Ester Elias encanta público jovem em sessão extra de Noviça

outubro 31, 2008 by admin  
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Na tarde dessa quinta-feira, 30, aconteceu, no Teatro Oi Casa Grande, mais uma sessão extra de “A Noviça Rebelde” especialmente para escolas. Na apresentação, Maria foi vivida por Ester Elias, o Capitão Von Trapp por Saulo Vasconcelos, Tio Max por Dudu Sandroni, a Baronesa por Germana Guilhermme e Rolf por Felipe Tavolaro. Já Davi Guilhermme deixou de ser Friedrich e assumiu o papel do oficial nazista, além de um dos convidados da festa. Paola Soneghetti fez o solo do Preludium.

Ao final do espetáculo, o animado e bem-comportado público infanto-juvenil aplaudiu calorosamente os atores e fez questão de esperar a saída dos mesmos para tirar fotos e pedir autógrafos. A apresentação de Ester foi elogiada por todos. ”Fiquei muito emocionada de ver e de fazer a Maria. Eu dou toda emoção e verdade para o que faço pra agradar a Deus e ao público”, disse ela.

Confira fotos da sessão extra de Noviça:

“Avenida Q” estréia em março no Rio

outubro 30, 2008 by admin  
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No início de março de 2009, estréia, no Teatro Clara Nunes, Rio, a versão de Charles Möeller & Claudio Botelho para “Avenue Q”, um musical da Broadway marcado pela irreverência e por tratar de temas politicamente incorretos.

Concebido por Robert Lopez e Jeff Marx, que fizeram a música e as letras, e dirigido por Jason Moore, “Avenue Q” ganhou o Tony de melhor musical em 2004, e já foi montado em Las Vegas, no West End londrino, em Estocolmo, Helsinque e até em Tel Aviv (Israel) e Cidade do México.

Em cena, atores interagem com bonecos, o que pode fazer lembrar Vila Sésamo. Mas “Avenida Q” é direcionado ao público adulto – as músicas incluem temas como “If You Were Gay” (Se Você Fosse Gay), “Everyone’s a Little Bit Racist” (Todo Mundo é um Pouco Racista) e “The Internet is For Porn” (Internet é para Pornografia).

No elenco brasileiro, já estão definidos até agora:

Sabrina Korgut – Kate Monstra / Lucy
André Dias – Princeton/Rod
Renato Rabelo – Brian
Gustavo Klein – Ursinho

A foto acima mostra em primeira mão os bonecos que serão usados na versão brasileira de “Avenue Q”, confeccionados em Nova York. Eles estão prontos para serem embalados e virem para o Brasil.

Freiras em fuga…

outubro 29, 2008 by admin  
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Extra!!! Extra!!! Freiras em fuga são vistas no Leblon !!!


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Mirna Rubim, Ana Zinger, Maria Netto, Rejane Ruas, Julia Porto, Germana Guilhermme, Marcela Mangabeira, Fernanda Schleder, Maíra Lautert, Paola Soneghetti e Guilherme Héus aguardam a entrada do coro de freiras na calçada da Av.Afrânio de Mello Franco, no Leblon.

Charles Möeller: A Falta de “Achismos”

outubro 28, 2008 by admin  
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Charles Möeller

É sempre gratificante para um diretor trabalhar com um ator que se comporta como uma argila a ser moldada. Como tintas a preencherem uma tela em branco!

Estou tendo a honra de dirigir  Marilia Pêra em “Gloriosa“. É um tipo de atriz que me faz ter vontade de estar nessa profissão. Ela  chega uma hora antes do ensaio começar, e sai uma hora depois que o ensaio acaba. De uma disponibilidade absoluta. Nunca contestou uma marca, nunca discute o processo, nunca se mostrou cansada ou em dúvida… Faz tudo com uma felicidade enorme. E está ali com todos os anos de profissão e títulos de primeira atriz, absorvendo tudo que eu falo. Não é à toa que ela é Marilia Pêra.

Acredito que os todos os grandes atores sejam assim. São  abertos para o que vem da direção com total confiança. Estão ali para serem guiados. Para descobrirem novos caminhos. Para estarem à serviço. Quem pinta o quadro é um pintor, não uma amálgama de tintas pensantes. E um grande pintor precisa das melhores tintas. Passa anos à procura da anilina certa. Do vermelho que só é encontrado nas papoulas indianas, do lápis-lazúli que vem da asa da borboleta, do amarelo que vem de sementes de mostarda egípcia…

É assim com os diretores também. Passamos a vida atrás de atores capazes de transformar o subjetivo em concreto: em realidade, em gente que canta, dança, ri e chora!

Os atores, os melhores, são essas tintas raras, que transformam um simples girassol num Van Gogh. Escuridão num Caravaggio. O diretor e o pintor: O melhor dos paralelos. Já pensou se um vermelho falasse pra um pintor: – não concordo com o que você está fazendo com esses morangos mofados à mesa… Ou um azul: – Eu não sinto esse céu dessa maneira…

Em musical não existe direção coletiva. É a porta aberta pro caos. E não há nada pior num processo de  direção quando a insegurança de atores. Faz com que eles comecem a opinar o tempo inteiro num eterno achismo: eu acho que meu personagem… Eu acho que meu personagem não faria isso. Eu acho que meu personagem sente isso… E vemos um barco de incertezas e opiniões, o que quebra um fluxo de criatividade do diretor que precisa alinhavar o todo.

Pior ainda quando eles têm opiniões inclusive a respeito do trabalho dos colegas e da equipe. Muitos se sentem inteligentes em opinar e acabam, por pura carência, atrapalhando o foco, a meta que é o step by step, fazendo com que o diretor se sinta um intruso no meio da brincadeira que ele inventou. Como diria Hamlet: O importante é a peça!

O dia-a-dia do teatro é o processo. É o labirinto. É entender que a repetição leva à forma. O “grande” confia e se atira sem rede de proteção, pois sabe que eu estarei lá embaixo pra pegá-lo no ar.

Falei tudo isso, pois ter um Blog nosso é uma maneira incrível de dividir com vocês a minha voz.

Falei também, pois o Leo Ladeira (editor de conteúdo do Site Möeller & Botelho) me pediu um depoimento para a estréia do Saulo Vasconcelos na Noviça.

E essa é minha conclusão sobre os grandes. Em tão poucos ensaios o Saulo veio sem nenhuma defesa. Sem nenhum “achismo”. Entrou no meio de um circo mais do que armado por feras. Se mostrando sempre humilde e carinhoso com tudo e todos e, principalmente, “à serviço da Noviça Rebelde”. Tudo, absolutamente tudo que eu disse pra ele foi aceito às cegas. Isto mostra o quanto ele é um dos melhores. Tenho a sorte de ter achado uma tinta rara colorindo o Capitão Von Trapp!

Moeller & Botelho em 2009

outubro 24, 2008 by admin  
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O Pano subiu para Saulo Vasconcelos…

outubro 23, 2008 by admin  
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A estréia de Saulo Vasconcelos como o Capitão Von Trapp de “A Noviça Rebelde” lotou o Teatro Oi Casa Grande nesta quarta-feira, 22.

Dezenas de artistas de TV, teatro e teatro musical prestigiaram a estréia do ator-cantor brasiliense no musical dirigido por Charles Möeller e Claudio Botelho.

Saulo foi aplaudido já em sua primeira entrada em cena e ao final da apresentação, muitos elogiavam sua atuação e sua voz.

Confira os depoimentos exclusivos de Saulo e do diretor Claudio Botelho sobre a estréia:

O Pano subiu…

Saulo Vasconcelos

“As horas finalmente chegaram ao marco zero. Ao nascimento. Foi uma contagem regressiva inquietante e impaciente pra mim. Desde o primeiro teste, a decepção de não ter ficado, a ligação do Charles me convidando pra fazer parte desse elenco já formado e excepcional. Digo excepcional porque o apoio que me foi dado foi algo que nunca havia experimentado na minha vida. Se experimentei já faz algum tempo e não lembro mais da sensação de amparo e amor que tive ao meu redor. Mônica, Bia, Aniela, Mel, Charles Möeller, Claudio Botelho, Tina Salles, Paula Sandroni, e por aí vai aquela velha e conhecida lista de nomes de pessoas, de rostos, que, até dois meses atrás não tinham participação ativa em minha vida e agora viraram peças fundamentais para meu equilíbrio e controle emocional numa hora tão difícil e delicada. Fazer o Capitão Von Trapp foi emocionante, parecia que estava “autista” e concentrado o tempo todo, mas foi relativamente fácil graças ao apoio dessas pessoas. Outra coisa que não esperava foi o aplauso de minha entrada. Fiquei surpreso e envaidecido. Esse não é o objetivo do artista: a vaidade. Mas é uma característica do ser humano, às vezes não muito nobre, que me permiti sentir naquele momento, entre tantas sensações bem mais dignas de tal ofício. O carinho do público, a generosidade das pessoas que ali se encontravam, foi ímpar. Senti amor, senti felicidade, senti o “som da música” dos corações do público me dizendo: bem vindo”.

“A mais bela voz masculina que já passou pelo Rio em teatro musical”

Claudio Botelho

“Sou suspeito por ser um dos diretores e idealizadores deste projeto. Portanto seria natural que eu só falasse bem de tudo que acontece por ali. Mas me surpreendi muito com a performance do Saulo. Não que eu tivesse dúvidas de que ele seria perfeito para o papel, afinal já o conheço há muitos anos – fizemos Les Miserables juntos (eu traduzi), ele como um grande Javert, e também a Bela e a Fera e o Fantasma da Ópera.

Ele sempre foi brilhante nestes espetáculos, que já vêm numa “fôrma” de suas matrizes lá fora, cabendo aos atores brasileiros apenas se encaixar numa moldura previamente armada e solidamente sedimentada em anos de temporadas. Isso faz com que, na minha modesta opinião, a maior parte dos atores paulistas que passaram por estas super produções, nunca tenham tido realmente oportunidade de trabalhar com diretores num processo de criação. É mais um tempo para recriação e encaixe do que exatamente algo ligado à interpretação e desempenhos com mais verdade.

Outra questão é que os espetáculos anteriores do Saulo pertencem, quase todos, a um sub-gênero dentro do teatro musical que é a ópera-rock ou pop-musical. São espetáculos onde o canto é predominante, a música está quase que 100% lá o tempo todo, e  em geral o texto falado não significa tanto – exceção de A Bela e a Fera, que é musical tradicional e bastante bem escrito do ponto de vista dramatúrgico.

Mas enfim – digo tudo isso pra concluir que o Saulo foi brilhante em sua “estréia” num espetáculo musical com gente de carne e osso. E, principalmente, contracenando com atores de teatro de verdade, experientes, como Fernando Eiras, Solange Badim, Ada Chaseliov, Dudu Sandroni, todos de uma escola muito mais ligada ao teatro de texto do que aos musicais.

Saulo se mostrou um ator sensível, forte, com uma presença encantadora no Capitão Von Trapp, não deixando nenhuma margem a que o público questionasse a sua idade (jovem demais pra aqueles filhos todos?) ou o seu desempenho dramático. Já temos um novo Capitão, diferente do brilhante Herson Capri, com um brilho próprio e maduro. E uma coisa eu afirmo: é a mais bela voz masculina que já passou pelo Rio nos últimos anos em teatro musical. E olha que eu entendo disso, hein!”

Veja fotos da estréia de Saulo:

Noite de festa para Moeller & Botelho

Foi Renata Sorrah quem melhor definiu a festa do Prêmio APTR de Teatro, que apontou os melhores de 2007, anteontem à noite, no Teatro Leblon: — É a sua noite, né? — disse ela, ao entregar um envelope para Charles Möeller, com uma passagem para Nova York — com direito a acompanhante —, sorteada pela organização. Marco Nanini, apresentador com Renata, brincou que as passagens — foram duas — eram o “verdadeiro motivo de tanta gente da classe estar aqui”.

“Musical não como brincadeira”

Até chegar àquele ponto, Möeller já tinha subido ao palco outras vezes. Na primeira, para receber das mãos de Luis Erlanger, da TV Globo, o troféu Categoria Especial, ao lado de Claudio Botelho, “pela atividade contínua das diferentes modalidades do teatro musical”. Botelho agradeceu aos críticos teatrais do Rio, por “tratarem o musical como um teatro adulto, sério, não como brincadeira”. Depois, Möeller subiu novamente ao lado de Botelho (a “dupla dinâmica”, como disse Nanini), para receber de Domingos Oliveira o troféu de Melhor Diretor, por “Sete — O musical” e “Sassaricando”.

Em seguida, para ganhar das mãos de Miguel Falabella a estatueta de Melhor Autor, também por “Sete”. Ele brincou: — Estou me sentindo a Sally Field, as pessoas gostam de mim. E, por fim, subiu com Botelho e a equipe da Tema Eventos Culturais, premiada na categoria Melhor Produção por “Sassaricando”. Edwin Luisi, eleito melhor ator por “Eu sou minha própria mulher”, brincou: — Que bom que o Charles não estava concorrendo comigo. O Charles está f… hoje.

Luisi era o favorito, assim como Ida Gomes, como atriz coadjuvante por “Sete”. Mas quem levou foi Kelzy Ecard, por “Rasga coração”. Quando subiu ao palco, Kelzy disse: — Tinha certeza de que ia ser a Ida. Não preparei discurso nenhum. “Sete” concorria ainda na categoria Iluminação (Paulo César Medeiros) e Figurino (Rita Murtinho, que disputou com a mãe, Kalma). Levou os dois. Medeiros tinha sido indicado por “Sete” e por mais seis espetáculos — parte dos 35 que ele iluminou em 2007. O júri foi formado por críticos do Rio, entre eles Barbara Heliodora, do GLOBO.

Por Mauro Ventura. O Globo – 22/10/08

‘7 – O Musical’ é consagrado com 5 prêmios da APTR

outubro 21, 2008 by admin  
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Em noite de festa para o Teatro carioca, a segunda edição do Prêmio APTR (Associação dos Produtores de Teatro do Rio) consagrou “7 – O Musical”. O espetáculo de Charles Möeller & Claudio Botelho ganhou cinco dos sete prêmios a que concorria: Autor (Charles Möeller), Diretor (Charles Möeller e Claudio Botelho), Figurino (Rita Murtinho), Iluminação (Paulo César Medeiros) e Categoria Especial (Charles Möeller e Claudio Botelho, pela atividade contínua das diferentes modalidades do teatro musical).

“7” concorria também nas categorias Atuação feminina coadjuvante (Ida Gomes) e Produção (Axion).

O Prêmio APTR contemplou os melhores do Teatro carioca em 2007. O júri foi formado pelos críticos Barbara Heliodora, Macksen Luiz, Lionel Fischer, Debora Ghivelder, André Gomes, Tânia Brandão e Mauro Ferreira.

A festa de entrega dos prêmios ocorreu ontem, no Teatro Leblon, com a presença em peso da classe artística carioca. A apresentação ficou a cargo de Renata Sorrah e Marco Nanini.

“A Noviça Rebelde”: Bastidores do Ensaio: 19/10/08

outubro 20, 2008 by admin  
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Neste domingo (19/10), o diretor Charles Möeller comandou o ensaio de Saulo Vasconcelos, que interpretará o Capitão Von Trapp a partir de quarta, 22.

Participaram também Kiara Sasso, Fernando Eiras, Solange Badim, Bruno Miguel, Carolina Puntel, Dudu Sandroni, Ada Chaseliov, Ricca Barros, Germana Guilhermme, Cássio Pandolfi, Julia Porto, Mirna Rubim, Ana Zinger, Rejane Ruas, Letícia Medella, Ester Elias e as crianças Elton Towersey, Malu Rodrigues, Daniel Rocha, Angela Chaves, Antonia Murad e Thayani Campos.

Saulo soltou o vozeirão em canções como “Edelweiss”, “O Som da Música”, “Não Tem Outro Jeito” e “Alguma Coisa Boa”.

Quem já viu “A Noviça” com Herson terá que voltar agora para conferir a performance de Saulo.

Confira fotos do ensaio de ontem:

So Long, Farewell… Herson!

outubro 20, 2008 by admin  
Filed under A Noviça Rebelde, Destaques

“Tá na hora de ir embora,não dá mais pra ficar,Todo mundo tá jururu…”


A sessão de ontem de “A Noviça Rebelde” teve um gostinho de emoção a mais: Herson Capri despediu-se do Capitão Von Trapp, em sua última apresentação no espetáculo.

Na próxima quarta-feira, o ator-cantor Saulo Vasconcelos assume o papel do Capitão austríaco.

Minutos antes de entrar em cena, Herson e seu colega de camarim, Fernando Eiras, conversaram com o Site Möeller & Botelho.

“A Noviça traz uma coisa bacana para todos que participam do espetáculo que é um carinho muito grande um pelo outro. As músicas são tão lindas e falam coisas tão bonitas que acabam servindo de amálgama de relação do elenco. Foi tudo muito bonito. Existiu um congraçamento artístico, uma ligação artística bonita. Nessa saída tem o lado da tristeza, da perda do contato com as crianças, com as freiras, com meu querido companheiro de camarim”, disse Herson.

O ator destacou também os desafios que esse trabalho lhe proporcionou: “O Capitão é muito forte. É um personagem de um clássico. Foi muito marcante fazê-lo. Foram cinco meses em cartaz, mais os meses de ensaio, enfim, um ano de Noviça. Foi o primeiro musical que eu fiz e logo esse. Eu tive vários desafios, como cantar, fazer um musical, fazer um personagem já conhecido, fazer vocalise todos os dias, enfim, foi tudo muito intenso”.

Do outro lado do camarim, Fernando Eiras ressaltava a excelente convivência que teve com Herson nesses meses de trabalho.

“Eu ganhei um irmão”, disse o intérprete de Tio Max. “É muito raro na vida em geral e no teatro também. Quando você faz um amigo em teatro, você faz um amigo pra sempre, já que fazer teatro é muito difícil. É uma escolha difícil. É um trabalho muito confeccionado e é preciso que se faça com muito esmero e muita dedicação. Eu ganhei um grande amigo. Isso é uma alegria, uma felicidade. Foi muito divertido e muito fraternal”.


O novo Capitão Von Trapp

outubro 18, 2008 by admin  
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Saulo Vasconcelos: Bastidores do Ensaio

outubro 17, 2008 by admin  
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Na tarde de ontem, 16/10, foi realizado, no Oi Casa Grande, mais um ensaio do ator-cantor Saulo Vasconcelos, que viverá o Capitão Von Trapp de “A Noviça Rebelde” a partir da próxima semana.

Participaram também do ensaio de ontem Kiara Sasso, Fernando Eiras, Solange Badim, Maria Netto, Ricca Barros, Bruno Miguel, Cássio Pandolfi, Leo Wainer, Germana Guilhermme, Christian Coelho, Estrela Blanco, Hugo Carvalho, Nathália Breschnik e Karin Medeiros.

No domingo ocorrerá o ensaio geral de Saulo.

Confira fotos dos bastidores do ensaio de ontem e do elenco se preparando para entrar em cena:

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A Noviça Rebelde ganha dois prêmios Qualidade Brasil

outubro 15, 2008 by admin  
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O musical “A Noviça Rebelde” ganhou dois prêmios Qualidade Brasil, que homenageia os artistas e os espetáculos que mais se destacaram no ano.

“A Noviça Rebelde” foi premiado nas categorias Melhor Espetáculo Teatral Musical (com 5.128 votos) e Melhor Diretor Teatral Musical (Charles Möeller e Claudio Botelho, com 5.251 votos).


Alessandra Maestrini: “7 é um novo clássico”

outubro 14, 2008 by admin  
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Atriz, cantora, compositora e versionista, Alessandra Maestrini é uma das mais completas artistas da cena contemporânea brasileira. Dividindo-se entre as gravações do humorístico “Toma Lá Dá Cá” e os preparativos para o lançamento de seu primeiro CD solo, ela recebeu com surpresa a notícia da volta de “7 – O Musical”, espetáculo de Charles Möeller & Claudio Botelho que protagonizou no ano passado. “Faço uma Amélia bem melhor agora”, diz ela nessa entrevista exclusiva ao Site Möeller & Botelho. A atriz-cantora fala também de seus cuidados com a voz, do mercado de musicais e de seus projetos. Com vocês, Alessandra Maestrini.

Como você recebeu a notícia da volta de “7”?

“Eu confesso que quando soube que ‘7’ ia voltar pro Rio de Janeiro, para a Praça Tiradentes – onde a gente fez no ano passado, achei uma loucura. No mesmo lugar? Na mesma cidade? Mas está sendo uma surpresa maravilhosa. É sempre uma alegria saber que ‘7’ vai voltar porque é um espetáculo que eu adoro fazer, que é muito especial. ‘7’ é de uma qualidade que eu não me lembro de ter visto antes. É muito bem cuidado em todos os aspectos, desde o texto, passando por cenários, figurinos, atores, músicas, vozes… Está sendo ótimo. Quem já fazia está gostando mais de fazer. Os atores que entraram agora são um presente. Todo mundo que já havia assistido antes tá gostando mais e o Carlos Gomes é realmente um teatro mais acolhedor. A gente fica mais perto do público, o que para mim é melhor, pois eu lido com a energia do público. O espetáculo está mais quente e mais enxuto. Está com os parafusos apertados. O Charles e o Claudio mexeram aqui e ali e a peça não está mais tão confusa. Antes as pessoas achavam o primeiro ato confuso e que o segundo elucidava. Agora, no primeiro ato, o público acompanha e, no segundo ato, a flor desabrocha. As pessoas saem muito mais felizes, tanto quem já tinha visto como quem nunca havia e diz ‘amei’, de cara. Está muito bom de fazer.

Mais uma vez você está se dividindo entre duas personagens antagônicas, a cômica Bozena e a dramática Amélia…

Mas eu estou fazendo a Amélia de um outro jeito também. Eu a fazia mais dividida em duas. Ela era grave e aguda. Agora a Amélia é uma só, que permeia em estar mais leve e estar mais pesada, como todas as mulheres. Eu consegui também apertar esse parafuso. Ela não está mais em uma gangorra. Ela tem o núcleo do drama e do trágico, com algumas pontuações de comédia. A minha necessidade de ser comediante eu deixo para o Toma Lá Dá Cá. O comediante é sempre um ator trágico. Na verdade existe sobre a vida esse olhar de desespero. E com o desespero vem o famoso ‘só rindo’. O Charles Chaplin é uma grande referência. É um comediante que é dramático ou trágico. Você ri se comovendo.

‘7’ é um espetáculo muito feminino, não só por conta das personagens principais, mas também por causa de elementos do universo feminino, como vaidade, ciúmes, inveja, espelho, apego…

É muito feminino mesmo. E também tem essa coisa da mulher achar que ela só pode ser feliz e inteira se tiver um homem ao lado, se ela tem um homem que a ama, se todos os homens a amam. E na peça tem uma coisa bacana: os homens também são um pouco assim.


A Amélia é vítima ou é autora das desgraças que ela vive?

Na outra montagem eu ficava na dúvida se ela era vítima ou heroína. Nessa montagem eu estou mais forte e a faço mais heroína. O tempo inteiro ela é assertiva. Ela é firme. Ela começa tendo sido traída e querendo se vingar, segue querendo sair da vingança e entrar no amor, e termina sendo traída pelo amor que ela trocou para não se vingar, mas ela é firme. É do tipo que cai de pé, como dizem os gaúchos. Ela envelhece guerreira. É uma heroína que só toma na cabeça (risos).


‘7’ te exige um preparo vocal muito forte. Quais são os seus trabalhos e cuidados com voz?

O ator de musical é um pouco escravo do musical. Não pode dormir tarde, mas também não pode acordar cedo, embora às vezes precise. Quando a gente ensaiou a peça na primeira vez, em todos os ensaios eu dava agudo. Desta vez eu ensaiei menos. Agora eu já conheço os meandros musicais da peça. Eu estudava o que podia e o que não podia fazer no resto do dia pra ter aquele agudo do final do primeiro ato, pois eu ia precisar dele em todos os dias de espetáculo. Então eu pensava, pra eu ter a certeza que vou ter aquele agudo em todos os dias de espetáculo, eu quero ter a certeza que vou ter aquele agudo em todos os dias da minha vida. É diferente do cantor de ópera, que estuda, sai, bebe, mas quando vai se apresentar, passa duas semanas sem falar. Eu não posso fazer isso. Eu gravo durante a semana, dou entrevistas, estou preparando um show. Eu uso exercícios de fonoaudiologia para me aquecer. Eu aprendi com a Dra. Mara Behlau, que é um ícone da fonoaudiologia mundial. Então eu só faço exercícios de fono, não faço vocalise. Se a minha voz falada está no lugar, depois eu resolvo o que fazer com ela sonoramente. Eu sou cross over Singer, que é a que canta do rock à ópera. Com a minha voz falada estando saudável, eu resolvo com qual sonoridade eu quero brincar.

As músicas do espetáculo não são simples, são muito bem trabalhadas…

Todas as músicas compostas pelo Ed Motta foram feitas para instrumentos. Depois é que o Claudio pôs letra para fazer o musical. Então as músicas são compostas com uma tessitura que ninguém tem, nem o Ed. São músicas compostas para violino, não têm respiração. Nessa nova temporada eu consegui descobri respirações novas pra fazer a brincadeira poética sonora que o Ed imaginava. É o que dá a graça poética. Agora eu tô respirando diferente e fazendo o ‘violino’. O Ed compôs músicas dissonantes com uma tessitura para instrumento, ou seja, que não é humano, e por isso, sem a respiração humana. O Claudio colocou as letras, e por conta das letras, o ator se dá o direito de respirar para dar intenção. Nessa nova temporada, além da intenção das letras, eu posso elaborar a poesia musical também. Quando eu estava namorando o Guilherme Bernstein, regente do Municipal, eu passei a ficar mais ligada na ópera, que é a base do teatro musical. Aliás, ‘7’ é um musical muito operístico.


Você é uma das principais atrizes-cantoras do teatro musical brasileiro contemporâneo, que está em um momento de franca expansão. Como é estar vivendo esse momento e como você vê esse mercado?

É maravilhoso não só para os atores-cantores, mas para a arte em geral. Se o mercado passa a se conduzir de tal maneira que você será mais bem-sucedido, vai ter maiores oportunidades, se você souber, além de atuar, cantar e dançar, isso significa que você, além de ser um bom intérprete da palavra, também vai ter que ter um bom domínio de seu aparelho vocal, e um bom domínio sobre seu corpo. Se o mercado te sugere que você deva cantar ou dançar, naturalmente os atores passam a ter um instrumento de trabalho melhor, independente se eles vão fazer teatro musical. Está se criando uma classe artística mais rica, mais elaborada. Se o teatro musical está em alta, o material do ator é melhor. O teatro musical ensina isso. Quando ele for fazer Shakespeare, ele vai estar com os pés no chão e imponente. Ele terá essa ferramenta. Ele vai ter um maior domínio do equilíbrio do próprio corpo. Quando ele for fazer um Tchekov, ele vai ser um cara ‘limpo’ nos seus movimentos. E isso já traz um Tchekov melhor.


Você é atriz e cantora, não uma cantora que virou atriz ou atriz que virou cantora. Como você citou Tchekov, você tem planos de atuar em textos de autores como ele, Shakespeare, Nelson Rodrigues…

Eu gosto sempre de inovar pra mim e pros outros. Mas eu vou fazer Shakespeare quando isso me parecer necessário. Ofélia é um personagem maravilhoso, mas ela tem que estar casada com um momento meu para ser rico pra mim e pra quem está assistindo. Em ‘7’, por exemplo, sinto que sou uma melhor ‘Amélia’ agora. Eu compreendo melhor a Amélia. Eu já vejo a Amélia como uma mulher inteira. Antes eu tinha que compor a Amélia, agora eu sou a Amélia. Tenho vontade de fazer um one-woman show. Seria algo como faz a Denise Stoklos, mas sem imitá-la, claro. Seria mais no sentido autoral, que eu dirigisse e fosse atriz. Também tenho vontade de fazer um monólogo.



E a cantora Alessandra Maestrini? Quais são seus planos?

Eu devo estrear até o final do ano um show em parceria com Alexandre Elias, que é compositor, diretor musical e produtor musical. Terá composições nossas, standards e composições de outras pessoas. É um estilo Bossa Nova Lounge. O CD, que já foi gravado (mas não lançado ainda) já recebeu as bênçãos de Nelson Motta e o show terá uma supervisão informal do Nelson, que ficou super fã do trabalho. As pessoas não vão ver nem a Bozena nem a cantora de musicais. Está mais para a Alessandra central mesmo.

Deixe um recado final sobre “7” para os leitores do Site Möeller & Botelho…

A resposta do público tem sido ótima. Se já havia pessoas apaixonadas, agora há ainda mais. Está lindo o espetáculo. É um dos que eu mais me orgulho de participar. É um espetáculo brasileiro, novo, de uma qualidade nunca antes vista. É uma celebração da parceria do Claudio com o Charles. Ele é moderno e muito à frente do tempo e ao mesmo tempo é um espetáculo mitológico. Mesmo que se diga que é baseado na Branca de Neve, quando as pessoas assistem elas lembram de Medéia, das tragédias gregas. Ele é um novo clássico… ou um clássico novo. Imperdível.

Fotos: Leo Ladeira (bastidores) e Paulo Ruy Barbosa (cena).

“7″ na Mídia… Marina Ruy Barbosa e Alessandra Maestrini

outubro 13, 2008 by admin  
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“7″ na Mídia… Marina Ruy Barbosa e Alessandra Maestrini:

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Beatles num Céu de Diamantes é um show delicioso

outubro 13, 2008 by admin  
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Post do Blog de Ronald Villardo (O Globo) sobre “Beatles num Céu de Diamantes”:


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A Nossa Noviça

outubro 12, 2008 by admin  
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Kiara Sasso, a nossa Noviça Rebelde, foi matéria de capa da Revista Domingo (Jornal do Brasil), de 12/10/08:

Crianças boa de Cena

outubro 11, 2008 by admin  
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Fonte: Zona Sul – O Globo – 09/10/08

Musicais de Möeller & Botelho concorrem a 9 Prêmios Qualidade Brasil

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Saiu a lista de indicados ao Prêmio Qualidade Brasil, que homenageia os artistas que mais se destacaram no ano em diversas categorias.

Dois espetáculos de Charles Möeller e Claudio Botelho concorrem na área de Teatro Musical: Beatles num Céu de Diamantes e A Noviça Rebelde.  Ao todo são nove indicações.

Confira as categorias e os indicados:

“Beatles num Céu de Diamantes”:

- Melhor Espetáculo Teatral Musical

- Melhor Ator Teatral Musical – Cristiano Gualda

- Melhor Atriz Teatral Musical – Gottsha

- Melhor Diretor Teatral Musical – Charles Möeller e Cláudio Botelho

“A Noviça Rebelde”:

- Melhor Espetáculo Teatral Musical

- Melhor Ator Teatral Musical – Fernando Eiras

- Melhor Atriz Teatral Musical – Mirna Rubim e Kiara Sasso

- Melhor Diretor Teatral Musical – Charles Möeller e Cláudio Botelho

Todos podem votar pelo site:
http://www.premioqualidadebr.org.br/artecultura/?pg=votar_2

Marina Ruy Barbosa: Meu Primeiro Musical

outubro 10, 2008 by admin  
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Fonte: Revista Contigo: 09-10-2008


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