‘Gypsy’ em São Paulo – Teatro Alfa: Temporada: 23/07 a 17/10
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Libreto: ARTHUR LAURENTS
Música : JULE STYNE
Letras: STEPHEN SONDHEIM
Coreografia Original; JEROME ROBINS
Temporada São Paulo
Teatro Alfa
R. Bento Branco de Andrade Filho, 722 – Santo Amaro – São Paulo
Temporada:
23/07 a 17/10
Quintas: 21h00
Sextas: 21h30
Sábados: 20h00
Domingos: 17h00
Não haverá espetáculos nos dias:
12 a 15 de Agosto; 02 de Setembro; 09 a 17 de Setembro;
30 de Setembro a 03 de Outubro; 07 de Outubro
Haverá espetáculos nos dias:
11 e 12 de Outubro
Preços:
Quinta / Sexta
Setor Vip: R$ 120,00
Setor I: R$ 100,00
Setor II: R$ 80,00
Setor III: 60,00
Sábado / Domingo
Setor Vip: R$ 140,00
Setor I: R$ 120,00
Setor II: R$ 100,00
Setor III: 80,00
Ingressos à venda:
Na bilheteria:
Segunda 11h00 às 19h00
Terça 11h00 às 19h00
Quarta 11h00 às 19h00
Quinta 11h00 às 21h00
Sexta 11h00 às 21h30
Sábado 11h00 às 20h00
Domingo 11h00 às 19h00
Cartões: Visa, Mastercard, American Express, Diners Club.
Pelo telefone da bilheteria:
(11) 5693-4000 ou 0300 789 3377
Obs: Em dias de espetáculos, a venda é realizada até 1 (uma) hora antes do início dos mesmos. Os ingressos poderão ser retirados no próprio teatro no dia do espetáculo.
* Cobrança de taxa de serviço de R$ 5,00 por ingresso adquirido por esse telefone.
Em domicílio:
www.ingressorapido.com.br
Ou pelo telefone: 4003-1212
Segunda a sábado 09h00 às 22h00.
Domingo e feriados 12h00 às 20h00
Cartões: Visa, Mastercard, American Express, Diners Club, Aura, HiperCard.
*sujeito a taxa de conveniência e de entrega.
Duração: 150 minutos (com intervalo)
Beneficiários de desconto da meia entrada:
ESTUDANTES têm direito a compra de meia-entrada. É obrigatória a apresentação da carteira de estudante com data de validade e foto na bilheteria e na entrada do teatro.
PROFESSORES (Rede Estadual do Estado de São Paulo) com apresentação de holerite e R.G.
IDOSOS acima de 60 anos têm direito a meia-entrada na apresentação da identidade.
APOSENTADOS com apresentação do Cartão de Beneficiário ou holerite e R.G.
Não recomendado para menores de 10 anos
Loja
Programa do espetáculo e produtos – caneca e camiseta – à venda na loja do teatro
ATENÇÃO:
Se chegar atrasado, o espectador deverá esperar o aplauso entre as cenas para, acompanhado de um produtor, entrar na sala de espetáculo e sentar na cadeira vaga mais próxima. Apenas no 2º Ato, deverá procurar o lugar adquirido.
Não é permitido comer e beber na sala de espetáculos
Não é permitido filmar e fotografar o espetáculo
Gypsy – A Fábula Musical
“Let me entertain you
Let me make you smile…”
Há 50 anos, estreava na Broadway um dos melhores musicais já produzidos no país dos musicais. Título: “Gypsy”. Subtítulo: “A musical fable” (A Fábula Musical). Sucesso na Broadway, “Gypsy” já ganhou várias montagens, numa prova de que resiste ao tempo e às modas. Agora, a dupla Charles Möeller & Claudio Botelho está trazendo o musical para o Brasil, com estreia marcada para 23 de abril, no Teatro Villa-Lobos (RJ).
O musical, considerado uma perfeita integração de drama (texto de Arthur Laurents), canto (música de Jule Styne e letras de Stephen Sondheim) e dança (coreografia de Jerome Robbins), é, também, um desafio aos realizadores de outras épocas e lugares, mesmo com toda a experiência dos “Reis dos Musicais”, Möeller & Botelho. Desafio, sobretudo, pelo enredo muito centrado no show-business americano de entre as duas guerras, passado em dois ambientes teatrais estranhos ao público brasileiro como são o vaudeville e o burlesco. Desafio, ainda, por depender muito de uma superatrizcantora para viver uma das mais complexas personagens já vistas num musical, além dos excelentes dançarinos, de duas faixas de idade, para cumprir o que o coreógrafo, também diretor, criou para ajudar a contar a história.
“Gypsy é considerado o mais perfeito musical de todos os tempos“, disse o diretor Claudio Botelho.
“Gypsy” conta a história da stripper norte-americana Gypsy Rose Lee e sua conturbada relação com a mãe, Rose Lee.
Os números de Gypsy Rose Lee fizeram história no teatro burlesco da década de 1930. Embora seja grande personagem — três casamentos, vários romances com gente famosa, alguns escândalos, um filho com o diretor de cinema Otto Preminger, filmes, romances publicados, respeito e admiração de intelectuais como H. L. Mencken, Picasso, Miró, Chagall e participação ativa no apoio à Guerra Civil Espanhola —, não é em torno dela que se constrói a trama de “Gypsy”.
Foi o grande Arthur Laurents que, convocado pelo produtor David Merrick para escrever um musical baseado nas memórias de Rose Lee, lançadas em 1957, percebeu que Mame Rose e sua determinação em transformar as filhas June e Louise em estrelas do vaudeville (teatro de variedades, itinerante, pobre em tudo, a não ser como possível ponto de partida para futura carreira na Broadway) é que forneciam a matéria-prima para um excelente musical.
Merrick concordou e, por sugestão de Laurents, contratou Sondheim para escrever música e letra. Ao mesmo tempo, a veterana Ethel Merman, monstro sagrado entre as superestrelas da Broadway, fez questão absoluta de ser a Mame Rose imaginada por Laurents. Ambos, produtor e autor, vibraram com a adesão de Merman. Quem não vibrou foi Sondheim: “Não quero trabalhar novamente com compositor desconhecido”, disse Merman, lembrando o fracasso de seu musical anterior, “Happy hunting”.
Até então, o único trabalho de Sondheim para o teatro tinham sido as letras de “West Side story”. A decisão da estrela quase o fez pular fora, mas, convencido por seu mentor, Oscar HammersteinII, Sondheim, que sonhava ser o notável compositor-letrista que realmente seria, aceitou escrever as letras para músicas de outro gênio, Jule Styne.
“Gypsy”, o resultado de toda essa história, foi dos raros musicais a obter unânimes críticas positivas quando de sua estreia. Positivas, só, não, pois nenhuma delas lhe negou a condição de obra-prima. Se ficou menos de três anos em cartaz, é porque Merman saiu ao fim do segundo. Não muito depois, o musical virou filmes, um de cinema (com Rosalind Russel) e outro na TV (Bette Middler). Nos revivals que se seguiram, a presença de uma superatriz-cantora sempre foi o diferencial. Tiny Daly e Linda Lavin, por exemplo, não deram certo. Angela Lansbury saiu-se melhor. E Patti LuPone, da vitoriosa produção recente na Broadway, foi a Mame Rose que Claudio Botelho quer ver retomada por Totia.
Gypsy Rose Lee, a Louise da história, morreu em 1970. Sua irmã June, com o nome artístico de June Havoc, teve algum êxito no cinema. e faleceu em 28 de março de 2010, aos 97 anos. Mame Rose morreu três anos antes de publicada a autobiografia da filha mais famosa (ela, que apostava mais na carreira de June). Teve um turbulento fim de vida, administrando um prostíbulo de lésbicas em Nova York e sendo suspeita de ter matado o amante a tiros. Segundo o filho, Erik Preminger, Mame Rose foi mais do que suspeita, apesar da versão oficial de suicídio.
Fonte: O Globo – 29/05/09 (com atualizações).
As Divas de Gypsy
Apesar do título do musical se referir à stripper Gypsy Rose Lee (Louise Hovick), a protagonista de “Gypsy” é a atriz que desempenha Mama Rose, ou Rose Thompson Hovick, a controladora e dominadora mãe de Louise e June, que faz tudo pelo sucesso das filhas (especialmente o da mais nova, June).
Ao analisar o caráter de Rose, o crítico Clive Barnes descreveu como “mandona, exigente, terrível ….”. Já Frank Rich, famoso colunista do New York Times, a descreveu como “um monstro”, enquanto o crítico Walter Kerr argumentou que, apesar de Rose ser um ‘monstro’, deveria ser amada e compreendida.
O compositor Stephen Sondheim disse sobre a personagem: “O fato de ela ser monstruosa para as filhas e para o mundo é secundário… Ela é uma personagem muito americana, uma figura galante e uma força de vida“.
O fato é que Mama Rose é um dos mais importantes e famosos papéis da dramaturgia, transcendendo o universo dos musicais. As atrizes que a interpretaram em sua grande maioria foram agraciadas com o Tony ou o Globo de Ouro.
Mas que atrizes viveram Mama Rose?
No Teatro
1959 – Ethel Merman
A produção original de “Gypsy” da Broadway estreou em 21 de maio de 1959 no Broadway Theatre, sendo apresentada posteriormente no Imperial Theatre. O espetáculo foi produzido por David Merrick e dirigido e coreografado por Jerome Robbins. Ethel Merman estrelou como Rose, com Jack Klugman como Herbie e Sandra Church como Louise. O Crítico Frank Rich fez referência ao trabalho de Robbins como ‘uma das encenações mais influentes de um musical na história do teatro americano‘. A produção original recebeu oito indicações ao Tony Award, incluindo Melhor Musical, Melhor Atriz em um Musical e Melhor Direção de um Musical, mas não conseguiu ganhar nenhum.
1961 - Mary McCarty
Depois que “Gypsy” de Ethel Merman encerrou a temporada na Broadway em março de 1961, foram realizadas duas turnês do musical pelos Estados Unidos. A primeira foi estrelada pela própria Merman e estreou em ainda em março de 1961, em Rochester, no New York Auditorium, encerrando em dezembro, no Teatro American, em St. Louis, Missouri. A segunda turnê teve Mary McCarty no papel de Rose e uma jovem Bernadette Peters desempanhando vários papéis. Essa turnê estreou em setembro de 1961, no Teatro Shubert, Detroit, e encerrou em janeiro de 1962, no Hanna, em Cleveland, Ohio.
1973/1974 – Angela Lansbury
A estreia de “Gypsy” no West End, em Londres, ocorreu no Piccadilly Theatre, em 29 de maio de 1973, encerrando em 2 de março de 1974, após 300 apresentações. A atriz inglesa Angela Lansbury viveu Rose. Seu irmão, Edgar Lansbury, produziu a versão britânica. Em 1974, esta mesma produção foi encenada na Broadway, no Winter Garden Theatre , com praticamente o mesmo elenco. Bernadette Peters chegou a participar dessa versão. Angela Lansbury ganhou o Tony Award de 1975 por sua interpretação de Mama Rose.
1989 – Tyne Daly
Em 16 de novembro de 1989, “Gypsy” teve um revival na Broadway, no St. James Theatre (depois no Marquis Theatre). Esse revival teve 476 apresentações depois de 23 previews. Laurents retornou como diretor, e Tyne Daly interpretou Rose. Esta produção ganhou o Drama Desk Award de Outstanding Revival e Tyne Daly ganhou o prêmio Tony por sua performance.
2003 – Bernadette Peters
Em 1º de maio de 2003, um revival de “Gypsy” teve início no Shubert Broadway Theatre. Dirigida por Sam Mendes, a nova versão teve Bernadette Peters como Rose, John Dossett como Herbie, Tammy Blanchard como Louise, Kate Reinders como June e Burtka David como Tulsa. O crítico do New York Times Ben Brantley escreveu que o desempenho de Peters foi o primeiro a “ter quebrado o molde Merman”. O espetáculo encerrou a temporada em 30 de maio de 2004, após 451 apresentações. A produção foi indicada para quatro prêmios Tony, incluindo Melhor Revival de um Musical e Melhor Atriz em Musical.
2006/2007/2008 – Patti LuPone
Em agosto de 2006, Patti LuPone estrelou uma produção de “Gypsy” no Ravinia Festival, em Chicago. Em 2007, “Gypsy” foi apresentado no City Center Encores! , com Patti LuPone atuando novemente como Rose, e com direção de Arthur Laurents.
Em 2008, “Gypsy” teve novo revival na Broadway, estrelada por LuPone, com estreia no St. James Theatre. Esta produção foi muito elogiada pelos críticos e ganhou três prêmios Tony: Melhor Atriz em Musical (LuPone), Melhor Ator em Musical (Gaines) e Melhor Atriz em Musical – Destaque (Benanti). Foi também nomeado para Melhor Revival de um Musical e Melhor Direção (por Laurents). LuPone, Gaines e Benanti ganharam todos os prêmios Drama Desk correspondentes por suas atuações.
No Cinema:
1962 – Rosalind Russell
A primeira versão de “Gypsy” para o cinema foi lançada em 1962, com Rosalind Russell no papel de Rose e Natalie Wood, no de Louise. Para quem não sabe, Natalie Wood (1938 – 1981) foi a Maria do filme “West Side Story”. Rosalind Russell ganhou o Golden Globe Award de Melhor Atriz por “Gypsy”.
1993 – Bette Midler
Em 1993, foi lançado o filme para TV “Gypsy”, com direção de Emile Ardolino e roteiro por Arthur Laurents. Os números musicais foram coreografados por Jerome Robbins, que dirigiu e coreografou a produção original da Broadway. O filme foi exibido pela CBS em 12 de dezembro de 1993 e lançado nos cinemas em mercados estrangeiros e em vídeo.
Mama Rose foi vivida pela cantora e atriz Bette Midler, que ganhou o Globo de Ouro de Melhor Atriz em minissérie ou filme para televisão.
Elenco:
Totia Meireles (Rose)
Adriana Garambone (Louise)
Eduardo Galvão (Herbie)
Renata Ricci (June)
Patrícia Bueno (Sra. Cratchitt)
Liane Maya (Tessie Tura)
Sheila Mattos (Mazeppa)
Ada Chaseliov (Electra)
Papeis Masculinos:
Dudu Sandroni (Tio Joca, Mr.Goldstone)
Jitman Vibranovski (Pai de Mama Rose e Pastey)
Léo Wainer (Sr. Weber e Phil, o Assessor de Imprensa)
Otávio Zobaran (Georgie e Bougeron Cochon)
Os Fazendeirinhos:
André Torquato (Tulsa)
Elton Towersey
Igor Pontes
Lucas Drummond
Tomas Quaresma
Kaio Borges
As Louras de Hollywood:
Giselle Lima (Agnes)
Carol Costa
Carolina Ebecken
Giulia Nadruz
Joane Mota
Viviane Rojas
Baby June:
Hannah Zeitoune
Joana Bas
Thayani Campos
Baby Louise:
Giovanna Rangel
Julya Dalavia
Raquel Bonfante
Menina:
Beatriz Tachlitsky
Meninos:
Leonardo Valor
Matheus Costa
Matheus Felipe
Yago Machado
Iago Rangel
Pedro Aguiar
Jorge Amorim
Saiba Quem é Quem em “Gypsy”:
Atriz, cantora e bailarina, Maria Elvira Meireles, a Totia Meireles, nasceu no Rio de Janeiro. Iniciou sua carreira artística na dança (pratica desde os seis anos). Estudou com Eleonora Oliosi, aperfeiçoando-se depois no Alvin Ailey Dance Center. Bailarina profissional, dava aulas de balé e jazz como professora assistente da bailarina Marly Tavares.
Em 1984, fez teste para o musical “Chorus Line” e passou. Por meio deste trabalho, iniciou sua carreira de atriz, nunca antes pensada. Mesmo faltando apenas três matérias para se formar, Totia largou a faculdade de Educação Física e parou de dar aulas de balé e jazz para se dedicar ao musical e à carreira de atriz.
Depois de “Chorus Line”, trabalhou nos espetáculos “As Noviças Rebeldes”, “A Pequena Loja dos Horrores”, “Charity Meu Amor”, “Na Era do Rádio”, “Metralha” e “Company”, quando trabalhou com a dupla Möeller & Botelho pela primeira vez, no papel de Joanne.
Em 2005, viveu Laura N, a protagonista do musical “Cristal Bacarach”, de Möeller & Botelho.
Com um humor aguçado, a atriz também tem marca forte na comédia, participando de grandes sucessos do teatro como: “Os Monólogos da Vagina”, “5 X Comédia”, “Don Juan”, “Um Caso de Vida ou Morte”, “Meu Primo Walter”, “Baixa Sociedade” e “Garota Glamour”.
Na TV, participou de várias novelas e minisséries, como “Que Rei Sou Eu?”, “O Fim do Mundo”, “Suave Veneno”, “O Clone”, “Malhação”, “América”, “Cobras e Lagartos”, “Amazônia – de Galvez a Chico Mendes”, “Duas Caras” e “Caminho das Índias”.
No cinema, atuou em “Apolônio Brasil, Campeão da Alegria” (2003) .
“Gypsy” é o terceiro trabalho de Totia com a dupla Möeller & Botelho.
Adriana Garambone Guerra nasceu no Rio de Janeiro. Começou a estudar balé aos cinco anos por influência da mãe, que foi bailarina do Teatro Municipal do Rio de Janeiro.
Na adolescência, matriculou-se num curso de teatro. Apaixonou-se pelo palco e, com a intenção de unir teatro e dança, passou a sonhar em fazer musicais. Daí para as aulas de canto foi um pulo.
Formada em Letras, Adriana Garambone cursou teatro na Casa de Arte Laranjeiras (CAL) e estreou na peça “Romeu e Julieta”, com direção de Moacyr Góes.
Sua primeira novela foi “Salsa e Merengue”, seguindo-se, então, “Esplendor”, ambas na TV Globo. A atriz participou também da telenovela infantil Caça Talentos, ao lado de Angélica, e protagonizou um episódio de Você Decide. Na Rede Record, atuou em “Essas Mulheres”, “Prova de Amor” e “Bicho do Mato”.
No teatro, ela atuou em diversas peças, como “Cabaret Brasil” e “Relax… It’s Sex”, ambos de Wolf Maia, além de “Cole Porter – Ele Nunca Disse Que Me Amava”, de Charles Möller e Cláudio Botelho.
No cinema, atuou em dois filmes nacionais dirigidos por Hugo Carvana: “O Homem Nu” e “Apolônio Brasil, Campeão da Alegria”.
Entretanto, seu trabalho de maior repercussão até agora foi o já clássico da Broadway “Chicago”, no qual Adriana deu vida à Roxie Hart e pôde colocar em prática todos os seus dotes artísticos, como dançar, cantar e interpretar.
“Gypsy” é o segundo trabalho de Adriana com a dupla Möeller & Botelho.
Eduardo Galvão nasceu no Rio de Janeiro.
Estreou na TV em 1989, na novela “O Salvador da Pátria”. Depois participou de “Despedida de Solteiro”, “A Viagem”, “As Pupilas do Senhor Reitor”, “O Fim do Mundo”, “Mulher”, “Chiquinha Gonzaga”, “Os Normais”, “Porto dos Milagres”, “O Beijo do Vampiro”, “Começar de Novo”, “Avassaladoras”, “Um Menino Muito Maluquinho”, “Dance, Dance, Dance”, “Paraíso Tropical” e “Amazônia, de Galvez a Chico Mendes”.
No cinema, atuou em “Tiradentes” (1999), “Minha Vida em Suas Mãos” (2001) e “Didi – O Caçador de Tesouros” (2006).
Em 2008/2009, Eduardo atuou na comédia musical “Gloriosa – A Vida de Florence Foster”, ao lado de Marília Pêra, e com direção de Charles Möeller & Claudio Botelho.
“Gypsy” é o segundo trabalho de Eduardo com a dupla Möeller & Botelho.
Nascida em São Paulo, desde os cinco anos de idade, Renata Ricci fazia aulas de balé, teatro e canto. Formou-se em teatro pela Fundação das Artes de São Caetano. Integrou o grupo vocal feminino “Cantrix” entre os anos de 2002 e 2004, tendo cantado com nomes como Eliana Pittman.
Participou dos espetáculos “DISNEY – 100 anos de magia”, “Cinderela – Gata Clarabela”, “Rent”, “West Side Story” (dir. Ana Taglianetti – 2004), “Ah,se eu fosse Bob Fosse”, “Kiss me, Kate”, “No Quarto da Empregada”, “A História é uma istória”, “Fica comigo esta noite”, “Zeitgeist”, “Cegos e Traídos”, “Comédia Brasileira”, “A Mancha Roxa”, “Bob , o Rei do Brasil” e “K´na”.
Na TV, participou das novelas “Amigas e Rivais”, “Páginas da Vida” e “Revelação”.
Em 2007, atuou no musical “Sweet Charity”, estrelado por Cláudia Raia, e dirigido por Charles Möeller & Claudio Botelho.
Em 2009, ela participou do musical “Avenida Q”, com direção de Möeller & Botelho, vivendo a ‘Ursinha do Mal’ e a ‘Dona Coisa Ruim’, e co-manipulando outros bonecos.
“Gypsy” é o terceiro trabalho de Renata com a dupla Möeller & Botelho.
Patricia Scott Bueno (Sra. Cratchitt)
Nascida no Rio, Patrícia Scott Bueno se formou em Teatro com Maria Clara Machado, em 1958. Neste ano, estreou na peça “O boi e o burro no caminho de Belém”. Em seguida, atuou nas peças “A Inquebrável”, “O Piquenique no Front”, “À Flor da Pele”, “Os Efeitos dos Raios Gama sobre as Margaridas do Campo”, “A Familia que mata Unida”, “Dose Dupla”, “Apenas 500 milhões de Dólares”, “O Homem Elefante”, “Gente Fina é a Mesma Coisa” e “Perdoa-me por me Traíres”.
No Teatro, Patícia também fez assistência de direção em “O Dia de Alan”, “A Cigarra Cinara e a Formiga Ida – parentes afastadas de La Fontaine”, e “Teatro de Cordel 94″. Como figrinista, trabalhou em “Um crime quase perfeito”, “Musicais in concert”, “Cole porter “ele nunca disse que me amava” (figurinista assistente e pesquisa de figurinos), “Company” (pesquisa de figurinos), “Cantores do Chuveiro”, “Oscar Wilde” (pesquisa de figurinos), “Casamentos”,
Na TV, Patricia estreou na TV em 1971 na novela “Minha Doce Namorada”, da TV Globo. Participou, em seguida, das novelas “João da Silva” (1973), “Corrida do Ouro” (1974), “À Sombra dos Laranjais” (1977), “Dona Xepa” (1977), “Maria, Maria” (1978), “A Sucessora” (1978), “Cabocla” (1979), “Olhai os Lírios do Campo” ( 1980), “As Três Marias” (1980), “Elas por Elas” (1982), “Final Feliz” (1982), “Anjo Maldito” (1983), “Dona Beija” (1986) e “Mania de Querer” (1986).
Também participou de seriados, especiais e programas educativos, como “Universidade Popular”, “A Cigarra e a Formiga”, “A Lição de Botânica”, “Colagem”, “Aprenda a cuidar de seu filho”, “Jornal Jovem”, “Márcia e seus Problemas”, “O Jornal do Porque”, “A Grande Família”, “Chico City”, “Super Bronco”, Caso Verdade (ep. “Casa, Amor e Carinho”), Sitio do Picapau Amarelo e Teletema.
Ainda fez trabalhos na área de produção, como o show de jazz e blues do contrabaixista dôdo ferreira.
Em 2010, após uma longa ausência de trabalhos como atriz, Patrícia Bueno volta a atuar, no musical “Gypsy”, da dupla Charles Möeller & Claudio Botelho.
Ada Chaseliov estudou na famosa escola de teatro do Tablado. Em 1968, acompanhada dos primos Ronald e Silvinha Fucs, assistiu a uma aula de Maria Clara Machado e se encantou com o teatro. Um dia, Maria Clara perguntou à Ada se ela ficava bem de maria-chiquinha. Era o convite para fazer “Camaleão na Lua”, em 1969.
No Tablado, Ada fez ainda algumas peças de fim de ano com Hamilton Vaz Pereira e atuou no monólogo “Antes do Café”, de Eugène O´Neill, e direção de Roberto Frota.
No Teatro, Ada atuou em peças como “Ascensão e Queda da Cidade de Mahhagonny” (direção: Ademar Guerra), “El Dia en Que me Quieras” (direção: Luis Carlos Ripper), “Grande e Pequeno” (direção: Celso Nunes), “Sábado, Domingo e Segunda” (direção: José Wilker), “Jardim das Cerejeiras” (direção: Paulo Mamede), “Casamento Branco” (direção: Sergio Britto), “O Inspetor Geral” (direção: Antônio Abujamra), “A Gaivota” (direção: Jorge Takla) e “A Ratoeira” (direção: João Fonseca / 2007).
Ada trabalhou também em diversos musicais da dupla Möeller & Botelho, como “As Malvadas”, “Cole Porter – Ele Nunca Disse que me Amava”, “O Abre Alas”, “Ópera do Malandro” e “Cristal Bacharach” (onde substituiu Totia Meireles).
Na TV, participou de “Malhação” (2007), “Paraíso Tropical” (2007), “Belíssima” (2006), “Da Cor do Pecado” (2004), “Sabor da Paixão” (2002), “Desejos de Mulher” (2002), “A Muralha” (2000), “Anjo Mau” (1997), “Cara e Coroa” (1995), “O Mapa da Mina” (1993), “Felicidade” (1991), “Guerra dos Sexos” (1983), “Supermanoela” (1974) e “Fogo Sobre Terra” (1974).
No Cinema, atuou em “Ego e as Estrelas Também” (2006), “Brasília 18%” (2006), “Olhos Mortos” (2000), “Sonhei com Você” (1988), “Memórias do Cárcere” (1984) e “Um Virgem na Praça” (1973).
Em 2007, Ada participou do curta “Angústia”, de Rodrigo Almeida. e Marco Túlio Caetano.
Em 2008/2009, ela participou do musical “A Noviça Rebelde”, de Charles Möeller e Claudio Botelho, no papel de Frau Schmidt.
“Gypsy” é o 7º trabalho de Ada com a dupla Möeller & Botelho.
Atriz, cantora, bailarina, diretora, coreógrafa e professora.
Eliane Campos da Paz Maia, artisticamente conhecida como Liane Maya, começou sua vida artística aos 8 anos de idade fazendo declamação no Conservatório Nacional de Música.
Sua formação artística se deu por meio de nomes como Maria Clara Machado, Tatiana Leskova, Klauss Vianna, Eugênia Feodorova, Lennie Dale, entre outros.
Na área de musicais, Liane atuou em “Band Age”, “Pó de Guaraná”, “O Rei de Ramos”, “Splish-Splash”, “Aí vem o Dilúvio”, “Noviças Rebeldes”, “Rock Rollou”.
Também integrou o elenco das peças “Maroquinhas Fru-Fru”, “Camaleão Alface”, “A Menina e o Vento”, “Quem Casa Quer Casa”, “Foi Bom, meu Bem?”, “Há Vagas para Moças de Fino Trato”, “Um Dia Muito Louco”, “De caso com a vida” e “Te amo você é perfeita, agora muda!”, entre outras.
Na TV, atuou nas novelas “Partido Alto” e “Livre pra Voar”, e participou dos programas Quarta Nobre, Planeta dos Homens, Viva o Gordo, Os Trapalhões, Humor Livre, Chico Anysio Show e da Escolinha do Prof.Raimundo.
Como cantora, Liane participou dos espetáculos/shows: “Brasil Samba” (Toshimaen Park – Tóquio, Japão); “Jazz Bossa” (Plantation, Zink Bar, The Oaks Cabaret – New York); “The Best of Tom Jobim” (Rio de Janeiro’s, Zinno Bar, Via Brasil – NY); “Galeria da Luz” (Jazzmania –lançamento do CD – Rio); “Som Mú Caipira” (Rio Jazz Club – Rio); “Rock Rollou” (Teatro Barra Shopping – Rio); “Radio Stars” (Rio Jazz Club, Café do teatro, Ópera Cabaret e Convenções – Brasil); “Maya Sisters” (Rio Jazz Club – Rio); “Radical Clic e Tropclip (Tema de abertura – Rede Globo e filme); Banda Pó de Guaraná – (Mamão com Açúcar – Rio); e “Brasil Antes e Depois” (Bastidores – Rio).
Em 1995, foi para os Estados Unidos, onde morou por quatro anos, e desenvolveu o método Sing, Move & Breathe, indicado para a preparação em canto e dança de atores para musicais, que ministra até hoje. De volta ao Brasil, fez as coreografias e direção teatral das crianças do programa Gente Inocente.
Fez parte da nova formação do grupo As Frenéticas, e faz parte do Grupo Tambor Brasil, que se destaca por fazer um samba de vanguarda. No grupo, Liane canta sucessos de Tom Jobim, Pixinguinha e João Nogueira, entre outros. “Água de Beber”, “Brasileirinho”, “Carinhoso” e “Linha de Passe”.
Liane costuma também ministrar oficinas de direção e técnicas de musicais.
“Gypsy” é seu primeiro musical com a dupla Möeller & Botelho.
Atriz, cantora e bailarina.
Sheila Matos trabalhou em novelas como “Mulheres Apaixonadas” (2003), “Começar de Novo” (2005), “Bicho do Mato” (2006); e em programas como “Escolinha do Professor Raimundo” (1990), “A Diarista” (2004) e “Carga Pesada” (2005).
No teatro, atuou em musicais como “Evita”, “Charity Meu Amor”, “South American Way”, “Tribobó City”, “Ópera do Malandro”, “As Robertas – Loucas pelo Rei”, “Cleópatra?”, entre outros.
Em 2007/2008, participou do elenco da remontagem de “Gota D´Água”, de Chico Buarque e Paulo Pontes.
Em julho de 2008, estreou o musical “Eu sou o Samba”.
Em 2009, Sheila voltou a integrar o elenco do musical “Gota D´Água” na turnê do espetáculo em Portugal.
Também em 2009, ela fez uma participação em “Viver a Vida”, de Manoel Carlos.
“Gypsy” é o segundo musical de Sheila com a dupla Möeller & Botelho.
Dudu Sandroni (Tio Joca, Mr.Goldstone)
Ator, Diretor e Gestor Cultural.
Dudu Sandroni atua há mais de 25 anos, especialmente em teatro. Foi fundador e coordenador artístico do Grupo Fodidos Privilegiados, dirigido por Antonio Abujamra. Foi também coordenador artístico do Centro de Demolição e Construção do Espetáculo, dirigido por Aderbal Freire-Filho.
Recebeu por duas ocasiões o Prêmio Mambembe, do Governo Federal (1988 e 1998), um como Melhor Diretor e o segundo como Personalidade. Foi agraciado também com o Prêmio CBTIJ de Melhor Diretor (2005).
Em 2003, foi produtor e diretor assistente de O Que Diz Molero, de Aderbal Freire-Filho. Em 2005, dirigiu Os Diferentes, baseado na Obra de Carlos Drummond de Andrade, com o Grupo Hombu. Em 2007, atuou como produtor e diretor de Rasga Coração, de Oduvaldo Vianna Filho. Em 2009, dirigiu Linha Reta Linha Curva, de Machado de Assis, utilizando-se de espaços no casarão do Instituto Cultural Austregésilo de Athayde onde morou seu avô (Austregésilo de Athayde).
Retomou sua carreira de ator em 2007 com A Ratoeira, interpretando o Major Metcalf, dirigido por João Fonseca; e em 2008 com o musical A Noviça Rebelde, dirigido por Charles Muller e Claudio Botelho, onde ficou um ano e nove meses em cartaz, entre Rio e São Paulo, interpretando o mordomo Franz e, eventualmente, o Tio Max.
Dudu Sandroni tem também uma longa história como gestor cultural e elaborador de políticas públicas para o setor. Foi conselheiro (e parecerista, na medida que eram os próprios conselheiros que elaboravam os pareceres) das Leis de Incentivo Estadual (ICMS)/2001/02 e Municipal (ISS)/1997. Foi diretor de diversos teatros públicos (Teatros Carlos Gomes, Ziembisnki e Gonzaguinha), jurado de concursos de textos (FUNARTE) e prêmios (Coca-Cola), diretor de várias entidades de classe (Sated, APTR, CBTIJ, MOTIN), autor de duas monografias (Maturando: Aspectos do Desenvolvimento do Teatro Infantil no Brasil (MINC) e A Dramaturgia de Grupos nos Anos 70 (RioArte), e Assessor de Artes Cênicas da Secretaria Estadual de Cultura/RJ.
No cinema, atuou em Veja Esta Canção (1994) e Carlota Joaquina – Princesa do Brasil (1990).
“Gypsy” é o segundo trabalho de Dudu com a dupla Möeller & Botelho.
Jitman Vibranovski (Pai de Mama Rose e Pastey)
Ator, Escritor e Terapeuta especializado em dependência química.
Jitman Vibranovski começou a carreira no teatro amador em 1964 e formou-se como ator em 1973 no Conservatório Nacional de Teatro. Ao longo desses anos participou de mais de 40 peças e trabalhou com inúmeros diretores importantes como Amir Hadad, Celso Nunes, Augusto Boal, Aderbal Freire-Junior, Rubens Correa, Luis Carlos Ripper, Regina Miranda (Comp. Atores Bailarinos), Henrique Dias (Companhia dos Atores), entre outros.
Em 1973, fundou a companhia de teatro ALDEIA e encenou no MAM “Madre Joana dos Anjos” que foi censurada e interditada pela polícia depois da estreia.
A partir da experiência com dependentes químicos em 1998, com os quais formou o grupo AÇÃO CRIATIVA, especializou-se em Arteterapia e Teatroterapia, atuando como conselheiro em dependência química e palestrante em inúmeros congressos (nacionais e internacionais) de Arteterapia.
Em 2000, formou a companhia O TEATRO INSTITUCIONAL que desde então se apresenta em empresas. Até agora foram mais de 700 apresentações. Em 2006 publicou o livro “QUEM NÃO TEM PROBLEMA COM DROGA?”
Jitman foi considerado durante muitos anos o “Cristo” oficial do Rio de Janeiro porque desde a primeira encenação da Paixão de Cristo nos Arcos da Lapa, em 1979, até 2000 ele interpretou esse papel.
Em TV, atuou em JK, Malhação, Páginas da Vida, América, Belíssima, Mulheres Apaixonadas, Da Cor do Pecado, Carga Pesada, A Grande Família, Sitio do Pica Pau Amarelo, Plantão de Polícia, etc.
Em cinema, participou de Ópera do Malandro, Lara, Amenic, Ladrões de Cinema, entre outros.
“Gypsy” é o primeiro trabalho de Jitman com a dupla Möeller & Botelho.
Léo Wainer (Sr. Weber e Phil, o Assessor de Imprensa)
Ator, Professor de Teatro, Instrutor/Facilitador de Oficinas Teatrais e Psicólogo Clínico
Léo Wainer participou de diversos espetáculos teatrais e inúmeras novelas, minisséries e programas da TV Globo, TV RECORD e TV BANDEIRANTES; Professor de Teatro, exercendo há vários anos a função de professor e assistente de direção do Teatro “O Tablado”; Instrutor/Facilitador de Oficinas Teatrais para Capacitação e Desenvolvimento de Pessoal em Empresas e Organizações; Criador da Oficina “ TEATRO PARA TÍMIDOS”; Psicólogo Clínico, formado pela UERJ e pós-graduado pela PUC-RJ, com formação em Psicanálise e experiências em Psicodrama e Bioenergética; Analista Senior de Treinamento e Desenvolvimento de Recursos Humanos em empresa internacional de grande porte; Diretor-Presidente da Cinecoop – Cooperativa de Comunicação e Cultura atuando também em Consultoria e Desenvolvimento de Projetos Artísticos, Culturais e de Desenvolvimento de Recursos Humanos; Diretor do Instituto Fotovivência.
Léo atuou em dezenas de novelas e minisséries, tais como Beleza Pura, O Profeta, Paginas da Vida, Amazônia, Pé na Jaca, Cobras e Lagartos, A Lua me disse, América, Alma Gêmea, A Cor do Pecado, Mulheres Apaixonadas, entre outras.
No Teatro, trabalhou em peças como L’ INTERPRETE – de Tristain Bernard, direção Silvette Jacobina; MORTE VIDA SEVERINA – de João de Mello Netto; TAMBORES DA NOITE – de Bertold Brecht, direção de Dina Moscovici; SENHORA DOS AFOGADOS – de Nelson Rodrigues, direção de Dina Moscovici; BODAS DE SANGUE – de Garcia Lorca, direção de Dina Moscovici; TRIBOBÓ CITY – texto e direção de Maria Clara Machado; PROMETEU GREGO PROMETEU MODERNO – adaptação e direção Juan Posada; PARA ACABAR COM O JULGAMENTO DE DEUS , de Antonin Artaud , direção de Juan David Posada; e A NOVIÇA REBELDE – de Charles Möeller e Claudio Botelho – 2008 (RJ) /2009 (SP), entre outras.
No cinema, atuou nos filmes “ A PAIXÃO SEGUNDO SÃO MATEUS ” e “ PRIMO BASÍLIO ”.
Léo ainda atua em comerciais, além de ministrar cursos e workshops.
Realiza há vários anos um trabalho chamado “Teatro para Tímidos” (saiba mais sobre em http://teatroparatimidos.blogspot.com)
“Gypsy” é o segundo trabalho de Léo com a dupla Möeller & Botelho.
Otávio Zobaran (Georgie e Bougeron Cochon)
Ator, Cantor, Sapateador e Músico.
Formado em artes cênicas pela UniverCidade, Otávio Zobaran é integrante da Orquestra Brasileira de Sapateado, e estudou com os mestres de sapateado como Diane Walker, Gene Medler, Michele Dorrance e Flavio Salles.
Como professor, ministrou aulas nas academias Patrícia Sauer, Arte e Movimento, Lyceu Escola de dança ( professor assistente )
Otávio é também músico instrumentista – toca guitarra e violão.
No Teatro, atuou em Sete – O Musical, direção: Charles Möeller & Claudio Botelho; ABC do Corpo Humano, direção : Cláudio Figueira; Improptu, direção: Boris Hennion; Um dois, Feijão com Arroz, direção: Cláudio Figueira; O Passarinho e a Borboleta, direção: Marcelo Saback; TIP TAP ratos de sapato, direção: Ronaldo Tasso; De: Para, direção: André Paes Leme; Molecagens do Vovô, direção: Marcio Trigo; Síntese, direção: Tim Rescala; Sapato Musical, direção: Liane Maya
Na TV, participou de Alice, minissérie da HBO. Em cinema, atuou em Plastic City, direçao: Lik Way; Beneath the Cristo, direção: Marcio Milano.
“Gypsy” é o segundo trabalho de Otávio com a dupla Möeller & Botelho.
Iniciou seu envolvimento com a música, mais especificamente com o canto, em janeiro de 2000, quando participou, aos sete anos de idade, do 22º Curso Internacional de Verão da Escola de Música de Brasília – CEP/BEM. Nesse mesmo ano, foi selecionado para compor o coro infantil da montagem da ópera Camen de Bizet. Junto à Associação de Livres Espetáculos de Brasília, participou dos espetáculos Disney para Piano e Voz 2 (2005) e Disney para Piano e Voz 3 (2007).
Nos anos de 2006 e 2007 desenvolveu suas habilidades de interpretação na Escola de Teatro Mapati, em Brasília-DF, fazendo parte do elenco do musical Fame. Ao longo do mesmo ano, atuou em outras duas produções da mesma companhia: Os Saltimbancos e Peter Pan.
No segundo semestre de 2007, começou seus estudos em ballet contemporâneo, street jazz e hip hop no Centro de Artes Claude Debussy com a renomada dançarina Fernanda Fiuza.
Integrou o grupo brasiliense “Dinner Show”, formado por cantores performáticos que interpretam temas famosos de Hollywood e musicais da Broadway, dentre outros sucessos.
Em São Paulo, participou do elenco do espetáculo A Noviça Rebelde, com direção de Charles Möeller e Claudio Botelho, onde interpretou a personagem Friedrich, um dos filhos do Capitão Von Trapp.
Em 2009, trabalhou no seriado da TV Cultura Pela Estrada Afora e também fez participações na novela Vende-se um véu de Noiva do SBT.
Participou de Workshops e Coachings com os cantores Rafael Villar, Alírio Netto, Titus Burges e com o Maestro Marconi Araújo, com quem vem aprimorando seus conhecimentos relacionados à técnica vocal e interpretação para Teatro Musical.
“Gypsy” é o segundo trabalho de André com a dupla Möeller & Botelho.
Elton Pacheco Towersey nasceu em 27 de Janeiro de 1995.
Participou do Coral Agnes Moço (desde os seis anos de idade), tendo atuado várias vezes como solista (sopranino). Estudou canto com a professora Maria Eunice Moço, e, atualmente, estuda canto com a professora Gisela Peçanha.
Na área de dança, cursou Sapateado no Ballet Nícia Menezes, na Academia do Tap e na Escola de Ballet Cláudia Araújo; Dança Flamenca na Escola de Ballet Cláudia Araújo; Samba no Pé e Samba de Gafieira com Carlinhos de Jesus; e atualmente cursa Jazz Avançado, Ballet Clássico e pas-de-deux na Escola de Ballet Cláudia Araujo.
Na área de dublagem, Elton interpretou o personagem “Tucker” no longa-metragem “Minhocas”, em inglês (2008); e trabalhou como dublador para as empresas Delarte e Herbert Richers.
Como ator, cursou improvisação no Tabladinho (tendo apresentado o personagem “Pedrinho” na peça A bruxinha que era boa, de Maria Clara Machado), improvisação no Curso de Música Agnes Moço (tendo apresentado o personagem “Frei Lourenço” da peça Romeu e Julieta, de William Shakespeare), improvisação no Teatro Tablado com a professora Cacá Mourthé e Oficina de Teatro com Izabella Bicalho, do Centro de Artes Avancini.
Participou de peças como “Branca de Neve”, “Chiquinha Gonzaga” e “A Noviça Rebelde” (de Möeller & Botelho, onde interpretou o personagem Friedrich Von Trapp). Participa atualmente do musical “A Dama e o Vagabundo”, onde interpreta o personagem Vagabundo, com direção de Alessandro do Valle.
Elton fez parte também do elenco do filme “High School Musical – O Desafio”, em produção da Disney e Total Entretenimento Ltda.
Além de atuar, cantar e dançar, ele ainda toca violino, pandeiro e piano.
“Gypsy” é o segundo trabalho de Elton com a dupla Möeller & Botelho.
Igor Pontes Santos nasceu em 24 de março de 1981.
É ator, bailarino e cantor (tenor). É também Bacharelado e licenciado em Educação Física, tendo cursado Gestão Empresarial de Academias, Fisiologia do Exercício e Biomecânica do Movimento.
Formado em Ballet clássico, Sapateado, Jazz, Contemporâneo, Moderno e Dança Afro, fez participações em Festivais como: Grand prix Capezio, Bento em Dança, 18° Festival de Dança de Joinville e III Encontro Latino Americano de Danças. Trabalhou na TV Globo com Caio Nunes e com Berry. Também participou da Cia do teatro Garden Hall ( Alice Arja), Compania de Ballet do Rio de Janeiro (Alice Arja), LASO cia de dança ( Laerte), Ópera Alabe de Jerusalém (Fábio de Mello) e Ópera Brasil “Terra Brasilis” (Fernando Bicudo)
Como ator e cantor, participou dos espetáculos “Bomba Relógio”, “Moisés”, “Sitio do Pica Pau Amarelo”, “O Mistério do Fantasma Apavorado”, “100 Anos de Magia Disney”, “Ópera Alabe de Jerusalém”, “Escola Musical 1 2 e 3″, “On Broadway”, “A Dama e o Vagabundo” e “Princesas no Faz de conta”.
“Gypsy” é o primeiro trabalho de Igor com a dupla Möeller & Botelho.
Kaio Borges é ator, bailarino e cantor.
Começou sua carreira em Brasília na Cia Teatral Néia e Nando em 1999 atuando em espetáculos como O Rei Leão, Pocahontas, Tarzan, A Bela e A Fera, Aladdin, Cinderela, Branca de Neve, Grease entre outros (como ator e dançarino) e Os Flintstones e A Bela Adormecida (como coreógrafo).
Participou também da montagem do Musical da Broadway Jesus Christ Superstar com direção do maestro Marconi Araújo. Também com direção músical de Marconi Araújo fez participação como ator da ópera Carmem e do workshop de canto para Teatro Musical no Festival de Inverno de Brasília. Foi professor do Curso de Teatro Infantil Néia e Nando por 3 anos e meio. Integrante do Grupo Oásis de dança cultural árabe, ministrado pela professora e coordenadora do Centro de Danças Árabes Arabille, Ousseima Yimad, participando de montagens do grupo como Harén, O Milagre da Vida e Sahara – Noite de Mistérios.
Integrou o Grupo Tap Dance e fez parte do espetáculo Batuque, como ator e dançarino. Integrou também a Cia Sá Pateia. Participou de espetáculos de dança contemporânea, dirigidos e coreografados por Reginaldo Moreira como Nós, Vós, Eles e Código de Acesso.
Fez cursos de teatro, TV e cinema com a diretora e atriz Luciana Martuchelli e Deto Montenegro. Teve aulas de sapateado americano com Samantha Lemes (Brasília), Juliana Castro (Brasília) e workshops com os professores Carlos Viegas (Rio de Janeiro), Juliana Galotti (Curitiba), Carol Cavaliere (Rio de Janeiro), Juliana Garcia (Ribeirão Preto), Kim Sato (Canadá) e Charles Renato (São José dos Campos).
Como integrante da Cia Teatral Casa de Artes, atuou no espetáculo O Gato de Botas. Foi integrante da Cia Coelum – Companhia de Espetáculos Lúmina, ministrado pela regente Keit Guimarães. Deu aulas de sapateado em 2005 na Academia Dança Comigo. Produziu e participou do Curso de Teatro Musical ministrado por Marconi Araújo em Brasília para bailarinos e atores e participou de Masterclasses seqüências ministrados pelo mesmo para cantores em 2006. Teve aulas de canto com Alírio Netto (Brasília) e eventualmente com o maestro e contra tenor Marconi Araújo.
Desde 2006, Kaio vem dando aulas de sapateado para musical em escolas de Brasília e foi aluno da Escola de Teatro Musical de Brasília com aulas de canto, dança e interpretação até final de 2009.
“Gypsy” é o primeiro trabalho de Kaio com a dupla Möeller e Botelho.
Lucas Gaulia Drummond nasceu no Rio, em 26 de agosto de 1991.
Cursou improvisação no Teatro Tablado com as professoras Cacá e Aracy Mourthé, tendo participado de peças como “Nas Terras de Maria Clara“, “O Porco Suspeito“ e “Os Produtores“ (adaptação de George Sauma e Rodrigo Arruda, do musical de Mel Brooks).
Também estudou no Curso de Teatro da Escola Alemã Corcovado com a profª Joana Ferry, tendo atuado nas montagens “Uma Peça por Outra“, “Robalo, Robalinho e Mão-de-Vaca”, “Adevogados“, “O Inspetor Geral“, “Os Malas“ e “Piquenique no Front“.
Em 2008, Lucas atuou nas peças “O Cabaret 2″, de Domingos Oliveira, e, em 2009, em “História de Vina”.
Na área de Dança, cursa sapateado na Academia do Tap, de Flávio Salles; e jazz no Ballet Dalal Achcar, com Janice Botelho.
Na área de Canto, estudou no Centro Musical Antonio Adolfo e atualmente estuda com Ester Elias.
“Gypsy” é o primeiro trabalho de Lucas com a dupla Möeller & Botelho.
Tomas Quaresma nasceu em quatro de dezembro de 1987.
Iniciou seus estudos de Teatro aos seis anos. Além de peças da escola regular, fez oficinas de preparação para TV, na Art Studio e aulas de teatro na BSB – Teatral. Em 2008, morando em Joinville (SC), foi aluno da Escola do Teatro Bolshoi no Brasil, onde participou da peça “Bailei na Curva”. Atuou também em montagens de Dança Teatro: “Além da Carne” e “Do Que Nós Somos Feitos?”.
Na área de Dança, iniciou seus estudos em 1996, com o Jazz. Aos 10, ingressou no Ballet Clásico na Corpo Vivo e no Sapateado. Foi aluno do Studio Corpo de Baile e cursou Dança Contemporânea no Colégio Marista de Natal. Participou pela primeira vez do maior festival de dança do mundo o Festival de Dança de Joinville, onde fez diversos cursos com grandes nomes da dança mundial. Tomas participou também do Encontro Latino-Americano de Danças Circulares Sagradas (SP) e do Festival de Verão de Danças Circulares, em Córdoba, Argentina. Em 2007, ingressou na única filial da escola Russa de dança a ESCOLA DO TEATRO BOLSHOI NO BRASIL, situada em Joinville, SC. Na Escola, teve aulas de Ballet (técnica Vaganova), Dança Contemporânea, Dança Teatro, Interpretação, Música, Piano, Circo, Danças Populares e Teoria da Dança.
Na área de Música, teve iniciação musical desde a pré-alfabetização. Começou as aulas de flauta doce aos 10 anos, mesma época que iniciou as aulas de música onde estudou também percussão (com ênfase no instrumento Xilofone). Foi aprovado em 2006 no teste para o curso básico de canto da Escola de Música da UFRN e, enquanto esteve na Escola Bolshoi, teve aulas de teoria musical e piano. Desde 2009 é aluno de Mirna Rubim, com quem também fez o curso de teatro musical na CAL (Casa das Artes de Laranjeiras) com direção teatral de Menelick de Carvalho.
Participou, como bailarino e ator, do espetáculo “Um Presente de Natal”, com direção de Diana Fontes. Foi coreógrafo do espetáculo “Trípitico” com a Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Norte, sob a regência do Maestro Andre Muniz. Dançou nas viagens da turnê da “Grande Suíte do ballet Don Quixote” com a Cia. Jovem e a Escola do Teatro Bolshoi no Brasil, além de ser solista na coreografia de dança contemporânea “E se eu te contasse o meu segredo?” do coreógrafo Clébio Oliveira. Em 2009, passou a integrar a segunda maior Cia de ballet do país a Cia. Brasileira de Ballet, sob a direção de Jorge Teixeira., onde participou da turnê nacional de inverno dançando ballets como “La Bayadere” e “Giselle”. Fez a assistência de direção teatral de Menelick de Carvalho, no espetáculo do Jazz Carlota Portela.
“Gypsy” é o primeiro trabalho de Tomas com a dupla Möeller & Botelho.
Carol Costa é formada em Ballet pela Escola Petite Danse, e tem habilidades em Ballet Clássico, Contemporâneo, Sapateado, Jazz Musical e Danças Latinas. Também se formou na Cal – Casa das Artes de Laranjeiras e no Artcênicas.
Como bailarina, Carol tem vasta experiência em musicais, tais como “Um sonho é um desejo da Disney”, “Pinocchio”, “O Rei Leão”; e em programas de TV, como “Globo 40 Anos”, “Estação Globo” , “Gente Inocente” e a minissérie “Dalva e Herivelto”, entre outros.
Como atriz, participou de novelas como “Paraíso”, “Beleza Pura”, “Páginas da Vida”, “Floribella” e “Malhação”, e do filme “A Suprema Felicidade”, com direção de Arnaldo Jabor.
Carol foi também bailarina da Comissão de Frente da Escola Unidos da Tijuca, campeã do carnaval 2010 no RJ.
Em “Gypsy”, seu segundo trabalho com a dupla Möeller & Botelho, ela interpreta também a garçonete do restaurante chinês.
Formada em Ballet Clássico, Dança Flamenca, Jazz, Sapateado, Carolina Ebecken participou de diversos festivais e concursos de dança, como: Mostra Lydia Costallat, Festival de Dança Corpo Livre, Fiesta de La Hispanidad, Festival Nacional de Dança, Festival Nacional de Dança do CBDD, Festival de Dança do CBDD e Festival Nacional Arte de Dançar Spinelli. Fez cursos de sapateado com renomados mestres, como Gil Stroming, Jason Samuels, Maud Arnold, Flavio Salles, Steven Harper, Carlos Viegas, Adriana Salomão e Patrícia Taranto, entre outros. Hoje é professora e coreógrafa de sapateado.
Carolina fez também cursos livres na CAL (Casa das Artes de Laranjeiras) com Mallu Vale, Fernando Bohere, Claudia Melle e João Carlos; além de ter cursado canto, teoria musical e piano.
Participou de comerciais, aberturas de novelas, e interpretou a personagem Gabriela, do High School Musical, High School Musical 2 e High School Musical 3 no Teatro Municipal de Niterói, com o Ballet Claudia Araujo.
Carolina também estuda Comunicação Social- Publicidade na Universidade Federal Fluminense (UFF).
“Gypsy” é seu primeiro trabalho com a dupla Möeller & Botelho.
Giselle Lima é atriz e bailarina, com formação na CAL – CASA DE ARTES DE LARANJEIRAS, na Escola Estadual de Danças Maria Olenewa (Teatro Municipal do Rio de Janeiro), e no Cuballet – curso de dança com ballet de Cuba. Também estudou música no Conservatório de Música de Campos e foi ginasta. Fez aulas particulares de canto e voz com Rose Gonçalves, Monique Aragão e Janaína Azevedo.
No teatro, participou de peças como “Rastro Atrás”, “A alma boa de Setsuan”, “Fim de Jogo”, “Thats all folks”, “Feliz Aniversário”, “Quanto Vale o Show ?”, “O Despertar do Delírio” “Else”, “Rainha Esther”, “Solness, o Construtor”, “Na Cova dos Leões”, “Auto da Padroeira de Natal”, “Sessão da Tarde” e “O Silêncio dos Amantes”.
No cinema, atuou em “Verdades e Mentiras Sobre o Sexo”, “O Homem que Desafiou o Diabo”, “Pela Passagem de uma Grande Dor” e “Bonitinha mas Ordinária”, além de curtas.
Na TV, participou de produções como “Mandrake” (HBO) e “Poder Paralelo” (Rede Record).
“Gypsy” e seu primeiro trabalho com a dupla Möeller & Botelho.
A carioca Giulia Nadruz é atriz, cantora e bailarina, e iniciou os estudos de canto e dança aos cinco anos de idade e teatro aos 10. Participou de diversos Corais no Rio de Janeiro e EUA, tais como: Coral Mirim e Coral Clave de Sol (UIGM), Maiden Vermont Chorus, Middlebury Union Chorus , Cia de Cantores Voz Plena e Coral da PUC, se apresentando em diversas cidades do Brasil e EUA. Teve aulas de técnica vocal com Kevin Venardos, Leo Lodi, Pedro Lima, Gláucia Henriques, Gunnar Taets, Maestro Geraldo Leão e Maestrinas Thelma Taets e Lindi Bortney.
Na dança iniciou com Ballet Clássico depois Jazz, Sapateado e Dança do Ventre em diversas escolas no Rio de Janeiro e EUA, entre elas: Carlota Portela, Nós da Dança, Academia do Tap, Middlebury Union Move and Dance e Escola de Dança Beth Boopy.
Seu aprendizado em teatro foi iniciado na própria escola, seguindo seus estudos na CAL e O Tablado, além das Oficinas de Teatro Musical no Voz Plena e Espaço Cultural Vamos fazer Arte, onde também se formou em dublagem.
Atuou em peças como “Os Melhores Anos das Nossas Vidas”, “Le Sacre”, “Farra do Nelson”, “Annie – o Musical”, “As Incríveis Aventuras da Turma do Oco do Toco”, e participou como bailarina, da Parada Disney 2009-RJ.
“Gypsy” e seu primeiro trabalho com a dupla Möeller & Botelho.
Nascida no Rio de Janeiro, Joane Mota iniciou sua carreira artística aos três anos, quando começou a fazer aulas de ballet. Cresceu no meio da dança fazendo aulas de Ballet Clássico, Contemporâneo, Jazz, Sapateado e Dança Espanhola. Formou-se e se tornou bailarina profissional aos 13 anos ao integrar a Companhia Jovem de Ballet do Rio de Janeiro (2000 a 2005), onde trabalhou com diretores, coreógrafos e professores renomados como Dalal Achcar, Tíndaro Silvano, Luis Arrieta, Ivonice Satie, Renato Vieira, Deborah Colker, entre outros. Trabalhou com Charles Möeller e Claudio Botelho no espetáculo de dança “Superbacana – Dançando a Tropicália”, em 2004.
Recebeu premiações em diversos concursos de dança pelo Brasil, e foi bailarina da Companhia de Dança Deborah Colker, onde realizou turnês pela Europa e outros países.
Participou dos musicais “Disney – 100 anos de Magia”, “Sonho e Fantasia”, “O Rei Leão”. Trabalhou como Assistente de Coreografia em “Paradas Disney” no Brasil.
Em 2010, participou da minissérie “Dalva e Herivelto”, com direção musical de Charles e Claudio.
“Gypsy” é a terceira vez que Joane trabalha com a dupla Möeller & Botelho.
Viviane Rojas se formou pela Loyola Marymount University em Los Angeles, onde alcançou o prestigiado bacharelado em Artes Cênicas e Dança. Em seguida, fez pós graduação no Stella Adler Studio of Acting em Hollywood, e diversos cursos livres de atuação e dança em São Paulo como: Escola de Atores Wolf Maya, TUCA, Célia Helena, Macunaíma, Ballet Paula Castro, e Fátima Toledo.
Pratica canto popular há pouco mais de 10 anos, tendo tido aulas com conhecidos professores de música em Los Angeles e Nova York. Hoje em dia estuda canto lírico com a cantora de ópera Inês Stockler.
Viviane trabalhou em diversas produções teatrais americanas e brasileiras como “Mamma Mia!”, “Spring Awakening” e “The Boyfriend”, assim como em filmes, peças e seriados americanos e espanhóis.
De volta a São Paulo há quase dois anos, participou de produções de telenovelas e ensinou seus conhecimentos no “Workshop Stella Adler” em diversas companhias teatrais profissionais. “Gypsy” é seu primeiro trabalho com a dupla Möeller & Botelho.
Baby June
Hannah Zeitoune tem 9 anos e estuda ballet clássico no Ballet Dalal Achcar desde os três anos. Também estuda jazz com Janice Botelho e sapateado, na Academia do Tap, de Flávio Salles. Como atriz, ela estuda no Teatro Tabladinho e também com Paula Sandroni e Débora Garcia. Na área de canto, Hannah tem aulas com Patrícia Evans e Débora Garcia, além de ter aula de teclado, com Rafael de Barros de Castro.
Se apresentou em espetáculos de dança e teatro como “O Boneco de Neve”, “Um Conto de Natal”, “A Loja de Brinquedos”, “O Planeta das Fadas”, Tap Instrumental, “Pedro Malazartes”, “Sonho de Uma Noite de Natal”, “Sapateando”, “O Bruxo Salomão e a Bruxa Salomé”, “A Bruxinha Que Era Boa”, “A Banda”, “Floresta Encantada”, “Vários Contos”, “A Casa dos Sonhos” e “Coisas de Crianças”.
Nascida em Greenwich, Connecticut (EUA), Joana Bas mudou-se para Londres aos três anos, onde ingressou no Royal Ballet of London.
Aos cinco anos mudou-se para o Brasil onde deu continuidade no Ballet e iníciou no sapateado. Hoje está com nove anos.
Nascida no Rio de Janeiro e também com nove anos de idade, Thayani Campos começou a carreira aos cinco anos fazendo a propaganda do Dia das Mães das Lojas Leader. Ainda aos cinco anos, atuou na novela da Rede Globo “Páginas da Vida”, de Manoel Carlos. Aos seis anos, concorrendo com mais de 1.500 candidatas, foi selecionada e passou nas audições para o musical “A Noviça Rebelde”, de Charles Möeller e Claudio Botelho, no papel de Gretl, a caçula da família Von Trapp.
Thayani participou também de desfiles de moda para grifes infantis e atuou no Especial de Natal de Xuxa, na Rede Globo, “Xuxa e as Noviças”, em dezembro de 2008.
Durante a semana, além de ir à escola, Thayani faz diversas atividades como: sapateado, jazz, natação, catecismo e aulas de canto.
Em outubro de 2009 foi convidada para fazer uma participação especial no Projeto Pedagógico de sua escola, onde cantou a música tema do filme O Mágico de Oz – “Somewhere over the Rainbow”.
Baby Louise
Giovanna Rangel Elia tem 13 anos e já foi capa da revista francesa Julie, de agosto de 2009, além de ter aparecido na edição de julho e na edição especial de verão.
Ela cursa a Oficina de teatro no Colégio Marista São José e já cursou escolinha de Ginástica Rítmica no mesmo Colégio, além de ter tido treinamento na equipe de Ginástica Rítmica do Tijuca Tênis Clube. Atualmente também estuda Street Dance.
Na área profissional, Giovanna participou de peças como “Ou Isto, Ou Aquilo”, “Pluft, o Fantasminha”, “Plinc e a Terra Encantada”, “Branca de Neve e os Sete Anões”, “A Arca dos Bichos”, “Casa do Poeta”, “Os Saltimbancos”, “Peter Pan em de volta à Terra do Nunca”, “A Bela e a Fera”, “A Fada que Tinha Idéias”, “O Fantástico Mistério de Feiurinha”, “Planeta Coração”, “O Pequeno Príncipe”, “Escrito nas Estrelas”, “Encontro Proibido”, “Uma Professora Muito Maluquinha” e “Papo de Sapato”, entre outras.
Giovanna também foi garota propaganda do Colégio Marista São José para a temporada de matrículas para 2009, aparecendo em “fliers”, “outdoors” e no Jornal O Globo, e participou do comercial “A Namoradinha” do Chamyto (Nestlé)
Julya Dalavia é o nome artístico de Julia Dalavia Nina, de 12 anos.
Ela já atuou na TV (“Xuxa e as Noviças”, “O Segredo da Princesa Lili”, Programa do Didi e Programa Estrelas), no cinema (“ O Cavaleiro Didi e a Princesa Lili”) e no teatro (“As Aventuras de Huck Berry Finn”, “Tribobó City”, “Fame”, “A Fuga das Galinhas”, “Uma História sem Fim” e “Viagem Fantástica”.
Julya está cursando atualmente O Tablado, a Escola de Música da UFRJ e tem aulas de ballet e sapateado.
Já cursou vídeo e cinema, e teatro, na Casa de Cultura Humaitá (Direção Pedro Vasconcelos).
Com 11 anos recém-completados, Raquel Bonfante já atuou em cinema (filmes “Tudo é relativo”, “Sudoeste”, “Xuxa em o Mistério de Feiurinha”, “Chico Xavier”, “Xuxa Sonho de Menina”, na TV (novelas “Duas Caras” e “O Profeta”, Programa Janela Janelinha e minissérie “JK”), além de vários comerciais e catálogos.
No Teatro, Raquel participou das peças ”Nos tempos do Rock’n Roll”, “Pluft o Fantasminha”, “Fundo do Mar”, Circo – Jazz_ UAPA – 2007
Ela cursa sapateado e jazz, e já cursou na Cia de Artes Andréa Avancini, canto com Leo Lodi, canto com Lu Costa; além de workshops de jazz (Ballet Dalal Achar) e sapateado (Flávio Salles), entre outros.
Beatriz Tachlitsky Peixoto da Fonseca nasceu no Rio, em 26 de março de 1999.
Iniciou seus estudos de dança com o sapateado aos quatro anos de idade, na Academia do Tap, onde atualmente cursa o nível avançado, tendo como mestres Christiane Tachlitsky e Flávio Salles. Dentre os espetáculos de dança que participou estão “Homenagens”, “Dançando nas Telas”, “Tap Instrumental”, “Sapateando” e “A Casa dos Sonhos”.
Como sapateadora, participou do “Prêmio TIM de Música” e de inúmeros festivais de dança, como “Festival Arte de Dançar” e “Festival de Dança Corpo Livre“, conquistando sucessivos primeiros lugares.
Ainda na área da Dança, cursou Ballet clássico na Camarim Escola de Dança, com Denise Martins e Cristiane Quintan (TMRJ), e na Escola de Dança Petite Danse, com Carol Lima.
Aos cinco anos, atuou como locutora do espetáculo “Enquanto Shiva dançar, o mundo se move”.
Como atriz, participou do musical infantil com sapateado “A Magia dos Brinquedos”, com direção de Ivan Martins.
Matheus Costa nasceu no dia 12 de março de 1998, no Rio de Janeiro e mesmo antes de começar a dar seus primeiros passos, já fazia parte de uma agência infantil de modelos, participando de comerciais e catálogos de moda.
Aos cinco anos, depois de muitos testes, fez sua primeira novela: o Rique de “América”. Depois atuou em “Quem vai ficar com Mário?”, e estreou no cinema, em “Muito gelo e dois dedos D´água”, de Daniel Filho.
Matheus participou também das novelas “Cobras e Lagartos”, “Alta Estação”, “Duas Caras”, “Três Irmãs”, além de atuar nos programas “Força Tarefa”, Especial de Natal de Xuxa, Especial de Natal “Dó Ré Mi Fábrica” e Dança das Crianças do programa Domingão do Faustão, entre outros.
No Teatro, Matheus atuou em peças como “Fala Sério”, “ABC do Amor” e “Um Cão Cheio de Idéias”. Outra paixão é a dublagem, onde já emprestou a sua voz para o personagem “Rusty, Ferrugem” do filme “Os Incríveis”, e do pequeno “MJ” da série “Desperate Housewives”.
Matheus está nos cinemas na pele de Chico Xavier menino no filme dirigido por Daniel Filho e já assistido por mais de 1 milhão de espectadores.
Também acaba de estrear uma nova novela: “Escrito nas Estrelas”.
Jorge Amorim nasceu no Rio de Janeiro, em 23/09/1998.
Estudou três anos de Ballet, Jazz e Street no Centro de Dança Rio, e dois anos de Sapateado no Centro de Dança Rio.
Também cursou Expressão para Bailarinos e Correções de Técnica Clássica, ambos ministrados pelo Centro de Dança Rio.
Participou, como dançarino, do Especial de final de ano da Xuxa, do XVI Festival Arte de Dança Spinelli, do Festival de Dança Darcy Dutra Porto “Noites dos Campeões e Convidados”, do XXVI Festival Nacional de Dança do CBDD e do Performance Festival de Dança, onde ganhou prêmio de bailarino revelação.
Yago Machado de Mira nasceu no Rio de Janeiro, em 23/05/2001.
Fez curso de Artes Cênicas com Izabella Bicalho na Casa e Cia. de Artes Avancini, de Teatro Musical com Mareliz Rodrigues e Pedro Lima, no Espaço Cultural Vamos Fazer Arte, de Dublagem com Flávia Saddy no Espaço Cultural Vamos Fazer Arte e de Hip-Hop (B-boy) com os professores B-boy Xuxu e B-boy David.
Como ator, participou de novelas como “Beleza Pura” e a minissérie “Dalva e Herivelto”, no papel de Billy, filho da Dalva. Também na TV, esteve em programas como “Os Caras de Pau”, Especial de Natal da Xuxa (Natal Mágico), “Tudo Novo de Novo’ e TV Xuxa, entre outros.
No Teatro, atuou no musical “Gota D´Água”, com direção de João Fonseca; “Peter Pan”, “Annie” e “Paixão de Cristo”.
Yago participou ainda do Criança Esperança (com a Xuxa) e em vários DVD´s “Xuxa Só Para Baixinhos”.
Atualmente está na novela “Escrito nas Estrelas”.
Iago Bezerra Gomes Rangel nasceu no Rio de Janeiro.
Interessou-se por dança aos cinco anos, quando começou a freqüentar festas ciganas com sua família. Aos oito anos, dançando em uma festa cigana, conheceu o “bailaor” Rodrigo Garcia, que vendo o seu interesse pelo Flamenco, ofereceu uma bolsa de estudos. Dançando na II Mostra Municipal de Dança Cigana da Leopoldina ficou conhecido como o “pequeno bailaor” Iago Garcia.
Incentivado a estudar ballet clássico para melhorar seu físico, postura e conseqüentemente seu desempenho no flamenco, foi inscrito na audição da Escola de Danças Maria Olenewa, concorrendo com 250 crianças para apenas 25 vagas, da classe preliminar – Iago foi aprovado na sua primeira audição, sem ao menos ter feito um curso de verão como preparatório.
Hoje Cursa Dança Flamenca com o Bailaor Rodrigo Garcia, fundador da Cia Garcia de danza flamenca e Ballet Clássico na Escola Estadual de Danças Maria Olenewa
Iago participações de dezenas de festivais, como II mostra Municipal de Dança Cigana da Leopoldina da Prefeitura do Rio de janeiro e XIV FEST Dance Oficina da Dança.
Também participou de espetáculos como ballet Quebra Nozes (montagem de Dalal Achcar para o Teatro Municipal do RJ em três temporadas, no Shopping Rio Sul e no Teatro Abril, em SP); e Ballet de Dalal Achcar – Sonho de uma noite de Natal do ano de 2008.
Iago já ganhou prêmios como o Troféu Noite das Grandes Estrelas do Mundo Árabe Cigano na categoria Melhor Bailarino de Dança Cigana Infantil – 2006 e a Moção da Câmara Municipal do Rio de Janeiro por divulgação de cultura pelo vereador Átila Nunes Neto.
Matheus Felipe Benevides Loiola nasceu no Rio de Janeiro, em 01 de setembro de 1999.
Desde os primeiros passos mostrou entusiasmos por dança, o que o levou a ser matriculado no Clube Escolar da Pavuna, aos cinco anos, fazendo aulas de jazz com a professora Janaina Mathias. Logo interessou-se em fazer ballet. Neste período participou de várias apresentações, como o musical “AVolta ao Mundo pela Dança” como Hey Mickey; o musical “Era uma Vez” , representando Pinoquio; e “A Bela e a Fera”. Matheus também participou de apresentações junto a projetos culturais para a Prefeitura do Rio de Janeiro, com o espetáculo de dança “Brasileirinho”.
Cursou Artes Cênicas no SESI , participando da peça “Vinicius e Tom… A Obra de Dois Poetas”, no Teatro da Estácio de Sá, em Copacabana.
Em 2007, participou de um teste na Escola de Dança Alice Arja, onde ingressou nos cursos de ballet clássico profissional, com a profesora Kely Anacleto, e nas aulas de jazz com o professor Carlos Fontinelle, e sapateado com o professor Renato, participando de vários musicais, como: “O Segredo do Sótão”, “O dia em que a terra parou”, “Doido para fazer arte”; e dos Clássicos de ballet: “A Bela Adormecida”, “Quebra Nozes”, “Um Sonho de uma Noite de Verão”, “Alice no Pais das Maravilhas”.
Em 2008, participou do FESTINCOOA, onde ganhou várias medalhas e o prêmio de melhor bailarino infantil, em 2009, no mesmo festival, ganhou também várias medalhas
Participou de Audições para o Miami City Ballet School, ganhando bolsa integral para o curso de verão. Atualmente freqüenta a Escola de Dança Alice Arja.
Leonardo Valor nasceu no Rio de Janeiro, em 18/05/1997.
Iniciou seus estudos de sapateado em 2002 aos cinco anos de idade no Studio Valorarte, tendo como professores Luciana Belchior, Ursula Mandina e Roberta Martins. No mesmo ano, além do espetáculo do Studio no Teatro Villa-Lobos, O BAÚ DA INSPIRAÇÃO PERDIDA de Bené Rodrigues, Leonardo ficou em cartaz no mês de Dezembro e Janeiro no Teatro Tablado com o espetáculo O BOI E O BURRO A CAMINHO DE BELÉM da Maria Clara Machado e direção de Bernardo Jablonski.
Em 2003 iniciou suas aulas de teatro no Studio Valorarte tendo como professores Fabiana Valor, Inês Cardoso, Vera Freitas e Zé Helou. E no final do ano participou do espetáculo no Teatro Sesi, O GIGANTE EGOÍSTA numa adaptação de Fabiana Valor para o conto de Oscar Wilde. Nos anos de 2004 e 2005, participou dos espetáculos UM SÁBADO DIFERENTE, no Teatro Villa-Lobos e NEM NOVE NEM ONZE, no Teatro Sesi. Ainda em 2005 participou do curta metragem AMOR com roteiro e direção de Henrique Andrade e com Thelmo Fernandes, Marília Martins e Marco André Nunes no elenco. Também em 2005 participou do DVD XUXA FESTA sapateando.
Em 2006 iniciou seus estudos de piano com Camila Marlieri com quem continua estudando até hoje. Neste mesmo ano, participou do espetáculo PÂNICO NA BIBLIOTECA – adaptação de Fabiana Valor do livro de Eoin Colfer – no Teatro Villa-Lobos; desta vez, atuando, sapateando e também tocando piano.
Em 2007 participou do espetáculo MUNDO DOS SONHOS de Fabiana Valor, no Teatro Villa-Lobos. Em 2008 começou a fazer aulas de teatro também no Teatro Tablado e teve como professores Aracy Mourthé e Daniela Ocampo. Iniciou aulas de canto com Jardel Maia. No final do ano se apresentou no Tablado com o espetáculo PRETO E BRANCO e também no Teatro Carlos Gomes com LUZ, CÂMERA, AÇÃO desta vez, atuando, sapateando, tocando piano e também cantando.
Em 2009, além das aulas no Studio Valorarte e no Teatro Tablado com Aracy Mourthé e João Junior, iniciou em agosto aulas de canto com Ester Elias.
Pedro nasceu em 20 de dezembro de 1997 no Rio de Janeiro.
Pedro estuda na CATSAPA – Escola de Musicais, onde tem aulas de teatro, canto, circo, sapateado e dança.
Ele frequenta essa escola há três anos e, lá, já participou de três montagens: Pianíssimo, Os Cigarras e as formigas e o Auto da Compadecida, todas apresentadas no Teatro Leblon.
“Gypsy” é sua estreia em umapeça profissional.














































Vinicius Teixeira em qua, 10 fev 2010 10:47 pm
Anciooooooooso
Heb em qui, 11 fev 2010 11:03 am
anciosíiiiissima!!
Stephanie Goebbels em qui, 11 fev 2010 7:40 pm
EBAA!
quero ir! onde eu compro os ingressos? huahua
Bel em sex, 12 fev 2010 10:41 am
EBAA!
quero ir! onde eu compro os ingressos? huahua [2]
Hahahaha
Dani Mazur em sex, 12 fev 2010 11:12 am
Oh, isso realmente é uma boa notícia!
Esperando com muita ansiedade! *-*
Julia Nogueira em sex, 12 fev 2010 3:30 pm
EBAA!
quero ir! onde eu compro os ingressos? huahua [3]
Guilherme Ferreira em sex, 12 fev 2010 3:31 pm
Renata de June e Ada de Electra foram escolhas excelentes. Mt ansioso pra ver. Mas estou mais asioso ainda por Hair.
Gilmar em sex, 12 fev 2010 4:34 pm
que trio, Totia, Garambone e Renata vai ser demais, estou ancioso.
Leticia Magalhães em sex, 12 fev 2010 4:58 pm
EBAA! quero ir! onde eu compro os ingressos? huahua [3]
Hahahaha
Mayra em sex, 12 fev 2010 6:23 pm
Acho que só não estou tão animada pra ver Gypsy quanto estou pra ver Hair!!!
Achei a escolha de elenco muito boa!
que trio, Totia, Garambone e Renata vai ser demais, estou ancioso. [2]
Mariana Carrozzino em sáb, 13 fev 2010 1:28 pm
Aguardamos ansiosos
Antonio em seg, 22 fev 2010 3:56 pm
estreia no dia do aniversário de shakespeare. ótimo sinal rs. merda para todo o elenco! :]
isabel carvalho em ter, 16 mar 2010 3:32 pm
Vai ficar até qdo????
qro mtoo ver mas só posso ir nas férias!!! ;DD
REGINA CAVALCANTI em dom, 11 abr 2010 11:05 pm
Amei conhecer a carreira dos atores, são todos fantásticos. Será sucesso na certa!!!!
Bel em sáb, 17 abr 2010 5:07 pm
EXPECTATIVA A MIL PRO HORA!
Larissa em seg, 26 abr 2010 9:02 pm
aaaaai , não vejo a hora de eu ir *-* , eu vou , eu vou