, um homem de lata e um leão medroso. Uma das crianças perguntou:<br />
&nbsp;<br />
- Como se chama essa terra?<br />
&nbsp;<br />
Tomado de surpresa, Baum olhou em volta a procura de inspiração. Num canto da sala havia uns arquivos, e um deles estava marcado com as letras O &#8211; Z.<br />
&nbsp;<br />
- A Terra de Oz! &#8211; exclamou sem saber que acabava de acrescentar uma nova palavra à lingua inglesa.</p>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/IMG_00011__.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-21497" title="IMG_0001[1]__" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/IMG_00011__.jpg" alt="" width="328" height="491" /></a><br />
<em>(William W. Denslow)</em></p>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Baum raramente escrevia as histórias que gostava de contar aos filhos, mas sentiu uma estranha atração por aquela. Anotou-a em umas folhas de papel e levou-a ao ilustrador <strong>William W. Denslow</strong> <em>(foto acima)</em> que projetou um livro ambicioso com ilustrações coloridas a serem superpostas ao texto. Baum concordou entusiasticamente. Mas os editores não.<br />
&nbsp;<br />
A obra dos dois homens foi rejeitada por quase todas editoras de Chicago. A concepção de Baum de &#8220;um conto de fadas americano&#8221; era um desvio muito radical das tradições da literatura juvenil, e as requintadas ilustrações de Denslow tornariam proibitivo o preço do livro. Finalmente, porém, um editor, George Hill concordou em publicá-lo&#8230; se Baum e Denslow pagassem todas as despesas de impressão. Achou que o novo livro poderia vender no máximo 5.000 cópias.<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/tumblr_lksdzhTMUj1qcw9y0o1_r1_5001-.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-21502" title="tumblr_lksdzhTMUj1qcw9y0o1_r1_500[1]----" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/tumblr_lksdzhTMUj1qcw9y0o1_r1_5001-.jpg" alt="" width="360" height="500" /></a><em></em></p>
<p style="text-align: center;"><em>(Capa da primeira edição)</em></p>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O MARAVILHOSO MÁGICO DE OZ </strong>foi publicado em 1º de agosto de 1900. Em outubro foi preciso imprimir mais 25.000 exemplares e outros 30.000 em novembro. Até hoje foram publicados mais de dez milhões de unidades, que fizeram o livro tornar-se um sucesso de livraria.</p>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/baum_1909_bw1-.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-21505" title="baum_1909_bw[1]---" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/baum_1909_bw1-.jpg" alt="" width="304" height="456" /></a><br />
<em>(L. Frank Baum)</em></p>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Frank Baum nasceu em Chittenango, Nova York, em 15 de maio de 1856, o sétimo dos nove filhos de um próspero negociante de petróleo. Era uma criança doentia e passava grande parte do tempo encenando fantasias com uma legião de companheiros imaginários. Quando tinha 12 anos, os pais mandaram-no para um colégio militar, com o propósito de arrancá-lo do seu mundo de sonhos. Daí em diante, ele conservaria sempre aversão aos militares. Um dos temas prediletos nos livros de Oz é um exército composto de hordas de generais, coroneis, majores e capitães comandando um soldado medroso que é incumbido de lutar por todos. Mas Baum nunca foi capaz de uma maldade. Durante algum tempo ele se enamorou do palco e, com o auxílio financeiro do pai, formou um grupo de artistas para representar Shakespeare. Casou-se em 1882 com Maud Gage, filha de uma sufragista militante a qual visitava regularmente o casal no inverno. Também ela ouvia as histórias. E disse um dia: &#8211; Você devia tentar publicar essas coisas. Baum achou graça na idéia, mas a esposa observou com firmeza: &#8211; Mamãe quase sempre tem razão no que diz.<br />
&nbsp;<br />
Assim, instado pelas duas mulheres, Baum procurou um editor para uma coleção de contos inspirados pelos versos de Mamãe Gansa, que foram publicados em 1897 sob o título de &#8220;Mamãe Gansa em Prosa&#8221;. O livro teve boa aceitação e Baum escreveu logo depois &#8220;Papai Ganso, Seu Livro&#8221; ilustrado por Denslow. Veio em seguida o êxito milagroso de Oz. Apesar de encantado com o sucesso do Mágico, Baum não tinha intenção de escrever outro livro de Oz. Mas, para as crianças, Oz era um lugar real e o próprio Baum se sentiu atraído por ele. Assim em 1904, escreveu &#8220;A Maravilhosa Terra de Oz&#8221;. Obteve quase o mesmo sucesso do Mágico.</p>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/cover31-.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-21508" title="cover3[1]--" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/cover31-.jpg" alt="" width="314" height="432" /></a><br />
(<em>Ozma de Oz</em>)</p>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Baum passou a outros livros. Escreveu &#8220;Rainha Zixi de Ix&#8221;, um conto de fadas bem arquitetado e três romances para adultos que não agradaram. Em 1907 ele voltou ao seu reino com &#8220;Ozma de Oz&#8221;, um grande sucesso. Embora Baum escrevesse outros livros e tentasse novos empreendimentos, não adiantava. As crianças queriam Oz, e ele não teve escolha. Escreveu mais oito livros de Oz começando com &#8220;A Menina de Remendos de Oz&#8221; em 1913, e daí por diante produzindo pelo menos um por ano.<br />
&nbsp;<br />
Em 5 de maio de 1919, seu coração fraquejou. Perdeu a consciencia e no dia seguinte, morreu. Ano após ano os livros de Oz continuam a serem vendidos. É o tributo ao sonhador que achava essencial agradar a uma criança.</p>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<h4 style="text-align: justify;"><em>Fontes:<br />
Down the Yellow Brick Road de Doug McClelland<br />
The Making of The Wizard of Oz de Aljean Harmetz<br />
Seleções do Reader´s Digest</em></h4>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<h4 style="text-align: center;">Veja mais imagens:</h4>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/ww-denslow-illustration-21-.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-21511" title="ww-denslow-illustration-2[1]---" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/ww-denslow-illustration-21-.jpg" alt="" width="338" height="452" /></a><br />
(<em>ilustração de Denslow</em>)<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/ww-denslow-illustration-41-.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-21512" title="ww-denslow-illustration-4[1]---" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/ww-denslow-illustration-41-.jpg" alt="" width="338" height="450" /></a></p>
<p style="text-align: center;">(<em>ilustração de Denslow</em>)<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/L._Frank_Baum_and_characters_in_The_Fairylogue_and_Radio-Plays_19081-222.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-21513" title="L._Frank_Baum_and_characters_in_The_Fairylogue_and_Radio-Plays_1908[1] 222" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/L._Frank_Baum_and_characters_in_The_Fairylogue_and_Radio-Plays_19081-222.jpg" alt="" width="465" height="364" /></a></p>
<p style="text-align: center;">(<em>L. Frank Baum e personagens de Ozma of Oz &#8211; um dos livros que ele escreveu após o sucesso de O Mágico de Oz &#8211; na apresentação da companhia teatral &#8220;Fairlogue and Radio Plays&#8221;, criada por ele</em>)<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/lapl-1-0061-.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-21514" title="lapl-1-006[1]---" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/lapl-1-0061-.jpg" alt="" width="461" height="365" /></a></p>
<p style="text-align: center;">(<em>Baum &#8211; segundo da esquerda &#8211; e sócios da &#8220;Oz Film Manufacturing Company&#8221; criada para adaptar ao cinema suas obras infantis</em>)</p>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
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		<title>Vídeo: O Mundo de OZ, por Möeller &amp; Botelho</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Apr 2012 16:47:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Site Möeller &#38; Botelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[O Mágico de Oz]]></category>
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		<description><![CDATA[&#160; &#160; Saiu o primeiro vídeo de bastidores dos ensaios de &#8216;O Mágico de Oz&#8216;, próximo musical da dupla Charles Möeller &#38; Claudio Botelho. &#160; Confira imagens inéditas e esclusivas da leitura do texto, do workshop de Charles Möeller, das atividades de coreografia com Alonso Barros, dos ensaios de música com Marcelo Castro, do visagismo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Arraial-II-006-.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-21486" title="Arraial II 006--" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Arraial-II-006-.jpg" alt="" width="576" height="432" /></a><br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
Saiu o primeiro vídeo de bastidores dos ensaios de &#8216;<strong>O Mágico de Oz</strong>&#8216;, próximo musical da dupla <strong>Charles Möeller &amp; Claudio Botelho</strong>.<br />
&nbsp;<br />
Confira imagens inéditas e esclusivas da leitura do texto, do workshop de <strong>Charles Möeller</strong>, das atividades de coreografia com <strong>Alonso Barros</strong>, dos ensaios de música com <strong>Marcelo Castro</strong>, do visagismo de <strong>Beto Carramanhos</strong> e imagens dos figurinos de <strong>Fause Haten</strong>.<br />
&nbsp;<br />
Veja também os depoimentos de atores do musical, como <strong>Lucio Mauro Filho</strong> e <strong>Maria Clara Gueiros</strong>.<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/m6mNGr5kPY4" frameborder="0" allowfullscreen></iframe> </p>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Vídeo: Edgar Duvivier</strong></em></p>
<p>&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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