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	<title>MöellerBotelho &#187; 7 &#8211; O Musical</title>
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		<title>Site Möeller &amp; Botelho entrevista Paulo César Medeiros, o &#8216;Dramaturgo da Luz&#8217;</title>
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		<pubDate>Fri, 21 May 2010 10:06:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Site Möeller &#38; Botelho</dc:creator>
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Paulo César Medeiros e seu Prêmio Shell 2010 (Foto: Leo Ladeira)

Em &#8216;7 &#8211; O Musical&#8217;, o design de luz foi considerado pela crítica Barbara Heliodora como &#8220;de excepcional qualidade e em perfeita sintonia com o clima de cada cena&#8220;.
Em outros espetáculos de Charles Möeller &#38; Claudio Botelho, como ‘A Noviça Rebelde’, ‘Versão Brasileira’ e ‘O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a class="lightbox" title="DSC05346" href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2010/05/DSC05346.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-11178" title="DSC05346" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2010/05/DSC05346.jpg" alt="" width="580" height="435" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><em>Paulo César Medeiros e seu Prêmio Shell 2010 (Foto: Leo Ladeira)</em></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Em &#8216;7 &#8211; O Musical&#8217;, o design de luz foi considerado pela crítica Barbara Heliodora como &#8220;<em>de excepcional qualidade e em perfeita sintonia com o clima de cada cena</em>&#8220;.</p>
<p>Em outros espetáculos de <span style="color: #800000;"><strong>Charles Möeller &amp; Claudio Botelho</strong></span>, como ‘A Noviça Rebelde’, ‘Versão Brasileira’ e ‘O Despertar da Primavera’, o design de luz foi igualmente elogiado.</p>
<p style="text-align: justify;">Por trás desse trabalho está <span style="color: #800000;"><strong>Paulo César Medeiros</strong></span>, que trabalha há muitos anos com a dupla e, também por esta razão, tem acompanhado a evolução da luz no musical brasileiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Paulinho, como é carinhosamente chamado, tem tido seu trabalho reconhecido não só pela crítica, mas pela classe teatral: Por ‘7’ ganhou o Prêmio Shell e o Prêmio APTR (Associação dos Produtores de Teatro do Rio), repetindo a dobradinha agora em 2010 com o Shell e o APTR por ‘O Despertar da Primavera’.</p>
<p style="text-align: justify;">Nessa entrevista exclusiva ao Site Möeller &amp; Botelho, o ‘dramaturgo da luz’  fala de seu trabalho, da evolução da luz no Brasil e de sua parceria com ‘Os Reis dos Musicais’.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p><em><strong>O que você procura criar quando faz a iluminação de um musical?  Como a luz participa e colabora com o clima de fantasia dos mesmos?</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Cada espetáculo musical tem, assim como qualquer peça de qualquer gênero, características e necessidades próprias. Procuro nunca ir com nada pré-definido. Meu maior prazer é poder assistir aos primeiros ensaios simplesmente como espectador. Essas primeiras sensações é que vão me conectar com o espetáculo e me aproximar do que provavelmente será a primeira impressão do público. Acredito muito que cada peça, cada música, cada personagem tem uma energia própria, uma luz. Procuro perceber e concretizar essa força natural de cada espetáculo em forma de luz teatral. Com o tempo, percebi que existe uma dramaturgia da luz. Existem códigos quase secretos no inconsciente coletivo que podem ser revelados através de variações de luz. A intensidade, as cores, os movimentos, as combinações de tons, as variações de temperatura, o ritmo das mudanças&#8230; Tudo isso é lido pela platéia de forma quase subliminar. Percebo que quando a luz está adequada e justa à cena, ela pode passar quase despercebida pelo campo racional, mas ser totalmente absorvida emocionalmente pelo público. A única diferença que faço entre a luz de musical e outros gêneros é que num musical, via de regra,todos os sentimentos parecem ter muita urgência,os sentimentos são de grandeza quase trágica, tudo é tão intenso que aos personagens só resta cantar. Por isso acho que a luz pode se permitir tanto em musicais. É um campo de afetos solto que explode em energia e luminosidade. Me sinto realmente como uma criança solta em um campo aberto aonde tudo é possível.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><em>Paulinho no Shell 2008, por &#8216;7&#8242;</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong><a class="lightbox" title="photo-164" href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2010/05/photo-1641.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-11183" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="photo-164" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2010/05/photo-1641-300x196.jpg" alt="" width="300" height="196" /></a>Você revelou que uma viagem à Broadway mudou sua visão em relação ao design de luz em musicais. Por que? </strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Porquê apesar de toda a tecnologia e recursos financeiros, eles fazem luzes absolutamente concentradas na função de contar as histórias de cada espetáculo. Transitam entre luzes realistas e verdadeiros shows pirotécnicos sem nunca perder o fio da meada. Porque as montagens de luz são de uma limpeza e de uma segurança que podem servir de padrão para tudo. Porquê os equipamentos são todos de primeira linha. O Teatro é visto da única forma correta a ser vista, ou seja, como uma área da maior importância artística e de criação de divisas e de troca com o resto do mundo. Essa é a cultura gerada pelos americanos e ingleses. Fico triste ao perceber que ainda temos muito preconceito com musicais no Brasil. Muita gente que não gosta, mas nunca viu. Nosso país é um dos países mais musicais do mundo, deveríamos ter uma verdadeira revolução cultural em que a prioridade fosse criar uma industria da cultura e do entretenimento. Somos ótimos em produzir musicais, estamos cada vez melhores. Precisamos estabelecer metas de transformar esse país em um grande exportador de produtos de cultura. Os musicais certamente poderiam ser uma grande bandeira para todas as outras artes, já que dentro de um musical estão todas elas. Dramaturgia, artes plásticas, música, interpretação, indumentária, luz, dança, absolutamente tudo pode passar no palco de um musical. O Brasil é o celeiro de uma cultura universal, o mundo todo mora aqui. Portanto podemos, com facilidade, estabelecer contato cultural com todo o mundo, basta sermos apoiados e termos condições logísticas para isso.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><em><strong><a class="lightbox" title="DSC00549" href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2010/05/DSC00549.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-11205" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="DSC00549" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2010/05/DSC00549-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Vamos falar de seu mais recente trabalho com Möeller &amp; Botelho, ‘Gypsy’. Quais foram suas opções no design de luz de ‘Gypsy’?</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Pensei em criar uma sensação de luz que desse uma sutil idéia do que se passa na mente de Mama Rose. Esse foi meu principal ponto de criação. Acho que essa personagem resume de forma brilhante todo afeto e toda neurose de nossa profissão. Quis dar a imagem de que a qualquer momento alguém pode começar a cantar ou dançar. Busquei não criar muita diferença entre as luzes das cenas realistas e dos números musicais exatamente para diminuir a sensação de que a cena possa ser interrompida pela música, mas sim ser uma continuação natural dela.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: center;"><a class="lightbox" title="OgAAACDpsxUjaZVZcsclSPFasSzyBK5q9fzVWojbNOhBHXPrhrAI_lA1uUCXdd2_8zQ4dcHtkrNcf4XnXPml85pZrNsAm1T1UFIc_8b0e5ZTsgHTgS_IgwLyJu2D" href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2010/05/OgAAACDpsxUjaZVZcsclSPFasSzyBK5q9fzVWojbNOhBHXPrhrAI_lA1uUCXdd2_8zQ4dcHtkrNcf4XnXPml85pZrNsAm1T1UFIc_8b0e5ZTsgHTgS_IgwLyJu2D.jpg"><img class="size-full wp-image-11191  aligncenter" title="OgAAACDpsxUjaZVZcsclSPFasSzyBK5q9fzVWojbNOhBHXPrhrAI_lA1uUCXdd2_8zQ4dcHtkrNcf4XnXPml85pZrNsAm1T1UFIc_8b0e5ZTsgHTgS_IgwLyJu2D" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2010/05/OgAAACDpsxUjaZVZcsclSPFasSzyBK5q9fzVWojbNOhBHXPrhrAI_lA1uUCXdd2_8zQ4dcHtkrNcf4XnXPml85pZrNsAm1T1UFIc_8b0e5ZTsgHTgS_IgwLyJu2D.jpg" alt="" width="540" height="359" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><em>Foto: Marian Starosta</em></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><em><strong>E no caso de &#8216;O Despertar da Primavera&#8217;, que lhe rendeu o Prêmio Shell e mais recentemente o APTR. Quais foram seus critérios e soluções adotadas naquele espetáculo?</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">O &#8220;Despertar&#8221; foi um sonho bom. Daqueles que não se quer parar de sonhar. Cláudio e Charles estavam muito inspirados, é uma montagem histórica e talvez só se perceba isso claramente daqui a algum tempo. Tive clareza disso quando vi as imagens do espetáculo. O elenco não poderia ser mais inspirador para a luz. Os olhos daqueles jovens e talentosíssimos atores eram também o olhar dos personagens com suas aflições. Charles e Claudio tinham me pedido uma mistura de expressionismo alemão nas cenas realistas e de uma luz de show de rock nas musicas. Trabalhei nisso e acho que conseguimos um resultado muito bacana. O Alonso Barros, meu querido amigo e coreógrafo genial, me trouxe um novo olhar também. O cenário do Rogério Falcão é diretamente responsável pela luz. Os espaços criados, os planos, a profundidade, as transparências, tudo era um convite a ser explorado pela iluminação. Foi, sem dúvida, um trabalho que estará em mim para sempre.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><em><strong><a class="lightbox" title="photo-168" href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2010/05/photo-168.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-11198" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="photo-168" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2010/05/photo-168-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a>Como você chegou a Möeller &amp; Botelho? Em que espetáculo e de que forma?</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Conheço Claudio desde sempre. Já nem sei mais qual foi nosso primeiro espetáculo juntos, mas acho que foi um monólogo com Ítalo Rossi em que Claudio tocava violão. Depois ele me chamou para fazer os espetáculos dele com a Claudia Neto. Nesse momento conheci o Charles, que era cenógrafo e figurinista desses espetáculos. Depois os dois estavam fazendo um espetáculo sobre Cole Porter sem grana e eu liguei para o Charles e me ofereci para fazer a luz. Pirei numa idéia de usar efeitos de luz feitos com um retroprojetor, numa época que ninguém tinha grana para alugar projetores de vídeo. Foi muito legal o resultado e esse foi nosso primeiro sucesso. Amo os dois mais que tudo. Minha vida mudou completamente depois dessa parceria. Eles me ensinaram a ter um olhar mais ameno, concentrado, dedicado e profissional sobre minha vida e carreira. Me ensinaram a entender algumas das lógicas das luzes da Broadway e a pensar em musicais como óperas modernas. Acho uma honra ter estado ao lado deles em todo esse crescimento e também nas horas difíceis que ainda temos e continuaremos a ter, mas com mais calma e sabedoria.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Qual dos musicais de M&amp;B você diria que foi o mais desafiador no design de luz?</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Sem dúvida, &#8220;A Noviça Rebelde&#8221;. Não tínhamos ainda know how para enfrentar um projeto daquele porte, mas acho que nos saímos muito bem. Tivemos o difícil acréscimo de dificuldade pelo fato de, além de tudo, estarmos inaugurando o Teatro Oi Casagrande. Aprendi muito naqueles dias. Aliás, todos nós.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><em><strong>O teatro brasileiro possui um bom design de luz? Possui bons profissionais e equipamentos nesta área? Como estamos?</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Acho que temos grandes iluminadores no Brasil inteiro. Faço parte de uma Associação de iluminadores com mais de 400 sócios. Vejo luzes em Festivais dentro e fora do Brasil e acho que temos alguns dos melhores iluminadores do mundo. Temos todo o equipamento necessário, falta só estabelecermos mais prioridade nos gastos com luz. Ainda estamos engatinhando nos valores. Todos se referem à luz de musicais como uma das áreas mais importantes e, no entanto, ainda é uma luta na hora de aprovarmos os orçamentos. A Aventura Entretenimento vem tentando mudar essa realidade e tenho tentado colaborar como posso. Vamos chegar a um patamar internacional se continuarmos buscando relações mais profissionais e vermos os musicais como um produto do mais alto nível técnico e cultural.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><em><strong><a class="lightbox" title="Ida-Gomes-05" href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Ida-Gomes-05.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-11201" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="Ida-Gomes-05" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Ida-Gomes-05-300x190.jpg" alt="" width="300" height="190" /></a>E ‘7 – O Musical?’, que foi um trabalho muito elogiado e premiado? </strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;7&#8243; é um caso à parte em nossas vidas, pois foi totalmente autoral, tivemos muita liberdade de criação e Claudio e Charles estavam na ponta dos cascos. Tudo aconteceu de forma mágica. O elenco, os ensaios, a entrada no teatro, a sempre impecável organização da Cristina Salles (nossa Tininha), os bastidores&#8230; tudo. A luz tinha uma magia que acho que estava além do que eu tinha previsto. Me sentia meio inebriado durante aquele processo, passava horas sentado atrás da mesa criando a luz durante os ensaios e quando diziam que o ensaio ia terminar parecia que só tinham passado alguns minutos. As luzes que faço são recheadas dos comentários que ouço do Claudio, do Charles, da equipe, da Tininha, da Paulinha Sandroni, da Aniela, do Tuto e de toda nossa turma. Espero que eles também se sintam incluídos na luz, pois eles estão lá.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
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		<title>Raridade: Primeira Leitura de &#8220;7 &#8211; O Musical&#8221; (2007)</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Feb 2010 15:47:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Site Möeller &#38; Botelho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vídeo histórico: bastidores da primeira leitura de &#8220;7 &#8211; O Musical&#8220;, em 2007.
Aparecem no vídeo os diretores Claudio Botelho e Charles Möeller, o compositor Ed Motta, a saudosa Ida Gomes e outros nomes do elenco, como Alessandra Maestrini, Rogéria, Zezé Motta, Eliana Pittman e Rodrigo Cirne, além da diretora assistente Paula Sandroni e membros da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Vídeo histórico: bastidores da primeira leitura de &#8220;<span style="color: #800000;"><strong>7 &#8211; O Musical</strong></span>&#8220;, em 2007.</p>
<p style="text-align: justify;">Aparecem no vídeo os diretores <span style="color: #800000;"><strong>Claudio Botelho </strong></span>e <strong><span style="color: #800000;">Charles Möeller</span></strong>, o compositor Ed Motta, a saudosa Ida Gomes e outros nomes do elenco, como Alessandra Maestrini, Rogéria, Zezé Motta, Eliana Pittman e Rodrigo Cirne, além da diretora assistente Paula Sandroni e membros da equipe.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/pb_xRg1r5GM" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/pb_xRg1r5GM"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Retrospectiva M&amp;B 2009 em 15 minutos</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Jan 2010 18:03:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[
Nós do site M&#38;B preparamos os fatos marcantes de 2009 em vídeo, totalizando 15 minutos de material que estava arquivado, espetáculos como Avenida Q, A Noviça Rebelde, Beatles num Céu de Diamantes, 7 O Musical, O Despertar da Primavera e Gloriosa. Conta também com entrevista com os diretores, atores e também alguns projetos para este [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2010/01/retrospec.jpg"><img class="size-full wp-image-8508  aligncenter" title="retrospec" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2010/01/retrospec.jpg" alt="retrospec" width="578" height="408" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Nós do site<strong> M&amp;B</strong> preparamos os fatos marcantes de 2009 em vídeo, totalizando 15 minutos de material que estava arquivado, espetáculos como <strong><span style="color: #800000;">Avenida Q, A Noviça Rebelde, Beatles num Céu de Diamantes, 7 O Musical, O Despertar da Primavera e Gloriosa</span></strong>. Conta também com entrevista com os diretores, atores e também alguns projetos para este ano.</p>
<p style="text-align: justify;">O conteúdo foi todo retirado do site, transformado em roteiro e moldado para ser apresentado de uma forma mais interativa com imagens exclusivas que só encontra aqui, confira:</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: center;"><strong>Parte 1:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/toWsX3qn_4U&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/toWsX3qn_4U&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><strong>Parte 2:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/znrnscGAWVE&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/znrnscGAWVE&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: center;">Vídeo por:<strong> Denny Naka</strong><br />
Roteiro: <strong>Denny Naka e Leo Ladeira</strong><br />
Apresentação: <strong>Thais Conti</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Möeller &amp; Botelho são destaque na retrospectiva do Estado de São Paulo</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Dec 2009 18:18:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Site Möeller &#38; Botelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[7 - O Musical]]></category>
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		<category><![CDATA[Charles Möeller]]></category>
		<category><![CDATA[Claudio Botelho]]></category>
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		<description><![CDATA[

A dupla Möeller &#38; Botelho foi destaque na retrospectiva teatral que o jornal O Estado de São Paulo publicou em sua edição desta quinta-feira, 31/12/09.
A capa do Caderno 2 do Estadão foi uma foto de Rogéria em &#8220;7 &#8211; O Musical&#8221;, espetáculo que foi elogiado pelo jornal paulista.
Leia a parte da matéria que cita Möeller [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2009/12/caderno-2.jpg"><img class="size-full wp-image-8496  aligncenter" title="caderno 2" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2009/12/caderno-2.jpg" alt="caderno 2" width="290" height="502" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A dupla <span style="color: #800000;"><strong>Möeller &amp; Botelho</strong></span> foi destaque na retrospectiva teatral que o jornal O Estado de São Paulo publicou em sua edição desta quinta-feira, 31/12/09.</p>
<p style="text-align: justify;">A capa do Caderno 2 do Estadão foi uma foto de Rogéria em &#8220;7 &#8211; O Musical&#8221;, espetáculo que foi elogiado pelo jornal paulista.</p>
<p><em><strong>Leia a parte da matéria que cita Möeller &amp; Botelho e &#8220;7 &#8211; O Musical&#8221;: </strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A dupla formada por Charles Möeller e Cláudio Botelho fez durante este ano mais coisas do que as linhas disponíveis. Entre elas o originalíssimo Sete, o Musical. Sem desdenhar a experiência norte-americana no gênero, os autores do espetáculo foram mais fiéis ao espírito do que à letra da tradição ianque. Como dramaturgia, o musical é sofisticado e surpreendente. A música inquietante, repleta de fusões deliberadas entre gêneros e estilos, é da autoria de Ed Motta. Convocar Ed Motta para compor já sinaliza a vocação dos autores para o contemporâneo. E talvez não haja nada mais radical neste momento do que o respeito e a absorção na trama contemporânea dos talentos e habilidades de várias vertentes criativas e diferentes épocas. Neste espetáculo musical, há desafios para cantores líricos, para uma vedete do cabaré carioca como Rogéria, para Zezé Motta, atriz, cantora e musa dos anos 70 e também para o excepcional talento dramático de Suzana Faini. O teatro musical brasileiro é uma tradição cujos fios o diretor Luiz Antonio Martinez Correa reatava nos anos 80. Sem a mesma paixão nativista Möeller e Botelho parecem ter idêntica sensibilidade para o que os rodeia&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">O Estado de São Paulo &#8211; 31/12/09.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Renata Celidonio: &#8220;Alguma coisa acontece no meu coração&#8230;&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Jun 2009 12:29:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Site Möeller &#38; Botelho</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Aventura]]></category>
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		<description><![CDATA[Renata Celidonio fala sobre sua participação em &#8220;7 &#8211; O Musical&#8221;


Em &#8220;Sampa&#8221;, um dos maiores sucessos de Caetano Veloso, o cantor e compositor baiano relatava de maneira poética o impacto que a cidade de São Paulo causou nele. Convidamos  outra baianinha, a atriz e cantora Renata Celidonio, para nos contar como foi participar da temporada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;">Renata Celidonio fala sobre sua participação em &#8220;7 &#8211; O Musical&#8221;</span></h4>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2009/06/renatacelidonio.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4064" title="renatacelidonio" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2009/06/renatacelidonio.jpg" alt="renatacelidonio" width="578" height="408" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Em &#8220;Sampa&#8221;, um dos maiores sucessos de Caetano Veloso, o cantor e compositor baiano relatava de maneira poética o impacto que a cidade de São Paulo causou nele. Convidamos  outra baianinha, a atriz e cantora Renata Celidonio, para nos contar como foi participar da temporada paulista de &#8220;7 &#8211; O Musical&#8221;, no qual ela viveu Elvira. Com toda certeza algo também aconteceu no coração de Renata&#8230; </strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">&#8220;Há algumas semanas recebi um pedido muito carinhoso: escrever um depoimento, um mini-artigo, sobre a minha participação no “<span style="color: #800000;"><strong>7</strong></span>”.  Fiquei um tempo pensando “por onde começar?”&#8230; bom&#8230; vamos começar do começo!</p>
<p style="text-align: justify;">Ao ver um espetáculo, eu sei que ele é sensacional quando tenho vontade de fazer parte dele. E foi exatamente o que aconteceu em 2007, quando fui ao Teatro João Caetano. E o melhor: senti isso antes mesmo do espetáculo começar. Quando olhei o cenário e vi a “Clara” (Tatiana Kohler) deitada por meia-hora ali, no meio daquela floresta sombria&#8230; e veio o terceiro sinal, a orquestra a tocar aquela melodia “meio torta”&#8230; e veio aquele relógio imenso iluminado e a entrada da “Senhora A.” (a saudosa Ida Gomes)&#8230; 1&#8230; 2&#8230; 3&#8230; e pronto! O “7” mal havia chegado e eu já estava encantada. Completamente hipnotizada! Que equipe espetacular!</p>
<p style="text-align: justify;">Eu já havia trabalhado com o <strong><span style="color: #800000;">Charles </span></strong>e o <strong><span style="color: #800000;">Claudio</span></strong> na “Ópera do Malandro”  e na “Ópera do Malandro em Concerto”; já havia visto outros trabalhos deles após isso. Com resultados impecáveis, a super Tininha ao lado, o suporte da Paulinha Sandroni e equipes sempre muito competentes – então não é difícil imaginar o quão imediata e feliz foi a minha resposta ao convite dos meninos para ser a terceira “Elvira” do “7”.</p>
<p style="text-align: justify;">Cheguei a São Paulo dia 11 de abril e comecei a acompanhar os ensaios, estudar o texto e as marcações. O que me deixava mais tranquila era o fato de poder seguir todos os passos da Janaína Azevedo (a “segunda Elvira”), que se mostrou uma companheira de trabalho espetacular, tornando-se também uma amiga muito querida! Ela estreou dia 16 e fez as seis primeiras apresentações. E dia 26 de abril de 2009 encarei a platéia do Teatro Sérgio Cardoso de frente, pela primeira vez.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante os primeiros ensaios, eu ainda estava entretida com as músicas, o espaço, ter as letras de cor e aprender nota por nota daquela melodia lindamente empenada das canções desse espetáculo. Mas eu também tinha outra preocupação: criar a “minha Elvira”.</p>
<p style="text-align: justify;">Num processo de substituição dentro de um elenco já formado &#8211; e com tanta sintonia &#8211; eu sentia que esse passo seria o mais delicado de todos: fazer nascer um novo personagem, com novas reações, respeitando, porém a direção, as marcações e as relações estabelecidas anteriormente pelas outras atrizes com o todo.</p>
<p style="text-align: justify;">E foi assim que a “ela” chegou&#8230; aos poucos&#8230; a Elvira invejosa, “irmã má da Cinderela”&#8230; a voz, o humor, os olhares, a maquiagem trágica&#8230; o corpete ajustado, a saia longa, as anáguas sob ela, a forma de andar, a respiração&#8230; a cada dia uma nova descoberta &#8211; sempre contando com o apoio de quem estava por perto.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2009/06/renata-celidonio-sete-02.jpg"><img class="alignright size-large wp-image-4067" style="margin: 0px 10px;" title="renata-celidonio-sete-02" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2009/06/renata-celidonio-sete-02-658x1024.jpg" alt="renata-celidonio-sete-02" width="368" height="573" /></a>A atenção e a disponibilidade de todos do elenco foram fundamentais para que eu me sentisse completamente livre para criar. Após cada ensaio de cena, cada passagem de som, havia sempre alguém com uma crítica construtiva, um elogio, uma palavra ou um gesto carinhoso. Jamais esquecerei as palavras do Charles pra mim, numa carta destinada ao elenco, logo após a estréia: “<em>Renata &#8211; pode entrar que a casa é sua. Entre, bata a porta e arrebente, afinal você sabe o que é que a baiana tem</em>.” &#8211; aaaahhhh&#8230; tem coisa melhor que isso pra começar a trabalhar?</p>
<p style="text-align: justify;">Todas as noites bradávamos em coro as seguintes palavras: “<em>Junto minha mão à sua, junto meu coração ao seu, para que juntos possamos fazer aquilo que eu não posso fazer sozinha</em>”.  E foi exatamente assim que eu me senti durante toda a temporada paulista do espetáculo: completamente aconchegada dentro de uma parceria maravilhosa.</p>
<p style="text-align: justify;">Não dá pra esquecer de falar aqui da recepção calorosa que tivemos do público da “paulicéia desvairada”. Como era prazeroso, ao fim de cada espetáculo, ouvir os aplausos constantes preenchendo aquela sala com tanta alegria! Como era delicioso ir ao <em>foyer</em> e sentir de perto o resultado de um trabalho bem realizado. Todos encantados com o espetáculo, gente que voltava e dizia pra mim: “<em>Eu to vendo pela segunda vez, hoje eu trouxe 10 pessoas, semana que vem trago 60</em>”! Sessenta! Mas o mais engraçado é que eu saía e poucas pessoas me reconheciam! Teve um comentário sensacional, feito por uma das amigas da Rogéria: “Ei, eu quase não te reconheci! Você fora do palco é uma menina de família!” &#8211; eu, prontamente, respondi: “O que? Eu sou pra casar!” (e rimos muito).</p>
<p style="text-align: justify;">Dia 31 de maio de 2009, domingo: toda a equipe com os olhos cheios d´água. Platéia LOTADA. Não conseguíamos acreditar que estava chegando ao fim&#8230; é um tipo de ficha demora mesmo pra cair. “<em>Todo artista tem de ir aonde o povo está</em>”&#8230; mas pra isso ele precisa de dinheiro, minha gente! E essa temporada só foi possível graças ao investimento dos próprios produtores: a <span style="color: #800000;"><strong>Aventura Produções</strong></span>. Investiram por acreditar na qualidade desse espetáculo GENUINAMENTE BRASILEIRO, criação desses “monstros sagrados do teatro musical” em parceria com o talento indiscutível do <span style="color: #800000;"><strong>Ed Motta</strong></span>. Pensar que não estamos em cartaz hoje, simplesmente por falta de patrocínio, é uma pena! Espero, sinceramente, que os empresários desse país comecem a ouvir melhor o que uma platéia como a do “7” diz&#8230; e fiquem mais sensíveis ao produto nacional de boa qualidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Bom&#8230; é isso. Demorou, mas saiu. Para um “mini-artigo”, até que escrevi bastante, né?</p>
<p style="text-align: justify;">Termino por aqui, com a esperança que mantém a arte em minhas veias: VIDA LONGA AO “7”!!!&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Renata Celidonio.</strong></span></p>
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		<title>&#8220;7 &#8211; O Musical&#8221;: Emoção nos Aplausos Finais da Temporada Paulista</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Jun 2009 15:10:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Site Möeller &#38; Botelho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Assista o vídeo dos aplausos finais no encerramento da temporada paulista de &#8220;7 &#8211; O Musical&#8220;, com direito a fala emocionada de Alessandra Maestrini:




 
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Assista o vídeo dos aplausos finais no encerramento da temporada paulista de &#8220;<strong><span style="color: #800000;">7 &#8211; O Musical</span></strong>&#8220;, com direito a fala emocionada de <strong><span style="color: #800000;">Alessandra Maestrini</span></strong>:</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><object width="425" height="350" data="http://www.youtube.com/v/ZzKN77zX1jw" type="application/x-shockwave-flash"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/ZzKN77zX1jw" /></object></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"> </p>
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		<title>Crítica &#8220;7&#8243;: &#8220;Subjetivos e Objetivos&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Jun 2009 17:50:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Site Möeller &#38; Botelho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Confira a crítica de &#8220;7 &#8211; O Musical&#8221; por Darson Ribeiro (Portal Cultura &#38; Lazer):

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Confira a crítica de &#8220;<strong>7 &#8211; O Musical</strong>&#8221; por Darson Ribeiro (Portal Cultura &amp; Lazer):</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2009/06/critica-de-7.jpg"><img class="size-large wp-image-3396 alignnone" title="critica-de-7" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2009/06/critica-de-7-544x1024.jpg" alt="critica-de-7" width="544" height="1024" /></a></p>
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		<title>&#8220;7 &#8211; O Musical&#8221; se despede de SP com muita emoção</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 12:38:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Site Möeller &#38; Botelho</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Monica Athayde Lopes]]></category>

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		<description><![CDATA[
A temporada paulista de “7 &#8211; o musical” chegou ao fim neste domingo, 31/05, com ingressos esgotados e muita vibração.

No final, Alessandra Maestrini, bastante emocionada, agradeceu a presença de todos e disse que gostaria de ficar mais tempo em cartaz em São Paulo. Maestrini destacou também a garra da Aventura, por levar esse espetáculo para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="alignnone" title="Último dia de 7 - O Musical" src="../wp-content/uploads/2009/06/ultimodia_79.jpg" alt="" width="578" height="408" /></p>
<p style="text-align: justify;">A temporada paulista de “<span style="color: #800000;"><strong>7 &#8211; o musical</strong></span>” chegou ao fim neste domingo, 31/05, com ingressos esgotados e muita vibração.</p>
<p><img class="alignright" style="margin: 5px;" title="Bia Câmara" src="../wp-content/uploads/2009/06/bia.jpg" alt="" width="171" height="190" /></p>
<p style="text-align: justify;">No final, <span style="color: #800000;"><strong>Alessandra Maestrini</strong></span>, bastante emocionada, agradeceu a presença de todos e disse que gostaria de ficar mais tempo em cartaz em São Paulo. Maestrini destacou também a garra da Aventura, por levar esse espetáculo para SP sem patrocínio.</p>
<p style="text-align: justify;">“<em>O último dia foi muito emocionante… Nossa, todo mundo com o coração na boca! Agora é guardar a peça dentro do coração e ver o que o destino reserva pra esse trabalho tão especial.  Essa temporada em São Paulo foi realmente incrível</em>”, disse <span style="color: #800000;"><strong>Alessandra Verney</strong></span>, intérprete de Bianca.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p><img class="alignleft" style="margin: 5px;" title="Cleo Caetano" src="../wp-content/uploads/2009/05/cleo.jpg" alt="Cleo Caetano" width="171" height="190" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;"><strong>Bia Câmara</strong></span>, <em>cantriz </em>que assistiu pela primeira vez esse musical saiu de lá vibrada, classificou como “Surpreendente” e “Fascinante”. Já <span style="color: #800000;"><strong>Cleo Caetano</strong></span>, também  <em>cantriz</em>, destacou o primor técnico e a qualidade vocal do elenco.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
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<p><img class="alignright" style="margin: 5px;" title="André Loddi" src="../wp-content/uploads/2009/06/loddi2.jpg" alt="" width="171" height="190" /></p>
<p style="text-align: justify;">O ator-cantor <span style="color: #800000;"><strong>André Loddi</strong></span>, que viu quatro vezes o espetáculo e participará de “O Despertar da Primavera”, disse que gostou muito do último dia pois a emoção estava nos olhos dos atores.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;"><strong>Monica Lopes</strong></span>, da Aventura Produções, revelou que na coxia todos os atores estavam muitos emocionados.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p>“7 &#8211; O Musical” ficou dois meses em cartaz no Teatro Sérgio Cardoso.</p>
<p style="text-align: justify;">
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<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<h3 style="text-align: center;">Confira as fotos da última apresentação em SP:</h3>

<div class="ngg-galleryoverview" id="ngg-gallery-2-3337">


	
	<!-- Thumbnails -->
		
	<div id="ngg-image-4" class="ngg-gallery-thumbnail-box"  >
		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/gallery/ultimo-dia-de-7/ultimodia_7211.jpg" title="Fãs da Comunidade do Orkut" class="thickbox" rel="set_2" >
								<img title="Galera do Orkut" alt="Galera do Orkut" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/gallery/ultimo-dia-de-7/thumbs/thumbs_ultimodia_7211.jpg" width="170" height="140" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 		
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		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/gallery/ultimo-dia-de-7/ultimodia_7312.jpg" title="Agradecimentos Finais" class="thickbox" rel="set_2" >
								<img title="Elenco" alt="Elenco" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/gallery/ultimo-dia-de-7/thumbs/thumbs_ultimodia_7312.jpg" width="170" height="140" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 		
	<div id="ngg-image-6" class="ngg-gallery-thumbnail-box"  >
		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/gallery/ultimo-dia-de-7/ultimodia_7411.jpg" title="Bia Câmara, Luana Zenun, Cleo Caetano, Aninha e Liza Matsuda" class="thickbox" rel="set_2" >
								<img title="Garotas" alt="Garotas" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/gallery/ultimo-dia-de-7/thumbs/thumbs_ultimodia_7411.jpg" width="170" height="140" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 		
	<div id="ngg-image-7" class="ngg-gallery-thumbnail-box"  >
		<div class="ngg-gallery-thumbnail" >
			<a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/gallery/ultimo-dia-de-7/ultimodia_7511.jpg" title=" " class="thickbox" rel="set_2" >
								<img title="Casal" alt="Casal" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/gallery/ultimo-dia-de-7/thumbs/thumbs_ultimodia_7511.jpg" width="170" height="140" />
							</a>
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	</div>
	
		
 		
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			<a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/gallery/ultimo-dia-de-7/ultimodia_7711.jpg" title=" " class="thickbox" rel="set_2" >
								<img title="Danillu" alt="Danillu" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/gallery/ultimo-dia-de-7/thumbs/thumbs_ultimodia_7711.jpg" width="170" height="140" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 		
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			<a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/gallery/ultimo-dia-de-7/ultimodia_7921.jpg" title=" " class="thickbox" rel="set_2" >
								<img title="Aplausos" alt="Aplausos" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/gallery/ultimo-dia-de-7/thumbs/thumbs_ultimodia_7921.jpg" width="170" height="140" />
							</a>
		</div>
	</div>
	
		
 	 	
	<!-- Pagination -->
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</div>


<p style="text-align: justify;">
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		<title>Alessandra Verney: Uma Artista Sem Fronteiras</title>
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		<pubDate>Sat, 30 May 2009 16:38:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Site Möeller &#38; Botelho</dc:creator>
				<category><![CDATA[7 - O Musical]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Alessandra Verney]]></category>

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		<description><![CDATA[

Em “7 – O Musical”, ela entra em cena já com 30 minutos de peça iniciada. Surge no escuro, no alto de uma escada. A cara branca, o cabelo preto e a boca vermelha desenhada no meio do rosto&#8230; assim é descrita Bianca, a antagonista de Amélia (Alessandra Maestrini), no mais autoral espetáculo da dupla [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Em “<strong>7 – O Musical</strong>”, ela entra em cena já com 30 minutos de peça iniciada. Surge no escuro, no alto de uma escada. A cara branca, o cabelo preto e a boca vermelha desenhada no meio do rosto&#8230; assim é descrita Bianca, a antagonista de Amélia (Alessandra Maestrini), no mais autoral espetáculo da dupla <strong>Charles Möeller</strong> &amp; <strong>Claudio Botelho</strong>.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2009/04/aleverney01.jpg"><img class="size-full wp-image-3162 alignnone" title="aleverney01" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2009/04/aleverney01.jpg" alt="aleverney01" width="446" height="483" /></a></p>
<h5 style="text-align: right;">Foto: Paulo Ruy Barbosa</h5>
<p style="text-align: justify;">A personagem, que teria tudo para vir a ser mais uma “vilã femme-fatale”, é defendida por sua intérprete, <strong>Alessandra Verney</strong>, que a vê como alguém que também foi iludida, tal qual Amélia.</p>
<p style="text-align: justify;">Trancafiada em um subúrbio carioca, o sonho de Bianca é conhecer o mar. Já o de Alessandra Verney é continuar cruzando oceanos – Nascida no interior do Rio Grande do Sul, ela mora hoje no Rio e quando encontra uma brecha, tem zarpado para fazer shows na Grécia &#8211; por onde está tentando conquistar um lugar ao sol também na Europa.</p>
<p style="text-align: justify;">Às vésperas do encerramento da temporada paulista de “7” (onde canta duas belas canções: “Se Essa Rua” e “Ele Vai Voltar”), Alessandra Verney conversou com o Site Möeller Botelho sobre sua personagem, sobre seus trabalhos com a dupla e sua experiência como atriz e cantora.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Conheça mais um pouco dessa artista sem fronteiras</em></p>
<p style="text-align: center;">
<h5 style="text-align: right;">Foto:  Chico Lima</h5>
<p style="text-align: center;"><em><strong><a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2009/04/aleverney021.jpg"><img class="size-full wp-image-3175 aligncenter" style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" title="aleverney021" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2009/04/aleverney021.jpg" alt="aleverney021" width="500" height="333" /></a></strong></em></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;"><em><strong>A sua personagem no musical, Bianca, é a antagonista de Amélia (Alessandra Maestrini) e tem um perfil complexo. Você a vê como uma vilã ou uma vítima? </strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Vejo a Bianca como alguém que apostou em algo que acreditava e as coisas não corresponderam da forma como ela esperava. Consequentemente, virou uma mulher aprisionada &#8211; assim como a princesa que se encontra no alto da torre. Só que em vez de aceitar essa situação, ela externaliza a sua insatisfação e  resolve se arriscar. Carmem dos Baralhos surge como o canal para essa “fuga”, mas o tiro sai pela culatra… Herculano e Bianca se envolveram, ela engravidou e então fugiram juntos &#8211; a situação ficou fora de controle; ele prometeu várias coisas, mas não as cumpriu.  Na visão de Amélia, Bianca aparece como uma espécie de “vilã femme-fatale”, a mulher que “roubou” seu marido; porém, no decorrer da história, fica claro que não é bem assim, que existem os dois lados da moeda. Bianca também foi iludida&#8230; Na sua cabeça, sente-se constantemente perseguida por Amélia. Além disso, carrega muita culpa: culpa de ficar com o Herculano, culpa de ser bonita, culpa de não saber ser mãe&#8230; Não a vejo como vítima e nem como vilã.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong><br />
<span style="color: #000000;">“7” teve uma interrupção entre as temporadas de 2007, e as de 2008/2009. Os diretores alteraram várias coisas da peça neste intervalo. O que mudou para você da primeira para estas duas temporadas (Rio/2008 e São Paulo/2009?</span></strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Houve um afastamento da peca de quase um ano entre essas duas temporadas (2007 e 2008). Durante esse período vivi novas experiências, fiz outros trabalhos e isso fez com que, naturalmente, tanto a bagagem pessoal  como emocional fossem  ampliadas. Ao voltar o foco novamente para o &#8220;7&#8243; &#8211; após os &#8220;breaks&#8221; -  foi como nascer de novo, mas já sabendo o que eu queria e possuindo um caminho traçado, tendo uma nova oportunidade de acrescentar ou de modificar alguns pontos para manter a personagem vivo e em constante evolução. Vejo a força da Bianca na vulnerabilidade. Isso ficou cada vez mais claro à medida que fazia mais e mais o espetáculo.</p>
<h5 style="text-align: right;">Foto: Tina Salles</h5>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em><strong><a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2009/05/aleverney08.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3221" style="margin: 0px 10px;" title="aleverney08" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2009/05/aleverney08.jpg" alt="aleverney08" width="422" height="281" /></a>E o que representa para você estar em “7”, com esse enredo, esse elenco, esse compositor (Ed Motta), essas músicas? </strong></em></span></p>
<p style="text-align: justify;">Eu sou muito feliz fazendo esse trabalho, realmente acredito nele e tenho muito orgulho fazer parte desde o comecinho. Precisamos musicais originais no Brasil, que busquem qualidade. Desde a primeira vez que o Charles Moeller me falou que estava escrevendo essa história e que teria músicas de Ed Motta e letras do Claudio Botelho, achei incrível, pois era algo ousado e, sobretudo, original. É fascinante estar num musical que vai sendo artesanalmente montado peça por peça, onde você vai acompanhando o nascimento dos personagens, das canções, onde você será o primeiro criador e a primeira voz daquele personagem. É uma sensação única e não tem preço.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em><strong><br />
Além de “7”, você já trabalhou em outros cinco musicais de Charles Möeller &amp; Claudio Botelho. Gostaria que você recordasse um pouco como foi participar desses espetáculos </strong></em></span></p>
<p style="text-align: justify;">Adorei ter feito todos os espetáculos, cada um foi especial de um jeito, sempre com novas descobertas e &#8220;upgrades&#8221;. A começar pelo repertório e os compositores de cada um… Um luxo. São várias lembranças de todos! Tenho um carinho muito especial por &#8220;Cole Porter&#8221;, principalmente a primeira temporada no Teatro Arena, que coroou uma retomada do Teatro Musical no Rio, foi uma grande vitrine e era uma delícia de se fazer, muito envolvente. Cristal Bacharach era divertidíssimo &#8211; em cena e na coxia. &#8220;Tudo é Jazz!&#8221; ficou pouco tempo em cartaz, mas foi muito marcante; era ótimo estar no palco com um elenco tão talentoso, com grande química vocal e cênica, a orquestra era um show à parte.  “Ópera do Malandro em Concerto” também foi muito prazeroso, não só pelo elenco, mas  pela forma que o espetáculo foi alinhavado, um tiro certo no coração da plateia.</p>
<h5><span style="color: #000000;">foto: Chico Lima</span></h5>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em><strong> <a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2009/04/aleverney04.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3181" style="margin: 0px 10px;" title="aleverney04" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2009/04/aleverney04.jpg" alt="aleverney04" width="315" height="473" /></a>Hoje Charles Möeller &amp; Claudio Botelho são reconhecidos como os grandes nomes do teatro musical brasileiro contemporâneo. Mas você começou a trabalhar com eles lá atrás, quando eles ainda estavam começando. Como é fazer parte dessa história? </strong></em></span></p>
<p style="text-align: justify;">Meu primeiro musical já foi com a dupla, &#8220;O Abre Alas&#8221;. Eu nunca havia feito teatro e de repente me vi num elenco enorme, num universo totalmente novo pra mim, pois até então eu só trabalhava como cantora e tinha uma carreira no RS, estava há pouco no Rio de Janeiro em busca de um novo espaço profissional. Charles e Claudio me receberam com muito carinho e respeito, o que me fez ir ganhando segurança naquela “nova empreitada” em minha vida. Foi um grande presente, no momento certo. Sou muito grata que eles tenham visto em mim potencial para o gênero, por terem apostado  em mim. Isso me moveu para procurar dar o meu melhor sempre, estudar, me aperfeiçoar &#8211; como atriz e como cantora. É interessante olhar para trás e ver o quanto a dupla cresceu,  conquistou seu espaço e certamente foi porque eles sempre souberam onde gostariam de chegar, com determinação e acreditando na sua verdade e no seu sonho.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em><strong>Você imaginava fazer teatro musical um dia? Estava dentro dos seus planos no comecinho de sua carreira? </strong></em></span></p>
<p style="text-align: justify;">Desde pequena sempre fui cinéfila e consequentemente adorava os musicais de cinema; queria ser atriz, mas não tinha noção de que um dia poderia vir a ser atriz e cantora, achava que tinha que optar entre uma carreira e outra. Muito sinceramente, querer ser artista já era uma realidade muito distante da que eu vivia… (risos), mas era o meu sonho. O teatro musical em si era uma realidade mais distante ainda, até porque esse mercado era muito pequeno no Brasil. Evoluiu muito rápido nos últimos anos e espero que continue crescendo.</p>
<h5 style="text-align: right;">Foto: André Wanderley</h5>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em><strong><a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2009/04/aleverney05.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3185" style="margin: 0px 10px;" title="aleverney05" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2009/04/aleverney05.jpg" alt="aleverney05" width="266" height="330" /></a>O que representa para você ser cantora e atriz? </strong></em></span></p>
<p style="text-align: justify;">Penso que tanto o cantar como o atuar são canais únicos de comunicação do ser humano e para com o ser humano; portanto, me sinto privilegiada ao poder fazer disso minha profissão, apesar de toda a instabilidade da mesma. Ter vocação é indispensável. Sou muito feliz de viver do que amo e amar o que faço. Além disso, é uma profissão sem fronteiras, o que é fascinante, basta ter – e criar – oportunidades para ser um artista do seu país e “do mundo” .</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><em><strong>&#8220;7&#8243; termina a temporada amanhã, 31 de maio. Já está com saudades de Bianca e de todo o espetáculo?</strong></em></span></p>
<p style="text-align: justify;">Nem me fale&#8230; O coração já está apertado. É um trabalho tão especial, com um elenco e equipe tão especiais&#8230; Independente de estarmos chegando ao fim de uma história ou ao fim de mais um capítulo, despedir-se de algo que se gosta muito, sempre é difícil. Tivemos uma receptividade incrível aqui em São Paulo, plateias calorosas e envolvidas com o espetáculo. Foi maravilhoso o &#8220;7&#8243; ter vindo pra cá. Vai deixar saudades sim, muitas&#8230;  Porém, com gostinho de &#8220;quero mais&#8221; &#8211; para nós e para o público, com certeza.</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<h2 style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong>Alessandra Verney em 4 tempos:</strong></span></h2>
<p><span style="color: #800000;"><strong><br />
</strong></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong><a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2009/04/aleverney06_opt1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3196" title="aleverney06_opt1" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2009/04/aleverney06_opt1.jpg" alt="aleverney06_opt1" width="209" height="209" /></a></strong></span></p>
<p style="text-align: center;">Cole Porter &#8211; Ele Nunca Disse que me Amava</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2009/05/aleverney_cristal_opt.jpg"><img class="size-full wp-image-3149 aligncenter" style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" title="aleverney_cristal_opt" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2009/05/aleverney_cristal_opt.jpg" alt="aleverney_cristal_opt" width="209" height="209" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Cristal Bacharach</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2009/05/aleverney_tudo-e-jazz_opt.jpg"><img class="size-full wp-image-3150 aligncenter" style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" title="aleverney_tudo-e-jazz_opt" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2009/05/aleverney_tudo-e-jazz_opt.jpg" alt="aleverney_tudo-e-jazz_opt" width="209" height="209" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Tudo é Jazz!</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2009/05/aleverney_operaconcerto_opt.jpg"><img class="size-full wp-image-3151 aligncenter" style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" title="aleverney_operaconcerto_opt" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2009/05/aleverney_operaconcerto_opt.jpg" alt="aleverney_operaconcerto_opt" width="209" height="209" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Ópera do Malandro em Concerto</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<h5>Crédito foto Cole Porter: Guga Melgar.</h5>
]]></content:encoded>
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		<title>Temporada de &#8220;7&#8243; termina neste domingo</title>
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		<pubDate>Tue, 26 May 2009 18:54:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[7 - O Musical]]></category>

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		<description><![CDATA[
A temporada paulista de &#8220;7 &#8211; O Musical&#8221; se encerra neste domingo, 31 de maio.
O espetáculo está em cartaz no Teatro Sérgio Cardoso (Rua Rui Barbosa, 153)
6.ª, 21h30; sáb., 21h; dom., 18h.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2009/05/7.jpg"></a><a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2009/05/manchete_7.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2500" title="manchete_7" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2009/05/manchete_7.jpg" alt="manchete_7" width="590" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A temporada paulista de &#8220;7 &#8211; O Musical&#8221; se encerra neste domingo, 31 de maio.</p>
<p style="text-align: justify;">O espetáculo está em cartaz no Teatro Sérgio Cardoso (Rua Rui Barbosa, 153)</p>
<p style="text-align: justify;">6.ª, 21h30; sáb., 21h; dom., 18h.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Suzana Faini: Mais do que Parabéns</title>
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		<pubDate>Fri, 01 May 2009 20:31:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[7 - O Musical]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Suzana Faini]]></category>

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		<description><![CDATA[Considerada uma das grandes atrizes do teatro e da TV, Suzana Faini tem um currículo que vai de peças como &#8220;Rei Lear&#8221;, &#8220;Tio Vânia&#8221; e &#8220;As Lágrimas Amargas de Petra Von Kant&#8221; a novelas como &#8220;Irmãos Coragem&#8221;, &#8220;Selva de Pedra&#8221; e &#8220;Pai Herói&#8221;. Recentemente ela brilhou na TV, na novela &#8220;A Favorita&#8221;, da TV Globo.
No [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2009/05/7-em-sampa-03.jpg"></a><a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2009/05/7-em-sampa-03.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-52" style="margin: 5px;" title="7-em-sampa-03" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2009/05/7-em-sampa-03.jpg" alt="7-em-sampa-03" width="232" height="350" /></a>Considerada uma das grandes atrizes do teatro e da TV, Suzana Faini tem um currículo que vai de peças como <strong>&#8220;Rei Lear&#8221;, &#8220;Tio Vânia&#8221; e &#8220;As Lágrimas Amargas de Petra Von Kant&#8221;</strong> a novelas como <strong>&#8220;Irmãos Coragem&#8221;, &#8220;Selva de Pedra&#8221; e &#8220;Pai Herói&#8221;.</strong> Recentemente ela brilhou na TV, na novela <strong>&#8220;A Favorita&#8221;</strong>, da TV Globo.</p>
<p>No último dia 16 de abril, Suzana fez sua estreia em musicais, na temporada paulista de <strong>“7 – O Musical”,</strong> de <em>Charles Möeller &amp; Claudio Botelho</em>.</p>
<p>Em seu primeiro trabalho com a dupla, ela tem a difícil tarefa de substituir Ida Gomes no papel da Srª A &#8211; Ida faleceu em fevereiro de 2009, alguns dias após o término da temporada carioca de “7”.</p>
<p>O Site Möeller &amp; Botelho conversou com Suzana sobre sua entrada no espetáculo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<ul>
<li><strong>Suzana, como você recebeu o convite de entrar em “7 – O Musical”?</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><em>Como todos devem saber, o convite veio após o falecimento de Ida Gomes, minha colega de outros trabalhos, minha amiga e grande atriz. No primeiro momento foi o sentimento de cumprir o dever de preencher o lugar de alguém num espetáculo. The show must go on. No segundo momento, pensei: ‘opa! substituir Ida Gomes?’ Claudio me tranquilizou.</em></p>
<p><em>Eu tinha visto o espetáculo duas vezes, e por sorte nem de longe pensei em substituir alguém, principalmente uma atriz do porte de Ida Gomes. Tentar imitá-la seria um desastre. Paula Sandroni trabalhou comigo alguns dias, rumamos para São Paulo e então entrei em contato com elenco, palco, música. Ainda não tinha largado o texto. Não que seja muito grande. Era insegurança mesmo.</em></p>
<ul>
<li><strong>Como foi o trabalho de compor a sua Srª A?</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><em>A Srª A, que eu chamo brincando de AAAA, porque sou a quarta atriz a fazê-la, foi surgindo por necessidade mais depressa do que costuma acontecer comigo. Charles me deu valiosíssimas informações e principalmente falou que eu me divertisse. É o que estou fazendo. Tenho muito presente a figura da madrasta da Branca de Neve: malvada, cruel, enfurecida, bruxa e poderosa. A Sra. A. é apaixonada, abandonada, amorosa, vingativa, má, sofrida, forte, sem nunca perder a esperança de reencontrar seu amor.</em></p>
<ul>
<li><strong>Você já havia atuado em musical antes?</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><em>Este é o primeiro dos muitos que farei. Nos próximos estarei cantando, sapateando, dançando e tudo o mais que eu puder&#8230; Brincadeirinha&#8230;</em></p>
<ul>
<li><strong>Como é  trabalhar com a dupla Möeller &amp; Botelho?</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><em>Olha, eu apenas tenho uma pequena idéia do que pode ser de muito bom. Na verdade tivemos pouquíssimos ensaios e adorei mesmo a competência, a segurança e o carinho com que todos são tratados. Eles fazem realmente uma grande dupla e o resultado é que isso reflete diretamente no rendimento de todo o elenco.</em></p>
<ul>
<li><strong>E que tal atuar ao lado de nomes como Zezé Motta, Rogéria, Alessandra Maestrini, Eliana Pittman, entre os outros?</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><em>São mulheres esplendorosas que me receberam muito bem. Estou encantada com todo o elenco. A turma, mulheres e homens, cantam demais e o nível de profissionalismo é de primeira. Estou mais do que de parabéns, não é?</em><strong></strong></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong>Veja mais fotos de Suzana em &#8220;7 &#8211; O Musical&#8221;:</strong></span></p>

<a href='http://www.moellerbotelho.com.br/arquivos/42/thumb_suzana' title='thumb_suzana'><img width="70" height="70" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2009/05/thumb_suzana.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="thumb_suzana" /></a>
<a href='http://www.moellerbotelho.com.br/arquivos/42/7-em-sampa-03' title='7-em-sampa-03'><img width="150" height="150" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2009/05/7-em-sampa-03-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="7-em-sampa-03" /></a>
<a href='http://www.moellerbotelho.com.br/arquivos/42/blog-cacilda-14' title='blog-cacilda-14'><img width="150" height="150" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2009/05/blog-cacilda-14-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="blog-cacilda-14" /></a>
<a href='http://www.moellerbotelho.com.br/arquivos/42/blog-cacilda-11' title='blog-cacilda-11'><img width="150" height="150" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2009/05/blog-cacilda-11-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="blog-cacilda-11" /></a>
<a href='http://www.moellerbotelho.com.br/arquivos/42/7-em-sampa-07' title='7-em-sampa-07'><img width="150" height="150" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2009/05/7-em-sampa-07-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="7-em-sampa-07" /></a>
<a href='http://www.moellerbotelho.com.br/arquivos/42/7-em-sampa-02' title='7-em-sampa-02'><img width="150" height="150" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2009/05/7-em-sampa-02-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="7-em-sampa-02" /></a>

<address style="text-align: right;"><em>Fotos: Lenise Pinheiro, Denny Naka, Site Ego.</em><br />
</address>
]]></content:encoded>
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		<title>Crítica &#8220;7 &#8211; O Musical&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Apr 2009 18:43:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[7 - O Musical]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>

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		<description><![CDATA[ 

À leitura do currículo das montagens da dupla Charles Möeller &#38; Claudio Botelho no programa de 7 – O Musical da 1ª, em 1996, até aos seus atuais sucessos, emociona a persistência intrépida, determinada dos jovens criadores empresários no gênero musical, com textos brasileiros, muitos, ou estrangeiros alternativos da off Broadway. 
De fato, assim [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;"> </span><br />
<span style="font-family: Georgia; font-size: small;"><img style="width: 240px; height: 240px;" src="http://www.moellerbotelho.com.br/Images/blog_up/image004.jpg" alt="" hspace="10" vspace="10" width="240" height="240" align="left" /><br />
À leitura do currículo das montagens da dupla <strong>Charles Möeller</strong> &amp; <strong>Claudio Botelho</strong> no programa de <strong>7 – O Musical</strong> da 1ª, em 1996, até aos seus atuais sucessos, emociona a persistência intrépida, determinada dos jovens criadores empresários no gênero musical, com textos brasileiros, muitos, ou estrangeiros alternativos da off Broadway. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">De fato, assim procederam e continuam procedendo na crença,  certamente, de que juntando a música, o canto, a dança e a palavra econômica à exuberância dos cenários e dos figurinos e ainda, hoje em dia, a uma iluminação inquieta e nervosa na busca de inimagináveis, até há pouco, efeitos plásticos, temos como conseqüência natural o cume da inteligência cênica. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">Realmente, é no mínimo fascinante  tal  ruidosa manifestação, capaz, sempre, de arrastar aos teatros do mundo milhões de pessoas que buscam diversão na arte ou vice-versa. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">Por sua vez,  Möeller  e Botelho re-instalaram na atividade empresarial artística o charme dos números superlativos pelo envolvimento de muitos na produção e execução de projetos cujas altas cifras o público vê inteiras no palco. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">Uma preocupação: dizem que o brasileiro tem inveja do sucesso alheio. Com meia dúzia de mega sucessos em cartaz no Rio e em São Paulo, rezemos para que a ala dos eternos descontentes com a distribuição de verbas estatais – polêmicas,  às vezes-, não se voltem contra esses destemidos empreendedores, não fossem eles igualmente talentosos e eficientes nas funções de autores, diretores, letristas e outras tantas que assumem paralelamente em suas montagens teatrais.</span></p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">E NÃO É QUE NELSON RODRIGUES ASSINARIA EMBAIXO? </span></strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">Você pode questionar – como vem acontecendo – o uso da música de Ed Mota, pouco melodiosa para alguns, não alçando ao pódio das “assobiáveis”, como manda o bom figurino da Broadway. Mas, a nosso ver, a música aqui utilizada serve como uma luva ao tom predominantemente sombrio da descabelada narrativa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;"> O uso do conto gótico dos Irmãos Grimm – Branca de Neve – em paralelo ou como base para a trama urdida pelo autor Charles Möeller , resulta num inusitado flagrante do universo de Nelson Rodrigues, nosso mais transgressor dramaturgo, com tudo a que nos acostumamos em sua obra, da fase mítica ou suburbana: mulher traída e inconformada; marido fujão e mulherengo (nada menos que um certo Herculano!); cafetinas, prostitutas, cartomantes vigaristas; e um caldeirão de ingredientes melodramáticos: ódio, inveja, vingança, punhais estraçalhando literalmente corações incautos&#8230; </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">O tom é de tragicomédia, de uma solenidade grandiloquente, com pitadas aliviadoras, de um humor tipicamente carioca, como por exemplo na cena do morto sapateador (que arranca aplausos divertidos da platéia). É claro que o autor sabia em que fonte bebia e tal recurso, consciente ou não, alavanca o  texto para além do mero folclore da lenda “dark” da secular heroína. Nelson Rodrigues assinaria em baixo, acreditamos. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">Outro aspecto positivo que salta aos olhos: o domínio técnico dos elencos brasileiros (cariocas, principalmente) nos musicais, quer cantando, dançando ou contracenando longe do psicologismo televisivo. Nesta bela montagem estamos diante de  magníficas intérpretes musicais como Zezé Mota, Eliana Pittman, Alessandra Maestrini e Alessandra Verney.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">Rogéria se encarrega do humor carioquês, como a cafetina Odete, bem seguida por Ivana Domenico e Janaina Azevedo (ou Renata Celidônio). E Suzana Faini está brilhante na misteriosa Sra. A, estreando no papel aqui em São Paulo, secundada com graça por Malú Rodrigues. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">Não menos importante, o naipe masculino, encabeçado por Jarbas Homem de Mello (Herculano), não só canta, como executa com  sensibilidade movimentos coreográficos de hipnótica força imagética. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">A direção musical e a pequena orquestra valorizam a música original de Ed Mota, assim como as letras de Cláudio Botelho, insuperável neste item desde sempre. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">Toda a produção é do mais irretocável profissionalismo, passando pelos figurinos de Rita Murtinho, pela cenografia de Rogério Falcão e pela iluminação de Paulo César Medeiros, todos “cobras”! </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">Como bem observou minha companheira de tantos anos, Elvira, assídua dos musicais da Broadway: parece que agora é a  Broadway que precisa prestar atenção – e aprender – com os musicais do “Aventura” (nome oficial da empresa de Möeller e Botelho.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;"><br />
<em><strong>Por: AFONSO GENTIL &#8211; Crítico Teatral filiado a APCA desde 1992.</strong></em></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;"><em><strong><br />
</strong></em></span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.moellerbotelho.com.br/arquivos/1907/feed</wfw:commentRss>
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		<title>Lenise Pinheiro registra &#8220;7 &#8211; O Musical&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Apr 2009 23:47:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma das principais fotógrafas de teatro do Brasil, Lenise Pinheiro, esteve nos bastidores de &#8220;7 &#8211; O Musical&#8221; na semana passada para registrar as nuances e os detalhes do espetáculo de Charles Möeller &#38; Claudio Botelho. 
As fotos foram publicadas no Blog Cacilda, da Folha de São Paulo. 


 
Confira algumas das belas imagens de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">Uma das principais fotógrafas de teatro do Brasil, Lenise Pinheiro, esteve nos bastidores de &#8220;<strong>7 &#8211; O Musical</strong>&#8221; na semana passada para registrar as nuances e os detalhes do espetáculo de <strong>Charles Möeller</strong> &amp; <strong>Claudio Botelho</strong>. </span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">As fotos foram publicadas no Blog Cacilda, da Folha de São Paulo. </span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;"><br />
</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;"> </span></p>
<p align="center"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">Confira algumas das belas imagens de Lenise:</span></p>
<p style="text-align: center;"><img style="width: 473px; height: 315px;" src="http://www.moellerbotelho.com.br/Images/blog_up/Blog%20Cacilda%2001.jpg" alt="" width="473" height="315" /></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><img style="width: 473px; height: 315px;" src="http://www.moellerbotelho.com.br/Images/blog_up/Blog%20Cacilda%2012.jpg" alt="" width="473" height="315" /></p>
<p style="text-align: center;"><img style="width: 473px; height: 315px;" src="http://www.moellerbotelho.com.br/Images/blog_up/Blog%20Cacilda%2009.jpg" alt="" width="473" height="315" /></p>
<p style="text-align: center;"><img style="width: 473px; height: 315px;" src="http://www.moellerbotelho.com.br/Images/blog_up/Blog%20Cacilda%2010.jpg" alt="" width="473" height="315" /></p>
<p style="text-align: center;"><img style="width: 334px; height: 500px;" src="http://www.moellerbotelho.com.br/Images/blog_up/Blog%20Cacilda%2014.jpg" alt="" width="334" height="500" /></p>
<p style="text-align: center;"><img style="width: 334px; height: 500px;" src="http://www.moellerbotelho.com.br/Images/blog_up/Blog%20Cacilda%2005.jpg" alt="" width="334" height="500" /></p>
<p style="text-align: center;"><img style="width: 334px; height: 500px;" src="http://www.moellerbotelho.com.br/Images/blog_up/Blog%20Cacilda%2007.jpg" alt="" width="334" height="500" /></p>
<p style="text-align: center;"><img style="width: 334px; height: 500px;" src="http://www.moellerbotelho.com.br/Images/blog_up/Blog%20Cacilda%2006.jpg" alt="" width="334" height="500" /></p>
<p style="text-align: center;"><img style="width: 334px; height: 500px;" src="http://www.moellerbotelho.com.br/Images/blog_up/Blog%20Cacilda%2008.jpg" alt="" width="334" height="500" /></p>
<p style="text-align: center;"><img style="width: 334px; height: 500px;" src="http://www.moellerbotelho.com.br/Images/blog_up/Blog%20Cacilda%2003.jpg" alt="" width="334" height="500" /></p>
<p style="text-align: center;"><img style="width: 400px; height: 600px;" src="http://www.moellerbotelho.com.br/Images/blog_up/Blog%20Cacilda%2011.jpg" alt="" width="400" height="600" /></p>
<p style="text-align: center;"><img style="width: 473px; height: 315px;" src="http://www.moellerbotelho.com.br/Images/blog_up/Blog%20Cacilda%2002.jpg" alt="" width="473" height="315" /></p>
<p style="text-align: center;"><img style="width: 473px; height: 315px;" src="http://www.moellerbotelho.com.br/Images/blog_up/Blog%20Cacilda%2013.jpg" alt="" width="473" height="315" /></p>
<p style="text-align: center;"><em><span style="font-family: Georgia; font-size: x-small;">Fotos: Lenise Pinheiro &#8211; Blog Cacilda (Folha).<br />
</span></em></p>
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		<title>&#8220;7 &#8211; O Musical&#8221; em SP</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Apr 2009 15:26:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Confira a reportagem exclusiva do Site Möeller &#38; Botelho sobre a temporada de &#8220;7 &#8211; O Musical&#8221; em São Paulo.
Depoimentos de Charles Möeller, Claudio Botelho, Alessandra Maestrini, Zezé Motta, Alessandra Verney, Rogéria, Suzana Faini e Malu Rodrigues:


]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Confira a reportagem exclusiva do Site Möeller &amp; Botelho sobre a temporada de &#8220;<strong>7 &#8211; O Musical</strong>&#8221; em São Paulo.</p>
<p>Depoimentos de Charles Möeller, Claudio Botelho, Alessandra Maestrini, Zezé Motta, Alessandra Verney, Rogéria, Suzana Faini e Malu Rodrigues:</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: center;"><object width="425" height="350" data="http://www.youtube.com/v/ZJ0ZeMIlxgc" type="application/x-shockwave-flash"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/ZJ0ZeMIlxgc" /></object></p>
]]></content:encoded>
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		<title>“7” em Progresso</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Apr 2009 23:54:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Charles Möeller]]></category>
		<category><![CDATA[Claudio Botelho]]></category>
		<category><![CDATA[Eliana Pitman]]></category>
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		<description><![CDATA[7 – O Musical” estreia em São Paulo com novos nomes no elenco e cenas modificadas



Considerado o mais autoral (e mais ousado) dos espetáculos de Charles Möeller &#38; Claudio Botelho, “7 – O Musical” estreou em São Paulo no último final de semana com o desafio de seduzir o público paulista com uma sombria história [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;"><strong><em>7 – O Musical” estreia em São Paulo com novos nomes no elenco e cenas modificadas</em></strong></span></p>
<p><strong><em></em></strong></p>
<p align="center"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;"><strong><em><img style="width: 500px; height: 375px;" src="http://www.moellerbotelho.com.br/Images/blog_up/7%20em%20Sampa%2001.jpg" alt="" width="500" height="375" align="middle" /></em></strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;"><br />
<span style="font-family: Georgia; font-size: small;">Considerado o mais autoral (e mais ousado) dos espetáculos de <strong>Charles Möeller </strong>&amp;<strong> Claudio Botelho</strong>, “<strong>7 – O Musical</strong>” estreou em São Paulo no último final de semana com o desafio de seduzir o público paulista com uma sombria história de amor e ódio passada em um Rio de Janeiro atemporal e soturno. </span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">Contrariando os que dizem que Möeller &amp; Botelho só trabalham com velhos amigos, “7” traz um elenco improvável e jamais reunido: além de atores-cantores consagrados como Alessandra Maestrini, Alessandra Verney, Jarbas Homem de Mello, Ivana Domenico e Betto Serrador, o espetáculo reúne ainda nomes como Zezé Motta, uma de nossas <em>cantrizes </em>precursoras; a cantora Eliana Pittman, que faz sua estreia em teatro; a transformista Rogéria, que brilha na pele de D.Odete; e a atriz Suzana Faini, que faz seu primeiro trabalho com a dupla e tem a ingrata – porém honrosa &#8211; missão de substituir Ida Gomes no papel da Sra.A. Ida faleceu em fevereiro de 2009, alguns dias após o término da temporada carioca de “7”.</span></span></p>
<p align="center"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;"><img style="width: 400px; height: 287px;" src="http://www.moellerbotelho.com.br/Images/blog_up/7%20em%20Sampa%2006.jpg" alt="" width="400" height="287" /></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;"><br />
<span style="font-family: Georgia; font-size: small;"><strong><em>Cenas modificadas</em></strong></span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">A montagem de “7” em São Paulo traz também outras novidades: a jovem Malu Rodrigues, que havia feito Louise Von Trapp na temporada carioca de “A Noviça Rebelde”, assume o papel de Clara, no lugar de Marina Ruy Barbosa. </span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">Do ponto de vista dramatúrgico também houve mudanças. Uma das cenas do espetáculo, a do espelho (o “Coração no Bosque”) foi retirada e o solo de Eliana Pittman, logo no início do segundo ato, foi modificado. </span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">“A cena anterior era muito bonita, mas nós já tínhamos vontade há algum tempo de facilitar a vida da plateia e tirar algumas das pistas falsas que poderiam criar confusão para a compreensão do espetáculo. Todo o início do segundo ato até o final da Cena do Bebê, embora tivessem seus méritos, não avançavam a ação em nada, eram apenas uma alegoria antes de entrarmos novamente na história. Então privilegiamos a história e o ato já começa”, explica o diretor <strong>Claudio Botelho</strong>. </span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;"><strong><em><img style="width: 199px; height: 300px;" src="http://www.moellerbotelho.com.br/Images/blog_up/7%20em%20Sampa%2003.jpg" alt="" hspace="10" width="199" height="300" align="right" /></em></strong>“A canção interpretada pela Eliana Pittman ganhou nova letra e funciona agora quase como um entreato, uma pré-cena para o que virá. A música e o arranjo são exatamente os mesmos. O que mudou foi apenas uma parte da letra. Eu gostava da letra original, mas esta é mais direta e um pouco menos confusa para a história”, diz Botelho. </span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">Já o diretor <strong>Charles Möeller</strong> lembra que “7” é um ‘work in progress’ (“é a única vantagem de ser autor e diretor”, brinca ele). </span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">“Com o primeiro tratamento do texto dava para montar uma trilogia. Originalmente tinha todo o passado de Herculano, toda a infância de Amélia e a própria começando a envelhecer&#8230; Tinha Odete, Carmem e Rosa jovens. Era realmente um ‘E O Vento Levou”, ri o diretor.</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">Charles frisa que em teatro o processo é esse mesmo – as coisas vão sendo depuradas com o tempo e vai se percebendo o que funciona e o que soma, e vice-versa.</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">“O fato de fecharmos o primeiro ato com o uivo de Amélia tapando os ouvidos, pois não quer escutar os ecos do seu sortilégio em frente à Sra.A, desesperada por ter entendido seu trágico destino de ter que matar aquilo que ela ama, fazia com que o público fechasse uma parte do quebra-cabeça e saísse no intervalo intrigado com uma sensação de ‘o que é isso?’ Ao voltarmos do intervalo precisávamos esclarecer imediatamente essa questão levantada e não confundir mais. Precisávamos voltar do ponto em que paramos. Era essa a questão principal”, explica Möeller.<br />
</span></span></p>
<p align="center"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;"><img style="width: 400px; height: 287px;" src="http://www.moellerbotelho.com.br/Images/blog_up/7%20em%20Sampa%2007.jpg" alt="" width="400" height="287" /></span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;"><br />
<span style="font-family: Georgia; font-size: small;"><br />
<strong>Desembaralhando o enredo</strong></span></span></span></p>
<p>Charles concorda com Claudio que o número do espelho, embora adorável, confundia o público: “É das músicas que eu mais gosto, mas esse número servia pra embaralhar de vez a cabeça de quem espera algumas respostas pra se manter interessado na trama. Ele começava com um berro de Madalena dizendo que uma mulher congelou e desembocava na entrada da Sra.A brigando com Clara, que repetia o numero “Esfregando o chão” com outra letra. Muitas pessoas achavam ali que Clara era Amélia”,</p>
<p align="justify"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">Segundo Charles, o auge da confusão se dava quando a Madrinha Rosa entrava com outro figurino (anos mais jovem ou não), com um outro bebê e cantando uma música de ninar. “Já temos um bebê na peça que é a menina que havia acabado de ser abandonada em casa por Bianca. Então dava a impressão que a Rosa estava com a filha de Bianca que se chamava Amélia, afinal não havíamos falado que a filha de Herculano e Bianca era Clara! O que a Rosa estaria fazendo com o filho de Bianca e Herculano no colo? Parecia que o bebê havia sido sequestrado e entregue à Rosa pra ela criar, como mais um castigo de Carmem e Amélia contra Bianca”, desembaraça o diretor. </span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">“A maioria das pessoas achava que tudo isso era muito claro, mas alguns me questionavam esses ruídos. Musical quando não é cartesiano é difícil, pois as pessoas querem respostas imediatamente para se sentirem inteligentes. Lendo um livro de dramaturgia, me veio uma luz. Ele dizia que no primeiro ato você levanta as perguntas e no segundo você as responde. Eu ainda estava levantando questões no segundo ato! Preferi não falar de Clara e da Sra.A, para focar em Amélia. Foi duro e triste, mas ficou melhor e o público paulista recebeu a peça bem melhor e com mais entendimento”, revela Charles.</span></span></span></p>
<p align="center"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;"><strong><em></em></strong></span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;"><br />
<span style="font-family: Georgia; font-size: small;"><strong><img style="width: 333px; height: 255px;" src="http://www.moellerbotelho.com.br/Images/blog_up/7%20em%20Sampa%2002.jpg" alt="" hspace="10" width="333" height="255" align="left" />CD à vista</strong> </span></span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">Outra novidade da temporada paulista foi o anúncio (tão esperado pelos fãs do musical) do lançamento do CD de “7”. </span></span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">“Finalmente o CD será gravado. Não sei muitos detalhes ainda, mas ao que parece a Trama vai realmente gravar o CD. Vamos usar atores dos dois elencos nas diversas faixas. Até eu e Ed vamos participar como cantores (a princípio). Nunca entendi porque consegui lançar ‘Company’, ‘Lado a Lado com Sondheim’ e ainda não tinha sequer conseguido entrar num estúdio pra gravar ‘7’. Era uma frustração absoluta. Mas parece que isso vai ser resolvido agora, antes do fim da temporada paulista”, diz Claudio Botelho.<br />
</span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family: Georgia; font-size: small;"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;"><br />
<strong><span style="font-size: x-small;">Serviço</span></strong></span><span style="font-size: x-small;"> </span></span></span></span></p>
<p><span class="style12"><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: Georgia;">7 – O Musical<br />
Temporada de 17 de abril a 6 de junho<br />
Sextas, às 21h30. Sábados, às 21h. Domingos, às 18h.</span> </span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Georgia; font-size: x-small;">Teatro Sergio Cardoso<br />
Rua Rui Barbosa, 153 – Bela Vista<br />
Tel: 3288-0136<br />
Ingressos a R$ 40 (platéia) e R$ 20 (balcão)<br />
Duração: 2h15<br />
Lotação: 856 lugares<br />
Classificação etária: 14 anos<br />
Vendas Online: </span><a href="http://www.ingressorapido.com.br/"><span style="font-family: Georgia; font-size: x-small;"><strong>www.ingressorapido.com.br</strong></span></a></p>
<p><em><span style="font-family: Georgia; font-size: x-small;">Fotos: Site Ego, Agência Estado, Denny Naka.</span></em></p>
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		<title>Branca de Neve em versão dark</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Apr 2009 00:14:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[7 - O Musical]]></category>
		<category><![CDATA[Clipping]]></category>
		<category><![CDATA[Alessandra Maestrini]]></category>
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		<category><![CDATA[Suzana Faini]]></category>
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		<description><![CDATA[O espetáculo 7 transforma a fábula infantil em musical, narrado por canções soturnas de Ed Motta
O Estado de São Paulo &#8211; Ubiratan Brasil &#8211; 16/04/09



Sete são os pecados capitais e também as maravilhas do mundo. As pragas do Egito são sete assim como as cores do arco-íris. E sete são os anões da Branca de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>O espetáculo 7 transforma a fábula infantil em musical, narrado por canções soturnas de Ed Motta</strong></p>
<address style="text-align: center;">O Estado de São Paulo &#8211; Ubiratan Brasil &#8211; 16/04/09</address>
<p><a href="../wp-content/uploads/2009/04/72.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-14" title="72" src="../wp-content/uploads/2009/04/72.jpg" alt="72" width="590" height="400" /></a></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;"><br />
<strong><em></em></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">Sete são os pecados capitais e também as maravilhas do mundo. As pragas do Egito são sete assim como as cores do arco-íris. E sete são os anões da Branca de Neve, história infantil que inspirou o mais autoral trabalho da dupla <strong>Claudio Botelho</strong> e <strong>Charles Möeller</strong>, que estreia hoje para convidados, no Teatro Sérgio Cardoso, e que se chama justamente <strong>7 &#8211; O Musical</strong>.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">&#8220;O número é emblemático e nos surgiu durante o processo&#8221;, conta Möeller, autor do texto e responsável pela direção. &#8220;E a fábula da Branca de Neve é apenas o ponto de partida, pois a história é como um tratado sobre a inveja&#8221;, completa Botelho.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">A trama desconstrói a história infantil ao centralizar a narração na madrasta má, Amélia (Alessandra Maestrini), que é trocada pelo namorado por Bianca (Alessandra Verney), jovem pura, simples e bonita. Aconselhada por sua madrinha (Eliana Pittman), Amélia consulta uma cartomante, Carmen dos Baralhos (Zezé Motta), que a submete a sete pedidos para recuperar o amor.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">De todas, a sétima tarefa revela-se a mais complicada: conseguir o coração de alguém que nunca tenha se apaixonado. Com isso, Amélia vai parar no bordel de Dona Odete (Rogéria), onde se envolve com o jovem Álvaro (Pedro Sol) e sofre nas mãos de outras funcionárias do local, Madalena (Janaína Azevedo) e Elvira (Ivana Domenico). Ao mesmo tempo em que a trama segue, uma misteriosa velhinha, Senhora A. (Suzana Faini), conta para a afilhada a história de Branca de Neve, em uma das chaves do misterioso enredo.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">Os fatos se desenrolam em uma Rio de Janeiro que bem poderia ter sido recriada por Tim Burton: escura, tenebrosa e onde até neva. O tom de ópera dark surgiu quando Botelho e Möeller foram surpreendidos pelo cantor e compositor Ed Motta. &#8220;Em 2001, depois de assistir à nossa montagem de Company, ele nos procurou para dizer que tinha algumas canções sem letra que se encaixariam em um musical&#8221;, lembra Botelho, que ficou com um CD demo. A audição foi surpreendente. &#8220;Não eram canções simples, pois sugeriam personagens, dramaturgia, com diálogos já desenhados entre contralto e soprano. Não tinha assunto, mas era absolutamente teatral.&#8221;</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">Admirador de autores clássicos dos musicais como Stephen Sondheim e Cy Coleman, Ed Motta já ensaiava há muito uma aproximação com o gênero. &#8220;Compus algumas canções cuja melodia acabei incorporando em meus álbuns&#8221;, conta ele, sensivelmente inspirado por artistas diversos, como Carla Bley e Paul Haines (Escalator Over the Hill ) e até Frank Zappa (Absolutely Free). &#8220;Para o musical, é preciso uma acuidade sonora muito grande, um controle com o desenho de cordas, com a letra.&#8221;</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">Claudio Botelho, então, realizou o sonho de criar letras para as canções &#8211; autor das elogiadas versões em português dos grandes musicais da Broadway recentemente montados no Brasil, ele domina a dicção do gênero, sabendo qual sílaba é a mais correta para determinada nota. Assim, o trabalho com Motta começou em 2004 e terminou três anos depois.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">O tom soturno das composições (&#8220;Acho que ouvi muito Sweeney Todd, do Sondheim&#8221;, brinca Motta) logo inspirou Charles Möeller a criar sua melancólica história sobre a frieza que domina as almas humanas. Não foi difícil pois ele já pesquisava sobre os contos dos irmãos Grimm &#8211; não as versões edulcoradas de Walt Disney, mas os aspectos mais adultos, especialmente a crueldade. &#8220;Charles é um obcecado estudioso desses contos, colecionando versões e traduções ao longo do tempo&#8221;, conta Botelho.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">Para dar vida a personagens tão marcantes e distintas, Möeller e Botelho decidiram escalar um elenco sui generis, com artistas de gerações e trajetórias bem distintas, além de uma cantora, Eliana Pittman, estreando como atriz. &#8220;São mulheres de forte personalidade, que exigiam papéis especialmente escritos para cada uma&#8221;, explica Möeller.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">Do grupo que encenou o musical no Rio de Janeiro, apenas uma alteração sentida: Suzana Faini substitui Ida Gomes, que interpretou Senhora A. até janeiro deste ano, um mês antes de morrer. &#8220;Ida foi uma das primeiras atrizes escolhidas, pois queríamos alguém que tivesse uma voz marcante&#8221;, lembra Botelho. &#8220;Como fez muitas dublagens para filmes e desenhos, Ida tinha um tom muito conhecido, que contribuiu fundamentalmente para a criação de toda a atmosfera do espetáculo.&#8221;</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">Como não observou cuidadosamente o trabalho de Ida, Suzana Faini sentiu-se à vontade para criar seu próprio trabalho. &#8220;Não me lembro de detalhes da atuação dela, o que me ajudou&#8221;, conta a atriz que, curiosamente, utiliza o mesmo figurino da antecessora. &#8220;As roupas e os sapatos serviram bem. É como se ela estivesse ainda acompanhando o espetáculo.&#8221;<br />
</span></p>
<p align="justify">
<p><span style="font-family: Georgia; font-size: small;"><strong><br />
</strong></span></p>
<p style="text-align: center;"><strong>UM ELENCO INUSITADO</strong></p>
<ul>
<li><strong>ELIANA PITTMAN:</strong> Com uma discografia que ultrapassa 20 álbuns, a cantora conta que precisou adaptar-se para o musical. “Nos shows, eu enlouqueço; no palco, porém, tenho de seguir o que manda o diretor”, conta ela, que tem dois solos em cena.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>ZEZÉ MOTTA:</strong> Com vasta carreira, a atriz e cantora sentiu-se agradavelmente surpreendida com seu papel em 7: “Pela primeira vez, vou interpretar uma personagem má”, brinca ela, que vive a cartomante Carmen. “Por isso, tive dificuldade em descobrir a melhor forma de interpretá-la.”</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>ROGÉRIA:</strong> Sem esconder a idade (completa 66 anos em maio), a artista que já fez shows na Europa e na África conta que ficou apavorada quando foi convidada para o musical. “Saí da mesmice e ainda criei a maquiagem que uso em cena.”</li>
</ul>
<p><span style="font-family: Georgia; font-size: small;"><strong>Serviço</strong></span></p>
<p align="justify"><em><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">7 &#8211; O Musical. 135 min. 14 anos. Teatro Sérgio Cardoso. Rua Rui Barbosa, 153, 3288-0136. 6.ª, 21h30; sáb., 21h; dom., 18h. R$ 20 (balcão) e R$ 40 (plateia). Hoje, para convidados. Até 31/5.</span></em></p>
<p align="justify"><em><span style="font-family: Georgia; font-size: small;"><br />
</span></em></p>
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		<title>Malu Rodrigues: De Louisa para Clara</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Apr 2009 19:57:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[7 - O Musical]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Malu Rodrigues]]></category>

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		<description><![CDATA[
Em fevereiro desse ano ela se despediu de Louisa Von Trapp, personagem que viveu por 10 meses no musical “A Noviça Rebelde”, com direção de Charles Möeller &#38; Claudio Botelho. 
Agora, a jovem atriz e cantora Malu Rodrigues se prepara para um novo desafio: viver a menina Clara em “7 – O Musical”, também dirigido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2009/05/malu_7_02.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-116" title="malu_7_02" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2009/05/malu_7_02.jpg" alt="malu_7_02" width="539" height="404" /></a></p>
<p><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">Em fevereiro desse ano ela se despediu de Louisa Von Trapp, personagem que viveu por 10 meses no musical “<strong>A Noviça</strong> <strong>Rebelde</strong>”, com direção de <strong>Charles Möeller</strong> &amp; <strong>Claudio Botelho</strong>. </span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">Agora, a jovem atriz e cantora <strong>Malu Rodrigues</strong> se prepara para um novo desafio: viver a menina Clara em “<strong>7 – O Musical</strong>”, também dirigido por Möeller &amp; Botelho. </span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">Na temporada paulista de “7”, que terá início no próximo dia 17, ela substitui Marina Ruy Barbosa. </span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">Batemos um papo com Malu sobre essa nova personagem em sua carreira. </span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;"><em><strong><img style="width: 300px; height: 400px;" src="http://www.moellerbotelho.com.br/Images/blog_up/Malu_7_01.jpg" alt="" hspace="10" width="300" height="400" align="left" />O que você está achando de viver a menina Clara em &#8220;7 &#8211; O Musical&#8221; nesta temporada paulista?</strong></em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">Eu estou achando incrível! A Clara é muito viva! Uma menina criada de uma forma bem diferente. Não vai à escola, não tem nenhum amigo, não conhece ninguém a não ser pela &#8220;Mãezinha&#8221; que foi quem a criou. E, além disso, vive numa casa sem espelhos, o que, vamos combinar, é um tormento para uma mulher (risos). Não poder se ver? Imagina! (risos). Vai ser algo totalmente novo pra mim. Estou muito ansiosa. E é em São Paulo&#8230; Mesmo já tendo feito teatro, cinema e TV, é minha primeira peça fora do Rio. E o musical vai ser um sucesso. Tenho certeza!</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;"><br />
<em><strong>O papel é bem diferente da Louisa de &#8220;A Noviça Rebelde&#8221;. É outro tipo de musical&#8230;</strong></em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">Com certeza! (risos). A Noviça foi outra experiência incrível. Eu nunca em toda a minha vida tinha trabalhado com um elenco tão unido, e agora com o “Sete” parece ser maravilhoso, tanto como na Noviça. O clima é bom, as risadas, o grupo em si, parece que todos somos um! Pertencemos à mesma família.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">Bom, a Clara é <em>muitoooo</em> diferente da Louisa e também da Liesl, que cheguei a fazer. A Clara é louca! A Louisa, mesmo sendo a mais levadinha da família Von Trapp, foi criada com muita disciplina, assim como a Liesl. A Clara conhece apenas a &#8220;Mãezinha&#8221; dela, já a Louisa e a Liesl foram criadas com seis irmãos, tiveram várias babás, elas são ‘normais’ digamos assim. Tiveram uma criação normal (um pouco exagerada até). A Liesl era como uma figura materna pros irmãos, já que eles não tinham mãe. Elas são completamente diferentes da Clara.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;"><strong><em><br />
<img style="width: 380px; height: 260px;" src="http://www.moellerbotelho.com.br/Images/blog_up/Malu%20na%20Novia%2004.jpg" alt="" hspace="10" width="380" height="260" align="right" />&#8220;7&#8243; vai te exigir mais como atriz do que como cantora&#8230; </em></strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">Estou achando isso muito legal, assim eu posso mostrar também um pouco mais do meu lado de atriz! É bom mostrar que eu não sei só cantar (risos).</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;"><br />
<strong><em>E trabalhar ao lado de nomes como Alessandra Maestrini, Alessandra Verney, Rogéria, Zezé Motta&#8230; o que significa pra você?</em></strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">Não tenho nem o que dizer! Todas são cantrizes incríveis! São de um carisma e um profissionalismo impressionantes. Eu estou muito feliz de trabalhar ao lado delas, aliás, dos meninos também. Todos são incríveis. São uns fofos. Queria agradecer ao Charles e ao Claudio, pela confiança e experiência incrível que estão me proporcionando. Trabalhar com um elenco desses, com esses diretores, e num papel desses&#8230; é simplesmente inexplicável a alegria que eu estou sentindo. Me faz ter mais certeza do que eu já tinha de que é isso que eu quero pro resto da minha vida.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;"><br />
<strong><em><img style="width: 400px; height: 533px;" src="http://www.moellerbotelho.com.br/Images/blog_up/Malu_7_03.jpg" alt="" hspace="10" width="400" height="533" align="left" />Já fez teste de maquiagem, figurino e cabelo? Como se viu na pele da menina Clara?</em></strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">Eu fiz na semana passada, quando fui tirar as fotos pro programa de São Paulo. O Beto Carramanhos é maravilhoso e o figurino é lindo. Além disso, me senti outra pessoa com o figurino, cabelo e maquiagem prontos. Me senti na pele de Clara. Foi muito bom. </span></p>
<p align="justify">
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">SERVIÇO</span></strong></p>
<p><span style="font-family: Georgia; font-size: small;"><strong>7 – O Musical</strong><br />
Temporada de 17 de abril a 6 de junho<br />
Sextas, às 21h30. Sábados, às 21h. Domingos, às 18h.</span></p>
<p><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">Teatro Sergio Cardoso<br />
Rua Rui Barbosa, 153 – Bela Vista<br />
Tel: 3288-0136<br />
Ingressos a R$ 40 (platéia) e R$ 20 (balcão)<br />
Duração: 2h15<br />
Lotação: 856 lugares<br />
Classificação etária: 14 anos<br />
Vendas Online: </span><a href="http://www.ingressorapido.com.br/"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">www.ingressorapido.com.br</span></a></p>
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		<item>
		<title>Site Möeller &amp; Botelho faz homenagem a Ida Gomes</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Feb 2009 12:03:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[7 - O Musical]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Charles Möeller]]></category>
		<category><![CDATA[Claudio Botelho]]></category>
		<category><![CDATA[Ida Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[Marina Ruy Barbosa]]></category>

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		<description><![CDATA[

Aos 85 anos de idade e 65 de carreira, a atriz Ida Gomes, a inesquecível Srª A de &#8220;7 &#8211; O Musical&#8220; faleceu neste domingo, 22/02, às 19h, em consequência de uma pneumonia, no Hospital Samaritano.
Ida já tinha sido escolhida para ser a grande homenageada da 21ª edição do Prêmio Shell de Teatro do Rio, pela contribuição ao teatro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<p align="center"><img style="width: 347px; height: 500px;" src="http://www.moellerbotelho.com.br/Images/blog_up/Charles,%20Ida%20e%20Claudio.jpg" alt="" width="347" height="500" /></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">Aos 85 anos de idade e 65 de carreira, a atriz <strong>Ida Gomes</strong>, a inesquecível Srª A de &#8220;<strong>7 &#8211; O</strong> <strong>Musical</strong>&#8220; faleceu neste domingo, 22/02, às 19h, em consequência de uma pneumonia, no Hospital Samaritano.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">Ida já tinha sido escolhida para ser a grande homenageada da 21ª edição do Prêmio Shell de Teatro do Rio, pela contribuição ao teatro brasileiro. De acordo com parentes, ela estava preparando o discurso de agradecimento com muita alegria.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">Seu último trabalho foi justamente &#8220;7 &#8211; O Musical&#8221;, de <strong>Charles Möeller</strong> &amp; <strong>Claudio Botelho</strong>,  pelo qual foi indicada ao </span><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">Prêmio APTR (Associação dos Produtores de Teatro do Rio).</span></p>
<p>“<strong>Ida Gomes</strong> foi, antes de tudo, uma grande companheira.</p>
<p align="justify"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">Escrevemos  “<strong>7 – O Musical</strong>”  pensando sempre nela para o papel da Senhora A. Ela foi a inspiração para o personagem, sua voz e sua personalidade contribuiram fundamentalmente para a criação de toda a atmosfera de “7”.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">Ida aceitou o convite para participar do elenco sem ler o texto. Um telefonema nosso e ela respondeu com uma vibração quase infantil que adoraria fazer um musical e que topava o que tivéssemos para oferecer.  A partir da estréia, foi uma das mais entusiasmadas defensoras do espetáculo, lutou conosco em todos os momentos para que tivéssemos uma vida mais longa nos palcos. Ida foi inclusive a reuniões com patrocinadores para seduzir novos investimentos e manter a dispendiosa produção em cartaz.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">É uma tristeza enorme imaginar o “7” sem Ida. A temporada em São Paulo, marcada para finalmente estrear no dia 16 de abril próximo, foi um dos sonhos dela e, de certo modo, um incentivo para que  continuasse firme na luta contra os problemas de saúde que ela vinha enfrentando há algum tempo. Ainda assim, comemorou conosco seus 85 anos de vida e 65 de carreira no palco do Teatro Carlos Gomes, numa festa emocionante e muito feliz.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">Recentemente, o juri do prêmio APTR de teatro  perdeu a chance de ter premiado uma das nossas atrizes mais interessantes, singulares, significativas e caras à memória dos brasileiros: numa reversão  de expectativas, Ida perdeu sua indicação para  melhor atriz-coadjuvante na última edição do prêmio. Já o Prêmio Shell de certa forma pretendia reparar esta injustiça dedicando a ela a sua próxima edição, tornando-a a homenageada da noite.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">Ida deixa muita saudade em todos nós.”</span></p>
<p><strong>Charles Möeller &amp; Claudio Botelho</strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p align="center"><img style="width: 450px; height: 303px;" src="http://www.moellerbotelho.com.br/Images/blog_up/Homenagem%20a%20Ida%2002.jpg" alt="" hspace="10" width="450" height="303" align="left" /></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;">&#8220;<span style="font-size: small;">Tudo que eu falar sobre Ida Gomes será pouco. Uma mistura de saudade, amor e admiração invade meu</span> <span style="font-size: small;">coração nesse momento! Só devo agradecer de ter tido a oportunidade de conviver com uma pessoa tão especial e querida. Em qualquer lugar, a qualquer hora sempre em nossa memória e acima de tudo em meu coração. &#8216; Somente o tempo ameniza a dor, e aos que amam eterniza o amor &#8216;. Saudades da minha &#8216;mãezinha&#8217;.</span></p>
<p><strong>Marina Ruy Barbosa</strong><strong><br />
</strong><br />
<em>(Ida ao lado de Marina Ruy Barbosa em seu último trabalho: a Srª A de &#8220;7 &#8211; O Musical&#8221;  &#8211; foto: Paulo Ruy Barbosa).</em></p>
<p><span style="font-family: Georgia; font-size: small;">Confira algumas imagens de Ida nos bastidores de &#8221;7 &#8211; O Musical&#8221;:</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: Georgia; font-size: small;"><br />
</span></p>
<p style="text-align: center;"><img style="width: 400px; height: 431px;" src="http://www.moellerbotelho.com.br/Images/blog_up/Ensaio%20Sete%2025-09%20002%20leg.jpg" alt="" width="400" height="431" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: Georgia; font-size: x-small;">Em seu 85º aniversário, nos bastidores de &#8220;7&#8243;, em 2008</span></p>
<p style="text-align: center;"><img style="width: 450px; height: 335px;" src="http://www.moellerbotelho.com.br/Images/blog_up/Estria%20001%20leg.jpg" alt="" width="450" height="335" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: Georgia; font-size: x-small;">Ida e sua colega de elenco de &#8220;7&#8243;, Eliana Pittman<br />
</span></p>
<p style="text-align: center;"><img style="width: 500px; height: 373px;" src="http://www.moellerbotelho.com.br/Images/blog_up/Ida%20Combinao%2001.jpg" alt="" width="500" height="373" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: Georgia; font-size: x-small;">Nos camarins do Teatro Carlos Gomes, se transformando na Senhora A</span></p>
<p style="text-align: center;"><img style="width: 500px; height: 375px;" src="http://www.moellerbotelho.com.br/Images/blog_up/Ida%20e%20Miryan.jpg" alt="" width="500" height="375" /></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: Georgia; font-size: x-small;">Ida e Miryam Theresa, que a substituiu em &#8220;7&#8243; em 2008</span></p>
<p style="text-align: center;"><img style="width: 500px; height: 365px;" src="http://www.moellerbotelho.com.br/Images/blog_up/Ensaio%20Sete%2025-09_%20002%20leg.jpg" alt="" width="500" height="365" /></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: Georgia; font-size: x-small;">Recebendo o carinho de Marina Ruy Barbosa na coxia de &#8220;7&#8243;<br />
</span></p>
<p style="text-align: center;"><img style="width: 500px; height: 374px;" src="http://www.moellerbotelho.com.br/Images/blog_up/Sete%20-%20Sesso%20Classe_%20018%20leg.jpg" alt="" width="500" height="374" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: Georgia; font-size: x-small;">Com Ed Motta, na reestreia de &#8220;7&#8243;, em 2008<br />
</span></p>
<p style="text-align: center;"><img style="width: 500px; height: 420px;" src="http://www.moellerbotelho.com.br/Images/blog_up/Sete%20-%20Sesso%20Classe_%20008%20leg.jpg" alt="" width="500" height="420" /></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: Georgia; font-size: x-small;">Sendo homenageada por seus 85 anos (2008)</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: Georgia; font-size: x-small;">Fotos dos bastidores de &#8220;7&#8243; :  Leo Ladeira  (Acervo Site Möeller &amp; Botelho)<br />
</span></p>
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		<title>“A Noviça Rebelde” e “7 – O Musical” se despedem do Rio neste final de semana</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jan 2009 13:36:51 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[7 - O Musical]]></category>
		<category><![CDATA[A Noviça Rebelde]]></category>
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Os espetáculos &#8220;A Noviça Rebelde&#8221; e “7 – O Musical”, dirigidos por Charles Möeller e Claudio Botelho, encerram temporada no Rio de Janeiro no próximo domingo (01/02).
Com Kiara Sasso, Saulo Vasconcelos e um elenco de 44 atores/cantores, “A Noviça Rebelde” foi assistido por mais de 150 mil pessoas e foi campeão de indicações ao Prêmio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2009/05/7-novia.jpg"><img class="size-medium wp-image-1699 alignnone" title="7-novia" src="http://www.moellerbotelho.com.br/wp-content/uploads/2009/05/7-novia-300x104.jpg" alt="7-novia" width="300" height="104" /></a></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;">Os espetáculos &#8220;<strong>A Noviça Rebelde</strong>&#8221; e “<strong>7 – O Musical</strong>”, dirigidos por <strong>Charles Möeller </strong>e <strong>Claudio Botelho</strong>, encerram temporada no Rio de Janeiro no próximo domingo (01/02).</p>
<p style="text-align: justify;">Com Kiara Sasso, Saulo Vasconcelos e um elenco de 44 atores/cantores, “A Noviça Rebelde” foi assistido por mais de 150 mil pessoas e foi campeão de indicações ao Prêmio Shell. O musical também marcou a reinauguração do Teatro Oi Casa Grande, no Leblon.</p>
<p style="text-align: justify;">Já “7 – O Musical” ganhou, no ano passado, cinco prêmios APTR (Associação dos Produtores de Teatro do Rio), que somaram-se aos  três prêmios Shell que o espetáculo ganhou em 2007.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
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		<title>&#8220;A Noviça Rebelde&#8221; e outros dois musicais chegam a SP em 2009</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jan 2009 18:17:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[7 - O Musical]]></category>
		<category><![CDATA[A Noviça Rebelde]]></category>
		<category><![CDATA[Beatles num Céu de Diamantes]]></category>
		<category><![CDATA[Clipping]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img src="http://www.moellerbotelho.com.br/Images/blog_up/Folha%20de%20So%20Paulo%20-%2013-01-09%20editado.jpg" alt="" width="500" height="1527" /></p>
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