O Trio de Ouro – Conheça os Músicos de Versão Brasileira

fevereiro 9th, 2010 15 Comentários

Edgar Duvivier, Marcelo Castro e Thiago Trajano

Logo no início de “Versão Brasileira”, após cantar (e tocar ao piano) “Vingativa”, Claudio Botelho, parafraseando o compositor Stephen Sondheim, (autor da canção “Send in the Clowns”), convida os músicos a entrarem no palco com a saudação “Send in the Music” (numa tradução livre, Que Entrem os músicos).

E que músicos! Marcelo Castro (piano), Thiago Trajano (violão, guitarra e banjo) e Edgar Duvivier (sax e clarinete) formam o “Trio de Ouro” que acompanha Claudio no passeio pelos 20 anos de trajetória artística da dupla Möeller & Botelho.

Marcelo e Thiago já podem ser considerados “prata da casa”, pois trabalharam com a dupla em seis musicais antes de “Versão Brasileira”.

Já Edgar, um dos mais famosos saxofonistas brasileiros, faz sua estreia em espetáculos de Möeller & Botelho, embora tenha acompanhado todo o processo de O Despertar da Primavera, não como músico, mas como videomaker.

O Site Möeller Botelho conversou com os músicos após o último espetáculo da temporada carioca de “Versão Brasileira”. Conheça um pouco mais do “Trio de Ouro” de Claudio Botelho.

Edgar Duvivier

Que tal a experiência de trabalhar, como músico, pela primeira vez em um espetáculo da dupla Möeller & Botelho?

Trabalhar com a dupla Moeller & Botelho é o sonho de qualquer pessoa normal (que queira trabalhar). Seja fazendo making offs (como eu fiz do Despertar da Primavera e farei de Gypsy e do Hair) ou como técnico, produtor ou ator. (Se eu não soubesse fazer nada, ia aprender alguma coisa pra trabalhar com a MB). Trabalhar como músico, acompanhando o Claudio cantar essas lindas músicas do “Versão Brasileira” é muito mais que uma “Diversão” carioca, é uma aula de arte, de profissionalismo e de prazer. O que eu observo na dupla, é que eles se dedicam de corpo e alma para fazer sempre o melhor possível. Não poupam esforços nem dinheiro, nem tempo, nem saúde para realizar o sonho de montar um belo espetáculo. E esse rigor está presente em todas as etapas e em todas as pessoas que trabalham com a dupla. Não tem conversa. Fica bom porque tem que ficar. Porque tem amor, dedicação, seriedade, qualidade e trabalho, e, tudo com diversão, delicadeza e educação.

Você gosta de musicais? Costuma acompanhar as novas produções? Quais são seus musicais preferidos?

Minha cultura não é muito de musicais. Sempre fui fanático por musicais franceses como “Les Parapluies de Cherbourg”, “Les Demoiselles de Rochefort”, (e até já me aventurei musicando alguns livros). Quando estudei nos EUA, toquei clarinete no “Fidler on the Roof”, assisti muitas vezes ao (filme)  “Singing in the rain”, vi um ou outro dos famosos, mas até conhecer de perto a dupla MB, não tinha muito contato com a grande maioria dos musicais americanos ou ingleses.

E como é dividir o palco com Claudio?

Fazer show com o Claudio é o máximo. Antes de tudo, dividimos os bastidores e é uma festa. Morremos de rir, o Claudio que parece tão serio (e é tão serio no trabalho) é engraçado pra caramba, leve e a vontade. E quase sempre o Charles aparece e a festa fica completa. Quando entramos em cena, outro personagem está no palco. O cantor. Então trata-se de escutar o Claudio cantar e acompanhar criando as harmonias e melodias onde ele vai solar, e  ele canta tão bem que se eu bobear eu fico escutando e nem toco. Adoro todas as músicas. Vou todos os dias feliz para o trabalho.

E a relação com Marcelo e Trajano, como tem sido?

Tocar com o Marcelo e com o Thiago é o maior prazer. São ótimos músicos, companheiros e amigos. O que eles querem é fazer um bom espetáculo. Se te falam alguma coisa, é melhor escutar, pois não vai ser para te chatear, pra concorrer com você. Vai ser pra procurar melhorar o resultado. Sabe aquela história: “para que façamos juntos aquilo que eu não posso e não sei fazer sozinho”? Pois é, ali é assim. Todos pelo melhor espetáculo.

Cada um de nós com estilos e histórias diferentes. Eles quase poderiam ser meus filhos (por causa da idade, apesar de não parecer, pois eu pareço mais moço que eles), mas eu escuto com atenção o que eles tem a me dizer. Marcelo nos teclados, Thiago nas cordas e eu no sopro, conseguimos unir os timbres de uma pequena orquestra.

Estar em uma arena, tão próximo da plateia, qual a sensação?

Já toquei naquele teatro e em muitas outras arenas. Acho muito bacana. O povo está ali em volta, dando calor, vibrando com a gente. O povo faz parte da totalidade do show. Não teria o show sem o público,e ali esse público fecha o circulo. Uma espécie de mandala de som e de arte.

Marcelo Castro

Há algum tempo você só atuava como diretor musical e regente em musicais. Em Versão Brasileira, você está em cena, tocando piano. Como está sendo a experiência?

Realmente. “Sete” foi o último musical que fiz como pianista. Faz falta também. Acho que reger e dirigir é tudo o que quero fazer na vida, mas a emoção de tocar também é boa. Na realidade a responsabilidade é muito menor nesse caso. Quando estou regendo tenho que resolver todos os problemas que possam surgir num espetáculo. Até mesmo uma luz que não abrir, ou um cenário que não desceu, ou um cantor que entrou antes…. existem várias coisas que eu, como maestro, tenho que resolver com a orquestra. Quando estou somente no piano, a coisa fica mais fácil, as responsabilidades são divididas, apesar da direção musical do versão brasileira também ser minha, a responsabilidade não é a mesma. O fato de estar em cena, não me faz muito a cabeça não. Realmente gosto de ficar por detrás dos panos… Risos. Estou muito feliz no Versão, pois pude juntar a direção musical com o pianista e ainda dividir o palco com pessoas que são MARAVILHOSAS!!!!!!


Que tal reviver essa história de tantos musicais? Você participou de vários dos quais Claudio canta…

Nossa….esses últimos anos foram agitados… Risos. Em cada pedacinho de música a gente lembra de alguma coisa. Tem vários momentos que me fazem lembrar outros espetáculos, mas a emoção não é a mesma. Em muito deles eu estava na regência ou na direção, ou tocando um piano que era diferente do que estou tocando agora. Os arranjos que fiz com o Thiago Trajano são diferentes dos outros musicais. Nada é igual. Desses que estamos fazendo eu participei: Lado a Lado com Sondheim, Sete, Avenida Q, O Despertar da Primavera, A Noviça Rebelde e Gypsy (já estamos trabalhando nele faz algum tempo), acho que só. Risos.

E como é dividir o palco com Claudio?

Como já falei anteriormente, as pessoas que estão nesse musical são Fantásticas. Realmente é MUITO agradável ir para o teatro e saber que vou encontrar elas. Não tem tititi, fofoca, disse me disse…. é tudo muito tranquilo e divertido. Na realidade me divirto muito lá. A Claudio é um artista incrível. Tem uma musicalidade impressionante. É fácil acompanhá-lo, pois ele sabe exatamente o que está fazendo. Com esse tipo de artista fica muito fácil de tocar. Na realidade nós temos trocas no palco (uiiiiiii). Na música é assim. Sou contra aquele conceito de que o pianista acompanha o cantor. Eu penso que fazemos música juntos. Tem momentos em que ele me sugere coisas e vice versa…. assim a música vai se construindo e cada dia é diferente do outro…. em resumo: é MUITO BOM.

E a relação com os outros músicos, Edgar e Trajano, como tem sido?

São duas pessoas maravilhosas. O Edgar eu conheci como músico nesse espetáculo. Nunca tinha trabalhado com ele antes. É um músico espetacular. Aprendeu as canções em tempo record…. e olha que são muitas… não reclama de nada, não atrapalha em nada, é calmo, passa muita tranquilidade e ainda é divertidíssimo. O Thiago eu já conheço faz um tempo e é um cara que admiro muito. Tem um conhecimento de música absolutamente invejável! Sempre que tenho alguma dúvida, procuro ele para conversar… É meu braço direito e às vezes o esquerdo também em muitos trabalhos. Conversamos sempre sobre vários temas relacionados a música e sempre é muito construtivo para mim. Adoro ouvir as opiniões dele e sempre para pra pensar quando ele fala alguma coisa. É aquele tipo de cara que quando fala você realmente tem que parar e avaliar. Não fala besteira. Não preciso me preocupar em nada como diretor. É um profissional perfeito e de um caráter ainda mais perfeito. Nos arranjos discutimos algumas coisas e sempre chegamos a uma idéia comum. Dividir o camarim com essas duas figuras foi muito legal.

Thiago Trajano

Você já participou de quantos musicais de Möeller & Botelho?

Sabe quando o Claudio, no início de Versão Brasileira, fala dos primeiros espetáculos em casas de shows que não existem mais, como o Rio Jazz Club? Bom, eu já estava lá… mas como público! Então posso dizer que acompanho a carreira do Charles e do Claudio há bastante tempo. Mas acompanhar no sentido musical, ou seja, sair do lado de lá, das poltronas da plateia e pular para uma cadeira no fosso da orquestra ou no palco, demorou certo tempo. Meu primeiro trabalho com eles foi como substituto do guitarrista e violonista Sílvio D’amico na Ópera do Malandro em 2003, no Carlos Gomes. No final da temporada o Sílvio teve uma viagem longa para Europa e eu assumi seu lugar como titular. Em seguida fiz a Ópera do Malandro em Concerto, A Noviça Rebelde, Avenida Q, O despertar da Primavera e agora estou em meu sexto musical da dupla: Versão Brasileira.

Pela primeira vez você está dividindo o palco com o Claudio…

Só agora, nesta entrevista, me dei conta que nestes sete anos, nunca havia trabalhado com o Claudio no palco! Que o Claudio é super talentoso, todos sabem! Vemos de quarta a domingo as platéias se emocionarem e rirem muito durante o espetáculo; mas tenho que admitir… por mais que adore fazer o show, adore as músicas, adore as versões… a bagunça antes de entrarmos em cena é mais divertida ainda! Divido isto aqui, pois a parte do show todos vêem, e sabem como é ótimo, tudo funciona de forma exemplar. Mas credito grande parte do nosso resultado final ao fato de termos nos bastidores um clima excelente! Ou como dizem: “boa coxia!”.

E a relação com Marcelo e Edgar, como tem sido nesta “boa coxia”?

O Edgar é multi! O que eu posso dizer? O cara é um escultor consagrado, faz vídeo, edição, trilha, se formou em Direito (esqueceu os papéis de uma petição importante no Bob´s! Mas isso é outra história, deixa pra lá!), e nas horas vagas é saxofonista, clarinetista… Não sei não, mas acho que o dia desse cara tem 90 horas, não é possível! Me dividir entre o violão e a guitarra já me consomem mais tempo do que tenho, vivo com a sensação de estar devendo! Mas o Ed consegue! Está sendo um grande prazer dividir o palco com ele!

O Marcelão já conheço há alguns anos, esse cara é fera! Seu talento e dedicação são impressionantes. Embora já tenha uma bagagem sólida em musicais, não se iluda, ele está sempre correndo atrás de mais informação e uma formação mais consistente para que possa desempenhar o papel de diretor musical e regente de maneira mais eficiente e profissional a cada nova empreitada.

Qual foi a sensação de estar no palco e não em um fosso? Estar em uma arena, tão próximo da plateia?

É muito interessante, pois ouvimos todos os comentários e cochichos durante o show. É sempre muito engraçado, a cada novo número, ouvir todos excitados adivinhando baixinho o nome do musical à qual a música executada pertence. Mas em relação aos cochichos, a situação mais engraçada ocorre em Class, do musical Chicago: em meio às risadas (pois a versão do Claudio é divertidíssima!), ouvimos, quando pronunciados certos palavrões que aparecem na letra da canção, alguns mais conservadores exclamarem “Que isso, gente?”! É impagável! Mas a maior vantagem da arena, no meu ponto de vista, é poder tocar de frente para os outros músicos e para o Cláudio. Isso gera uma cumplicidade, e uma interação que acontece em todos os momentos do espetáculo.

Que trecho do Versão você particularmente mais gosta?

Acho difícil apontar um só, gosto de tudo! Aliás isto é bastante raro! Quando estamos no fosso da orquestra, existem muitos momentos nos quais não estamos tocando, e além disso nunca estamos vendo a cena (claro, pois estamos no fosso!). Isto faz com que algumas vezes nos esqueçamos que fazemos parte de um grande espetáculo, onde uma enorme platéia está logo ali, se emocionando com o que vê e ouve. Em Versão Brasileira, nós estamos ali o tempo todo, interagindo e sentindo de perto tudo que acontece. Isso nos faz estar 100% conectados com o desenrolar do espetáculo a todo o momento! Isso é dos pontos que mais gosto! Mas sei que você se refere a algum número musical, então se tenho que escolher, vai lá: o momento mais forte e grandioso acho que é o “Beijo da Mulher Aranha”, mas a canção que mais gosto é, sem dúvida, “Losing my mind”.

Aguardem Claudio Botelho e o ‘Trio de Ouro’ em “Versão Brasileira” no Festival de Curitiba 2010!

Veja mais fotos dos músicos de “Versão Brasileira”:

Fotos: Leo Ladeira.

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15 Comentários

  1. Teresa disse:

    “Temos Teatro com Homens” foi o título de uma série de postagens de Claudio e Charles aqui no M&B
    Agora, com esses 4 homens de preto, que fizeram de VB, na Arena do SESC, um sucesso e um espetáculo de uma elegância ímpar, ficou a certeza que – sim, o Teatro Musical “também é um artigo masculino, tempo de astros, além das estrelas”.

  2. Charles Möeller disse:

    Adorei essa materia, essas fotos, pois ADORO esse trio de OURO tocando junto e cada um deles individualmente já virou da minha familia. Ed, Marcelo e Thiago, além de serem músicos brilhantes, são o melhor camarim/coxia da historia dessa dupla. E olha que a gente tem estrada!
    Sempre falo que luto muito por um palco talentoso e iluminado, mas sei que isso é impossivel sem uma coxia feliz e de caréter! E no Versão Brasileiro foi comprovada essa teoria. A felicidade de vocês transparecia o tempo inteiro! Muitas vezes eu ia mais cedo só pra estar com eles no camarim, sempre às gargalhadas e com muito astral! Isso passou e encantou o publico que lotou o Espaço-Sesc do primeiro ao último dia! E a harmonia (é um trocadilho sim) de vocês quatro era das mais afinadas. Bravo rapazes! Ja tô com saudades do nosso Bar V.B! Charles Möeller.

  3. zaida pianista disse:

    …sei que sou suspeita mas não resisto e vou postar…que felicidade ver esta matéria e assistir VB!!!..MCastro desde que em Lado a lado entrou como sub já constatei a rapidez com que preparou e pensei …”este veio pra ficar”.Não deu outra pois juntou seriedade +talento +disponibilidade com”fome por musical”..só tem a crescer e a gente se diverte muito trabalhando.
    Thiago …desde Noviça e repeteco em AVQ -carinhosamente chamo MEU TESOURO porque ali residem caráter, talento, um grande performer e sabe muitooooo de música.É muito bom tocar ao seu lado e vamos combinar TENHO OU NÃO RAZÃO EM CHAMAR DE TESOURO??!!(abafa)
    Edgar…grata surpresa para o gênero ,pois estava acostumada a ve-lo pelos bastidores com uma câmera na mão..depois dessa só posso recomendar EDGAR LARGA A CÂMERA E VEM PRO FOSSO!
    Enfim..brincadeiras a parte é muito bom qdo os músicos podem ficar visíveis (sair um pouco do fosso).Nisso meus amados Claudio/Charles são mestres REVELAR TALENTOS…assim todos ganham e ficamos felizes. AMEI!!!… zaida valentim

  4. Noêmia Maestrini disse:

    Não poderiam ter reunido nomes mais adequados à qualidade de seu cantor. Parabéns, Cláudio e Charles.
    Gostaria muito de adquirir alguns volumes do livro que fala de seus musicais (nem sei quanto custam…), mas já perguntei antes e ninguém me respondeu. Será que o site pode dar-me este clue?
    Um beijo e congratulações. Os nomes de peso estão começando a juntar-se a seu grupo, pouco a pouco. Vcs bem que o merecem. Plantaram e estão colhendo.
    Noêmia

  5. Leo Ladeira disse:

    Adorei o “O Edgar é multi! O cara é um escultor consagrado, faz vídeo, edição, trilha, se formou em Direito, e nas horas vagas é saxofonista, clarinetista… Não sei não, mas acho que o dia desse cara tem 90 horas”.

    E ele, com tudo isso, ainda é o cara mais Zen que já vi na vida!!! Queria ser assim!

  6. Lia Barcellos disse:

    Parabéns pelo conjunto do trabalho.
    Se um dia montarem Hello Dolly quero o papel titulo. Beijo,
    Lia

  7. Teresa disse:

    Para não perder o primeiro lugar na fila … postei, rapidamente, os ‘prolegômenos’ lá em cima …
    Volto para falar mais um pouco desse Show, que arrebatou corações e mentes.
    Nossas mentes foram invadidas pela beleza poética das versões do Claudio e pelas trilhas originais de Sondheim, Porter, Gershwin, Irving Berlin, Rodgers e Hammerstein, Chico, Carlinhos Lyra, além do Rei Roberto Carlos …
    E nossos corações se apaixonaram pela linda voz do Claudio, pelos belos arranjos do Marcelo, por sua execução de Losing my Mind, pelo delicioso solo do Edgar e pelas mil cordas do Thiago.
    - Versão Brasileira é um espetáculo masculino.
    E a esse “Trio de Ouro”, que formam um quarteto com a interpretação do Claudio, se somam a Direção encantadora do Charles e sua inteligente ambientação cenográfica, com projeções em forma de um disco com faixas de todos os musicais, que marcaram os 20 anos da dupla M&B, e a escolha de um banquinho, como único elemento cênico, de uma simplicidade genial.
    O time se completa com a iluminação do PC Medeiros, o som do Claret e a operação do Carlinhos, a competência do Edson, na produção e ainda o Leo, que registrou tudo com sua câmera mais que “profissa”.
    Enfim, um Teatro de Homens, de Astros, de Meninos, que celebrando 20 Primaveras, nos deram esse inesquecível presente que é Versão Brasileira !

  8. Carlinhos - operador de som disse:

    Não tem preço trabalhar com esse trio de ouro!
    O clima nos bastidores é divertidíssimo, vou feliz para o teatro operar o som.

  9. edgar duvivier disse:

    Em breve (nas melhores casas do ramo) VB : o filme.

  10. Teresa disse:

    … e VB – o CD !!!!!!

  11. Heb disse:

    Po,todos são ótimos,mas o pianista arrasou no Versão Bras.!!

  12. Alexandre Senna disse:

    Achei excelente a ideia de ‘dar voz’ a esses músicos incríveis! Tive a oportunidade de ver duas vezes o ‘Versão’ e saí do teatro extasiado em ambas oportunidade, todos arrasaram.
    As entrevistas ficaram ótimas e concordo totalmente com o Thiago: ‘Losing my mind’ é a melhor, mas faço uma grande ressalva: precisava colocar água na boca da gente sobre o agito da coxia? E o Charles ainda põe mais fogo na história…rsrsrs!!! É muita maldade com quem tanto gosta de vocês!!!

  13. lica baptista trajano. disse:

    Assisti ao espetáculo Versão Brasileira e fiquei impressionada com relação amorosa, que acontece entre os sons. Os músicos estão muito entrosados respondendo a todos os apelos uns dos outros e principalmente os do Claudio, que comparece com a força da voz e das palavras. O trabalho dos quatro é realmente comovente. Parabéns !!!

  14. Maria Alice disse:

    Gostaria de saber se versão brasileira vai para algum teatro e continuar a temporada depois de Curitiba.

  15. Gilberto Bartholo disse:

    Marcelo e Thiago já estavam no bom caminho há algum tempo. Que bom que o grande Edgar juntou-se aos tão bons quanto ele e entrou para a “família” Möller Botelho. Tomara que esse trio continue a abrilhantar os musicais da dupla por muitos e muitos anos

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