Adriana Garambone: Deixa Que Eu Te Encanto!
Foto: Robert Schwenck
“Eu tive um sonho”. Quem repete esse bordão várias vezes em ‘Gypsy’ não é Louise, e sim sua mãe, Rose. Mas na realidade, quem teve um sonho foi Adriana Garambone.
Ao assistir a montagem de ‘Gypsy’ na Broadway, a atriz se encantou com o musical e com a personagem Louise. Resolveu ligar para o diretor Claudio Botelho, que imediatamente comprou o projeto, literalmente falando.
Após três anos de espera, ‘Gypsy’ estreou em abril de 2010 com Adriana no papel de Louise e Totia Meireles no de Rose. É mais que a realização de um sonho. É um up grade na carreira de ambas as atrizes e da própria produção de musical no Brasil. Para Adriana Garambone é um momento de plena maturidade artística.
Conversamos com Adriana na plateia do Teatro Villa-Lobos, momentos antes do início do espetáculo.
Neste bate-papo informal e bem-humorado, ela fala de como construiu sua perosnagem, Louise, como se preparou para Gypsy, sobre seu reencontro com a dupla Möeller & Botelho, e sobre sua maturidade como atriz e cantora, entre outros assuntos.
Confira e se encante. Com vocês, Adriana Garambone:
Foto: Robert Schwenck
Você é a idealizadora da versão brasileira de ‘Gypsy’. Como surgiu a ideia de fazer esse espetáculo?
‘Gypsy’ foi uma das primeiras peças que eu assisti na Broadway e que me encantei, não só com a peça, mas com a personagem da Gypsy, a Louise. Ela ficou no meu arquivo de sonhos. Só que era um sonho muito impossível. Na época que eu assisti, montava-se pouca coisa original aqui. Quando eu terminei de fazer ‘Chicago’, que também era um sonho da minha vida, eu fiquei pensando o que seria legal de fazer. E em uma conversa com a Alessandra Verney, ela me perguntou: ‘por que você não faz Gypsy? Você sempre quis fazer!’ Pelo tamanho dessa peça, sempre achei que era uma coisa assustadora pra mim. Só que como os meninos (Charles Möeller & Claudio Botelho) estavam no tamanho que eles estão, comecei a achar que não era algo tão impossível assim. Eu liguei pro Claudio e dei essa ideia de montar ‘Gypsy’. Ele estava indo para Nova York e a partir daí a gente ficou com essa conexão. Ele conseguiu fechar os direitos e no momento da compra, nós já tínhamos a Totia na cabeça. Eu e a Totia compramos juntas com eles, mas a negociação foi toda do Claudio.
Aí demorou um pouquinho pra sair…
Nossa! Três anos! Acabou que eu fiquei cinco anos longe dos palcos. ‘Chicago’ encerrou a temporada no final de 2004. Então desde esse ano eu fiz TV. A gente tem que tomar cuidado com aquilo que a gente deseja, pois acontece! Quando acabou ‘Chicago’ eu disse que queria fazer televisão. Até ali eu tinha feito teatro absolutamente todos os anos da minha carreira. Quando acabou ‘Chicago’, eu estava com uma sensação de ter realizado um sonho tão bom, tão grande, que eu queria começar a investir em outra coisa e aconteceu. Eu recebi uma proposta da TV Record e fiz cinco novelas. Acabou que ‘Gypsy’ veio na hora certa, pois eles mesmos na Record decidiram que eu precisava de umas férias. Aí foi maravilhoso. Eu só tive uma semana gravando novela e ensaiando ‘Gypsy’ ao mesmo tempo. Depois fiquei só no ensaio. Eu acho terrível fazer dois trabalhos simultaneamente! Acho incrível quem consegue porque eu sou uma atriz que mergulha demais no que faz, então me sinto pela metade num personagem se eu não estiver absolutamente voltada para ele.
Como você se preparou para ‘Gypsy’?
Durante todo esse tempo que eu fiquei sem fazer teatro, não fiquei parada. Fiz aula de canto, mesmo que em alguns momentos ficasse mais difícil de conciliar com as gravações na TV. Se eu não conseguia fazer ballet, fazia luta ou musculação para manter o físico. Eu nunca parei, mas quando chegou o fim do ano passado, quando houve a definição que ‘Gypsy’ estrearia em abril, comecei a fazer ballet clássico e aula de canto com a Ester Elias toda semana. Durante os ensaios fazia três aulas de canto por semana e ballet todo dia. Tenho muito a agradecer a Ester Elias nesse processo. Ela foi maravilhosa! Colocou a minha voz de um jeito… eu sabia que já tinha tido um crescimento vocal muito grande nesses anos todos de canto, mas não sabia que eu ia ficar tão satisfeita com o resultado.
Você teve um grande momento na sua carreira que foi viver a Roxie Hart de ‘Chicago’ e agora tem esse novo upgrade…
Sim, artisticamente foi sim. A maneira como eu estou artisticamente hoje é um upgrade. Eu estou mais madura como atriz, mais segura como artista, cantando muito melhor… De uma maneira geral estou em um momento melhor hoje. E não só artisticamente, mas pessoalmente também. De todos os frutos que colhi de ‘Chicago’ pra cá, sinto que to num momento muito bom da minha carreira. Então ‘Gypsy’ foi um presente para esse momento. Os meus amigos de São Paulo acompanham tudo pelo Site Möeller & Botelho e me dizem: ‘nossa, fico impressionado com a sua cara de felicidade’ (risos). E é verdade. A peça é muito cansativa, difícil, você tem que se dedicar muito, mas dá um prazer… E esse sucesso de crítica e público é fantástico. O verdadeiro prêmio do teatro é isso: você ver esse mar de gente na plateia, ver que a casa está lotada. É uma delícia.
Foto: Robert Schwenck
Como foi a sua construção da Louise, aquele patinho feio que vira uma linda e sensual mulher?
A maior construção foi, na verdade, a parte dela menina. Foi a parte mais difícil mesmo de fazer, de criar todo um maneirismo, toda uma partitura de movimentação que não é a minha. Foi uma composição. Então a composição maior está na menina e não na estrela. Porque a estrela eu já havia feito personagens em outros trabalhos, como em ‘Cabaret Brasil’, em que eu vivia situações parecidas. Mas a menina não. Então a construção dela foi muito interessante. Essa virada dela, essa transformação é o grande lance. Se eu fosse fazer só essa menina, não sei se curtiria tanto. O grande lance são esses pólos opostos. Ela se transforma naquela mulher, mas ela é a mesma pessoa. Sempre perguntam o que o personagem tem da gente. É claro que a gente sempre tem alguma coisa do personagem. Se não está totalmente aflorado, buscamos dentro da gente o que podemos emprestar para esse personagem. Mas no caso da Louise, ela tem uma coisa meio paradoxal que é muito parecida comigo: eu tenho esses dois lados. Sou uma pessoa que gosta de uma vida simples, de botar um chinelo e ir à farmácia, sem glamour nenhum, sem precisar me maquiar e me arrumar… ficar um mês no sítio assim, de uma maneira absolutamente despojada. Eu curto isso. E isso é o desejo da Louise. Ela é uma criatura que só quer ter uma vida simples. Mas ao mesmo tempo, quando acende o refletor, eu também não acho nada ruim (risos). Também tenho esse bicho do teatro, esse bicho da TV. Eu também sinto esse prazer de estar no palco, de estar sob o holofote. Então são duas coisas na minha vida que são opostas mas que são importantes. Não conseguiria só viver uma vida simples ou só viver uma vida de atriz no palco. O mais legal é balancear essas duas coisas. E essa personagem me traz na mesma peça a oportunidade de viver esses dois lados numa mesma noite. É muito interessante. Acho que desde o início, quando vi ‘Gypsy’ pela primeira vez, isso foi o que eu achei mais interessante na Louise. Não adianta você ser uma vedete se você não sabe construir um personagem como a Louise. E também não adianta você saber construir um personagem como a Louise se você não consegue virar uma vedete no final. Então desde o início eu achei isso um desafio instigante. Dá uma vontade de experimentar isso. A coisa das trocas de roupas…
A cena do strip-tease deve ser um exercício e tanto…
É uma loucura, porque você depende de muita gente. Se com a Louise por acaso não der tempo de colocar uma boina, não tem problema nenhum. Ela tá lá, tá construída no meu sentimento. Já com a Gypsy, tem a cortina que tem que pegar na hora certa, a troca de roupa que tem que dar certo… Eu tive que ter um controle mental para não pirar. Eu fiquei muito nervosa. Um dia me toquei de uma coisa: ‘aconteça o que acontecer, eu tenho que ficar muito calma’. Porque se não eu deixo as camareiras nervosas, deixo o cara da cortina nervoso, deixo todo mundo nervoso e isso não pode acontecer. Até agora essa calma tem dado certo. Agora tá até sobrando tempo.
Foto: Robert Schwenck
Como você analisa o processo de direção do Charles Möeller em ‘Gypsy’?
Eu quero fazer uma declaração de amor explícita! (Risos). Eu tive uma confiança absoluta nele e num grau que se ele falasse ‘planta bananeira’ eu iria achar que a melhor coisa a fazer mesmo era plantar bananeira. Isso é delicioso: você entregar suas ferramentas, seu trabalho inteiramente nas mãos de um diretor. Primeiramente por causa de tudo que assisto deles há tanto tempo… é um bom gosto! Não tem uma peça deles que eu saia falando ‘ah, aquilo foi ruim’. Então eu já entrei em ‘Gypsy’ com essa confiança. Foi incrível ver a inteligência dele dirigindo, a visão dele… em momento nenhum eu divergi de qualquer coisa que ele tenha dito. E eu me divirto com ele! Eu rio dos pensamentos dele. O que pode ser melhor para um processo do que você ser apaixonada pelo diretor? (Risos). Ele é de uma delicadeza em todo o processo… A estrutura também é fantástica. Eles estão em um momento artístico muito bacana. Trabalhando com eles a gente cresce, aprende, ganha muito. Do que adianta você fazer aula de canto, ballet, se o diretor não te dá a base para você cantar com calma, ter tempo de fazer a coisa amadurecer? O Charles tem paciência de deixar as coisas amadurecerem. O diretor também fica ansioso para ver o resultado, mas ele sabe que aquilo que a gente começou dois meses antes vai amadurecer. Fico muito grata ao Charles e ao Claudio por essa tranqüilidade de deixar o artista amadurecer no processo. Eu me senti muito confortável. Tinha ansiedade de trabalhar com eles, mas medo, não tinha nenhum. Eu sabia que se eu não tivesse bem em algum departamento, seria muito bem defendida por eles, o que é confortante para o ator. Você acaba ficando tão relaxado que consegue criar, cantar, dançar relaxadamente, sem pressão ou ameaça. Você amadurece com tranqüilidade e fica feliz porque resulta. Uma das coisas que mais me chocaram no Despertar da Primavera, por exemplo, eram aqueles meninos, aquelas crianças tão monstros em cena… Como se consegue colocar atores tão jovens tão bem em cena? Não é só a escolha, é pegar 19 atores jovens que eram inexperientes por mais talentosos que fossem e colocar todos muito bem. É fruto dessa tranqüilidade, desse colo. É um processo genial. Eles estão próximos dos americanos mesmo. No ‘Chicago’ a equipe era americana e foi uma maravilha conhecer o método americano de trabalho. E era exatamente baseado em escalonamento. Meia hora de canto, depois uma hora de coreografia, depois estudar as cenas com o diretor. É por isso que se consegue montar um espetáculo do tamanho de ‘Gypsy’ em apenas dois meses. Você otimiza seu tempo e tá todo mundo ensaiando as suas partes e ao mesmo tempo ensaiando junto. Nós já estreamos maduros. O Charles um dia na rodinha falou: ‘demorou tanto porque tinha que ser com essas pessoas’. Eu acredito nisso totalmente. Demorou tanto porque tinha que demorar, para resultar no que resultou.
Você já tinha participado de ‘Cole Porter – Ele Nunca Disse que me Amava’, de Möeller & Botelho…
Sim, eu já tinha gostado muito de trabalhar com eles naquela época. Mas eu entrei em uma outra formação do elenco, não era a original. Mas mesmo assim foi um processo muito bacana, mesmo que diferente. ‘Cole Porter’ (na foto ao lado, Adriana ao lado de Alessandra Verney) era uma peça que já estava pronta, não era uma criação. Eu já tinha curtido muito, mas agora nem se compara pegar um projeto como esse desde o início…
E como o canto entrou na sua vida?
Quando eu comecei a estudar teatro, o meu corpo era muito mais elaborado que a minha voz. A minha figura era muito mais forte de se ver do que de se ouvir. Antes de fazer aula de canto, comecei a fazer aula de voz mesmo, a voz falada. Eu queria aproximar a minha voz do meu corpo. Quando fazia CAL (Centro de Arte de Laranjeiras), a aula de corpo era inacreditável. Eu estava anos-luz à frente daquilo. Mas vocalmente eu era tímida. Aí comecei a estudar canto porque me disseram também que se estudasse canto, a gente crescia, a voz aumentava. Mas fiz canto com muita gente que não era focada em musical. Não adianta você estudar Bossa Nova se você quer fazer musical. Tem gente que estuda lírico, que é maravilhoso e ajuda muito, mas mesmo assim, eu continuo achando que não é o lírico que forma a cantora de musical. É o belt, é a voz voltada pra musical. Quando comecei a ter aulas com as pessoas de musical, aí que minha voz mudou. Durante muitos anos fiz aulas com pessoas que não eram de musical, o que não adiantou muita coisa pra mim. Hoje essa diferença é grande por causa desse direcionamento. Eu fiquei muito feliz com os elogios que eu recebi das cantrizes por meu canto em ‘Gypsy’. Isso pra mim foi muito legal. Quando você recebe um elogio sincero de uma pessoa que entende daquilo que você tá fazendo, é um prêmio. Kiara Sasso, Alessandra Verney, Sabrina Korgut e Gottsha foram algumas que me elogiaram vocalmente. Fiquei muito feliz com isso. Pra mim foi o Tony! (Risos). E claro, o Claudio, que era uma pessoa que eu morria de medo. Tinha medo de cantar para ele. Quando ele também me elogiou sinceramente, quando ele disse que estava gostando muito, eu até brinquei com ele: ‘Bom, então era só isso que eu queria, não vou nem estrear a peça’ (risos).
O ‘Carneirinho’ deve ser a música mais difícil que você canta…
Sim, ela é muito delicadinha. Ela é um cristalzinho que temos que tomar muito cuidado… se eu faço um movimento brusco, a voz sai do lugar. É aquela música de princesinha da Disney que não é a minha característica. A minha é mais o belt, que é a música da vedete no final. Foi um desafio brilhante. É mais uma coisa que essa peça me proporciona. Eu tenho quatro músicas e cada uma canto de um jeito. Eu fui obrigada a estudar várias maneiras de cantar. Também foi uma oportunidade de crescimento.
Foto: Robert Schwenck
Outro momento bonito seu em cena é o número do Tulsa (André Torquato)…
Eu adoro fazer o número do Tulsa. Ali eu deixo vir um sentimento puro, aquele que a gente sente só quando é adolescente mesmo… quando você olha para um menino e imagina que tudo é maravilhoso e lindo, que ele é o amor da sua vida… isso é uma das coisas mais legais de ser atriz… a gente deixar viver aquele sentimento puro que não existe mais. Eu adoro esse número e o André faz muito bem, então fico admirando ele de verdade.
E daqui pra frente, Adriana? Já tem outros sonhos? Presumo que você queira trabalhar com musicais pra sempre…
(Risos). Eu já fechei contrato! Só trabalho com Charles e com a Record! (Risos). A gente não consegue parar de fazer musical. Eu entrei nessa categoria porque dancei a minha vida inteira. Antes de ser atriz queria ser bailarina. Era meu sonho de criança. Eu cheguei muito perto de me profissionalizar como bailarina. Comecei a fazer teatro e vi que podia utilizar a dança no teatro. Aí mudei de sonho: ‘vou ser atriz’. E foi a melhor coisa que eu fiz. Eu to indo para Nova York agora nesse intervalo das temporadas de Gypsy no Rio e São Paulo. Vou lá, vou assistir musicais, e daqui pra frente será a mesma coisa: fazer aulas de canto, assistir algumas coisas, esperando para ver o que me encanta…
Veja mais alguns momentos de Adriana Garambone em ‘Gypsy’:
(são duas galerias: 1 e 2)
Fotos das galerias: Leo Ladeira. © Copy Right: Blog Gypsy – O Musical / Site Möeller Botelho.




Beatriz P. Vianna em sex, 28 mai 2010 3:08 pm
Esse Site está virando uma referência para quem gosta de musical no Brasil. Adoro as entrevistas. Adriana parece ser uma pessoa maravilhosa. Feliz pelo sucesso dela!
orlando leal em sex, 28 mai 2010 4:10 pm
adriana e um luxo ,ela vem impprimindo sua louise com muita suavidade, e aos poucos vamos conhecendo e participando do universo da personagem , e vamos torcendo por louise e ao passar por suas situacoes vamos cada vez mais torcendo e ficando do lado da personagem , que e composta com muitos detaalhes, adoro a cancao carneirinho, aonde vemos o apice da sensibilidade da louise, e quando ela sonha junto com tulsa o seu sonho, e ficamos triste com ela quando ela descobre que sua irma fugiu com o tulsa , a carinha de tristeza dela parte nossos coracoes, quando ela ja contaminada pelo bicho do teatro pede a rose que fique pois e o unico trabalho que elas conseguiram, e ate atransformacao da personagem naquela mulher linda e adorada por todos pelo seu glamour, pela sensibilidade quando ela discute com rose eao final ela vai mais uma vez querendo sua mae perto,parabens adriana esses sentimentos que sao despertados ao decorer desta peca tao linda, realmente este e o momento cwerto para esta realizacao, bjs orlando leal.
isabela em sex, 28 mai 2010 4:17 pm
adoro as entrevistas …queria participar mais do site só que estou sem tempo..
pro quem tiver afim fica ai um video legal da musica my favorite things que eu achei na internet muitoo legal e original..pra ficar na saudade da nossa noviça..
http://www.youtube.com/watch?v=OvYZMqQffQE
Eduardo Ávila em sex, 28 mai 2010 5:27 pm
Ela é ótima, só pela entrevista eu vi que ela é um encanto de pessoa.
Marcia Parenti em sex, 28 mai 2010 5:49 pm
Adoreeeii!!!
Adriana é um encanto de pessoa!!!
Gostei muito de saber mais de sua trajetória em musicais!!
Parabéns prá Adriana!!!
Parabéns pela entrevista!!!
REGINA CAVALCANTI em sex, 28 mai 2010 8:55 pm
Adriana , sempre acompanhei sua carreira e após assistir Chicago tive certeza de que de você só viriam trabalhos cada vez mais fantásticos.
Assisti Gypsy na Broadway em 1991 e estou muito feliz em rever no Brasil, tendo você como Louise.
Sua Louise é fantástica, PARABÉNS!!!!!!!
Vinicius Teixeira em sex, 28 mai 2010 10:02 pm
Adorei a entrevista !!
A Adriana tá muito bem mesmo, a cena da briga da Gypsy com a Rose é incrivel, e a voz dela é maravilhosa
Mariana Carrozzino em sáb, 29 mai 2010 2:16 am
“É aquela música de princesinha da Disney” #MirnaRubimfeelings
Na cena em q a Gypsy briga com a Rose no camarim, a Garabone está realmente incrível!!! Me arrepio toda só de lembrar… Ótima a entrevista!
Vera Gomes em sáb, 29 mai 2010 12:36 pm
Linda entrevista, linda Adriana, lindas fotos. Agiardo Gypsy em São Paulo com ansiedade.
Adriana Borges Pereira em dom, 30 mai 2010 2:38 pm
TERREMOTO GARAMBONE , como você, acredito SIM na FORÇA do pensamento , que nada mais é que a vibração da consciência . Energeticamente falando, esta vibração forma em nosso campo etéreo uma força magnética que atrai para a gente aquilo que pensamos .
O Livre Arbítrio são escolhas que temos de fazer a cada instante de nossas vidas, e muitas das vezes nem percebemos a força existente neste processo , não é verdade ?
PARABÉNS por essa sua vitória , pois existiu ( e existe ) uma energia TODA sua que foi ( e É ) desprendida para que isso tudo se tornasse realidade .
Você está BRILHANTE no papel da STRIPPER , arrasando na interpretação e mostrando que é muito talentosa no ato de cantar .
Sua ENERGIA deu vida a STRIPPER e o resultado não poderia ser outro : SUCESSO total !!!! rsrsrsr
Com carinho ,
Guerreira de Luz Drica
Fabinho Flapp em seg, 31 mai 2010 12:06 pm
É uma Musa mesmo!
Como eu já disse:
“E Garambone, extraindo de sua complexa Louise/Gypsy cada sutil nuance como só uma atriz com potencial de primeiro time poderia fazer, é eletrizante, fascinante e inesquecível. E linda, linda, linda…
Estivéssemos na Broadway e Garambone seria uma estrela!”
Continua nos encantando e desfiando novas camadas…
Thuany em ter, 1 jun 2010 4:10 pm
nossa, garambone arrasa muito! amei a entrevista!