Gypsy em Leitura
Totia Meireles interpreta as canções de Mama Rose na leitura de Gypsy
A principal atividade desta sexta-feira, 26/02, nos ensaios de “Gypsy” foi a leitura completa da peça, feita por todo o elenco.
A leitura foi aberta pelo diretor Charles Möeller. Sentados no palco, de frente para a plateia, os atores puderam fazer, pela primeira vez, suas falas completas. Nos momentos dos números musicais, o diretor Claudio Botelho pôs para tocar um CD com um mix de diversas interpretações de “Gypsy”. A personagem Mama Rose, por exemplo, foi ouvida nas vozes de Patti LuPone, Bernardete Peters, Angela Lansbury, Rosalind Russell, Ethel Merman, Bette Middler, entre outras “divas”.
Adriana Garambone se emociona com a canção “Little Lamb”, de sua personagem Louise
Totia Meireles não apenas leu suas falas, mas cantou em cima das vozes das intérpretes de Rose. Já Adriana Garambone se emocionou ao ouvir a bela e tocante canção “Little Lamb”, de sua personagem, Louise.
Thayani Campos encantou a todos com sua Baby June, e o trio Liane Maya (Tessie Tura), Sheila Mattos (Mazeppa) e Ada Chaseliov (Electra) mostrou que promete arrasar, assim como o jovem André Torquarto, intérprete de Tulsa.
Renata Ricci e Eduardo Galvão também já se mostraram afinados com seus personagens: June e Herbie.
“Gypsy”, com direção de Charles Möeller & Claudio Botelho, e produção da Aventura Entretenimento, estreia em 23 de abril, no Teatro Villa-Lobos (RJ).
Confira algumas fotos da leitura de Gypsy:
Fotos: Leo Ladeira. © Site Möeller Botelho.
Gypsy – Bastidores do Ensaio – 24/02
Totia Meireles, Adriana Garambone e Eduardo Galvão ensaiam as músicas de “Gypsy”
Nesta quarta-feira, 24/02, o Site Möeller & Botelho acompanhou mais uma vez os ensaios de “Gypsy“, que estão acontecendo a pleno vapor, com várias atividades sendo realizadas ao mesmo tempo em salas diferentes.
Na tarde de ontem, enquanto as crianças que interpretarão as babies Junes, babies Louises e os “Jornaleirinhos” tinham ensaio de canto com Marcelo Castro e Zaida Valentim, os rapazes que integram o grupo dos Farmboys davam sequência ao ensaio de coreografia com Flávio Salles.
Os protagonistas Totia Meireles, Eduardo Galvão e Adriana Garambone também ensaiaram música. Adriana, por exemplo, fez sua primeira interpretação de “Little Lamb” e “Let Me Entertain You”, duas das mais conhecidas canções do espetáculo.
Já na sala de reuniões, aconteceu um primeiro encontro, no teatro, do diretor Charles Möeller e do figurinista Marcelo Pies.
Confira alguns momentos da tarde de ontem, nos bastidores dos ensaios de “Gypsy”:
Fotos: Leo Ladeira. © Site Möeller Botelho.
Claudio Botelho: “Let’s do it”
fevereiro 25, 2010 by Leo
Filed under Versão brasileira, Vídeos
No espetáculo “Versão Brasileira”: Claudio Botelho canta “Let’s do it”, um dos momentos mais aplaudidos do musical “Cole Porter – Ele Nunca Disse que me Amava”, em 2000. Aqui, Claudio é acompanhado por Edgar Duvivier, Marcelo Castro e Thiago Trajano. Fevereiro de 2010.
O Despertar em São Paulo – Clipping
fevereiro 25, 2010 by Leo
Filed under O Despertar da Primavera, Site
O Estado de São Paulo – 23/02/2010:
Folha de São Paulo – Coluna Monica Bergamo – 20/02/10:
Extra Extra… aí vêm os Farmboys de “Gypsy”
Flávio Salles e seus Farmboys
Os Farmboys de Dainty June tiveram um dia de muito trabalho nesta terça-feira, 23/02.
André Torquato, Elton Towersey, Igor Pontes, Lucas Drummond, Tomas Quaresma, Kaio Borges e Otávio Zobaran participaram de seu primeiro ensaio prático, com o professor de tap e coreógrafo Flávio Salles.
O Grupo, que acompanha a personagem June (Renata Ricci), fez suas primeiras marcações na coreografia de “Broadway”, número da qual eles participam.
“O Flávio passou muitas coreografias e a galera pegou rápido. Foi muito bom esse primeiro dia“, disse, ao final dos ensaios, André Torquato, intérprete de Tulsa.
“O Flávio é ótimo. Tô adorando trabalhar com ele. O grupo também é muito bacana e eu estou com uma expectativa excelente. Vai ser puxado, mas vai ficar muito bonito no final“, afirmou Kaio Borges.
“Esse primeiro dia matou nossa ansiedade em ver como seria. Eu estava estudando pelos vídeos e não sabia onde é que ia dar. Foi nossa primeira vivência de dança e quando a gente dança com outras pessoas que estão na mesma energia, ajuda bastante“, revelou Tomas Quaresma.
“Nós conseguimos avançar bastante. Chegamos em um ponto muito bom. Agora é terminar essa coreografia e limpá-la. O grupo é ótimo e a galera dança super bem“, disse Lucas Drummond.
Após os trabalhos de dança, os Farmboys tiveram seu primeiro contato com ensaio de música, comandado por Marcelo Castro e Zaida Valentim.
Confira as fotos do primeiro ensaio dos Farmboys, de Gypsy:
Fotos: Leo Ladeira. © Site Möeller Botelho.
Gypsy: a Fábula Musical tem início
O primeiro dia de ensaios do musical “Gypsy” foi marcado pela presença de todo o elenco e a realização de diversas atividades.
Em uma sala de ensaios, a professora de balé Janice Botelho comandou os primeiros trabalhos de coreografia com as crianças que viverão Baby Louise, Baby June e os Meninos.
Já na sala principal, o diretor Charles Möeller deu início a um workshop sobre o espetáculo, considerado o “Hamlet dos musicais”. Charles falou para todo o elenco adulto sobre a história das personagens: a stripper de alta classe Gypsy Rose Lee, sua irmã, a atriz June Havoc, e a mãe delas, Rose Hovick, a Mama Rose.
“Gypsy tem um texto dramaticamente perfeito, com profundidade e personagens cheios de nuances. A Mama Rose é considerada até hoje como um dos personagens mais complexos da história dos musicais. Ele é todo redondo: música perfeita, coreografia perfeita e dramaturgia perfeita”, disse o diretor.
Charles revelou também que o papel de Mama Rose é importante não só por mostrar a relação de uma mãe com as filhas e as carreiras delas, mas por representar uma homenagem ao teatro musical. “Nada mais é do que o amor dela ao teatro musical. Então ela é um hino, um libelo ao teatro musical”.
Segundo ele, é uma honra para qualquer diretor e pessoa que trabalha nesse ofício montar uma peça como Gypsy: “Essa é uma das grandes atrações do nosso interesse sobre a peça, que fala justamente sobre essa paixão pelo entretenimento”.
Quem foi Gypsy Rose Lee?
Nascida em oito de janeiro de 1911, Gypsy Rose Lee foi uma artista do burlesco norte-americana, famosa por seu número de strip-tease. Ela também foi atriz em Hollywood, autora e dramaturga, e seu livro de memórias de 1957 foi transformado no musical Gypsy e em filme.
“Ela é tida por muitos como a Madonna do seu tempo”, disse Charles. “Era uma pessoa que se auto-inventava o tempo inteiro. Nunca ninguém soube direito qual era a verdadeira história dela. Por isso a peça tinha o subtítulo, tirado depois, de ‘fábula musical’”, explicou. “Antes dela, o mito do pato feio que se transforma em cisne não havia sido retratado com tanta profundidade. E isso é algo que motiva o cinema até hoje. Hollywood faz isso sempre: a história da redenção. É um mito americano. A Gypsy consegue estabelecer na sua peça e no seu livro, o mito americano. Ela popularizou o sonho americano “, completa.
“A Rose (Mama Rose) tinha obsessão pelo show business. Sua mãe fazia chapéus e era camareira de companhias de teatro e seu pai era pianista. Ela nasceu praticamente dentro do teatro, mas seu pai não queria aquela vida para ela, então a internou em um convento. Mas como ela era obcecada, fugiu de lá e se casou com um repórter de jornal. Com ele teve duas filhas: Louise e June, as quais desejou que se tornassem estrelas. Ela investiu pesado nessa formação: as meninas nunca aprenderam outra coisa a não ser teatro, dança e canto”, contou Charles.
É essa a história – de Mama Rose e suas filhas Louise e June – que veremos em “Gypsy”. Totia Meireles viverá Mama Rose, que já foi interpretada por divas da Broadway como Patti LuPone e Bernardette Peters, e atrizes do cinema e teatro, como Bette Midler, Angela Lansbury e Rosalind Russel. Já Gypsy Rose Lee será vivida por Adriana Garambone, enquanto sua irmã June, por Renata Ricci.
A estreia de “Gypsy” será em 22 de abril, no Teatro Villa-Lobos. O Site Möeller & Botelho continuará cobrindo os ensaios e dando todos os detalhes desse novo trabalho dos “Reis dos Musicais”.
Veja fotos exclusivas do primeiro dia de ensaios de “Gypsy”:
Fotos: Leo Ladeira. © Site Möeller Botelho.
Claudio Botelho: Do-Re-Mi / Vingativa
fevereiro 21, 2010 by Leo
Filed under Versão brasileira, Vídeos
Abertura do show “Versão Brasileira”: Claudio Botelho canta e toca ao piano os primeiros versos de “Do-Re-Mi” , de “A Noviça Rebelde”, e “Vingativa”, das Frenéticas, que fez parte do primeiro espetáculo da dupla: “As Malvadas”, de 1997. Fevereiro de 2010.
Claudio Botelho: “So in Love”
fevereiro 19, 2010 by Leo
Filed under Versão brasileira, Vídeos
Claudio Botelho canta “So in Love”, de Cole Porter, no espetáculo “Versão Brasileira“. A famosa canção do compositor norte-americano fazia parte do espetáculo da dupla Möeller & Botelho “Cole Porter – Ele Nunca Disse que me Amava”., de 2000. Claudio é acompanhado por Edgar Duvivier, Marcelo Castro e Thiago Trajano. Fevereiro de 2010.
Claudio Botelho: “Let’s call the whole thing off”
fevereiro 17, 2010 by Leo
Filed under Versão brasileira, Vídeos
Vídeo da abertura do espetáculo “Versão Brasileira”: Claudio Botelho canta “Let’s call the whole thing off”, canção de George Gershwin e Ira Gershwin, que, segundo ele, traduz como funciona a dupla Möeller & Botelho. Acompanham os músicos Edgar Duvivier, Marcelo Castro e Thiago Trajano. Fevereiro 2010.
Dupla Valiosa
fevereiro 17, 2010 by Leo
Filed under Möeller & Botelho
Charles Möeller e Claudio Botelho comemoram parceria de 20 anos
Charles Möeller e Claudio Botelho têm muito o que comemorar, afinal não é nada fácil manter-se no cenário teatral carioca por 20 anos emplacando um sucesso atrás do outro. Para celebrar as duas décadas de parceria, a dupla apresentou durante um mês no Rio a peça “Versão Brasileira” e lançou o livro “Os Reis dos Musicais”, escrito pela jornalista Tânia Carvalho, que conta toda a trajetória profissional dos dois.
Claudio conta que a paixão por musicais foi o que os uniu. Já Charles, credita todo o sucesso à teimosia e a fidelidade ao gênero: “Começamos apresentando os espetáculos para ninguém. Naquela época o musical estava esquecido e muita gente nos desencorajou a investir e nós insistimos por pura paixão”. Ele diz que a evolução dos musicais foi completa e lembra de quando fazia musicais com recursos mínimos, mas sempre preocupado com o acabamento. Botelho afirma que hoje é muito mais fácil produtores e atores decidirem montar um musical e fala das dificuldades que precisaram superar no princípio da carreira: “Começamos como bichos raros, que apostavam em um cavalo manco, investíamos tudo para que o resultado fosse musicalmente de qualidade. Nunca trabalhamos sem música ao vivo, nunca nos metemos em qualquer espetáculo onde o compositor ou a música não fossem, no mínimo, consagrados como artistas de primeira linha”.
A dupla destaca que o único ponto em comum entre eles é o amor pelo musical. Nesse caso, são justamente as diferenças que garantem a longevidade desta parceria: “Eu cuido mais da parte estética, ele cuida da música. Temos alguns atritos e acho que é isso o que nos faz progredir, o fato de estarmos sempre instigando um ao outro”, diz Möeller. Todas essas características pessoais estão destrinchadas no livro “Os Reis dos Musicais”, de Tânia Carvalho, que traz um balanço feito pela dupla a respeito dos 23 espetáculos que criaram juntos: “É um orgulho enorme ter essa chance de ver tudo ali, documentado com textos e fotos, e mais que isso, uma enorme alegria de ver um pouco da recente história do teatro musical no Brasil descrito ali naquelas páginas”, diz Cláudio.
Impulsionado pelo processo de criação do livro, nasceu o 24º musical da dupla, o “Versão Brasileira”, no qual Botelho, dirigido por Möeller, faz um apanhado de canções que fizeram parte das montagens. Canções de espetáculos como “A Noviça Rebelde”, “Company”, “A Ópera do Malandro”, “Chicago”, “Sassaricando”, “My Fair Lady”, “7 – O Musical”, “O Despertar da Primavera”, entre outros, fazem parte deste musical. Sem pisar no palco desde ‘Lado a Lado com Sondheim’ (2005), Claudio Botelho escolheu a data redonda para reencontrar a plateia: “Estou me divertindo muito mais do que eu deveria. Digo isso porque a temporada foi curta, de apenas um mês, e estivemos lotados todos os dias. Sei que uma continuação vai ser difícil porque as obrigações como diretor e versionista não me permitem muito esse tipo de ‘recreação’ que é cantar e, no caso, cantar minhas próprias letras”.
“Avenida Q” e “O Despertar da Primavera”, seus mais recentes espetáculos, estão concorrendo em cinco categorias do Prêmio Shell 2009 cada. Charles Möeller foi indicado nos dois musicais como melhor diretor. Já Claudio Botelho foi indicado na Categoria Especial, pela versão brasileira da trilha sonora de “Avenida Q”: “Fico muito orgulhoso de ver que atualmente atores de musicais passaram a ser indicados para os prêmios. Isso me deixa mais feliz do que as minhas próximas indicações”, diz Charles. E Cláudio complementa: “Isso é a prova maior da maturidade dos musicais, da entrada definitiva no cardápio cultural”.
A dupla já está com a agenda cheia até 2012. O próximo musical que trazem para os palcos cariocas é “Gypsy”, que estreia em abril com Totia Meirelles e Adriana Garambone no elenco. Em julho, o Rio recebe “Hair”. No início de 2011, os fãs de Roberto Carlos vão poder curtir um espetáculo com diversas músicas do Rei, chamado “Aquela Canção do Roberto”. E ainda sem data definida de estreia, mas com direitos assegurados, estão: “Kiss me Kate”, “Nine”, “The Fantasticks”, “Annie” e “Um Violinista no Telhado”. Pelo visto, muitas outras décadas esperam pela dupla.
Fonte: Globo Teatro – 17/02/10.
Raridade: Primeira Leitura de “7 – O Musical” (2007)
fevereiro 11, 2010 by Leo
Filed under 7 - O Musical, Vídeos
Vídeo histórico: bastidores da primeira leitura de “7 – O Musical“, em 2007.
Aparecem no vídeo os diretores Claudio Botelho e Charles Möeller, o compositor Ed Motta, a saudosa Ida Gomes e outros nomes do elenco, como Alessandra Maestrini, Rogéria, Zezé Motta, Eliana Pittman e Rodrigo Cirne, além da diretora assistente Paula Sandroni e membros da equipe.
Gypsy no Rio de Janeiro
Gypsy estreia 23 de abril no TEATRO VILLA LOBOS.
Há 50 anos, estreava na Broadway um dos melhores musicais já produzidos no país dos musicais. Título: “Gypsy”. Subtítulo: “A musical fable”. Volta e meia remontado por lá, numa prova de que resiste ao tempo e às modas, é o mesmo em que a dupla Cláudio Botelho & Charles Möeller está trabalhando para estrear em janeiro nos palcos brasileiros, talvez no Teatro Casa Grande, talvez no João Caetano.
Perfeita integração de drama (texto de Arthur Laurents), canto (música de Jule Styne e letras de Stephen Sondheim) e dança (coreografia de Jerome Robbins), “Gypsy” é, também, um desafio aos realizadores de outras épocas e lugares, mesmo que tenham a experiência de Botelho e Möeller. Desafio, sobretudo, pelo enredo muito centrado no show-business americano de entre as duas guerras, passado em dois ambientes teatrais estranhos ao público brasileiro como são o vaudeville e o burlesco. Desafio, ainda, por depender muito de uma superatrizcantora para viver uma das mais complexas personagens já vistas num musical, além dos excelentes dançarinos, de duas faixas de idade, para cumprir o que o coreógrafo, também diretor, criou para ajudar a contar a história.
Music by Jule Styne
Lyrics by Stephen Sondheim
Book by Arthur Laurents
Elenco:
Totia Meireles (Rose)
Adriana Garambone (Louise)
Eduardo Galvão (Herbie)
Renata Ricci (June)
Patrícia Bueno (Sra. Cratchitt)
Liane Maya (Tessie Tura)
Sheila Mattos (Mazeppa)
Ada Chaseliov (Electra)
Papel masculino:
Dudu Sandroni
Jitman Vibranovsky
Léo Wainer
Otávio Zobaran
André Torquato (Tulsa)
Ensemble:
Elton Towersey
Igor Pontes
Lucas Drummond
Tomas Quaresma
Kaio Borges
Giselle Lima (Agnes)
Carol Costa (Garçonete Chinesa)
Carolina Ebecken
Giulia Nadruz
Joane Mota
Viviane Rojas
Baby June:
Hannah Zeitoune
Joana Bas
Thayani Campos
Baby Louise:
Giovanna Rangel
Julya Dalavia
Raquel Bonfante
Menina:
Beatriz Tachlitsky
Meninos:
Leonardo Valor
Matheus Costa
Matheus Felipe
Yago Machado
Iago Rangel
Pedro Aguiar
Jorge Amorim
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Versão Brasileira em Curitiba
fevereiro 9, 2010 by admin
Filed under Novidades, Versão brasileira
Os ingressos para o 19º Festival de Curitiba já estão a venda, faltando pouco mais de um mês para o início da maior programação teatral do ano na cidade. O festival acontece de 16 a 28 de março. Até o fim desta semana, a organização do festival acredita que alguns espetáculos já estarão lotados.
“Versão Brasileira”, concerto teatral onde Claudio Botelho, sozinho em cena, cantará números de todos os seus espetáculos, o show inclui as canções que ele escreveu para O Fantasma da Ópera, Miss Saigon, West Side Story, My Fair Lady, Les Miserables, entre outros. Previsão para 21 e 22 de março. A direção e a concepçãosão de Charles Moëller e Claudio Botelho.
“Quem costuma comprar antes os ingressos é o público cativo do festival, que procura os melhores lugares, vai ao teatro todas as noites do evento e segue uma maratona. Eles não procuram textos consagrados ou artistas da televisão, mas sim bons espetáculos”, define o diretor do festival, Leandro Knopsholz.
Quem procura o que assistir pode contar com o auxílio da equipe de apoio que, segundo Knopsholz, estará dando apoio aos clientes na fila para compra dos ingressos. “São pessoas que estudaram a programação e podem auxiliar na escolha”, diz o diretor do festival.
O Despertar da Primavera em São Paulo
fevereiro 9, 2010 by admin
Filed under Novidades, O Despertar da Primavera
Depois do sucesso no Rio de Janeiro, “O Despertar da Primavera“, com direção de Charles Möeller & Claudio Botelho, e produção da Aventura Entretenimento e da Divina Comédia, estreia em São Paulo, no Teatro Sérgio Cardoso, com temporada de 12/03 a 02/05 e 27/05 a 25/07.
Elenco – Temporada São Paulo:
Debora Olivieri - Adulta
Eduardo Semerjian – Adulto
Malu Rodrigues – Wendla
Laura Lobo – Martha
Leticia Colin – Ilse
Mariah Viamonte – Thea
Estrela Blanco – Anna
Eline Porto – Elise
Lua Blanco – Mariana
Alice Motta – Frida
Clara Verdier – Ina
Pierre Baitelli – Melchior
Rodrigo Pandolfo – Moritz
Thiago Amaral – Hanschen
Felipe de Carolis – Ernst
Andre Loddi – Georg
Bruno Sigrist – Otto
Danilo Timm – Dieter
Thiago Marinho – Ulbrecht
Felipe Tavolaro – Rupert
Gabriel Falcão – Reinhold
O Despertar da Primavera (Spring Awakening)
Depois de passar pela Broadway e arrebatar oito prêmios Tony – o Oscar do teatro americano -, a polêmica peça O Despertar da Primavera, baseada no clássico do alemão Frank Wedekind, ganhou versão brasileira com assinatura da dupla Charles Möeller e Claudio Botelho.
Escrito em 1891, o texto original de Wedekind foi proibido pela audácia de tratar temas tabu como homossexualidade, suicídio, incesto e prostituição que, mais de um século depois, continuam em voga. “O genial desse texto é que os questionamentos são os mesmos. Vivemos uma hipocrisia. Vemos crianças passando por lavagem cerebral religiosa“, argumenta Charles Möeller.
Pela primeira vez, uma adaptação brasileira conseguiu autorização para mudar a concepção da história. “A gente teve liberdade total. Brasileiro beija mais, se relaciona diferente”, defende Charles.
O Despertar da Primavera – Temporada Rio de Janeiro – 2009/2010
Após 23 semanas, a temporada carioca de “O Despertar da Primavera“ chegou ao fim no dia 31/01/10.
O Despertar saiu de cartaz na Cidade Maravilhosa com excelentes críticas e como líder (ao lado de Avenida Q) em indicações ao Prêmio Shell de Teatro – 2009 nas categorias Direção, Ator (Rodrigo Pandolfo), Cenário, Figurino e Iluminação.
O musical também ganhou dois prêmios Qualidade Brasil: Melhor Espetáculo Teatral Musical e Melhor Direção Teatral Musical. E o Jornal O Globo ainda escolheu o Despertar como uma das 10 melhores peças de 2009.
O espetáculo atraiu um grande número de público, especialmente o jovem, que adotou o musical dirigido por Möeller & Botelho.
Em janeiro de 2010, foi lançada a trilha sonora do musical, já disponibilizada oficialmente no Site Möeller Botelho e no Site do Despertar.
Saiba mais em:
www.despertarprimavera.com.br
Veja fotos da Temporada de São Paulo de “O Despertar da Primavera”:
Confira também o que saiu na imprensa sobre O Despertar em São Paulo:
Saiba mais:
www.despertarprimavera.com.br
Twitter:
* Möeller & Botelho
* Aventura
* O Despertar
* Baixe gratuitamente o CD – O Despertar da Primavera – Download Oficial Gratuito:
Beatles num Céu de Diamantes em cartaz no RJ
fevereiro 9, 2010 by admin
Filed under Beatles num Céu de Diamantes, Novidades
Beatles num Céu de Diamantes reestreia no Rio com elenco modificado
Aventura traz de volta aos palcos “Beatles num Céu de Diamantes”, espetáculo vencedor de dois prêmios Shell
Com novos integrantes no elenco, musical de Charles Möeller e Cláudio Botelho faz curta temporada no Espaço Rio Sul de cultura e entretenimento
Elogiado pela crítica e público, com mais de 140 mil espectadores em dois anos, o musical “Beatles num céu de diamantes” volta em curta temporada aos palcos do Rio de Janeiro. Criado e dirigido pela dupla Charles Möeller e Cláudio Botelho e produzido pela Aventura Entretenimento, o musical se consagrou com público e críticos ao propor algo simples e praticamente inédito: uma visão teatral para o material genialmente criado pelos Beatles como música pop. A estréia será no dia 05 de março no Espaço Rio Sul de Cultura e Entretenimento, em Botafogo.
No palco, além dos artistas presentes na primeira temporada do espetáculo, o elenco ainda ganha atores de carreira já bastante notável no teatro musical, como Sabrina Korgut, Alessandra Verney e Ivana Domenico, além de Pedro Sol que sai direto de “O Despertar da Primavera” para ingressar nessa nova versão de Beatles. Os músicos Delia Fisher (piano), Lui Coimbra (violoncelo) e Jonas Hammar (percussão) acompanham o espetáculo.
O musical ainda vai ter roupagem nova e segue o mesmo formato da temporada de Lyon, na França, com menos elementos cênicos: apenas panejamentos, cadeiras, malas, giz e guarda-chuvas. “Esse formato foi testado em Lyon, com uma nova configuração de elenco, e funcionou tanto que adotamos para a nova temporada do Rio e seguirá em todas as viagens pelo Brasil, além da temporada européia que se inicia em setembro deste ano. É bom que quem não assistiu, terá mais uma oportunidade. E, quem já viu, vai gostar mais ainda neste novo formato!”, afirma Claudio Botelho.
Ganhador de dois prêmios Shell (arranjo musical e conjunto da obra), “Beatles num céu de diamantes” foi classificado como um dos maiores sucessos da temporada teatral de 2008 e passou por cidades como Rio de Janeiro, Curitiba, São Paulo e Lyon, na França.
BEATLES NUM CÉU DE DIAMANTES – SERVIÇO
Espetáculo de Charles Möeller e Claudio Botelho
Estreia: 4 de março
Local: Espaço Rio Sul Cultura e Entretenimento
Shopping Rio Sul
Rua Lauro Muller, 116 Piso G3
Botafogo
(21) 3527-7257
Horário: quinta e sexta às 21h, sábado às 21h30, domingo às 20h.
Ingressos: R$ 60,00
Classificação: 10 anos
Duração: 1h30
Elenco em ordem alfabética:
Alessandra Verney, Ivana Domenico, Marya Bravo, Sabrina Korgut, Tatih Köhler
Chris Penna, Fabrício Negri, Jonas Hammar, Pedro Sol, Rodrigo Cirne
Piano: Delia Fisher
Violoncelo: Lui Coimbra
Percussão: Jonas Hammar
Direção Musical: Claudio Botelho
Direção: Charles Möeller
Roteiro: Cristiano Gualda & Charles Möeller
Arranjos: Delia Fischer
Arranjos Vocais: Jules Vandystadt
Direção de Movimento: Charles Moeller & Renato Vieira
Iluminação: Paulo Cesar Medeiros
Direção de Arte: Charles Möeller
Desenho de Som: Marcelo Claret
Realização: Aventura Entretenimento
Vendas:
O Trio de Ouro – Conheça os Músicos de Versão Brasileira
fevereiro 9, 2010 by Leo
Filed under Möeller & Botelho, Versão brasileira
Edgar Duvivier, Marcelo Castro e Thiago Trajano
Logo no início de “Versão Brasileira”, após cantar (e tocar ao piano) “Vingativa”, Claudio Botelho, parafraseando o compositor Stephen Sondheim, (autor da canção “Send in the Clowns”), convida os músicos a entrarem no palco com a saudação “Send in the Music” (numa tradução livre, Que Entrem os músicos).
E que músicos! Marcelo Castro (piano), Thiago Trajano (violão, guitarra e banjo) e Edgar Duvivier (sax e clarinete) formam o “Trio de Ouro” que acompanha Claudio no passeio pelos 20 anos de trajetória artística da dupla Möeller & Botelho.
Marcelo e Thiago já podem ser considerados “prata da casa”, pois trabalharam com a dupla em seis musicais antes de “Versão Brasileira”.
Já Edgar, um dos mais famosos saxofonistas brasileiros, faz sua estreia em espetáculos de Möeller & Botelho, embora tenha acompanhado todo o processo de O Despertar da Primavera, não como músico, mas como videomaker.
O Site Möeller Botelho conversou com os músicos após o último espetáculo da temporada carioca de “Versão Brasileira”. Conheça um pouco mais do “Trio de Ouro” de Claudio Botelho.
Edgar Duvivier
Que tal a experiência de trabalhar, como músico, pela primeira vez em um espetáculo da dupla Möeller & Botelho?
Trabalhar com a dupla Moeller & Botelho é o sonho de qualquer pessoa normal (que queira trabalhar). Seja fazendo making offs (como eu fiz do Despertar da Primavera e farei de Gypsy e do Hair) ou como técnico, produtor ou ator. (Se eu não soubesse fazer nada, ia aprender alguma coisa pra trabalhar com a MB). Trabalhar como músico, acompanhando o Claudio cantar essas lindas músicas do “Versão Brasileira” é muito mais que uma “Diversão” carioca, é uma aula de arte, de profissionalismo e de prazer. O que eu observo na dupla, é que eles se dedicam de corpo e alma para fazer sempre o melhor possível. Não poupam esforços nem dinheiro, nem tempo, nem saúde para realizar o sonho de montar um belo espetáculo. E esse rigor está presente em todas as etapas e em todas as pessoas que trabalham com a dupla. Não tem conversa. Fica bom porque tem que ficar. Porque tem amor, dedicação, seriedade, qualidade e trabalho, e, tudo com diversão, delicadeza e educação.
Você gosta de musicais? Costuma acompanhar as novas produções? Quais são seus musicais preferidos?
Minha cultura não é muito de musicais. Sempre fui fanático por musicais franceses como “Les Parapluies de Cherbourg”, “Les Demoiselles de Rochefort”, (e até já me aventurei musicando alguns livros). Quando estudei nos EUA, toquei clarinete no “Fidler on the Roof”, assisti muitas vezes ao (filme) “Singing in the rain”, vi um ou outro dos famosos, mas até conhecer de perto a dupla MB, não tinha muito contato com a grande maioria dos musicais americanos ou ingleses.
E como é dividir o palco com Claudio?
Fazer show com o Claudio é o máximo. Antes de tudo, dividimos os bastidores e é uma festa. Morremos de rir, o Claudio que parece tão serio (e é tão serio no trabalho) é engraçado pra caramba, leve e a vontade. E quase sempre o Charles aparece e a festa fica completa. Quando entramos em cena, outro personagem está no palco. O cantor. Então trata-se de escutar o Claudio cantar e acompanhar criando as harmonias e melodias onde ele vai solar, e ele canta tão bem que se eu bobear eu fico escutando e nem toco. Adoro todas as músicas. Vou todos os dias feliz para o trabalho.
E a relação com Marcelo e Trajano, como tem sido?
Tocar com o Marcelo e com o Thiago é o maior prazer. São ótimos músicos, companheiros e amigos. O que eles querem é fazer um bom espetáculo. Se te falam alguma coisa, é melhor escutar, pois não vai ser para te chatear, pra concorrer com você. Vai ser pra procurar melhorar o resultado. Sabe aquela história: “para que façamos juntos aquilo que eu não posso e não sei fazer sozinho”? Pois é, ali é assim. Todos pelo melhor espetáculo.
Cada um de nós com estilos e histórias diferentes. Eles quase poderiam ser meus filhos (por causa da idade, apesar de não parecer, pois eu pareço mais moço que eles), mas eu escuto com atenção o que eles tem a me dizer. Marcelo nos teclados, Thiago nas cordas e eu no sopro, conseguimos unir os timbres de uma pequena orquestra.
Estar em uma arena, tão próximo da plateia, qual a sensação?
Já toquei naquele teatro e em muitas outras arenas. Acho muito bacana. O povo está ali em volta, dando calor, vibrando com a gente. O povo faz parte da totalidade do show. Não teria o show sem o público,e ali esse público fecha o circulo. Uma espécie de mandala de som e de arte.
Marcelo Castro
Há algum tempo você só atuava como diretor musical e regente em musicais. Em Versão Brasileira, você está em cena, tocando piano. Como está sendo a experiência?
Realmente. “Sete” foi o último musical que fiz como pianista. Faz falta também. Acho que reger e dirigir é tudo o que quero fazer na vida, mas a emoção de tocar também é boa. Na realidade a responsabilidade é muito menor nesse caso. Quando estou regendo tenho que resolver todos os problemas que possam surgir num espetáculo. Até mesmo uma luz que não abrir, ou um cenário que não desceu, ou um cantor que entrou antes…. existem várias coisas que eu, como maestro, tenho que resolver com a orquestra. Quando estou somente no piano, a coisa fica mais fácil, as responsabilidades são divididas, apesar da direção musical do versão brasileira também ser minha, a responsabilidade não é a mesma. O fato de estar em cena, não me faz muito a cabeça não. Realmente gosto de ficar por detrás dos panos… Risos. Estou muito feliz no Versão, pois pude juntar a direção musical com o pianista e ainda dividir o palco com pessoas que são MARAVILHOSAS!!!!!!
Que tal reviver essa história de tantos musicais? Você participou de vários dos quais Claudio canta…
Nossa….esses últimos anos foram agitados… Risos. Em cada pedacinho de música a gente lembra de alguma coisa. Tem vários momentos que me fazem lembrar outros espetáculos, mas a emoção não é a mesma. Em muito deles eu estava na regência ou na direção, ou tocando um piano que era diferente do que estou tocando agora. Os arranjos que fiz com o Thiago Trajano são diferentes dos outros musicais. Nada é igual. Desses que estamos fazendo eu participei: Lado a Lado com Sondheim, Sete, Avenida Q, O Despertar da Primavera, A Noviça Rebelde e Gypsy (já estamos trabalhando nele faz algum tempo), acho que só. Risos.
E como é dividir o palco com Claudio?
Como já falei anteriormente, as pessoas que estão nesse musical são Fantásticas. Realmente é MUITO agradável ir para o teatro e saber que vou encontrar elas. Não tem tititi, fofoca, disse me disse…. é tudo muito tranquilo e divertido. Na realidade me divirto muito lá. A Claudio é um artista incrível. Tem uma musicalidade impressionante. É fácil acompanhá-lo, pois ele sabe exatamente o que está fazendo. Com esse tipo de artista fica muito fácil de tocar. Na realidade nós temos trocas no palco (uiiiiiii). Na música é assim. Sou contra aquele conceito de que o pianista acompanha o cantor. Eu penso que fazemos música juntos. Tem momentos em que ele me sugere coisas e vice versa…. assim a música vai se construindo e cada dia é diferente do outro…. em resumo: é MUITO BOM.
E a relação com os outros músicos, Edgar e Trajano, como tem sido?
São duas pessoas maravilhosas. O Edgar eu conheci como músico nesse espetáculo. Nunca tinha trabalhado com ele antes. É um músico espetacular. Aprendeu as canções em tempo record…. e olha que são muitas… não reclama de nada, não atrapalha em nada, é calmo, passa muita tranquilidade e ainda é divertidíssimo. O Thiago eu já conheço faz um tempo e é um cara que admiro muito. Tem um conhecimento de música absolutamente invejável! Sempre que tenho alguma dúvida, procuro ele para conversar… É meu braço direito e às vezes o esquerdo também em muitos trabalhos. Conversamos sempre sobre vários temas relacionados a música e sempre é muito construtivo para mim. Adoro ouvir as opiniões dele e sempre para pra pensar quando ele fala alguma coisa. É aquele tipo de cara que quando fala você realmente tem que parar e avaliar. Não fala besteira. Não preciso me preocupar em nada como diretor. É um profissional perfeito e de um caráter ainda mais perfeito. Nos arranjos discutimos algumas coisas e sempre chegamos a uma idéia comum. Dividir o camarim com essas duas figuras foi muito legal.
Thiago Trajano
Você já participou de quantos musicais de Möeller & Botelho?
Sabe quando o Claudio, no início de Versão Brasileira, fala dos primeiros espetáculos em casas de shows que não existem mais, como o Rio Jazz Club? Bom, eu já estava lá… mas como público! Então posso dizer que acompanho a carreira do Charles e do Claudio há bastante tempo. Mas acompanhar no sentido musical, ou seja, sair do lado de lá, das poltronas da plateia e pular para uma cadeira no fosso da orquestra ou no palco, demorou certo tempo. Meu primeiro trabalho com eles foi como substituto do guitarrista e violonista Sílvio D’amico na Ópera do Malandro em 2003, no Carlos Gomes. No final da temporada o Sílvio teve uma viagem longa para Europa e eu assumi seu lugar como titular. Em seguida fiz a Ópera do Malandro em Concerto, A Noviça Rebelde, Avenida Q, O despertar da Primavera e agora estou em meu sexto musical da dupla: Versão Brasileira.
Pela primeira vez você está dividindo o palco com o Claudio…
Só agora, nesta entrevista, me dei conta que nestes sete anos, nunca havia trabalhado com o Claudio no palco! Que o Claudio é super talentoso, todos sabem! Vemos de quarta a domingo as platéias se emocionarem e rirem muito durante o espetáculo; mas tenho que admitir… por mais que adore fazer o show, adore as músicas, adore as versões… a bagunça antes de entrarmos em cena é mais divertida ainda! Divido isto aqui, pois a parte do show todos vêem, e sabem como é ótimo, tudo funciona de forma exemplar. Mas credito grande parte do nosso resultado final ao fato de termos nos bastidores um clima excelente! Ou como dizem: “boa coxia!”.
E a relação com Marcelo e Edgar, como tem sido nesta “boa coxia”?
O Edgar é multi! O que eu posso dizer? O cara é um escultor consagrado, faz vídeo, edição, trilha, se formou em Direito (esqueceu os papéis de uma petição importante no Bob´s! Mas isso é outra história, deixa pra lá!), e nas horas vagas é saxofonista, clarinetista… Não sei não, mas acho que o dia desse cara tem 90 horas, não é possível! Me dividir entre o violão e a guitarra já me consomem mais tempo do que tenho, vivo com a sensação de estar devendo! Mas o Ed consegue! Está sendo um grande prazer dividir o palco com ele!
O Marcelão já conheço há alguns anos, esse cara é fera! Seu talento e dedicação são impressionantes. Embora já tenha uma bagagem sólida em musicais, não se iluda, ele está sempre correndo atrás de mais informação e uma formação mais consistente para que possa desempenhar o papel de diretor musical e regente de maneira mais eficiente e profissional a cada nova empreitada.
Qual foi a sensação de estar no palco e não em um fosso? Estar em uma arena, tão próximo da plateia?
É muito interessante, pois ouvimos todos os comentários e cochichos durante o show. É sempre muito engraçado, a cada novo número, ouvir todos excitados adivinhando baixinho o nome do musical à qual a música executada pertence. Mas em relação aos cochichos, a situação mais engraçada ocorre em Class, do musical Chicago: em meio às risadas (pois a versão do Claudio é divertidíssima!), ouvimos, quando pronunciados certos palavrões que aparecem na letra da canção, alguns mais conservadores exclamarem “Que isso, gente?”! É impagável! Mas a maior vantagem da arena, no meu ponto de vista, é poder tocar de frente para os outros músicos e para o Cláudio. Isso gera uma cumplicidade, e uma interação que acontece em todos os momentos do espetáculo.
Que trecho do Versão você particularmente mais gosta?
Acho difícil apontar um só, gosto de tudo! Aliás isto é bastante raro! Quando estamos no fosso da orquestra, existem muitos momentos nos quais não estamos tocando, e além disso nunca estamos vendo a cena (claro, pois estamos no fosso!). Isto faz com que algumas vezes nos esqueçamos que fazemos parte de um grande espetáculo, onde uma enorme platéia está logo ali, se emocionando com o que vê e ouve. Em Versão Brasileira, nós estamos ali o tempo todo, interagindo e sentindo de perto tudo que acontece. Isso nos faz estar 100% conectados com o desenrolar do espetáculo a todo o momento! Isso é dos pontos que mais gosto! Mas sei que você se refere a algum número musical, então se tenho que escolher, vai lá: o momento mais forte e grandioso acho que é o “Beijo da Mulher Aranha”, mas a canção que mais gosto é, sem dúvida, “Losing my mind”.
Aguardem Claudio Botelho e o ‘Trio de Ouro’ em “Versão Brasileira” no Festival de Curitiba 2010!
Veja mais fotos dos músicos de “Versão Brasileira”:
Fotos: Leo Ladeira.
Versão Brasileira encerra temporada no Rio
fevereiro 8, 2010 by Leo
Filed under Möeller & Botelho, Versão brasileira
Após quatro semanas de casa cheia e excelentes críticas, o espetáculo solo de Claudio Botelho “Versão Brasileira“, comemorativo aos 20 anos de parceria artística da dupla Möeller & Botelho, teve sua temporada encerrada ontem, 07/02.
“Este é um espetáculo despretensioso, mas nem por isso feito de qualquer maneira. A luz do Paulo César Medeiros é linda, e os músicos são talentosíssimos. Enfim, é uma celebração, um encontro com amigos e fãs, novos e antigos“, disse Claudio Botelho.
E amigos e fãs não faltaram! Ao longo destas quatro semanas, o espetáculo foi assistido por dezenas de grandes amigos da dupla, como Bibi Ferreira, Marília Pêra, Alessandra Maestrini, Rosamaria Murtinho, Mauro Mendonça, Nélida Piñon, Inez Viana, Soraya Ravenle, Sérgio Britto, Eduardo Dussek, Gilberto Braga, Sérgio Cabral, Carlinhos Lyra, Miúcha, Kiara Sasso, Alessandra Verney, Marya Bravo, Pierre Baitelli, Sabrina Korgut, André Dias, Totia Meireles, Ada Chaseliov, Patrícia Bueno, Malu Rodrigues, Rodrigo Pandolfo, Vera do Canto e Mello, Mirna Rubim, Leiloca, Emiliano Queiroz, Suzana Faini, Ana Rosa, Theresa Amayo, Geraldo Carneiro, Alcione Mazzeo, Kate Lyra, Ivana Domenico, Ester Elias, Debora Olivieri, Carlos Gregório, Thaís Portinho, Monique Lafond, Nildo Parente, Julinha Serrado, Hildegard Angel, Aracy Cardoso, Maria Pompeo, Rosa Maria Araújo, Leo Wainer, Julia Bernat, Zaida Valentim, entre outros, além dos muitos fãs, jovens e antigos, que viram duas ou três vezes o show de Claudio.
Veja abaixo a galeria especial de “Versão Brasileira”:
CD – O Despertar da Primavera – Download Gratuito
fevereiro 5, 2010 by Leo
Filed under O Despertar da Primavera, Site
A Aventura Entretenimento está disponibilizando o download gratuito do CD de “O Despertar da Primavera“.
É uma bela oportunidade que muitos fãs que não puderam comprar o CD na lojinha do Villa-Lobos terão para ouvir a trilha sonora brasileira do musical que conquistou o Rio.
Acesse agora a página de Download do CD do Despertar, faça seu cadastro e baixe as músicas gratuitamente!
Não deixe de compartilhar a página com seus amigos!
Acesse aqui a página de download do CD de O Despertar da Primavera.
“Rio Musical” sacode Pier Mauá com encontros históricos
fevereiro 3, 2010 by Leo
Filed under O Despertar da Primavera, Site, Versão brasileira
Dia 2 de fevereiro, dia de festa no mar. E o mar emoldurou um raro encontro de astros dos musicais cariocas. Realizado no Pier Mauá, na Zona Portuária, o evento Rio Musical – Noites Cariocas, reuniu, em uma só noite, nomes como Claudio Botelho, Inez Viana, Eduardo Dussek, Ester Elias, Marya Bravo, Gottsha, Solange Badim, Gustavo Gasparani, Malu Rodrigues, Pierre Baitelli, Leticia Colin, além de todo o elenco de O Despertar da Primavera e de O Som da Motown.
Com curadoria de Aniela Jordan e apresentação de Claudio Botelho, o evento realizou um pot-pourri de musicais que estiveram em cartaz no Rio recentemente. Assim, os apreciadores do gênero puderam ter uma degustação de “O Despertar da Primavera”, “A Noviça Rebelde”, “Oui Oui – A França é Aqui”, “Opereta Carioca”, “Sassaricando”, “O Som da Motown” e “Versão Brasileira”.
Claudio Botelho abriu a noite cantando sua versão de “Let´s do it”, de Cole Porter, que fez parte do musical “Cole Porter – Ele Nunca Disse que me Amava” e integra o repertório de “Versão Brasileira”, em cartaz no Rio.
Em seguida, o apresentador chamou ao palco as meninas do musical “O Som da Motown”, concebido e dirigido por Renato Vieira e Cláudio Figueira. Em cena, Simone Centurione, Thalita Pertuzatti, Ellen Wilson, Alcione Marques e Débora Pinheiro cantaram célebres canções eternizadas por astros como Lionel Ritchie, The Supremes, The Jackson Five, Stevie Wonder, entre outros nomes da lendária gravadora norte-americana de black music.
O momento clímax do show da “Motown” ocorreu quando Simone Centurione desceu do palco e, entre o público, cantou “Ben”, em dueto com Michael Jackson adolescente, projetado num telão. A galera foi ao delírio.
A atração seguinte foi o ator e cantor Gustavo Gasparani, representando o espetáculo “Opereta Carioca”. Sem sua partner, Soraya Ravenle – que não pôde comparecer devido a uma gripe – , Gustavo divertiu o público com pérolas do samba e número de plateia.
A atração supresa da noite ficou por conta da presença (não divulgada no roteiro) de Ester Elias, que cantou o “Som da Música”, de “A Noviça Rebelde”, e, em dueto com Claudio, “Coisas que eu Amo”.
Logo depois, Claudio chamou ao palco Eduardo Dussek e Inez Viana, o casal de protagonistas de “Sassaricando”, um dos musicais de maior sucesso no Rio nos últimos anos.
Igualmente bem-sucedido, o musical de revista “Oui Oui – A França é Aqui” arrancou aplausos da plateia do Noites Cariocas, com as interpretações deliciosas de Gottsha, Cristiano Gualda, Marya Bravo, Solange Badim, Gustavo Gasparani e César Augusto. Gottsha foi aplaudidíssima por sua interpretação de “Non, Je ne regrette rien”, clássico de Edith Piaf.
A última atração e uma das mais esperadas foi a apresentação pocket de “O Despertar da Primavera”, que encerrou temporada no último domingo, 31/01. Usando microfones de mão, o elenco cantou “Mama me Explica”, “Se Fudeu” e “Canção de Um Verão Vermelho”, levando os muitos fãs do musical presentes ao delírio.
O Grand Finale dessa noite histórica ocorreu com o “hino do teatro”, a canção “There’s No Business Like Show Business” , de Irving Berlin, que foi interpretada por Claudio Botelho e todos os artistas convidados.
Veja fotos dessa noite histórica:
Projeto Rio Musical reúne os melhores musicais em cartaz na cidade
Jornal do Brasil: 02/02/10:
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O Noites Cariocas ampliou seu formato em parceria inédita com Sesc Rio Sesc Rio, no Armazém 4, da Zona Portuária carioca.
Entre as atrações de 2010 está a noite “Rio Musical“, que apresentará, nesta terça-feira, 2 de fevereiro, um pout-pourri de musicais de sucesso no Rio: “O Som da Motown”, “Oui, Oui – A França é Aqui”, “O Despertar da Primavera”, “Opereta Carioca”, “Sassaricando” e “Versão Brasileira”.
A curadoria do evento foi assinada por Aniela Jordan, e o texto e a narração serão de Claudio Botelho.
Serviço:
Rio Musical
Terça-feira, 2 de fevereiro de 2010 (apresentação única)
Horário: 20:30 h.
Abertura da casa: 19:30 h.
Local: Av.Rodrigues Alves – Espaço Pier Mauá – Armazém nº 4
Valor: R$ 10 / R$ 5 (estudantes, comerciário e idosos). Censura: 10 anos Informações: (21) 9875-7736/ 9875-5691
Ingressos: Bilheteria e Pontos de venda físicos: Modern Sound R Barata Ribeiro, 502 – Copacabana Horário de vendas: Segunda a sexta 9h às 20h, sábado 9h às 19h Posto BR – Bougainville (Tijuca) Rua Uruguai, 46 (esquina c/Maxwell) – Tijuca Horário de vendas: 8h às 20h Posto BR – Parque das Rosas Av das Américas, 3.757 – Barra da Tijuca Horário de vendas: 8h às 21h Posto BR – Piraquê (Parque dos Patins) Av Borges de Medeiros, s/n – Lagoa Horário de vendas: 8h às 20h Posto King Kong Rua Visconde do Rio Branco, 756 – Niterói Posto Pasmado R General Gois Monteiro, 195 – Botafogo Posto Shell – São Bento Av Roberto da Silveira, 283 – Icaraí Horário de vendas: 14h às 22h Teatro da Maison de France Av Pres Antônio Carlos, 58 – Centro Horário de vendas: Terça a sábado de 14h às 19h, domingo de 14h às 17h Two Mahana R Mena Barreto, 107 – Botafogo Horário de vendas: De 9h às 20h.
Mapa do Local:






































