Möeller & Botelho concorrem ao Prêmio “Faz Diferença”

novembro 29, 2008 by admin  
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Charles Möeller & Claudio Botelho estão concorrendo ao Prêmio “Faz Diferença”, promovido pelo jornal O Globo para destacar os nomes que mais se destacaram em 2008 em diversas categorias.

Os diretores, com quatro espetáculos em cartaz no momento (três deles no Rio), concorrem na Categoria Segundo Caderno / Teatro.

A votação será feita por meio de um júri de jornalistas e também por escolha popular – pela Internet – , até 8 de dezembro.

Confira aqui o site do Prêmio Faz Diferença:

http://oglobo.globo.com/projetos/fazdiferenca2008

‘Beatles num céu de Diamantes’ vai abrir o verão do Oi Noites Cariocas

novembro 28, 2008 by admin  
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Se depender de Luiz Calainho, não haverá a menor chance de ressaca para o carioca após o show de Madonna e o Réveillon. Em janeiro, o empresário e Alexandre Accioly prometem movimentar o verão com mais uma edição do ‘Oi Noites Cariocas’, que, assim como no ano passado, não será no Morro da Urca e sim no Píer da Praça Mauá. “O morro ficou pequeno para o evento e a fila no bondinho dificultava”, diz.

Já na abertura, dia 9 de janeiro, uma novidade: pela primeira vez o projeto se rende ao teatro e exibe o musical ‘Beatles num céu de Diamantes’, de Charles Möeller e Claudio Botelho. “Sempre quisemos unir teatro com música e, nessa edição, finalmente conseguimos”, anunciou.

Fonte: O Dia online – 27/11/08.

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A Noviça Rebelde emociona estudantes em sessão do Projeto-Escola

novembro 28, 2008 by admin  
Filed under A Noviça Rebelde

Na tarde desta quinta-feira, 27/11, foi realizada mais uma sessão extra de “A Noviça Rebelde” dentro do Projeto Escola, que promove apresentações gratuitas do espetáculo para escolas públicas.

O elenco da sessão de ontem foi formado por Ester Elias (Maria), Saulo Vasconcelos (Capitão Von Trapp), Dudu Sandroni (Tio Max), Germana Guilhermme (Baronesa Schraeder), Vera do Canto e Mello (Madre Superiora), Ada Chaseliov (Frau Schmidt), Carolina Puntel (Liesl), Felipe Tavolaro (Rolf), Claudia Costa (Irmã Berthe), Ana Zinger (Irmã Margaretta), Letícia Medella (Irmã Sophia), Christian Coelho (Friedrich), Julia Bernat (Louisa), Hugo Carvalho (Kurt), Nathália Breschnik (Brigitta), Ana Beatriz Caruncho (Marta), Karin Medeiros (Gretl), Leo Wainer (Franz), Ricca Barros (Almirante Von Schreiber); e as freiras Julia Porto, Maíra Lautert, Marcela Mangabeira, Paola Soneghetti, Fernanda Schleder e Rejane Ruas.

Mais uma vez, a jovem platéia se emocionou com o clássico dos musicais, e, ao final da apresentação, procurou os atores (especialmente as crianças) para tirar fotos.

Confira imagens da apresentação do Projeto-Escola de ontem:


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Claudia Netto entra em “Avenida Q”

novembro 25, 2008 by admin  
Filed under Avenida Q, Entrevistas

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Charles Möeller & Claudio Botelho bateram o martelo. A Japa-Neuza, uma das principais personagens do musical “Avenue Q” será vivida na montagem dirigida por eles pela atriz e cantora Claudia Netto, que volta a trabalhar com a dupla após algum tempo (o último trabalho de Claudia com Möeller & Botelho foi “Um Dia de Sol em Shangrilá”, de 2002).

Em “Avenida Q”, Claudia contracenará com Sabrina Korgut, Renato Rabello, André Dias e Gustavo Klein. A estréia está prevista para março de 2009, no Teatro Clara Nunes (RJ).

O Site Möeller & Botelho conversou com Claudia Netto sobre sua entrada em “Avenida Q”:

O que você achou de ser convidada por Möeller & Botelho para fazer o musical “Avenida Q”? Você conhecia esse musical?

Já tinha ouvido falar desse musical, mas não sabia muita coisa sobre ele, a não ser que foi e continua sendo um grande sucesso não só na Broadway, mas em outros países. Sei que ele começou off Broadway e devagarinho foi conquistando seu espaço e arrebatando fãs. Acho que isso pode acontecer aqui também, afinal é um musical bem diferente de tudo que já foi feito por aqui, com bonecos e totalmente politicamente incorreto. E outra coisa bem importante é que esse musical é para uma faixa etária que ainda não freqüenta teatro. Nosso público (principalmente dos musicais) é de quem sempre freqüentou o teatro e da terceira idade com suas vans que são as verdadeiras fãs desse gênero. ‘Avenida Q’ vai trazer os jovens para o teatro. Jovens e adolescentes que ainda não se encaixaram como platéia. Isso é o que eu acho de mais sensacional nessa proposta.

O que representa para você voltar a trabalhar com Claudio e Charles após seis anos?

Seguimos por caminhos diferentes, mas nunca no que diz respeito a como fazer musicais. Temos uma cumplicidade e química que não há tempo que apague. Como diriam alguns, “é uma coisa de pele”. Eu diria “é uma coisa de palco”. Estamos mais velhos (eles vão odiar essa parte – risos), estamos mais experientes, maduros, eles como diretores, eu como atriz, e já era tempo de nos reencontrarmos no que mais sabemos e gostamos de fazer. Estou muito feliz em “voltar pra casa” .

Estava com saudades de atuar em musicais? (o último trabalho de Claudia no gênero foi em “Império”, de Miguel Falabella)

É verdade, “Império” foi meu mais recente trabalho em musicais no palco. Estou muito feliz atuando em outros veículos, como fazer a novela “Negócio da China”, por exemplo, que sempre é um aprendizado. Mas quem é do palco não consegue ficar muito tempo fora dele. Vamos ver como vai ser esse novo trabalho. Espero me divertir muito e ser feliz.

Em Cena

novembro 20, 2008 by admin  
Filed under A Noviça Rebelde

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Ana Zinger, a irmã Margaretta de “A Noviça Rebelde”

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Saulo Vasconcelos fala sobre “A Noviça Rebelde” em chat

novembro 19, 2008 by admin  
Filed under A Noviça Rebelde

O ator e cantor Saulo Vasconcelos participou de um chat promovido pelo portal UOL na tarde de ontem, 18/11. O principal assunto do bate-papo foi a entrada de Saulo no musical “A Noviça Rebelde”, dirigido por Charles Möeller & Claudio Botelho.

Saulo ainda falou sobre a preparação para o musical, a receptividade do público carioca, como foi ser dirigido por Möeller & Botelho, entre outros assuntos. Confira o que disse Saulo:

Sobre atuar em “A Noviça Rebelde”:

“A Noviça trabalha um aspecto inédito na minha vida: a relação com os filhos. Esse espetáculo me transformou pro resto da vida por causa disso. Trabalhar com sete crianças é uma coisa que mexe com suas emoções e com uma paternidade que até então eu desconhecia. Estou muito feliz por estar trabalhando esse personagem”

Sobre a preparação para a Noviça:

“Foi muito corrido. Tive praticamente o corrido no dia da minha estréia (corrido é o termo técnico que se usa para descrever quando se faz o espetáculo do inicio ao fim sem parar com tudo: roupa, luz, orquestra). E eu caí de pára-quedas em meio a um elenco sólido e preparado, além de extremamente entrosado e generoso. Essa generosidade foi muito importante pra mim. Graças a isso minha estréia foi bastante prazerosa”.

Sobre a receptividade do público carioca:

“O público tem respondido de forma maravilhosa… Eles são muito passionais. Aplaudiram a minha entrada na minha estréia, coisa que eu nunca, nem em São Paulo, tinha experimentado. Foi demais! Eles cantam junto no final com todo o elenco o tema DO RE MI, é uma delicia!”

Sobre ser dirigido por Charles Möeller & Claudio Botelho:

“Eles são fenomenais. Não é à toa que ganham todos os prêmios no Rio no que se refere às produções deles! O Charles como diretor de cena é muito claro e dedicado, te dá todas as dicas pro papel e sabe trabalhar com a personalidade de cada ator em cena… e o Claudio tem idéias fantásticas e muito práticas. É um grande empreendedor! Ele mudou Edelweiss (minha canção no espetáculo) da água pro vinho! meus parabéns pra eles”.

Sobre o público de musicais no Brasil:

“O público brasileiro é FANÁTICO por musicais! eu nunca vejo isso com peças convencionais. As pessoas se reúnem em chats e comunidades para falar de elenco, comentar de estréias de produções, de testes… Cada vez é maior o número de pessoas que querem saber um pouco mais desse universo fantástico. Acho que esse fanatismo se deve ao fato dos musicais envolverem interpretação, canto e movimento (na forma de coreografia). O teatro musical é mágico porque você canta como se estivesse falando, dança como se estivesse andando, e isso produz essa sensação de estupefação no público. As peças tradicionais às vezes não têm esses recursos; e o ballet e a ópera, por exemplo, não são tão dinâmicos, do meu ponto de vista, como uma peça musical”.

Sobre sua preparação como ator:

“Sempre que eu paro com um espetáculo eu me dedico a estudar… e sempre freqüentei (quando tenho tempo) um grupo de estudos chamado TAPA. E me preparei com a maravilhosa Ines Aranha, com ajuda de Edson Aranha e minha colega Bianca Tadini (que ganhou prêmio de melhor atriz pelo West Side)… Ou seja, me preparei muuuuuito pra esse papel. Me considero cantor tanto quanto me considero ator. Pra mim não ha diferença. O meu compromisso com executar essas duas artes é igualmente exaustivo!”

Sobre uma carreira na Broadway:

“Paulo Szot é meu amigo e já conversamos muito a respeito de canto (na época ele fazia ópera somente). Ele sempre me dizia… sabe qual o segredo? Pensa em cantar lindo! que a coisa acontece… traduzindo suas palavras a estética do canto é tão importante quando os outros elementos que envolvem um espetáculo de teatro musical. Eu simplesmente penso em dar continuidade a um trabalho sério e comprometido com a qualidade, com bons diretores, boas obras, música, texto…”

Sobre contracenar com Kiara Sasso:

“Somos carne e unha no palco… ela é maravilhosa, assim como minhas queridas amigas Sara Sarres e Bianca Tadini. Acho que Kiara foi uma grande colega no processo de ensaios, muito digna e sempre disposta a ajudar em tudo. Eu tenho o mais profundo respeito e admiração por ela”.

Sobre o  tipo de personagem prefere interpretar:

“Prefiro interpretar papéis que transformem a platéia. Se for pra eles odiarem meu vilão, que assim seja! Se eles torcerem pelo bom moço, eu também embarco com eles na viagem. Não há diferença. Só procuro não seguir clichês… o bom também tem seus defeitos e o mal tem suas razões para se-lo. sempre me pergunto isso.”

Fonte: UOL

Charles Möeller e Claudio Botelho: Cariocas do Ano

novembro 17, 2008 by admin  
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Veja Rio escolhe os personagens que se destacaram em várias áreas de atuação em 2008. Charles Möeller & Claudio Botelho são os diretores teatrais do ano

Na última terça-feira, 11/10, a Revista Veja Rio promoveu uma festa para celebrar os melhores de 2008 em diversas categorias – o Prêmio Cariocas do Ano.

A cerimônia de entrega dos prêmios, realizada no Golden Room do Copacabana Palace, recebeu 400 convidados e teve como mestre-de-cerimônias a atriz Fernanda Torres.

Charles Möeller e Claudio Botelho foram premiados como os diretores teatrais de 2008.

Eles terminam 2008 com três musicais de sucesso em cartaz e já têm quatro espetáculos programados para 2009.

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Uma espiada na coluna de espetáculos revela: a dupla Charles Möeller e Claudio Botelho brilhou na temporada carioca de 2008 com três musicais, todos ainda em cartaz. Neste ano, o destaque da parceria iniciada há onze anos foi A Noviça Rebelde, superprodução de 9,8 milhões de reais que inaugurou em maio o teatro Oi Casa Grande. Sucesso de público, o musical sobre a família austríaca Von Trapp havia sido visto por 80 000 pessoas até a semana passada. Também teve a aprovação dos críticos. “Pela expressiva contribuição dada ao gênero musical no cenário carioca”, os dois parceiros concorrem ao Prêmio Shell na categoria especial, uma das cinco indicações da montagem.

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Outra bem-sucedida iniciativa dos autores teve como base um dos grupos-símbolo do rock. Beatles num Céu de Diamantes, calcado nas canções da banda mais famosa do planeta, estreou em janeiro no Espaço Sesc, trocou de palco, e segue até fevereiro no Teatro do Leblon, com mais de 60 000 espectadores no borderô. A terceira atração em cartaz é 7 – O Musical que, após uma bem-sucedida temporada em 2007, retornou aos palcos dois meses atrás. Para o próximo ano, a expectativa é pela estréia de Avenida Q, prevista para São Paulo, com direção da dupla. Por aqui, estrelam a ficha técnica de Gloriosa, com Marília Pêra, além de outros dois espetáculos: O Despertar da Primavera, em julho, e Gipsy, sonho antigo dos parceiros, programado para outubro. “O mais importante é que entramos em 2009 com a temporada definida”, diz Botelho.

Fonte: Veja-Rio.

Ela amou Demais

novembro 16, 2008 by admin  
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Miriam Tereza estréia no papel de Srª.A em “7 – O Musical”

novembro 15, 2008 by admin  
Filed under 7 - O Musical

Por motivo de saúde, a atriz Ida Gomes teve que se ausentar das apresentações de “7 – O Musical”. A estréia de sua substituta ocorreu ontem, 14/11. Quem fará a Srª.A até o restabelecimento de Ida é Miriam Tereza, atriz e dubladora.

Filha do falecido comediante Oscarito e da atriz Margot Louro, Miriam Tereza estreou em 1952, no longa “Com o Diabo no Corpo”. Trabalhou em seguida em “Três Recrutas” (1953), “Rua Sem Sol” (1954), “Colégio de Brotos” (1955), “O Golpe” (1956), “Papai Fanfarrão” (1957), e em “Esse Milhão é Meu” (1959). Na TV, participou de produções como “Selva de Pedra” (1972), “O Primo Basílio” (1988) e “Eterna Magia” (2007). No cinema, atuou em “Tropclip” (1985) e “O Rei e os Trapalhões” (1979).

Como dubladora, Miriam Tereza fez a voz de inúmeros personagens famosos, dentre os quais Penélope Charmosa (A Corrida Maluca), Piu Piu, Wilma (Flinstones), e outros.

“Eu havia trabalhado com a Marina Ruy Barbosa em ‘Chapeuzinho Vermelho’. A Marina e os pais dela lembraram de mim e sugeriram meu nome ao Charles e ao Claudio. Quando eles me ligaram, pensei que estavam me convidando para assistir a peça”, disse ela.

“Estou muito feliz. É uma oportunidade que qualquer atriz adoraria. Eles são pessoas maravilhosas como diretores e pessoas, e estou com esse elenco de estrelas. A única coisa que fiquei meio triste é por ter substituído a Ida Gomes, que é uma pessoa muito querida e com quem eu trabalhei muito em dublagem. Tanto que eu liguei para ela e disse: ‘Olha Ida, estou quebrando o seu galho. Faz o favor de voltar. O papel é seu”, revelou Miriam.

A atriz, que não chegou a ver “7” antes, ensaiou em tempo recorde. “O espetáculo é lindo. Tem uma magia e é cheio de simbolismos. E tem esse elenco top de linha. Estou muito feliz”, concluiu.

Ao final da apresentação, Miram foi presenteada com um buquê de flores, oferecido pelo elenco, produção e direção.

Confira fotos da estréia de Miriam Tereza no papel da Srª.A:



“Gloriosa” estreia em Niterói

novembro 14, 2008 by admin  
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“Gloriosa, A Vida de Florence Foster”, espetáculo dirigido por Charles Möeller & Claudio Botelho, e protagonizado por Marília Pêra, estreou ontem, 13/11, no Teatro Abel, em Niterói, onde fica em cartaz até o dia 16.

A peça, baseada na história de Florence Foster Jenkins, milionária excêntrica que não conseguia acertar uma única nota musical, foi escrita por Peter Quilter e se tornou um grande sucesso. Tendo gravado apenas dois discos, Florence fez uma apresentação histórica em 1944, no Carnegie Hall, em Nova York, atraindo mais de duas mil pessoas.

Na montagem brasileira, além de Marília, estão também no elenco Eduardo Galvão (interpretando Cosme McMoon, o pianista que acompanhou a carreira da diva) e Guida Viana, que se reveza em três papéis: a empregada mexicana, a melhor amiga e uma professora de canto inconformada com a voz de Florence. Eduardo Galvão teve aulas com a pianista Zaida Valentim para acertar a posição dos dedos (no palco, ele faz os movimentos, enquanto um pianista profissional toca nos bastidores).

Além da atuação sensível e divertida de Marília, a peça se destaca pelos belos figurinos e cenários art déco, próprios da Nova York dos anos 30 e 40. A trilha, escolhida a dedo, também revive o espírito da época, com canções de Cole Porter, entre outros.

A estréia em Niterói foi prestigiada por vários amigos e fãs de Marília, entre eles as atrizes Mariana Ximenes e Vanessa Gerbelli, a bailarina e professora Dalal Achcar, a figurinista Kalma Murtinho, a atriz e figurinista Patrícia Bueno, as jovens atrizes Sofia e Catarina Viamonte, do elenco de “A Noviça Rebelde”, entre outros.

No Rio, a estréia de “Gloriosa” está prevista para janeiro de 2009.

Serviço:

Local: Teatro Abel
End.: Rua Mário Alves, 02 – Icaraí.
Telefone: 2195-9800
Temporada: 13 a 16 de novembro de 2008
Horários: Quinta a Domingo às 21h
Classificação Etária: 12 anos
Duração: 1h30min
Quem foi Florence Foster

Florence Foster Jenkins era a piada mais popular de Nova York nos anos 40 do século passado. Os ingressos para os recitais anuais que protagonizava no Hotel Ritz eram disputados a tapa. No meio de seu público, podiam ser reconhecidos Cole Porter e Noel Coward. A eles, ela oferecia um repertório caprichado — Mozart, Verdi, Strauss — com uma peculiaridade: conseguia as piores interpretações que estes compositores já tiveram em toda a História. Florence cantava mal. Muito mal. Tão mal que ganhou o apelido de “a diva do grito”.

Nascida em 1868, Florence, desde criança, manifestou o desejo de seguir a carreira de cantora lírica. O pai, um banqueiro bem-sucedido, ao notar o resultado das primeiras aulas de canto da filha, recusou-se a continuar pagando seus estudos. Florence não desistiu. Aos 17 anos, fugiu de casa para continuar dedicando-se à arte de cantar. Casou-se, descasou-se e ficou na pior até o pai aceitá-la de volta, com a condição de que desistisse de cantar. Ela topou e foi assim até completar 41 anos, quando o pai morreu e Florence herdou grande parte de sua fortuna. Não havia mais empecilho algum para mostrar ao mundo sua indomável voz de soprano coloratura.

Três anos depois, ela já estava dando seu primeiro recital anual. Tinha inquebrantável segurança de seu talento e dispunha-se a cantar as árias mais difíceis do repertório clássico. Em 1934, conheceu o pianista Cosme McMoon com quem formou uma dupla até o fim da vida. Neste período, manteve o recital no Ritz, agora com McMoon — ela vendia os ingressos pessoalmente para evitar a presença de jornalistas — e gravou dois discos. A renda ia sempre para instituições de caridade.

Aos 75 anos, viajando num táxi, sofreu um acidente no trânsito. Os amigos tentaram convencê-la a processar o motorista. Ela preferiu enviar-lhe uma caixa de charutos. Adquiriu a crença de que, depois do desastre, conseguia emitir um fá maior melhor do que nunca. Os amigos temeram também a gravação dos discos. Acreditavam que, se ela se ouvisse, perceberia o quanto cantava mal. Mas Florence não se deu conta. Achava que os discos revelariam seu talento para gerações futuras, seriam como um souvenir de sua arte.

Tinha 76 anos quando aceitou se apresentar a um público maior que o dos recitais no Ritz e estrelou um concerto no prestigioso Carnegie Hall. Feito o anúncio, os ingressos se esgotaram em poucas horas. Mais de duas mil pessoas voltaram da porta do teatro, na noite de 25 de outubro de 1944. Quem viu garante que foi uma apresentação inesquecível. E interminável. Entre uma música e outra havia intervalos enormes para Florence mudar de figurino. Sua roupa com asas — ela chamava de “Angel of inspiration” — tornou-se um clássico. Conta-se que a atriz Tallulah Bankhead riu tanto durante a apresentação que teve que ser retirada do teatro.

Um mês depois do concerto, Florence morreu. Há quem atribua a morte à depressão por, enfim, dar-se conta da reação do público e da crítica.

Veja mais fotos da estréia:

Aplausos no final do espetaculo

Zaida Valentim e Eduardo Galvão: mestra e pupilo

Mariana Ximenes e Sofia Viamonte

As irmãs Catarina e Sofia Viamonte, do elenco de “A Noviça Rebelde”

A saga de uma cantora que nunca acertou uma só nota

novembro 13, 2008 by admin  
Filed under Gloriosa

Marília Pêra protagoniza ‘Gloriosa’, peça que estréia hoje no Teatro Abel, em Niteroi

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A história de uma cantora que nunca acertou uma só nota musical em toda sua carreira está chegando em Niterói. Com Marília Pêra no papel principal, o espetáculo Gloriosa estréia hoje, às 21h, no Teatro Abel, para uma curta temporada até domingo. Também fazem parte do elenco Guida Viana, que se desdobra em três papéis, e Eduardo Galvão, que dá vida ao pianista que acompanha a protagonista.

– Niterói é o nosso off-Broadway. Acho ótimo estrear aqui. A cidade se consagrou e o público é muito bacana – elogia Guida Viana.

Escrita pelo inglês Peter Quilter, a peça foi inspirada na história real da cantora americana Florence Foster Jenkins, interpretada por Marília Pêra, e se tornou um grande sucesso. Encenado em mais de 10 países como Alemanha, África do Sul, Austrália e Estados Unidos, o texto permanece inédito no Brasil e foi traduzido por Marisa Murray e Claudio Botelho.

Com direção da dupla Charles Möeller e Claudio Botelho, responsáveis pelo sucesso de A noviça rebelde, o elenco de Gloriosa teve cinco semanas de preparação antes de subir ao palco hoje. A ansiedade pela estréia é compartilhada por todos, como resume Guida:

– Essa é a minha primeira parceria com a Marília depois da TV, é a estréia nacional e a expectativa é boa.

Só Marília solta a voz

Apesar de contar a história de uma cantora, a peça não é um musical e somente Marília Pêra canta. Eduardo Galvão, que vive o pianista, teve uma preparação diferente e com um truque.

– Embora não saiba tocar piano, tive aulas para acertar a posição dos dedos. Lá no palco terá um pianista profissional mesmo – revela o ator.

Guida também adianta um pouco sobre suas personagens:

– Vivo a empregada mexicana, a melhor amiga e a professora da Florence. A minha dificuldade foi me acostumar aos três papéis e não misturá-los. Acho a mexicana mais voltada para o humor popular, pela caracterização, mas a peça é uma comédia dramática.

A cantora Florence Foster Jenkins é cultuada no mundo todo como uma das personalidades mais excêntricas do século passado. Tendo gravado apenas dois discos, ela fez uma apresentação histórica em 1944, em Nova York, acreditando e, ao mesmo tempo, desconfiando de seu talento, com direito a um desfecho surpreendente.

Fonte: Jornal do Brasil – Niteroi: 13/11/08.

Ricca Barros faz sua estréia como Capitão Von Trapp

novembro 13, 2008 by admin  
Filed under A Noviça Rebelde

Na tarde de ontem, 12/11, aconteceu uma nova apresentação extra de “A Noviça Rebelde” para estudantes de escolas públicas. A novidade desta sessão foi protagonizada pelo ator-cantor Ricca Barros, que, pela primeira vez, viveu o Capitão Georg Von Trapp (Ricca é substituto do Capitão, além de ser o Almirante Von Schreiber) no musical.

Atuando com Kiara Sasso, Mirna Rubim, Fernando Eiras, Germana Guilhermme, Maria Netto, entre outros, Ricca arrancou aplausos por sua interpretação do Capitão Von Trapp.

Ao final, vários estudantes fizeram questão de ir à saída dos atores para tirar fotos com o elenco. Ricca foi um dos mais procurados pela garotada.

Veja fotos da atuação de Ricca Barros na pele de Georg Von Trapp e os bastidores da apresentação:

O momento em que pai e filhos se “reconciliam”

A Baronesa Elsa Schraeder (Germana Guilhermme) e Georg (Ricca)

Georg e os filhos

Cena do Festival

Georg canta  ”Edelweiss” no Festival

Georg e Maria Von Trapp (Ricca e Kiara)

A Família Von Trapp sobe a montanha…

Ricca e Davi Guilhermme nos bastidores, antes do espetáculo

O abraço de Julia Bernat e Mirna Rubim um pouco antes de entrarem em cena

Ao final da apresentação, Ricca e a esposa, a atriz Luciana Coutinho

‘Beatles’ e ‘Noviça’ são premiados pelo “Contigo! de Teatro”

novembro 11, 2008 by admin  
Filed under A Noviça Rebelde, Beatles num Céu de Diamantes

Dois espetáculos de Charles Möeller & Claudio Botelho foram agraciados com o Prêmio Contigo! de Teatro nesta segunda-feira, 10/11.

“Beatles num Céu de Diamantes” ganhou o Prêmio de Melhor Espetáculo Musical Nacional (Júri Oficial).

O público presente aplaudiu de pé Charles e Claudio. A atriz mirim Sofia Viamonte, do elenco de “A Noviça Rebelde”, entregou o troféu para Claudio.

Já “A Noviça Rebelde” ganhou o prêmio de Melhor Espetáculo Musical em Versão Brasileira (Júri Oficial). Ovacionado pelo público, Claudio Botelho subiu ao palco para receber o prêmio das mãos de Danielle Winitts.

Ao final da cerimônia de entrega dos prêmios, todos os vencedores subiram ao palco para fazer uma foto.

Fantasma, fera, miserável e agora Von Trapp

novembro 10, 2008 by admin  
Filed under A Noviça Rebelde

Um mês depois da estréia de “A Noviça Rebelde” no Teatro Casa Grande, o cantor Saulo Vasconcelos, que havia feito teste para o papel principal masculino do musical, foi ver uma récita. No palco, Herson Capri interpretava o Capitão Von Trapp, no lugar que ele tinha almejado.

— Foi a primeira vez que vi um musical para o qual tinha feito teste sem ter passado e pensei: “Que pena que não estou no palco”. Fiquei melancólico.

Mas, quando uma coisa é para ser sua nessa vida, acaba acontecendo — diz o cantor, que, a partir desta quarta-feira, substituirá Capri, de saída do teatro para a novela “Negócio da China”. — Assisti ao espetáculo e me emocionei muito.

Vendo “Dó ré mi”, que é a coisa mais doce, fiquei com o olho cheio d’água. Acho que é porque está no inconsciente, lembra a infância.

Currículo tem “La bohème” e “Don Giovanni” A primeira vez em que Vasconcelos viu “A noviça rebelde” também foi marcante: — Eu já tinha mais de 20 anos. Achava que era uma chatice, mas, quando vi, respeitei.

Esses musicais antigos, como a “Noviça” e “My fair lady”, são imortais, assim como óperas bem escritas.

A autoridade para fazer comparações é assegurada por um currículo que inclui papéis em “Don Giovanni”, “O barbeiro de Sevilha”, “La traviata”, “Aída”, “La bohème” e outros títulos eruditos, encenados em Brasília. A estréia foi em 1997, em “Madame Butterfly”.

Mas ele garante ser mais feliz nos musicais: — Há coisas muito bonitas escritas para musical e tem o dinamismo das cenas, os textos falados, que têm que soar verdadeiros; você pode mostrar duas ou até três facetas. Você pode ser um excelente cantor, ator e bailarino — diz Vasconcelos, que se considera hábil nas duas primeiras funções. — Esse papel de Capitão Von Trapp é o que exigirá mais de mim como ator, tirando “A Bela e a Fera”.

Tive, ainda, que aprender uma valsa. Treinei com Dalal (Achcar) e “tia” Ângela (Ayres), assistente dela. Não sou bailarino, mas consigo dançar.

O primeiro musical de sua carreira foi feito na adolescência, em sua Brasília natal: ele escreveu, dirigiu e protagonizou um espetáculo em que cantava, em ritmo de rock, a história da fundação do Colégio Marista, onde estudava. Na infância, montou uma banda de rock chamada Zona Morta, para tocar Legião Urbana, Paralamas do Sucesso e Capital Inicial. Começou na bateria, mas logo tomou o microfone.

A vontade de levar a música a sério, porém, só nasceu na época em que cursava a Universidade de Brasília, quando, em 1992, entrou para um coro amador da instituição. Com esse grupo, ele chegou ao Carnegie Hall, em Nova York.

— Eu estava lá, uma entre 600 vozes, pensando: “Nossa, isso é muito especial”. A partir daí, preocupei-me em educar minha voz. Passei a estudar mais as músicas do coro do que as matérias. Minha mãe ficou preocupada. Eu ficava cantando em casa, e ela dizia: “Pára de gritar! Pára de gritar!” — conta ele, que estudou química, engenharia e economia.

— Estava no último semestre da faculdade de economia quando surgiu a audição de “Rent”, que mudou minha vida.

Estava fazendo a monografia de fim de curso. Não me formei, mas não me arrependo.

Ele estava atuando em “Don Giovanni”, de Mozart, quando descobriu que “Rent” seria montado na capital paulista.

Cantor estrelou “O fantasma da ópera” no México — O sujeito que veio ao Brasil julgar os candidatos na última fase de audições viria a ser o diretor musical de “O fantasma da ópera” no México. Ele me pediu para cantar uma música do “Fantasma”. Não entendi o porquê, mas cantei. Fui bem na audição. Ele me pediu para gravar aquilo em vídeo e mandar para os Estados Unidos para análise. Fui aprovado para uma seleção final na Bélgica, com outros quatro candidatos, para ser o fantasma, em 1999. Fomos escolhidos eu e um mexicano.

Eu seria o substituto, mas, quando chegou a hora, o mexicano não deu conta, por indisciplina, e fiquei com o papel.

Durante um ano e quatro meses, o brasileiro fez o fantasmagórico personagem no México. Novato naquele meio, ele acumulou experiência e passou por situações tensas, como esquecer certa vez a letra de uma canção e ter que improvisar em portunhol (com frases do tipo “macaco quer banana”, revela ele), ouvir reclamações do diretor quando a voz não estava boa num ensaio e sentir saudades constantes de casa (“até pagode, que eu não gosto, me emocionava quando eu ouvia lá”, observa).

Para ele, que hoje tem 34 anos, foi o trabalho mais desafiador de sua carreira: — Eu não sabia nada, cheguei sem experiência, sem falar a língua. Mas fiz outras óperas muito marcantes. “Os miseráveis” foi uma grande experiência, porque é a obra-prima dos musicais. Fiz no Brasil e no México. “A Bela e a Fera” também me marcou, porque eu chegava em casa leve, graças ao final feliz. Isso é importante.

Fazer todos os dias uma pessoa que se jogava de uma ponte para a morte em “Os miseráveis” gerava uma seqüela; um cara deformado que era abandonado, deixado sozinho no palco, como no “Fantasma”, também não é fácil. Agora tem o Capitão Von Trapp, que começa tão ríspido e termina tão humano. Acho que chegarei em casa feliz.

Fonte: O Globo – 19/10/08

Beatles na Mauá

novembro 9, 2008 by admin  
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Monique Lafond fala sobre “A Noviça Rebelde”

novembro 8, 2008 by admin  
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Monique Lafond hoje e aos 11 anos, quando foi a Briguitta da montagem de “A Noviça Rebelde” de 1965

“Ter assistido ‘A Noviça Rebelde’ versão 2008 foi uma grande emoção pra mim! A viagem que fiz no tempo foi maravilhosa. Chorei em alguns momentos, pois com 11 anos fiz o meu début na carreira de atriz justamente no papel de Briguitta, a terceira da escadinha Von Trapp! Essa primeira versão no Brasil veio diretamente da Broadway, em agosto de 1965, oito meses antes do lançamento do filme, que veio com tudo e até hoje emociona o mundo. Já se passaram 43 anos!

Traduzida por Billy Blanco e Marize Murray,”Musica Divina Música”, foi uma produção do saudoso Oscar Orsntein. Foi uma loucura! Testes com 500 crianças, mais de 100 pessoas envolvidas, orquestra no fosso do Teatro Carlos Gomes, direção musical de Mario Bruno e Marcel Klass; cenários e figurinos de Gisela Machado…

No elenco estavam também Djenane Machado (Liesl), Lina Rossana (Gretl), Fernando Bicudo e João Paulo Adour (Rolf), Ary Fontoura (Tio Max), Ana Maria Nabuco (a Baronesa). Norma Suely era a Maria e dividia com uma atriz estreante de SP, a Tereza Cristina, não sei que fim levou… O Carlos Alberto e o Moacir Deriquem se alternavam no papel do Capitão Von Trapp.

Anos depois, tive a oportunidade de ter sido dirigida por Charles e Claudio, essa dupla encantadora e talentosa na superprodução musical “O Abre Alas”, sobre a vida de Chiquinha Gonzaga, com  Rosamaria Murtinho e grande elenco em 1998. Foi bárbaro – esse meninos são danados!

E nessa nova hiperprodução, com os  recursos da  modernidade, parece que o tempo não passou. A Noviça continua a encantar as platéias. Faço um convite a todos que assistiram em 1965, que retornem ao Teatro Oi Casa Grande (que ficou maravilhoso por sinal) e se emocionem. Não esqueçam, ao fim do espetáculo, de dar uma olhadinha no fosso, onde fica a orquestra. Abram seus corações, curtam aquele som e  bom snif snif para todos!”

Monique Lafond – Atriz


Spring Awakening: Um Novo Musical

novembro 6, 2008 by admin  
Filed under O Despertar da Primavera

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Depois de trazer para o Brasil o maior clássico dos musicais, “A Noviça Rebelde” (em cartaz no Rio), a dupla Charles Möeller e Claudio Botelho se prepara para um novo desafio em 2009: montar aqui sua versão de um dos mais modernos musicais da Broadway: “Spring Awakening”.

Baseado na peça escrita em 1891 pelo dramaturgo alemão Frank Wedeking, “Spring Awakening” (“O Despertar da Primavera” em português) gira em torno de questões como sexo, moral, adolescentes e rock ‘n’ roll. Os personagens são adolescentes que descobrem sua sexualidade de forma dramática devido à falta de diálogo com os pais e professores. Os protagonistas são o jovem estudante Melchior; Moritz, seu incomodado amigo; e Wendla, uma linda menina adolescente. Todos estão envolvidos em uma viagem de descoberta pessoal e de despertar sexual, o que distingue ‘Spring’ radicalmente do pop comercial de “High School Musical”.

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Com música de Duncan Sheik, e letras de Steven Sater, “Spring Awakening” estreou no circuito Off-Broadway, no Atlantic Theatre Company, em 19 de maio de 2006. A peça em seguida rumou para a Broadway, onde estreou no Teatro Eugene O’Neill, em 10 de dezembro de 2006, e recebeu várias críticas favoráveis. Segundo o New York Times, “A Broadway nunca mais pôde ser a mesma após Spring Awakening”. Já o crítico do The New Yorker afirmou que “Com uma poderosa e poética inteligência, o despertar aqui não é apenas o da sexualidade, mas o da narrativa musical”.

Representando um dos mais significativos exemplos da nova onda de musicais (iniciada com a “Rent”), “Spring Awakening” ganhou oito Tony (o Oscar do teatro) em 2007: Melhor Musical, Melhor Direção de Musical (Michael Mayer), Ator Coadjuvante em Musical (John Gallagher Jr.), melhor Livro para um Musical, Coreografia, Orquestrações, Partitura e Iluminação.

A versão de Möeller & Botelho para “Spring Awakening” será a primeira da América Latina e tem estréia prevista para julho.

Fãs do musical aguardam a estréia com expectativa

“Spring Awakening é um musical brilhante, e só mesmo a dupla Möeller & Botelho poderia realizar essa produção aqui no Brasil. Acredito que a montagem ficará muito boa, provavelmente com atores desconhecidos, porém certamente talentosos. As letras das músicas de Spring Awakening são mais conotativas do que as da maioria dos musicais. Não é algo simples, fácil de se compreender. Requer uma certa reflexão, e eu espero que Botelho mantenha esse subjetivismo nas letras, inclusive os palavrões. Mal vejo a hora de assistir essa versão brasileira de um dos musicais mais jovens desde Rent”, diz Guilherme de Oliveira Ferreira, professor de Inglês.

“Minha expectativa está altíssima, só perdendo para Gypsy. Gosto de ‘Spring’ porque ele retrata muito bem o adolescente e suas descobertas, e mesmo se passando em 1891, consegue ser atual em vários sentidos. Pra mim, um bom musical é aquele em que a música expressa os sentimentos da pessoa. É a forma de se fugir dos padrões e botar tudo pra fora, e ‘Spring” faz isso muito bem, usando o rock-alternativo, que ainda é um dos nossos estilos musicais favoritos. Sem contar que os personagens são novos, logo, o musical irá abrir portas para muitos atores que merecem esse espaço (coisa que a dupla já vem fazendo há um tempo)”, afirma Charles Fouquet, jovem apaixonado por musicais.

* As audições para “Spring Awakening” serão divulgadas com antecedencia no Site Möeller & Botelho.


O Sol que Brilha

novembro 5, 2008 by admin  
Filed under 7 - O Musical

Pedro Sol, carioca, 23 anos, traz a música no DNA. O avô, Billy Blanco, foi um dos precursores da bossa nova. Desde o berço, Pedro ouviu o dedilhar do violão e das teclas do piano. Ainda criança, ele foi para os Estados Unidos, onde, aos 11 anos, já arrasava na bateria. Em seu repertório inicial, Beatles e rock da época. Logo, os interesses mudaram. Pedro Sol passou a estudar harmonia e a tocar violão. Hoje, ele carrega o violão companheiro para onde vai. Sol é violeiro de responsa. São mais de dez anos de estudo e prática. Apadrinhado pelo produtor Liminha, Pedro Sol gravou seu primeiro CD pela Sony Music em 2004. Veio em seguida um período de reclusão, com muito estudo de teoria musical e descobertas de novos sons. “Apaixonei-me pela surf music. Passei a procurar uma música que misturasse os dois gêneros, a surf music e a bossa nova. Quem sabe uma surf bossa?”, brinca Pedro, cujos ídolos musicais são Ben Harper e João Gilberto. Enquanto seu novo trabalho na música não vem, o também compositor e cantor Pedro Sol está no elenco do musical 7, de Claudio Botelho e Charles Möeller. “O Charles me falou que eu ia ficar viciado em musical, e ele estava certo. Estou gostando muito, não penso mais em parar, o palco é meu lugar”, declara, exultante, o Sol.

Fonte: Coluna Hildegard Angel – Revista Domingo – Jornal do Brasil – 05/10/08

Aventura vai produzir musicais de grande porte

novembro 4, 2008 by admin  
Filed under Möeller & Botelho

Com Charles Möeller & Claudio Botelho à frente, Aventura vai montar sucessos nacionais e da Broadway:

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Nos Palcos do Mundo

novembro 3, 2008 by admin  
Filed under A Noviça Rebelde

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