Encerra a Temporada Paulista de Avenida Q
Depois de nove meses em cartaz (cinco no Rio de Janeiro e quatro em São Paulo) Avenida Q encerra a temporada Paulista com muita emoção e promete voltar em janeiro na cidade maravilhosa no mesmo teatro (Clara Nunes), porém desta vez sem a participação da Claudia Netto, a Japaneuza.
Na última apresentação no dia 6 (domingo) ocorreu algumas modificações como é de costume, como por exemplo quando o Nicky geralmente diz o nome de algum ator global como forma de elogio no sonho do Rod, ele citou o nome do próprio ator que o interpreta, “Você parece o André Dias“. O público animado caiu na gargalhada. Saiba melhor como foi assistindo o vídeo abaixo, com depoimento de todos do elenco:
Fotos do Último Dia
Avenida Q iniciou os ensaios no dia 08 de dezembro de 2008, quase exatos um ano atrás.
Entrevista Carla Masumoto – Stand-In de Japaneuza | Avenida Q
novembro 16, 2009 by admin
Filed under Avenida Q, Entrevistas, Site
Carla Masumoto, stand- in da personagem Japaneuza, trás uma versão diferenciada da Claudia Netto. Com descendência japonesa e trabalhando neste meio artístico desde os 10 anos de idade permitiu dar uma outra forma para o personagem “que só assistindo pra saber” disse ela em entrevista exclusiva para o site.
Sua relação com musicais começou desde cedo, na adolescencia fez uma adaptação de HAIR. já encenou em montagens brasileiras como Pequenino Grão de Areia de João Falcão, Tiete Menino (Este Ganhou Prêmio APETESP), Magico de Oz, Chiquinha Gonzaga e agora o Avenida Q, e também trabalha no restaurante Brooklyn.
- Como entrou no Avenida Q?
Na verdade o André Dias que é um grande amigo já haviamos trabalhado juntos em alguns outros projetos, e quando a Claudia Netto precisou de uma substituta ele me indicou. Depois de todo o processo vocal e de perfil deu certo, acabei sendo a Japaneuza e estou muito feliz.
- Como foi os ensaios?
Tive um mês de preparação. Já tive processos mais corridos do que esse, quando fiz a Bruxa do Mágico de Oz por exemplo eu tive apenas três dias de preparação. A Claudia viu essa substituição com muita antecedência e pude ver o espetáculo várias vezes, dessa forma pude ensaiar adequadamente. Desde as primeiras apresentações fiz bem tranquila e segura.
- Você pra incorporar o personagem deve ter sido um processo mais fácil do que da Claudia Netto por ter descendência não é?
No Rio de Janeiro não tem japonês! Aqui em São Paulo em cada esquina você cruza com um, e também tive meu oditchan e obatchan (avô e avó em japonês) ou seja, eu cresci no meio de japonês. Aqui nós temos muito mais acesso, e meu sobrenome é Masumoto. É obvio que a leitura da personagem já foi feita, então eu vou seguir essa leitura e não posso mudar radicalmente só porque tenho um conhecimento “X” não. Ela já tem um corpo, um figurino, um cabelo que eu tenho que respeitar, e respeito até porque o trabalho da Claudia foi fantástico. É claro que cada ator dá uma pitadinha da sua personalidade.
- Falando dessas pitadinhas, nós temos a referência da Claudia Netto como Japaneuza, o que podemos ver de você que pude em relação a isso?
Olha, eu acho que só assistindo você vai entender. As piadas elas continuam no espetáculo eu faço questão de faze-las. Mas a pitada é o jeito, eu tenho uma absorção e a Claudia tem outro. Eu estou seguindo a mesma linha, tudo que ela me passou a todo afinco eu estou seguindo porque é o jeito de postura, e você vai entender quando me ver em cena.
- E sua relação com os diretores Möeller e Botelho?
É a primeira vez que estou trabalhando num projeto deles, estou muito feliz porque gosto do trabalho deles, considero uma fã e está sendo um presente pra mim.
Galeria de fotos
Fotos: Denny Naka e Lucy Jerônimo
Avenida Q tem sua última apresentação no dia 06 de dezembro
Crítica: “Q” Misturança boa a da “Avenida Q”
agosto 31, 2009 by Site Möeller & Botelho
Filed under Avenida Q, Críticas, Site
Crítica ‘Avenida Q’
Por: Darson Ribeiro (Entreatro)
Emoção no Ensaio Aberto de “O Despertar da Primavera”
agosto 19, 2009 by Site Möeller & Botelho
Filed under O Despertar da Primavera

O compositor Billy Blanco, sentado em uma das primeiras fileiras do Villa-Lobos, não se conteve ao ouvir o número “Whispering”, interpretado por Malu Rodrigues: “Que beleza!”, disse ele em alto som antes mesmo da conclusão da música.
Essa foi a tônica do primeiro ensaio aberto de “O Despertar da Primavera“, na noite desta terça, 18: muita emoção e encantamento.
Foi a primeira vez que o ensaio do musical foi aberto a um público de convidados. Na plateia, familiares e amigos do elenco e vários nomes famosos do universo dos musicais: Claudia Netto, Soraya Ravenle, Sabrina Korgut, Ivana Domenico, Ester Elias, André Dias, Ada Chaseliov, Fabrício Negri, Vera do Canto e Mello, Mirna Rubim, Maria Netto, Otávio Zobaran, Cláudia Costa, Cássio Pandolfi, entre outros que se emocionaram com a atuação do jovem elenco.
Billy Blanco estava acompanhado do filho, o também músico Billy Blanco Jr, e tinha um motivo especial para prestigiar o ensaio aberto. Um não: três motivos – os netos Pedro Sol, Lua e Estrela, que fazem parte do elenco.
Já Julia Bernat, intérprete de Thea, foi prestigiada pelos pais, Isaac Bernat e Soraya Ravenle, e pela tia, a cantora Ithamara Koorax.
Foi uma noite perfeita, que selou o clima de harmonia e união que “O Despertar” conquistou desde o início. “Fiquei impressionado com a harmonia na equipe e no trabalho”, afirmou o figurinista Marcelo Pies.
Tal clima foi sentido no ensaio aberto de ontem já na tradicional rodinha do elenco e da produção, quando Malu Rodrigues disse que amava a todos e pediu para que se divertissem.
E todos se divertiram e se emocionaram muito. A cada término de um número musical, o teatro vinha abaixo. “Nosso primeiro ensaio geral foi arrebatador! Com muitos urros e lágrimas”, disse o diretor Charles Möeller.
Confira as duas galerias de fotos do primeiro ensaio aberto do “Despertar”
Fotos: Leo Ladeira
Estreia de Avenida Q em SP
Depois da temporada de cinco meses no Rio de Janeiro com grande sucesso de público e crítica, estreia em São Paulo o mais irreverente musical da Broadway, Avenida Q, e em grande estilo. A obra assinada por Charles Möeller e Claudio Botelho está concorrendo a cinco prêmios Shell, entre eles direção (Charles Möeller), atuação feminina e masculina (Sabrina Korgut e André Dias) e Iluminação (Paulo César Medeiros). Claudio Botelho ainda foi indicado na categoria especial, pela versão brasileira das músicas.
“Eu sou uma pessoa de sorte e tenho sido indicado quase todos os anos para prêmios, mas o que foi mais importante agora é que dois protagonistas de musicais foram indicados pela primeira vez como melhor ator e atriz, isso nunca tinha acontecido no prêmio Shell, então isso é uma vitória, muito importante” , disse Claudio Botelho.
“Avenida Q é, com certeza, um grande momento na minha carreira. O prêmio Shell foi uma grande retribuição desse esforço todo que nós tivemos”, reforçou Sabrina Korgut, feliz com a indicação. “Sou uma pulga perto das outras concorrentes, pois imagina estar concorrendo com a Marília Pêra! É um sonho, então eu preciso ficar humilde. Mas estou aí concorrendo, e se os jurados acharam que eu merecia essa indicação então acho que é válido. Já é uma grande vitória!” completou.
Para quem assistiu no Rio de Janeiro não vai notar muita diferença na montagem paulista. O teatro, com capacidade de 671 lugares (contra 402 do Clara Nunes) tem as marcações praticamente iguais, exceto pelas gírias dos personagens. Claudio explica: “Foram poucas mudanças, o teatro é mais profundo então estou pedindo para que os atores cheguem mais perto porque os bonequinhos devem ser vistos. Basicamente isso, mas é o mesmo espetáculo. As gírias nós adaptamos, por exemplo aqui eles vão pra balada (no Rio era Night). Isso a gente alterou. Lá eles iam pra Farme aqui eles vão pro Shopping Frei Caneca” (em referência ao personagens gays).
“Agora a Dona Coisa Ruim tem um nome novo, Lá era Dilma e agora Marta. Que Marta será?”, brincou a Renata Ricci com seu personagem ao relacionar o nome da ex-prefeita Marta Suplicy. Renata também destacou outro detalhe de mudança de cenário: “O cenário antes ele era direto no chão agora virou uma calçada, já incorporou o que era, ficou uma graça. E outras piadas a gente vai descobrir fazendo, então hoje é o dia do teste.”
Já a Japaneuza ficou satisfeita pela arrecadação para construir a Escola dos Monstros pra Kate: “O pessoal de São Paulo tá melhor que no Rio” brincou a personagem de Claudia Netto ao ver que foi arrecadada quantia em dinheiro. Mesmo assim complementou depois da contagem: “Mas só isso? Só pode ser tudo convidado”.
Confira algumas fotos da estreia VIP
Fotos: Denny Naka
Vídeo
Confira o vídeo exclusivo para o site MöellerBotelho fez no Rio de Janeiro:
Serviço
Avenida Q. 140 min. 14 anos. Teatro Procópio Ferreira (671 lug.). Rua Augusta, 2.823. tel. 3083-4475. 5.ª a sáb., 21h; dom., 19h. R$ 70 (5.ª), R$ 80 (6.ª e dom.) e R$ 90 (sáb.). Até Novembro com possibilidade de prorrogação até Fevereiro.
Avenida Q, a Vila Sésamo de adultos
agosto 13, 2009 by Site Möeller & Botelho
Filed under Avenida Q, Site

Irreverente e incorreto, o premiado musical chega hoje a São Paulo trazendo adoráveis bonecos que falam muitos palavrões
Foi tudo muito rápido: a atriz e cantora Claudia Netto interpretava a personagem Japaneuza, uma terapeuta ranzinza, quando percebeu um homem na plateia fazendo um gesto obsceno (levantou o dedo médio), saindo em seguida. “Foi uma reação inusitada mas, pensando bem, foi também uma vitória do texto que estávamos encenando”, conta ela, divertindo-se com as diversas reações inusitadas provocas pelo musical Avenida Q que, depois de uma temporada de sucesso no Rio de Janeiro, estreia hoje em São Paulo para convidados – sábado para o público.
De fato, desde que se tornou a sensação na entrega do Tony (prêmio aos melhores do teatro nos Estados Unidos) de 2004, quando foi eleito o melhor musical da Broadway, Avenida Q tem despertado (muita) admiração e (pouca) ira por apresentar uma combinação original e explosiva: uma história marcada por incorreções contra gays, judeus, negros, minorias, imigrantes e desempregados, que são amenizadas ao serem proferidas por bonecos semelhantes aos que fizeram sucesso em programas de TV como Vila Sésamo e Muppet Show. “Seria um espetáculo pesado se os oito atores não dividissem a cena com 16 bonecos, manipulados por eles”, comenta Charles Möeller que, ao lado de Claudio Botelho, responde pela produção geral do espetáculo.
Novamente, foi o apurado faro da dupla para musicais que garantiu a montagem nacional. “Assistimos na Broadway e ficamos maravilhados com a engenhosidade dos criadores (Robert Lopez e Jeff Marx) em descobrir um caminho que permitisse exibir todos os preconceitos que marcam a sociedade moderna, mas que são, às vezes de forma hipócrita, escondidos”, conta Möeller.
Avenida Q acompanha a trajetória de Princeton (um dos bonecos) que, recém-formado, pretende começar a vida em um bairro de Nova York. Busca espaço na Avenida A, região de bacanas cujo preço do aluguel é incompatível ao dinheiro que carrega no bolso, até chegar a um reduto de perdedores – ali, conhece vizinhos peculiares como Brian, o comediante desempregado que é noivo da terapeuta Japaneuza; Rod, o bancário conservador que resiste em sair do armário; Trekkie, viciado em caçar pornografia na internet; Kate, graciosa professora; a fogosa Lucy De Vassa; o zelador do prédio, uma ex-celebridade mirim; e os ursinhos do mal.
“Apesar de a graça do espetáculo estar na presença dos bonecos, a expressividade deles só é possível por conta dos atores”, acredita André Dias, que manipula os bonecos Princeton e Rod, realizando um trabalho tão espantoso a ponto de o júri do Prêmio Shell do Rio, onde o espetáculo estreou em março, tê-lo indicado na categoria de melhor ator – e Sabrina Korgut, que manipula Kate Monstra e Lucy De Vassa, como melhor atriz. “Eles, assim como o restante do elenco, conseguem usar o recurso da manipulação dos bonecos para criar uma ligação com a plateia e discutir assuntos sérios de forma irreverente”, observa Charles Möeller.
O espetáculo, cujas canções são interpretadas por uma orquestra ao vivo, ataca o politicamente correto com músicas como Se Ele For Gay e Todo Mundo É Meio Racista, além de cenas raras, como uma relação carnal entre bonecos – um deles é o enrustido Rod, que denuncia sua preferência sexual ao sonhar em transar com um amigo. As letras foram adaptadas ao ambiente brasileiro, o que exigiu tanto acentuar a incorreção em alguns momentos como amenizar em outros.
Os bonecos, desenhados e confeccionados por Rick Lyon, responsável pelos originais da Broadway, vieram dos Estados Unidos. O aprendizado da manipulação foi torturante (veja abaixo), mas necessário para que cada movimento expressasse uma verdade. “Hoje, eu interpreto olhando para o Rod e não para o André, que está manipulando”, conta Claudia que, apesar de não carregar nenhum boneco, decidiu transformar seu personagem em um.
“Além de cuidar do sotaque de imigrante japonês, criei a Japaneuza a fim de que tivesse vários movimentos de um boneco, como a forma de mexer a boca ou a cabeça”, conta ela, que tinha dito uma frase nada correta sobre negros quando aquele espectador se revoltou e lhe apontou o dedo. “Na verdade, foi uma reação isolada, pois a peça é cosmopolita e encontra ressonância em qualquer cidade grande, como Rio e São Paulo.”
Serviço
Avenida Q. 140 min. 14 anos. Teatro Procópio Ferreira (671 lug.). Rua Augusta, 2.823. tel. 3083-4475. 5.ª a sáb., 21h; dom., 19h. R$ 70 (5.ª), R$ 80 (6.ª e dom.) e R$ 90 (sáb.). Até 1.º/11
Preste Atenção
…na movimentação dos atores que, muitas vezes, faz lembrar a dos bonecos, especialmente na forma de mexer o corpo.
…na maquiagem da personagem Japaneuza, vivida por Claudia Netto. Criada por ela, envolve, além de uma peruca, utensílios que esticam seus olhos, aproximando-os dos de um oriental. Claudia gasta normalmente meia hora para se maquiar.
…na letra das canções, especialmente Todo Mundo É Meio Racista, que reforça o caráter transgressor do musical, especialmente por ressaltar os preconceitos de cada um.
…nos dois enormes monitores de TV localizados um em cada lado do palco: são exibidas ali, especialmente no início do espetáculo, imagens da trajetória de Princeton, o boneco principal, quando chega à Avenida Q.
…na semelhança de alguns bonecos com outros, conhecidos, especialmente do programa Vila Sésamo. Assim, Trekkie Monstro faz lembrar Come Come, enquanto Nicky e Rod se assemelham a Ênio e Beto.
…na sincronicidade entre a voz dos atores e a manipulação da boca dos bonecos. Em determinadas cenas, o dublador não está em cena, obrigando o manipulador a saber o tempo certo das falas.
…no som criado pela banda formada por seis músicos, que se esconde atrás do cenário.
…nas liberdades da tradução, que permitem aos personagens brincarem com a política nacional, além de alguns bairros de São Paulo e Rio.
…no cenário criado por Rogério Falcão e no figurino de Mareu Nitschke, que até inclui uma camisa da seleção brasileira, pendurada no parapeito de uma das janelas.
Veja também:
Fofinhos, é? Espere eles abrirem a boca
(Jornal da Tarde – SP – Variedades – 2009-08-13)
Veja também:
Galeria de fotos dos ensaios de “Avenida Q” em São Paulo:
Fotos: Gustavo Klein.
Avenida Q: Rod declara-se ao baterista Márcio
julho 28, 2009 by Site Möeller & Botelho
Filed under Vídeos
Minutos antes do início da última apresentação de “Avenida Q” no Rio (26/07/09), o boneco Rod abriu o jogo e disse que sua paixão na verdade não era Nicky, mas…
Todo mundo fez auê no encerramento da temporada de Avenida Q
julho 27, 2009 by Site Möeller & Botelho
Filed under Avenida Q, Site

Ao som de “Tudo Há de Passar”, o musical “Avenida Q” se despediu ontem, 26/07, de sua temporada carioca, após cinco meses de muito sucesso e excelentes críticas.
O espetáculo, dirigido por Charles Möeller & Claudio Botelho, deixa o Rio com cinco indicações ao Prêmio Shell (ver matéria) e gostinho de saudade em uma legião de jovens fãs que se apaixonaram pelas histórias e personagens da Avenida Q.
Durante toda a temporada, os fãs do musical mimaram o elenco com muito carinho e presentes e, para o último dia, reservaram uma surpresa especial: um vídeo (confira) em que todos cantam um trecho de “Tudo Há de Passar”. A choradeira foi geral entre diretores, elenco, produção e os fãs.
Todo mundo fez auê no encerramento da temporada
A última apresentação de “Avenida Q” no Rio foi marcada pela emoção e pela vibração da plateia, que aplaudia entusiasmadamente cada número musical em um Teatro Clara Nunes abarrotado.
Renato Rabelo homenageou o fã-mor, Charles Fouquet (idealizador do projeto do vídeo e de várias outras produções da Comunidade para Avenida Q), pondo o sobrenome do jovem em seu personagem, Brian.
Na “Canção do Dinheiro”, cena em que quase todo o elenco desce à plateia para passar o chapéu, os fãs depositaram presentinhos, cartões e outros mimos.
Ao final, os atores fizeram questão de abraçar os fãs e expressar sua gratidão pelo carinho.
Também presentes, atores de “O Despertar da Primavera”, como Malu Rodrigues, André Loddi, Felipe de Carolis, Bruno Sigrist e Davi Guilhermme, além de Otávio Zobaran (de “7 – O Musical”) e Elton Towersey (da temporada carioca de “A Noviça Rebelde”).
“A peça foi encenada incrivelmente, como em todas as vezes anteriores. Orquestra e atores impecáveis. Só que pra nós, público, não teve o mesmo sabor das outras vezes. Avenida Q é um musical super alegre, divertido, cujo principal propósito é fazer a platéia chorar de rir. Dessa vez a platéia chorou mas não foi de rir, foi de tristeza mesmo. Essa peça que nós amamos tanto vai nos deixar e já estamos com saudade. Só espero que ela não nos deixe pra sempre”, disse Mariana Carrozzino, uma das integrantes da Comunidade de Avenida Q no Orkut.
“A apresentação de ontem fechou com chave de ouro a temporada carioca de Avenida Q. Todos pareciam estar verdadeiramente emocionados, choradeira no final não faltou. Havia pessoas assistindo a peça pela primeira vez e lamentando não poder ver de novo. Vi uma senhora se desesperar na bilheteria tentando comprar ingressos para ver a peça e quando soube que não havia lugar disponível ela ficava se perguntando porque a peça estava saindo de cartaz se o teatro estava lotando. Apesar da Lucy de Vassa dizer que ninguém é especial, digo que ela está muito errada, pois toda a equipe envolvida nesse espetáculo é muito especial. Que a temporada de São Paulo seja de muito sucesso“, afirmou Leandro Giglio, um dos membros mais atuantes da Comunidade de AvQ e co-editor do Blog de musicais 9 People´s Favorite Thing.
Veja alguns momentos da última apresentação de “Avenida Q” no Rio. Pouco antes do início do espetáculo, atores como André Dias, Fred Silveira, Renata Ricci e Gustavo Klein gravaram, com seus bonecos, um comercial que será usado na campanha publicitária em São Paulo.
A última “rodinha” do Rio também foi especial, com discurso emocionado de Claudia Netto e agradecimentos aos músicos que não seguirão o espetáculo na temporada paulista.
O Site Möeller Botelho estava lá para registrar tudo e mostrar um pouco do que foi esse fim de temporada aos que não puderam estar presentes:
Ensaio de “O Despertar da Primavera” emociona novo grupo de convidados ilustres
julho 22, 2009 by Site Möeller & Botelho
Filed under O Despertar da Primavera

O que você diria se fosse um jovem ator de musicais e sua platéia fosse formada por nomes como Claudia Netto, Fred Silveira, Marya Bravo, Vera do Canto e Mello e Renata Ricci?
Pois foi essa a experiência que os atores de “O Despertar da Primavera” tiveram no “corrido” de ontem.
O ensaio foi emocionante e arrancou lágrimas da pequena platéia VIP que, ao final fez questão de parabenizar o elenco.
Enquanto Marya Bravo chorava abraçada a Malu Rodrigues, Claudia Netto parabenizava um a um dos jovens atores. Renata Ricci e Fred Silveira também elogiaram o desempenho do grupo. “Eles são ótimos”, disse Fred. “Fiquei tão tocada que nem consegui dormir essa noite”, disse Renata Ricci (ambos em cartaz no Rio até este domingo em “Avenida Q”, também dirigido por Möeller & Botelho).
Vera do Canto e Mello, orgulhosa, fez questão de tirar foto com seus alunos: Davi Guilhermme, Felipe de Carolis e Mariah Viamonte.
Confira as fotos do ensaio desta terça-feira:
“Avenida Q” em foco na Revista Luz & Cena
Luz, Cenários e Figurinos de “Avenida Q”
Revista Luz & Cena | Nº 118 | Maio 2009
A Revista Luz & Cena, a mais conceituada publicação nas áreas de Iluminação, Arquitetura e Cenografia do país, dedicou sua mais recente edição ao musical “Avenida Q“, em cartaz no Teatro Clara Nunes (RJ).
A matéria traz interessantes e ilustrativas entrevistas com os profissionais que atuaram em “Avenida Q”.
O cenógrafo Rogério Falcão dá detalhes de elementos do cenário, como a arquitetura dos subúrbios de Nova York, o prédio do Empire State, os grafites nos muros laterais, as escadas cenográficas, entre outros.
O designer de luz Paulo César Medeiros fala sobre o uso de cores e gobos e a ideia de fugir da luz realista, deixando o espetáculo em um plano de sonho teatral, onde tudo é possível.
Já o designer de moda Mareu Nitschke, que fez sua estreia no teatro em “AVQ”, conta como criou os figurinos, como o mais surpreendente: o vestido de noiva de Japa-Neuza, que se transforma em uma lanterna japonesa.
Leia a matéria abaixo:
Por Dentro da Avenida Q
“Por Dentro da Avenida Q” – Vídeo especial para o Site Möeller & Botelho
Confira uma reportagem com o elenco completo de “Avenida Q”, os diretores Charles Möeller & Claudio Botelho; e a regente Zaida Valentim.
Parte 01:
Parte 02:
Claudia Netto fala sobre “Avenida Q” no Sem Censura
A atriz e cantora Claudia Netto esteve na última sexta-feira, 03/04, no programa Sem Censura (TV Brasil), onde falou sobre a Japa Neuza, a personagem que interpreta no musical “Avenida Q“:
“Avenida Q” atrai famosos em sessão para Classe Artística

Nesta segunda-feira, 09/03, foi apresentada uma sessão de “Avenida Q” especialmente para a classe artística.
Nomes da TV e do Teatro como Marília Pêra, Totia Meireles, Sylvia Bandeira, Marina Ruy Barbosa, Ana Botafogo, Daniel Filho, Amanda Acosta, Selma Reis, Soraya Ravenle, entre outros, prestigiaram as histórias de Princeton, Kate Monstra, Japa Neuza, Brian, Trekkie Monstro etc.
Confira as fotos da apresentação desta segunda:

O elenco oferece aplausos também para os músicos

Claudio Botelho e o elenco após o espetáculo

Todo o elenco com os diretores Charles Möeller & Claudio Botelho

André Dias, Fred Silveira, Charles Möeller, Renata Ricci e Sabrina Korgut

Maurício Xavier, Renato Rabelo, Fred Silveira e Andre Dias
A estreia de Avenida Q bombou!!!

A estreia de Avenida Q nesta sexta-feira, 06/03, foi um sucesso! O público riu muito e adorou as performances dos atores e bonecos.
Jovens “avenidaqmaníacos” presentes na estreia eram só elogios e sorrisos, e fizeram questão de tirar fotos com todo o elenco ao final da apresentação.
Outro muito solicitado foi Jeff Whitty, o autor do libreto do musical, que ganhou o Tony por Avenue Q. Simpático, Whitty tirou fotos e autografou livros de seus fãs.
Jeff disse que gostou muito do resultado final. Que se surpreendeu positivamente, que achou o elenco excelente e adorou todas as soluções novas da direção.
Presentes também atores de outros musicais de Möeller & Botelho, como Gottsha, Fabricio Negri, Rodrigo Cirne, Cristiano Penna e Kacau Gomes (“Beatles num Céu de Diamantes”); Ada Chaseliov, Cássio Pandolfi e Maíra Lautert (“A Noviça Rebelde”); e Eliana Pittman, Betto Serrador e Otávio Zobaran (“7 – O Musical”).
Confira algumas fotos da estreia:

Aplausos finais

Sabrina Korgut, Andre Dias, Jeff Whitty e Maurício Xavier

Fãs de “Avenida Q” com Charles Möeller

Fred Silveira, Jeff Whitty e Renata Ricci

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Claudia Netto e Renato Rabelo

Sabrina Korgut e Jeff Whitty

Gustavo Klein e Jeff Whitty

Jeff Whitty e Mauricio Xavier

Claudia Netto e André Dias

Renata Ricci e Fred Silveira
Bonecos de Avenida Q entram em cena
fevereiro 9, 2009 by admin
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O ensaio de “Avenida Q” na última sexta-feira teve um sabor a mais para o elenco, diretores e produção. Pela primeira vez entraram em cena os bonecos que serão usados no espetáculo e que foram trazidos dos Estados Unidos especialmente para o musical dirigido por Charles Möeller & Claudio Botelho.
Princeton, Kate Monstra, Trekkie Monstro, Rod, os Ursinhos do Mal e outros bonecos ganharam vida por meio das mãos e vozes de André Dias, Sabrina Korgut, Fred Silveira, Renata Ricci e Gustavo Klein. E finalmente puderam contracenar com os atores que não manipulam bonecos: Claudia Netto, Renato Rabelo e Maurício Xavier.
Os ensaios continuam ao longo das próximas semanas e a estréia de “Avenida Q” está programada para 6 de março, no Teatro Clara Nunes.
Confira algumas imagens do ensaio da última sexta-feira:

Sabrina Korgut e Kate Monstra

André Dias e Princeton

Fred Silveira e Trekkie Monstro

Renata Ricci e Ursinha do Mal

Gustavo Klein e Dona Coisa Ruim

Claudia Netto, Sabrina e Kate

Nicky, Fred Silveira e Renato Rabelo

Maurício Xavier, Sabrina, André, Kate e Princeton
Fotos: Leo Ladeira
Por Dentro da Avenida Q
janeiro 7, 2009 by admin
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Sabrina Korgut, Fred Silveira, Renata Ricci, Andre Dias, Renato Rabelo, Claudia Netto, Gustavo Klein e Maurício Xavier: o elenco brasileiro de “Avenida Q”
Nesta terça, 6/1, foi realizada uma nova etapa de ensaios de texto e música de “Avenida Q“, musical dirigido por Charles Moeller & Claudio Botelho.
Com todo o elenco reunido, Charles e Claudio dirigiram marcas e alguns números musicais, como “If You Were Gay”, “Everyone’s a Little Bit Racist”, ”The Internet is for Porn” e “Purpose”, que ganharam versões em português assinadas por Claudio.
Os atores ensaiaram sem os bonecos que usarão em cena. Também participaram do ensaio as diretoras assistentes Tina Salles e Paula Sandroni, o supervisor musical Marcelo Castro e a pianista Zaida Valentim.
Confira as imagens do ensaio de ontem de “Avenida Q”:

Renato Rabelo, Andre Dias, Renata Ricci, Sabrina Korgut e Maurício Xavier

O elenco ensaia com Paula Sandroni

Andre Dias e Claudia Netto

Sabrina Korgut, Renata Ricci e Fred Silveira: “The Internet Is for Porn”

Fred Silveira, Renata Ricci e Gustavo Klein: “Purpose”

Andre Dias e Maurício Xavier

Gustavo Klein e Renata Ricci

Zaida Valentim

Fred Silveira

O elenco ouve as observações finais de Charles Möeller
Elenco de Avenida Q participa de workshop
dezembro 16, 2008 by admin
Filed under Avenida Q, Fique Ligado
Desde oito de dezembro, o elenco brasileiro de “Avenue Q” (“Avenida Q” em português) está participando de um workshop diário que se divide em três horas de música e três horas de exercícios com bonecos.
Na oficina, estão sendo elaborados os números de coro, e os atores estão exercitando movimentações com bonecos que ainda não são os que serão usados no espetáculo (os originais já chegaram ao Brasil, mas ainda estão na Alfândega).
O workshop vai até o dia 20 de dezembro. Em janeiro iniciam-se os ensaios de texto e música. E em fevereiro entra a orquestra.
“Está sendo completamente diferente das músicas da Noviça, que são mais tradicionais e clássicas. Em ‘Avenue’ há mais improvisações, por exemplo. Saio do ambiente sagrado da Noviça e caio aqui, que é totalmente profano”, ri a pianista Zaida Valentim, que está ensaiando os atores e participará do espetáculo dirigido por Charles Möeller e Claudio Botelho.
“Aqui eu faço piano mesmo. É mais trabalhoso como musicista, como técnica pianística, mas nada que eu não esteja acostumada. Só que no ‘Avenida’ eu terei momentos solo, o que não acontece na Noviça, onde eu não toco nenhuma nota sozinha”, explica Zaida, ressaltando que a orquestra de ‘Avenida Q’ será formada por seis músicos.
“Adoro esse processo inicial, onde a música nasce praticamente junto com os personagens, onde as intenções vão nascendo. Isso se dá inicialmente com o piano. Depois o piano se transforma em uma grande orquestra ou big band. Mas no início são só o piano e o ator. Essa parte eu adoro fazer. Adoro essa construção”, diz a pianista.
Na tarde de ontem, 15/12, a parte musical foi comandada por Marcelo Castro e Zaida. Do elenco estiveram presentes Sabrina Korgut (Kate Monstra / Lucy), Andre Dias (Princeton / Rod) , Claudia Netto (Japa Neuza), Renato Rabelo (Brian), Mauricio Xavier (Gary Coleman) e Gustavo Klein (Ursinho do Mal).
Fred Silveira (Nicky / Trekkie Monstro) e Renata Ricci (Ursinha do Mal / Dona Coisa Ruim), que não puderam participar do workshop de ontem, completam o elenco.
Atores fazem exercícios com bonecos provisórios
Fernando Gomes ensina Sabrina Korgut a manipulação com boneco provisório
Após a parte musical, alguns nomes do elenco fizeram exercícios de manipulação e movimentação dos bonecos.
Quem está coordenando o trabalho é um dos maiores especialistas nesta arte no Brasil: o ator, diretor, artista plástico e manipulador de bonecos Fernando Gomes, que criou e confeccionou bonecos para diversos programas premiados de televisão, como “Bambalalão”, “Castelo Rá-Tim-Bum”, “X-Tudo”, “Cocoricó” e “Qual é, bicho?”.
Fernando trouxe de São Paulo, especialmente para o workshop, bonecos que se assemelham com o tipo de manipulação que será feita em “Avenida Q”.
“Eu trouxe bonecos com duas formas de técnica: de vareta e de mão viva (quando o boneco é manipulado por duas pessoas) para eles irem se familiarizando enquanto não chegam os que serão usados no espetáculo. Com os exercícios, os atores vão descobrir qual é o melhor jeito de segurá-los, por exemplo”. Fernando passou uma série de exercícios para os atores praticarem em casa, principalmente com as mãos.
O bonequeiro está bastante contente com sua participação no musical. “Quando Avenue Q estreou, muitas pessoas me disseram que havia um off-Broadway com bonecos que eu não podia perder. No ano passado eu finalmente vi em Nova York, mas não imaginava que iria participar da produção do musical no Brasil. Estou adorando”, diz Fernando.
Confira fotos do workshop de “Avenida Q”:
Marcelo Castro, Zaida Valentim, Mauricio Xavier, Andre Dias
e Sabrina Korgut
Claudia Netto, Sabrina Korgut, Gustavo Klein e Renato Rabelo
Claudia Netto entra em “Avenida Q”
novembro 25, 2008 by admin
Filed under Avenida Q, Entrevistas
Charles Möeller & Claudio Botelho bateram o martelo. A Japa-Neuza, uma das principais personagens do musical “Avenue Q” será vivida na montagem dirigida por eles pela atriz e cantora Claudia Netto, que volta a trabalhar com a dupla após algum tempo (o último trabalho de Claudia com Möeller & Botelho foi “Um Dia de Sol em Shangrilá”, de 2002).
Em “Avenida Q”, Claudia contracenará com Sabrina Korgut, Renato Rabello, André Dias e Gustavo Klein. A estréia está prevista para março de 2009, no Teatro Clara Nunes (RJ).
O Site Möeller & Botelho conversou com Claudia Netto sobre sua entrada em “Avenida Q”:
O que você achou de ser convidada por Möeller & Botelho para fazer o musical “Avenida Q”? Você conhecia esse musical?
Já tinha ouvido falar desse musical, mas não sabia muita coisa sobre ele, a não ser que foi e continua sendo um grande sucesso não só na Broadway, mas em outros países. Sei que ele começou off Broadway e devagarinho foi conquistando seu espaço e arrebatando fãs. Acho que isso pode acontecer aqui também, afinal é um musical bem diferente de tudo que já foi feito por aqui, com bonecos e totalmente politicamente incorreto. E outra coisa bem importante é que esse musical é para uma faixa etária que ainda não freqüenta teatro. Nosso público (principalmente dos musicais) é de quem sempre freqüentou o teatro e da terceira idade com suas vans que são as verdadeiras fãs desse gênero. ‘Avenida Q’ vai trazer os jovens para o teatro. Jovens e adolescentes que ainda não se encaixaram como platéia. Isso é o que eu acho de mais sensacional nessa proposta.
O que representa para você voltar a trabalhar com Claudio e Charles após seis anos?
Seguimos por caminhos diferentes, mas nunca no que diz respeito a como fazer musicais. Temos uma cumplicidade e química que não há tempo que apague. Como diriam alguns, “é uma coisa de pele”. Eu diria “é uma coisa de palco”. Estamos mais velhos (eles vão odiar essa parte – risos), estamos mais experientes, maduros, eles como diretores, eu como atriz, e já era tempo de nos reencontrarmos no que mais sabemos e gostamos de fazer. Estou muito feliz em “voltar pra casa” .
Estava com saudades de atuar em musicais? (o último trabalho de Claudia no gênero foi em “Império”, de Miguel Falabella)
É verdade, “Império” foi meu mais recente trabalho em musicais no palco. Estou muito feliz atuando em outros veículos, como fazer a novela “Negócio da China”, por exemplo, que sempre é um aprendizado. Mas quem é do palco não consegue ficar muito tempo fora dele. Vamos ver como vai ser esse novo trabalho. Espero me divertir muito e ser feliz.



















