
Nas últimas semanas quando Kiara Sasso teve que se ausentar quem assumiu a protagonista de “A Noviça Rebelde” foi Ester Elias, brasiliense que teve sua iniciação em musicais na cidade de São Paulo com o papel de Éponine de “Les Miserables”, em 2000. De lá pra cá se especializou na área e não parou mais. O site MöellerBotelho fez uma entrevista exclusiva que você pode conferir agora:
- Como começou sua carreira nos musicais?
Meu primeiro grande papel foi Éponine no Les Miserables. Foi aí que tive o boom de atriz de musical. Fui morar em São Paulo por causa do espetáculo. Fiz o teste e pra fazer a gente tinha que morar na cidade. Deixei tudo de lá pra cá. Brasilia é um lugar onde não funcionam os musicais, não tem essa cultura igual a Rio e São Paulo. É só política, política e política. Aí as pessoas se impressionam que as vezes sai alguma coisa de lá né? (risos) Eu fico muito contente com isso porque é uma galera que não tem oportunidade mas que batalha muito, estuda…
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Foi no “Les Miserables” seu primeiro contato com Claudio Botelho?
Indiretamente sim porque foi o primeiro trabalho dele de tradução e lá que a gente se conheceu. Quando terminou eu fui pro Rio e ele montou o Cristal Bacharach, me convidou para participar.
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E aí você continuou fazendo trabalho com eles…
Fiz sim, depois a “Opera do Malandro” com temporada em três cidades em Portugal , e “Lado a Lado com Sondheim”.
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Este foi seu primeiro trabalho fora do Brasil?
Com musicais sim, porque em Brasília eu participei muito de concursos de corais , então a gente viajava muito. Era mais pra estudo, a técnica apropriada para voz…
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Você é principalmente cantora, não?
Sou cantora, meu aprendizado de atriz é no palco e precisei tirar o DRT de atriz aqui em SP,. Depois eu comecei a trabalhar. Trabalhei também o Canto lírico na minha voz e o musical, os dois.
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Falando de “A Noviça Rebelde”, quantas sessões você já fez?
Nossa! (pensa…), entre Rio e São Paulo eu devo ter feito umas trinta sessões. Aqui em São Paulo eu já devo ter feito quase vinte! Na semana retrasada, de sete sessões eu fiz cinco, e na semana passada fiz todas.
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E neste tempo, qual foi o maior desafio para interpretar a Maria?
Na verdade foi um desafio muito gostoso porque eu nunca tinha feito tanto texto como com a Maria, então eu corri atrás. Tive muito apoio do Herson (Capri, primeiro Capitão). Geralmente o diretor não para para treinar o sub, ele prepara os protagonistas e a gente corre atrás. Então eu gostei, foi um grande aprendizado e gostei muito. Fiquei muito feliz. A minha primeira sessão foi muito boa, estava bem segura e praticamente todas as marcas fiz certinho.
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Então nesta primeira você já sabia que iria entrar como a protagonista?
Eu acompanhei todos os ensaios, fui vendo o que o diretor queria e comecei a me preparar, ensaiando sozinha alguns dias e depois disse para a Tininha (Salles, direção artística): “eu preciso de pelo menos uma primeira apresentação, pois não queria entrar de susto. Aí eu fiz,. Foi no Projeto Escola que por sinal foi muito bom porque as crianças não conheciam a história e adoraram, isso foi em outubro de 2008.
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Ser sub é uma responsabilidade tão ou mais difícil do que a protagonista, pois você pode entrar a qualquer momento no palco…
Olha, geralmente é um pouco mais porque você vive por conta disso. Você fica preocupado, pois você tem que pensar nos dois papeis. Na verdade eu não tenho dois papéis, eu faço freira que é mais coro, não tem texto, não tem nada. Então você se prepara para dois. O que é difícil é que você não está aquecida, não está naquele ritmo de fazer todos os dias, não domina as marcas, os textos, a história pra passar com mais naturalidade possível… Mas de certa forma eu agradeço a Deus porque por menos experiência que eu tinha a cada uma eu ia crescendo. Eu me identifico muito com o personagem, e eu coloco um pouco de mim e as coisas iam fluindo.
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E sobre os imprevistos, tipo esquecer o texto ou alguma marcação?
Ahhhh… Na primeira teve várias partes pequenas que esqueci. Eu brinquei com o erro, por isso que gostei de fazer. Disse: não vou ficar me preocupando com o erro porque o público não tem que ver o erro, senão ele não vai ver a personagem, vai ver a pessoa que está fazendo. Foram poucas coisas, algumas marquinhas que não me atrapalharam. Em questão da letra da música era o que mais me apavorava, mas eu consegui lembrar de todas. O texto às vezes eu esquecia algo, mas colocava outra coisa e brincava e seguia, então não era algo perceptivo para o público e graças a Deus não chegou a me atrapalhar. Mas como eu tenho feito muito ultimamente eu tenho lembrado mais das marcas, estou mais firme. E outra coisa, eu tenho um ritmo totalmente diferente da Kiara, então quem faz comigo estranha um pouco, pois sou mais acelerada, e aí dificulta um pouco quem faz comigo.
(Começa o aquecimento vocal)
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Tags: A Noviça Rebelde, Ester Elias

















Ester, você é simplesmente maravilhosa!! Tive o privilégio de vê-la de noviça no Rio e chorei muito de emoção… Meiga, amiga, simplesmente Ester….. Beijos e muito sucesso. Com carinho, Ana Paula
Adoreeeeeeeei!!!!! A Ester eh super fofa e talentosa!! Tava faltando msm uma entrevista com ela!!
Ficou otimo!! Parabens!!!
Bjus!!
ADOREIIII!!!!! Tenho um carinho enorme pela Ester e com certeza ela merece a visibilidade que está tendo nesse final de temporada; além de muito competente, talentosa é tb muito carinhosa, um doce de pessoa. Q Deus a abençoe hj e sempre!
Beijinhos..
Ester é muito talentosa, sorridente e meiga. Adorei vê-la nos palcos, ela me encantou com seu jeito todo especial e com sua voz linda. Além de todas essas qualidades, é super simpática e simples. Ainda não tive oportunidade de encontrá-la depois do espetáculo, mas sei que vou adorar!
Assisti Noviça duas vezes: na pré-estréia e mais recentemente. E devo confessar que na segunda vez tive a FELICIDADE de assistir o espetáculo com Ester Elias e Vera do Canto e Mello! Como o espetáculo cresce na mão destas duas estrelas!!!
Não desmerecendo o trabalho de Kiara, mas com Ester a Maria ganha verdade, humor, energia, ganha vida! Que faça muito mais vezes, se possível como alternante e não simplesmente como standby. O musical merece isso!!!
ADOREI SABER DISSO, ESTER! SABE QUE SOU SUA FÃ, NÃO SABE?! VOCÊ DEVE TER IMPRIMIDO UMA GRANDE E NOVA PERSONALIDADE À “NOVIÇA”, E ISSO TAMBÉM É MUITO BOM. KIARA ESTAVA NOS TRINQUES E VOCÊ NÃO DEVE ESTAR MENOS BEM! PARABÉNS, QUERIDA. SOU SUA FÃ DESDE “LES MIS”, COMO “EPPONINE”!! CONTINUE ACONTECENDO…ESTOU ESPERANDO PELO MOMENTO EM QUE ALGUÉM LHE ENTREGARÁ UM PAPEL ESCRITO PARA VOCÊ! (QUEM SABE A DUPLA INQUEBRANTÁVEL, MÖLLER E BOTELHO, NÉ?)
BEIJOCAS DA NOÊMIA
É uma “obssessada” mesmo… te amo e estou morrendoooo de saudades!!!
Ela merece, ela merece!!
Beijos.
Eu vi essa moça 3 vezes nos Miseráveis. Depois não vi mais infelizmente. Porém, que voz é aquela, que coisa……acho que é a voz mais linda e vibrante do mundo, fica até hoje ecoando na minha alma, quem não conhece tem que conhecer, é o tipo da artista divina que vale a pena conhecer antes da gente morrer, nunca vi tanto encantamento, talvez só a Lea Salonga chegue próximo……., mas Ester equivale a um Pelé, a um Neimar, a um Maradona, a um Messi no futebol, então eu já posso dizer que morrerei feliz, só pelo privilégio de tê-la ouvido e visto.