Charles Möeller: “Hair: Uma Celebração!”
Charles Möeller & Claudio Botelho analisam os principais musicais em cartaz na Broadway no momento

Amigo do site M&B:
1 – Se você é um daqueles amantes dos musicais que, por um ou outro motivo ainda não teve a oportunidade de viajar e presenciar na Broadway um espetáculo ao vivo;
2- Se por algum motivo você costuma assistir aos musicais em DVD, YouTube, fitas pirata ou outras mídias menos convencionais;
3 – Mesmo se você é daqueles que como eu tem tido a chance de viajar bastante e tem acompanhado com alguma frequência o que de mais novo acontece nos palcos musicais de Nova York e Londres;
4 – E ainda, para você que não é tão aficionado assim por musicais, mas gosta de um ou outro;
Enfim, para todos que estejam lendo neste momento:
Guardem uma grana, economizem o que puderem, arranjem algum amigo em Nova York que os hospede, ou seja – encontrem um jeito! Mas decidam agora que vocês PRECISAM assistir a esta montagem de HAIR. Será o presente mais importante que vocês se darão nos últimos tempos e num futuro próximo. Eu garanto!
Não há como explicar a sensação, mas é uma emoção que não tive em mais de 15 anos assistindo espetáculos na Broadway, e geralmente costumo ser bastante passional com o que gosto. Nunca assisti a um espetáculo chorando desde o primeiro minuto até o último acorde da orquestra. Pois isso aconteceu com Hair. Na primeira nota de “Aquarius” as lágrimas começaram a rolar, naturalmente atiçadas pelo encantamento de estar ouvindo aquela canção pela primeira vez num palco da Broadway. O fato é que o espetáculo foi avançando e o choro, que traduzo aqui em uma emoção desmedida e impossível de segurar, não parou mais.
O Charles escreveu sobre o musical em si. Eu queria apenas dar este aviso: faça tudo que puder pra assistir a este HAIR. É a maior emoção possível em teatro que você jamais imaginou.
Exagero? Eu mudo de profissão se alguém vier aqui e disser que tô mentindo.
Claudio Botelho
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Capítulo 4: “Hair: Uma Celebração!”
“Sempre achei que Hair era um filme genial de Milos Formam, baseado em uma peça ruim, mas com músicas inacreditavelmente boas. Quando me deparei com seu texto original, escrito para teatro, percebi que a peça não era como o filme. Aí me decepcionei. A peça não tinha história. Eram esquetes soltos. A partir daí rejeitei Hair, embora tenha visto diversas montagens, incluindo duas brasileiras. Sempre detestei!
Não vi a de Ademar Guerra - que dizem ser a definitiva -, pois não tenho idade para tal. Mas as outras duas que vi no Brasil achei um desastre total e absoluto. Cheguei a ver uma montagem em Londres, em 1997, e pensei: O filme é muito melhor! isso nem é teatro!
Briguei durante anos com Altair Lima, o produtor de Hair, que esteve no elenco original brasileiro como Berger, e meu amigo querido.
Falava pra ele que Hair era ruim, pois não tinha dramaturgia. E ele dizia: – Não encare Hair como uma peça normal e sim como uma celebração! Eu pensava: ‘coisa de hippie velho’.
Um Choque Atrás do Outro
Estava muito curioso para ver essa atual montagem da Broadway, que veio de um concerto encenado no Central Park ano passado e dirigido pela desconhecida (por mim) Diane Paulus.
Ao chegarmos ao teatro, percebi que seria uma noite diferente. A fila dobrava o quarteirão e eu me deparei com várias pessoas velhíssimas de cabelos longos. Pareciam remanescentes de Woodstock com cartazes na mão que diziam: ‘por favor, eu não tenho tickets. Alguém tem um pra me vender?”
Sim, o teatro estava absolutamente abarrotado, e como as cadeiras na Broadway são mais apertadas do que as dos teatros de shopping do Rio, eu estava praticamente espremido entre uma senhora gorda americana atracada a um saco de m&m e o Claudio, já de mau humor.
Hair estreou há menos de um mês e já está tendo tanto sucesso que abriu mais sessões. O espetáculo está fazendo matinês também às quartas, aos sábados e aos domingos, e isso desafiando a crise americana! Depois meu elenco reclama que trabalha muito!
A primeira imagem que vemos é a de uma lua projetada em uma enorme seda javanesa branca. No ato pensei: – ih que óbvio, daqui a pouco vão surgir aqueles bailarinos que eu to cansado de conhecer. Todos com mega hair, vestidinhos de hippies, dando 150 piruetas e três saltos mortais antes de cantarem “Aquarius”!
No entanto, quando a tal seda javanesa foi levantada eu calei minha boca… graças a Deus!
O palco revela um teatro totalmente nu. A orquestra está em cima de um caminhão velho. Há um sol pintado na grande parede, tapetes persas cobrindo todo o chão do palco e uma massa de atores em volta de Dionne (Sasha Allen). Na introdução do tema ”Aquarius”, eu já estava totalmente em choque!
Primeiro por descobrir que eu nunca tinha entendido a força da peça! Depois por ver que o filme que eu amava era quase uma traição daquele espírito, pois Formam tornou tudo muito explicativo ao montar uma historinha (perfeita para a linguagem cinematográfica) e transformar o ritual em um enredo cartesiano.
A partir daí foi um choque atrás do outro. Por isso abro espaço no meu site não para uma analise rápida como foram as dos outros espetáculos, mas para uma crônica.

“Detestava exercícios de amebas”
O elenco não estava fazendo uma tribo hippie – era uma tribo hippie. Seus cabelos inclusive eram de verdade, não eram perucas. Não tinham nem um pingo de maquiagem e a luz era tão genialmente marcada nas profundidades do teatro que a minha sensação foi estar realmente testemunhando um rito tribalista, observando uma real comunidade hippie pelo buraco negro do tempo.
Como mesmo fala o subtítulo da peça: ‘The american tribal love-rock musical’, eu fui jogado sem rede de proteção aos anos 60. E a partir deste minuto todos os meus preceitos sobre o que é bom e o que não é foram sendo derrubados.
Vou explicar o porque para quem não me conhece.
Odeio espetáculo que interage: odeio! Sempre achei que quem interage é cachorro. Odeio que cantem olhando no olho da plateia, pois acho que quem paga ingresso não tá a fim de ser afrontado nem encarado, e, principalmente, detesto que me encarem. Tenho problemas com cena de plateia e odeio que me encostem. Não frequento peças de Zé Celso por isso e acho teatro de protesto um porre. Cena de plateia pra mim só se for comedida, com a permissão do público e olhe lá…
Em minha vida de ator, passei por vários momentos que me deixaram traumas, como na época dos primeiros cursos de teatro e na Faculdade de Artes Cênicas, pois tínhamos que fazer o hediondo exercício da semente virar árvore, em uma matéria que sempre desprezei chamada expressão corporal! Fazíamos coisas como se arrastar no chão de olhos fechados até encontrar o coleguinha na sala e tocá-lo sem pudores para aflorar os cinco sentidos. Lógico que sempre deixei meu olho um pouco aberto e geralmente ia para debaixo de alguma mesa onde me escondia. Sempre era achado por alguma criatura tarada e horrenda que ficava invariavelmente lambendo a palma da minha mão e tentando alguma bolinação.
Inventei um truque: eu fingia estar descobrindo o meu próprio joelho e ficava mais fechado que tatu-bola. O máximo que a pessoa fazia era um cafuné no que restava da minha nuca! Detestava exercícios de amebas, ou seja, pessoas se arrastando pelas salas deixando as roupas imundas e passando umas por cima das outras, como se estivessem no vale dos mortos na Divina Comedia. O pior era que, depois de horas no chão, ao final tínhamos que fazer um relaxamento deitados de barriga para cima, enquanto uma voz monótona e fofa conduzia a gente a pensar do dedão até o último fio de cabelo. Só me lembro dessas duas partes do corpo, pois quase enfartava de ansiedade para que aquele suplício acabasse. Depois fazíamos um grande circulo de mãos dadas e, nos olhando nos olhos, dizíamos palavras de afeto. Lógico que em algum momento tinha o dia de tirar a roupa, mas essa aula eu sempre faltava. Durante muitos anos isso era chamado de laboratório ou psicodrama. Ambas mais temidas por mim do que a gripe suína!
Enfim, me tornei um diretor milimétrico e jamais permiti qualquer desses abusos do tipo “laboratório teatral”. E mato qualquer possibilidade de “eu acredito em duendes” dos meus elencos.
Finalizando esse preâmbulo: assisti a um espetáculo que tem todas essas coisas, inclusive nudez e achei maravilhoso!
Finalmente entendi o que dizia Altair Lima: Hair é uma celebração!
Mas por que odiava nas outras montagens que vi e amei nessa? Por nada ser forçado ou fake. Esse espetáculo chegou à Broadway depois de uma apresentação no Central Park, no verão passado.
O elenco é totalmente desconhecido, tanto que seus currículos no playbill, revelam seus signos e suas mensagens de paz e amor. São jovens, muito jovens. E muito sinceros. Talvez por isso mesmo eu acreditei de cara neles. Eram frescos, e com uma entrega e uma verdade tão completa que era difícil não acreditar que eles não estivessem drogados numa good-trip durante o espetáculo. Mas não estavam, muito pelo contrário, estavam ali seguindo milimetricamente a falta de marcação e o improviso totalmente desenhado. Estavam a 10 mil por hora, correndo pelos corredores, subindo em poltronas, abraçando as pessoas da plateia, provocando e desafiando os meus pudores e preconceitos. Um risco mais do que calculado.
A noite de domingo no Teatro Al Hirschfeld ficará para sempre marcada na minha vida, pois sou superlativo e quando eu amo, eu amo! E amei Hair!
Hair antes de qualquer coisa é uma experiência emocionalmente sensorial. Duvido que ao rever essas cenas pelo YouTube ou em gravações piratas eu ache alguma graça. Finalmente entendi o que dizia Altair: Hair é uma celebração!
“Eu vou ao teatro por isso – para que me enganem e me façam desaparecer no escuro”.
Hair tem minha idade – nasceu em 1967, e ainda assim continua muito moderno! E mais do que isso: intenso! Essa versão não é naif, pois não retrata hippies de boutique ou tolos gargalhantes com margaridas na cabeça e discursos simplistas de “paz e amor” ou “faça amor, não faça guerra”.
A direção conduz o elenco com uma mistura de alegria e angústia incríveis. É essa bipolaridade no olhar de quem não sabe nada a respeito do temido futuro que me ganhou. E esse ao meu ver é a melhor definição para juventude: uma eterna arrogância de quem não sabe nada e finge que sabe tudo!
Mas o que distingue esse Hair de outras montagens que vi ou do texto que jamais consegui ler com admiração?
É que a diretora não quis criar um new Hair, mostrar uma vaidosa opinião. Não quis falar sobre a Guerra do Golfo ou sobre o Iraque. Ela se preocupou em fazer este Hair renascer sem mofos, sem concessões, com a maior crítica e distância! Não suavizou o ideal hippie que retrata a peça. Não tratou o jovem como um estado de espírito e sim como uma pessoa qualquer de pouco mais de 17 anos… Adolescentes perdidos e contestando algo que não sabem direito o que é, que precisam estar em bandos pra se proteger até deles mesmos.
Vendo a peça, a gente percebe como a juventude é parecida, independente da época. O tempo é muito curto e transitório.
Não fiquei me sentindo um velho nostálgico, com inveja e saudade de tudo e todos. Também não achei que o tempo é uma ilusão. Só Apenas concluí que ser jovem é de uma crueldade e de uma crueza tão grandes que você quer se agarrar naquela trupe irresponsavelmente contestadora para que o tempo pare no agora! Tudo que eu vi parecia uma antropofagia, um improviso, uma bagunça de movimentos incessantes.
Claro que sei que estou na Meca do teatro. São negócios que precisam de dinheiro para funcionar e, afinal, estamos em 2009. Não vi um happening. Vi uma peça que está em cartaz com um elenco de primeira cantando com vozes perfeitamente afinadas e respeitando arranjos de primeira. Mesmo com toda a correria, ninguém se mostra cansado ou sem fôlego, muito menos apitam ou explodem os microfones com suores excessivos.
Não estamos diante de um grupo de alucinados fazendo acontecer. Estamos à frente de atletas de elite, com os quais Paulus e sua equipe criativa fizeram o inacreditável: me enganar!
E eu vou ao teatro por isso – para que me enganem e me façam desaparecer no escuro.
“Essa montagem de Hair não inventou uma nova forma e sim redescobriu a forma original”
Acreditei que o que vi por 2h:20m estava sendo o espontâneo sem costura. Mas sei que esse projeto teve três anos de elaboração, foi ensaiado à exaustão, e freneticamente costurado e marcado com a ajuda da coreógrafa Karole Armitage com seu grupo de 32 atores-cantores não bailarinos. Eles tiveram capacidade de movimentar uma massa humana correndo, saltando, rolando, se arrastando e tudo mais que você possa imaginar. Inclusive a cena de nudez no final do primeiro ato parece um rompante.
O importante desse Hair é que ele não inventou uma nova forma e sim redescobriu a forma original. Isso é que eu chamo inteligência, pois é fácil negar um clássico só por negá-lo.
O definitivo é você não negar o material e sim acreditar nele. E por isso mesmo toda a produção recria essa verdade para os dias de hoje. Os figurinos parecem ter vivência e não lembram fantasias de festas vintage. Vejo um profundo estudo de cor e texturas, e não um simples ‘parecer natural’. É um gol e de uma complexidade incrível contar com um elenco que realmente tenha cabelos longos, reais, maltratados.
Hair não é só uma celebração da contracultura. É uma celebração total. A tribo que eu vi no domingo está longe do ideal hippie dos fofos doces macrobióticos chatos que a gente se depara ali no Jardim Botânico cantando Hare Krishna e vendendo incenso ou henna. Eles são zangados, hostis, confusos, com medo dos pais, do país, de Deus, com medo de ir pro inferno.
Sempre achei que a peça era sobre a guerra do Vietnã! Engano total. A peça aborda coisas que jamais tinha entendido, inclusive a questão que a guerra ameaça acabar com as espécies ‘macho’ na tribo dominada pela sexualidade livre de trocas de parceiros e casais! Ingênuo? Jovem? verdadeiro!
Dianne conduz o grupo de atores diferentemente de Milos Forman, que os vê como santos em sacrifício. Ela os faz infantis, débeis, assustados com o futuro e sem estrutura de encarar o que vem a seguir sem o auxilio da droga.
Os atores cantam te encarando, apelando por ajuda, abrigo e atenção. Quem não quer atenção nessa idade?
O elenco é liderado por duas forças da natureza: Claude (Gavin Creel) é o suburbano que quer se tornar invisível e se contradiz o tempo inteiro divido entre o amor de Sheila e Berger. É uma personalidade conflitante que vai sendo desvendada no decorrer da peça e tem um desfecho impactante. Creel dá um show em “I Got Life” e já acho seu “Where Do I Go” definitivo.
Já Berger, interpretado por Will Swenson, é de uma eletricidade sexual que compõe um hippie sem paz e sem amor, cheio de crueldade e desespero… um junkie, ciumento e arrogante.
Sem dúvida, Claude é a alma da peça. E o corpo é Berger. Um achado.
Mas o espetáculo não é só deles, é do elenco. Estamos diante de crianças drogadas brincando num playground. E nada passa desapercebido. Eles mexem com a plateia sem parar e em todos os sentidos. Não se espante se um deles descer e te der um abraço, despentear seu cabelo ou te oferecer uma margarida ou um panfleto mimeografado, ou até subir nos braços de sua cadeira.
Até eu que estava no meio fui descoberto por um deles que garantiu que me conhecia! Todos mexem em você, e com os hormônios da platéia, com sua exuberância e liberdade. Vi senhorinhas de 80 anos loucas para serem agarradas por Berger ou pelo Hud (Darius Nichols), um negão de dois metros de altura que passa o tempo inteiro balançando a língua para você.
Em 20 minutos de peça você já está intimo deles e não se importa com a interatividade. Até gosta! E na catarse final do “Let the Sunshine in”, quando o elenco convida você para subir, não tem como resistir. Garanto que você vai se ver dançando, abraçando e trocando margaridas. Por alguns minutos você realmente vai acreditar que a o amor e a paz não são discursos tolinhos e sim uma atitude transformadora.
Abracei várias pessoas do elenco, abracei estranhos. O elenco colocava margaridas na cabeça do público e estava aos prantos bradando “Let the Sunshine in”. Vi uma brasileira com a mãe atracada no pescoço do protagonista no meio do palco e pedindo uma foto, enquanto uma senhora de 60 anos com uma câmera digital na mão aos berros gritava num bom português: – olha pra cá Berger! Tira uma foto com ela. A gente é do Brasiiiiiil!
Nesse momento a paz e o amor acabaram e eu queria matá-las. Mas fora isso saí em êxtase”.
Charles Möeller


admin em seg, 25 mai 2009 3:26 pm
Enviado por Gabriela em 10/5/2009:
Quando saí o resultado da Mega-sena e quando é o próximo vôo p/ NY? Nossa, eu me arrepiei (de verdade) quando li o que o Claudio escreveu! E depois me vi mais “forçada” a ir ver com os detalhes do Charles!! Deve ter sido muito emocionante! Esse musical transmite uma energia que rejuvenesce o espírito, que faz o corpo querer se movimentar… É delicioso! Mas, eu ri muito com a descrição do Charles em relação aos exercícios de teatro!! Muito bom!! (Mas, eu gosto do exercício da semente…hahahaha).
Enviado por Ana em 10/5/2009:
Quanta emoção no seu texto. Que coisa boa poder ser surpreendido e se sentir encantado. Parabéns você foi contagiante Charlie! Me encantou!
Enviado por Claudio Erlichman em 9/5/2009:
Ja estou lacrimejando e emocionado só de ler. Imagino qdo for assistir! Que delícia de texto. Sem contar que aquela parte das “amebas” é a história da minha vida!!!
Enviado por Rapha Kindlovits em 8/5/2009:
Morri de rir com a narração dos “exercícios de ameba” e o “Tatu-bola”! hauhauhuahaha
Enviado por Pedro em 8/5/2009:
Olá, quando vocês vão montar esse HAIR aqui no Brasil?
Enviado por Silvio Ferrari em 7/5/2009:
Primeiro quero dizer da delícia de texto que vcs nos oferecem,realmente vocês são “UMA DUPLA DO BARULHO” rsrsrs,segundo,dizer que com o passar do tempo existem saldos positivos,eu ainda não fazia teatro,e presenciei uma das coisas mais marcantes da minha vida.Vi “HAIR” na sua primeira montagem.Vi 15 vezes!!! Realmente um espetáculo mais do que emocionante e inesquecível.Se agora eu o visse novamente,acredito,ia chorar tanto quanto da primeira vez.Vocês,Cláudio e Charles estão cobertos de razão.Saudades.PS:Continuem mandando essas notícias deliciosas.Até.
Enviado por Marcelo Leta em 6/5/2009:
Faltou dizer: concordo com o Jorge. O filme é chatérrimo… sem graça e nem de longe consegue trazer para as telas a emoção e a beleza da peça. Norman Jewson cometeu o mesmo erro ao transpor para a tela o musical “Jesus Cristo Superstar” que também foi encenado no Brasil por Altair Lima, no mesmo teatro onde Hair estreou em São Paulo, alí no Bela Vista. Pura nostalgia…
Enviado por paula sandroni em 6/5/2009:
que maravilha de texto, dupla! (o texto do charles dá um monólogo hilário!) eu semprei amei o filme!!!!!! e mesmo sem ter nunca assistido à peça, semprei falei pra vcs montarem!!!! não vejo a hora! beijos e saudades
Enviado por Marcelo Leta em 6/5/2009:
Hair é ainda mais que uma celebração… é o retrato de uma época que revolucionou os hábitos e a forma de se encarar o mundo. Só quem viveu pode compreender o que Hair siginificou para toda uma geração – a minha. Vi a peça 18 vezes (não se espantem) e estava lá na última apresentação da peça no Teatro Novo, com seus 800 lugares lotados e onde hoje está o prédio da TVE. Ao final, atores e público chorando e se abraçando. Posso até dizer que nesse dia, Sonia Braga me abraçou e chorou nos meu ombros…. Não vou esquecer nunca aquele dia e da peça guardo as emoções que senti em cada vez que a assisti, escuto com saudades as músicas (na trilha sonora original da montagem de Adhemar Guerra) devidamente convertidas do vinil para o CD, e olho de vez em quando o excelente programa da peça com os ingressos do Rio e de SP devidamente nele colados. Loucura não? Vão pensar que eu sou doido…. Mas Hair é isso mesmo – é mais que uma celebração, é um estado de espírito!
Enviado por Eliane S.Sasso em 6/5/2009:
Nossa que lindo tudo que vocês escreveram sobre o Hair! Um espetáculo que eu amo há muito tempo. Eu assistí Hair inumeras vezes, em São Paulo e no Rio. Depois em Roma Paris, Londres, Amsterdã e Frankfurt..Foi a pedido do próprio Altair Lima, que eu conhecí e que me encomendou os discos originais de produções internäcionais que eu conseguisse. Eu era comissária de bordo internácional. E tinha 21 anos. Mas bom mesmo foi que quando assistí, entendí que a liberdade não era um desejo quase inalcançável e sim um direito natural meu. Que só dependia de mim! E, principalmente, que estava muito mais dentro de mim do que fora. Hair foi um grande marco prá mim. Realmente uma grande celebração!!!! Isso foi em 1970. Vou ver essa montagem de NY assim que puder! Tudo que vocês escreveram me emocionou muito. Lindo demais, mesmo!
Enviado por Ada Chaseliov em 6/5/2009:
Que delícia, os comentários de vocês! Charles já está cansado de saber, eu vi a primeira montagem. Nem fazia teatro ainda e fiquei enlouquecida! Um ano depois vi em Londres e achei a do Brasil mil vezes melhor. Anos depois trabalhei com Ademar Guerra e entendi tudo. Tenho certeza absoluta que vocês 3 iam se dar às mil maravilhas. Saudades!
Enviado por Mariana Carrozzino em 6/5/2009:
Ah como eu queria ter dinheiro pra poder ir ver Hair. Sem mais palavras, estou em prantos…
Enviado por Marilia Barbosa atriz/cantora em 6/5/2009:
Assisti Hair com 19 anos e ali conheci o meu futuro e único marido, pai do meu filho que tocou (contrabaixo) na temporada desde a estréia em SP. ( agora que estou maduríssima, sei a diferença entre marido de verdade e “uns caras que moraram na minha casa”) Lá estava Sonia Braga- rigorosamente desconhecida – Armando Bogus, Aracy Balabanian, Altair lima, Ricardo Petraglia, Neuza Borges, ih, tanta gente… 40 anos…e eu não esqueço o palco, as pessoas nele, a música, o impacto. Nunca vou esquecer da Sonia saindo do teatro com um cabelão que quase batia no chão, os olhos borrados de preto intenso e um jeito de andar de quem está bem pra caramba na fita. Ela estava linda! Nem podia imaginar que ficaríamaos amigas seis anos depois, a partir de Saramandaia. Em 71 fui morar em SP e por causa do casamento com o Nilson Matta, ir ao tetro onde estavam encenando Hair virou costume, pois saímos do nosso trabalho e íamos encontrar os amigos que estavam na peça para irmos jantar numa tratoria próxima (o teatro era no Bexiga), estávamos sempre com a Betina Vianny que namorava o líder da banda, Paulo Cézar Willcox e o Petraglia. Quem “é do ramo”, sabe que quando temos amigos no elenco, a peça passa a fazer parte do nosso cotidiano, portanto, nem sei quantas vêzes eu vi Hair, o teatro era extensão… A Patricia tem razão, essa foi a época mais emocionante, teatralmente falando, era tudo muito bem feito, mas tinha o sonho, expontaneidade… Mas era a época, de verdade, do “Paz e Amor” (…e sexo, drogas e rock ‘d roll)… Dizem que a nossa montagem não ficou nada devendo a montagem deles na época. Eu acredito. Beijo, Marilia
Enviado por João Luiz Azevedo em 5/5/2009:
A pergunta que não quer calar: quando estréia a versão brasileira de CB & CM para o HAIR nos palcos cariocas??? hahahhahaha É bom vocês já irem pensando nisso, prá que os jovens atores já comecem a deixar os cabelos crescerem… rsrsrs
Enviado por Victor Emmanuel Abalada em 5/5/2009:
Eu sempre odiei Hair – filme, peça, músicas… Sempre achei tudo um saco, datado e digno de ser esquecido como uma das grandes atrocidades que nos legou os anos 60, mas depois de ler essa crítica/crônica/confissão, a primeira coisa que quero fazer nesse instante é pegar um avião para NYC e ver Hair. Incrível como essas palavras conseguiram mudar a minha opinião sobre o espetáculo, sem sequer assisti-lo: já estou até cantando “Let the sunshine in”! Parabéns Charles (e Claudio, afinal a nota introdutória também influencia) pelo texto belíssimo que me convenceu a reavaliar meus conceitos.
Enviado por malbuq em 5/5/2009:
Hair é fantástico memso. Um dos espetáculos da minha vida,mas é dificil de fato leva-los ao palco sem que fique aquela sensação de naftalina ou que soe datado. Passar aquela atmosfera sem no entanto soar como “hippies caricaturais” é bemm dificil. Mas não vejo a hora de pdoer assitir essa versão. ps: Charles , eu semrpe tive medo também de aula de “expressão corporal”, mais que isso..tenho medo do termo em si. Esse exercicio da sementinha todo mundo ha fez um dia e até hj não cheguei a uma comclusão do seu real significado.
Enviado por Leandro Giglio em 5/5/2009:
E eu que achava que tocar Hair no final de Avenida Q era um mistério inexplicável, agora estou começando a juntar as peças! Adorei a criticrônica!
Enviado por Jorge Nascimento em 5/5/2009:
Eu sou da geração de Hair (sou mais velho que os meninos Möeller e Botelho) e nunca gostei do filme. É tão chato! Tão datado… ao que parece, essa nova versão veio expurgar todo o mofo… Também fiquei curioso e louco para pegar um avião. Estou amando essa série de resenhas e críticas.
Enviado por Paulo Araújo em 5/5/2009:
Hahahaha. Ri muito com a história da brasileira querendo tirar foto no final. Brasileiro é fogo mesmo!!! Hahahaha.
Enviado por Carla em 5/5/2009:
“Tira uma foto com ela. A gente é do Brasilllll! Nesse momento a paz e amor acabaram e eu queria muito matá-las. Mas fora isso sai em êxtase”. ” Quase tive um colapso de tanto rir com essa ultima citação… e Charles você falou tão bem da peça que se eu tivesse um teletransporte estaria na porta do teatro agora. E então você montaria Hair agora?
Enviado por Marya Bravo em 5/5/2009:
Sempre que ouço qualquer menção ou acorde de músicas do HAIR, lagrimas me vem aos olhos. Afinal foi essa peça que me colocou no mundo, artístico e pessoal. Era uma adolescente de 17 anos totalmente perdida e rebelde. Quando fui escolhida para participar da minha primeira montagem de HAIR já voltei outra pessoa. Realmente é um espetáculo muito diferente de se ver e de se fazer. Você se torna uma tribo junto aos seus colegas de trabalho e a mensagem da peça é muito forte, e mexe com cada um de uma forma diferente. Tive a honra de participar de várias montagens em NY e na turnê Europeia e minha vida tomou seu rumo. Casei no HAIR, meu vestido de noiva foi confeccionado durante a turne, enquanto morava em um trailer… Mais tarde fiz o papel de Sheila até 3 meses de gravidez e algum tempo depois minha filha Morgana aprendeu a andar no palco do HAIR em algum lugar da Europa. Emocionante. Aprendi muitas coisas com essa peça e sou amiga de todos no elenco e do autor Jim Rado até hoje! HAIR me ajudou a encontrar a pessoa que sou hoje, e nem preciso dizer que já estou planejando minha viagem a NY na primeira folga de “Beatles”!
Enviado por Duddu em 5/5/2009:
Olha… me emocionei com o seu depoimento. Nunca consegui enxergar isso tudo no filme do Hair e por vezes eu até o preconceituei. Mas sua narrativa jogou um banho de água fria em mim e em muita gente. Parabéns por ela! Muito bem feita! E cumpriu com maestria seu papel.
Enviado por PA em 5/5/2009:
EU NÃO FALEI QUE ERA TUDO??NÃO FALEI????SOU DA TURMA/TRIBO DO ALTAIR, BOGUS, ADEMAR…É A EPOCA MAIS EMOCIONANTE TEATRALMENTE FALANDO DA MINHA VIDA…SÓ LEMBRANÇAS MARAVILHOSAS…QUE BOM,MENINOS QUE VOCES AMARAM E QUE PENA NÃO TEREM PODIDO FAZER PARTE E CURTIR ESSA CELEBRAÇÃO.MAS QUEM SABE NÃO A TRAZEM PARA CÁ???HE HE HE HE BEIJOS MEUS AMADOS PA
Enviado por Teresa em 5/5/2009:
Eu vi gente !!! E foi a primeira vez pra mim ! Assino em baixo da introdução do CB e de tudo que o CM escreveu. Fiquei apaixonada pelo Berger, Will Swenson. Que ator maravilhoso ! Não subi no palco, no final, mas é linda a visão da plateia, daquele palcão cheio de gente, misturada ao elenco, cantando “Let the Sunshine in”. Quem sabe, os meninos se animam e montam aqui, pra nós …
Enviado por Kiara Sasso em 5/5/2009:
AMOOOOOOOOOOOOOO q vc AMOU HAIR! Assisti uma versão em Paris no teatro Mogador em 97 com um elenco Dinamarquês mas a peça era em inglês…e fiquei APAIXONADA!!!!! Essa peça é deslumbrante e não vejo a hora de ver essa montagem de agora! LOVE YOU CHARLIE!
Enviado por Anna Toledo em 5/5/2009:
Lindo texto, emocionante. Agora eu também vou. Obrigada por compartilhar esta experiência conosco.
F. Luiz em qua, 17 jun 2009 10:54 am
Charles não há como duvidar da qualidade do espetáculo, pois com a sua descrição conseguiu me emocionar…Acho que acima de qualquer coisa essa montagem mexe com necessidades e questões humanas genuínas,que ficam escondidas por não sabermos lidar com elas ou por vergonha de demonstrá-las. Quer queira ou não , todos nós ansiamos por despertar essa energia que nos conecta com tudo e com todos, onde o “acreditar” e o “ser” conquistam mais espaço que o “parecer”, mesmo que apenas por um momento… na platéia de um teatro.
É sempre um estímulo para todos nós atores, ou não, amantes do teatro e por consequência da vida, ler suas impressões sobre um espetáculo e assitir às suas montagens em parceria com o Claudio.
Abração!
“Hair” no Brasil vais ser um sucesso!!
F. Luiz
fernando venancio em qua, 17 jun 2009 4:13 pm
Tambem tenho a minha estoria com HAIR, que nunca vi. O meu HAIR PARTICULAR.
Ou seria um MAGAHAIR?
Tinha eu uns 12 anos…. ouvi falar de Haire que havia feitoo maior sucesos em SP.
Fui ao teatro Novo, que ficava onde hoje é a Tv Brasil(antiga TVE, consegui comprar a entrada duarnte a semana…. como entrava sempre nso cinemas do suburbio proximos a minha casa noa vi grandes problemas pois ja assistira uma infinidade de filmes proibidos ate 18 anos.
Bem, noa consegui entrar. …vendi rapidinho a minha entrada. Fiqueiu de fora ouvindo som!! Pô eu tinhatudo a ver com aquilo e queria mais…e noa pude ver. tentei poutras vezes e noa consegui.Meses ou 1 nao depois fui a SP com a familia visitar paarentes…consegui comprar com os primos de la e eles entraram e eu NAO!
Fiquei na porta de na saida fiquei esperanod os atores e meus primos,…..passarAM Nuno leal Maia, Sonia Braga(LINDA!) Aracy, Fagundes, Bogus,Riccelli, Julio bRaga…..e eu so ali, imaginem como.
Veio o filme…. com exceçao da cena de Aquarius no Central Park nada me impactou…esperava mais. Teve outras montagens acho que uma 2, nenhuma no Rio. Nao me animei em ver, mas essa do Charlles e Botelho ja quero ir porque sei que coisa boa vem.
Resumo: Anos depois trabalhei com Neusa Borges, Sonia Braga, Nuno, Bettina Vianny, Marilia Barbosa, todos direta ou indiretamente ligados a ERA DE AQUARIUS!
PAZ E AMOR PARA TODOS!
Fernando Venancio
Gilberto Ferreira Bartholo em qua, 17 jun 2009 7:05 pm
Fiz parte, como ator, da primeira montagem de HAIR no Rio, em 1970, e tudo o que eu queria, neste momento, era ver uma remontagem do espetáculo, feita por Charles e Cláudio. se eu pudesse, participaria da produção, fazendo alguma coisa, até de graça, só pelo prazer de relembrar alguns dos momentos mais felizes da minha vida.
Gilberto Bartholo
Esther em sex, 19 jun 2009 11:09 am
Gente realmente é de EMOCIONAR!!!Estou anciosa para ver esse maravilhso espetáculo aqui no Brasil,já que não tenho condições de assistir em NY…E sei que com o talento dessa dupla,M$B ficará tão maravilhoso quanto a montagem da Broadway…E quem sabe eu não participo dessa né…vou tentar,não custa nada!!!Merda a todos!!!Bjs,Bjs…
Esther em sex, 19 jun 2009 1:14 pm
Charles,vc me fez rir muito agora pois eu me identifiquei com o seu comentário à respeito das aulas de corpo.Eu ainda estou estudando (faço a CAL) e tenho muitas aulas de expressão corporal e todas sempre tem esse exercício do “deitar no chão fechar os olhos e pensar desde o dedão do pé até o último fio de cabelo”…rsrsrs
E eu que pensava que era a única a não se identificar com esse tipo de exercício,agora lendo o que vc escreveu me sinto mto melhor…rsrsrsr…Mas vai entender a cabeça dos nossos queridíssimos professores né!A propósito, gostaria de deixar registrado tbm que amo todas as suas produções e adoraria fazer parte de alguma delas,seja qual for,pois sei que por agora vc trará o Gypsy e o Hair,vou ficar ligada nas audições…Parabéns pelo seu trabalho espero ainda poder esbarrar com você nos bastidores do teatro…Um beijo grande.
Paulo Viel em dom, 5 jul 2009 11:31 pm
Sabem, Hair é, desde que assisti ao filme, meu musical predileto. Nunca assisti a qualquer outra montagem, e depois dessa ‘resenha’ tão viva, tenho certeza que, se produzido por vocês, será inesquecível. Parabéns pela entrega e dedicação. QUando crescer, quero ser assim.
Atenciosamente,
Paulo Viel.
Camila em dom, 26 jul 2009 2:10 am
Desde que li o esse texto fiquei louca pra ver a peça e semana passada finalmente estive lá numa cadeira no cantinho da orquestra. Ganhei abraços, uma margarida, subiram na minha cadeira, bagunçaram meu cabelo, subi no palco, cantei!
Quando se entra no Al Hirshfeld você não está indo ver uma peça, você vive a peça como se fosse parte dela!
Realmente, o elenco não estava fazendo uma tribo hippie, era uma tribo hippie e qualquer um que assista a esta montagem pode ter a certeza de que cada centavo investido vale a pena, é uma noite pra se guardar na memória para sempre.
“Hair is now, because now is forever”!
Velson em ter, 26 jan 2010 2:48 am
Excelente materia. Assisti Hair no dia 12 de dezembro de 2009. Foi marcante na minha vida e tambem na minha carreira como ator-cantor…é uma experiencia unica! Vale a Pena! Ainda que comprei meu ingresso no TKTS 10 minutos antes do espetaculo pois estava sozinho, sentei na quarta fileira e nao escapei da interatividade, amei…e fala serio, puta ator o Will Swenson né…caramba…foda esse cara. Tive oportunidade de conhecer o elenco e saí para jantar com alguns deles. Só fazendo uma pequena colocação, notei a questao dos signos e etc no playbill e perguntei a eles a respeito. Os principais são conhecidos lá da Broadway, como o Gavin Creel e o Will Swenson que ja fizeram muitas coisas na Broadway, e o cara que faz a mulher lá. Sei apenas do Gavin que usa peruca (ele faz o Claude) e o mais impressionante de tudo, o mais novo do elenco tem 19 anos e o mais velho tem 37…hahaha…jamais achava que tinha alguem com mais de 29 no elenco…rs…
amei o espetaculo…recomendo…e belissima materia…parabens!
Velson em ter, 26 jan 2010 2:49 am
Ah…e só para acrescentar…o trabalho de vcs em musical no Brasil é um trabalho de excelencia…seria um prazer trabalhar com vocês. Acho que vocês são os unicos que sabem fazer musical no Brasil.
Cristiano em qua, 3 fev 2010 11:34 am
Vou a Broadway e vou aproveitar e ver este espetáculo, mas estou mais ansioso por sua adaptação.
Acabei de ver o Despertar da Primavera (sai de Goiânia GO e fui ao Rio só para ver o espetáculo) e estou extasiado com o profissionalismo e com a produção.
Adorei Noviça quando o vi ano passado e o achei grandioso…
Victor Hugo em qui, 11 fev 2010 9:30 pm
Eu adorei todo o post, saber que eu não sou sozinho nessa coisa de detestar minhas aulas de expressão corporal, de me sentir absolutamente rídiculo rolando no chao… hehe, saber também que adoro o filme e que ele está a beira de ser desbancado, pois é tudo que conheço de Hair, to louco de vontade não apenas de assistir, mas principalmente de adicionar e quem sabe, poder fazer parte dessa celebração!!!
Victor Hugo em qui, 11 fev 2010 9:34 pm
Onde se lê: adicionar, leia-se, aUdicionar, hehe, sorry…
Lucas Rodrigues em sáb, 27 mar 2010 9:08 pm
“Nesse momento a paz e o amor acabaram e eu queria matá-las.” Ahahah Charles é ótimo. Depois desse texto virei fã! C= E a ansiedade por hair só cresceu!
Rooney Tuareg em dom, 16 mai 2010 2:11 pm
Ola , vcs ja sabem quando começam as audiçoes do Hair .Sera postado no site.Pois nao moro em Sampa e preciso me preparar para ter disponivel os dias da audiçao.Obrigado pela atençao.
Junio em sáb, 29 mai 2010 12:53 am
Eu tbm me encantei com as palavras deles. Não conhecia a peça e agora o que mais quero é conhecê-la. rsrsrs
Em Breve: Hair : MöellerBotelho em qua, 16 jun 2010 9:13 am
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