A Vez de Totia!
“Alguns têm brilho. Outros não! Será que eu tenho? Teeeeeeemmm!”
Foto: Robert Schwenck
Mama Rose, do musical ‘Gypsy‘, é um desses personagens sagrados da dramaturgia. É muitas vezes comparado a Rei Lear, de Shakespeare, mas também poderíamos lembrar grandes personagens femininas: Lady MacBeth, Bernarda Alba, Blanche DuBois…
Para interpretá-la não basta só atuar e cantar bem. É preciso se entregar de corpo e alma. E Totia Meireles não fez por menos. Se preparou por mais de um ano para o espetáculo: ‘Se você não se doar por completo, ela não funciona’.
O resultado dessa entrega está se refletindo no sucesso de público e crítica que ‘Gypsy’ e a performance de Totia têm conquistado. “É o papel da vida dela”, disse a diva Marília Pêra ao final da estreia de ‘Gypsy’. “Totia Meireles é uma Mama Rose que lança, tal como a personagem, a vontade de ocupar cada tábua do palco, em atuação de ressonância vibrante“, disse o crítico Macksen Luiz, do Jornal do Brasil. “A Rose de Totia Meireles combina sedução e desvario, explora soluções magistrais para a contracena, o canto e a dança, comove, diverte e surpreende, é um furacão teatral varrendo o palco e a alma do público. O seu Rose’s Turn, no final, é um turbilhão de humanidade”, escreveu a crítica Tânia Brandão em O Globo. “Sua entrega ao personagem é contagiante. Poucas atrizes seriam capazes de fazer Mamma Rose no Brasil”, elogiou o jornalista Artur Xexéo, editor do Segundo Caderno de O Globo.
Totia Meireles recebeu o Site Möeller & Botelho em seu camarim, enquanto começava a se maquiar para o espetáculo. No nosso bate-papo, ela fala sobre o processo de composição de Mama Rose, sobre seu reencontro com a dupla Möeller & Botelho e sobre o sucesso da personagem, entre outros assuntos.
O diretor Charles Möeller frequentemente compara o elenco de ‘Gypsy’ a atletas de elite. Vocês atuam, cantam, dançam em um espetáculo de três horas. Como você particularmente se preparou para ‘Gypsy’?
Eu sabia que a personagem era uma coisa grande e que eu tinha que ter um preparo. Eu comecei a fazer corrida e aumentei a musculação para ter fôlego para fazer o espetáculo. Só que uma coisa é você achar e outra é você executar. Quando comecei a fazer, vi que realmente era muito puxado. No início dos ensaios, eu comecei a dar tudo de mim, 100% de mim em cada cena. Quando a gente fez o primeiro ‘corrido’, no final da música eu estava esbaforida. Aí pensei: ‘se na primeira música eu to assim, não vou conseguir chegar no final’. Depois o seu corpo vai se adaptando às ‘forçações de barra’ dos ensaios, que pra mim são mais puxados que a peça em si. Eu vim bem preparada para os dois meses de ensaio. Hoje em dia o que mais me preocupa não é o fôlego, mas o cansaço vocal. Não o de cantar, mas o de falar. Por mais que eu tenha me preparado fazendo um ano de aula de canto com a Ester Elias, nunca é igual ao que eu faço em cena. E voz é músculo… espero que daqui a pouco eu acostume (risos). Eu tenho que ter um descanso vocal. É bem puxado, pois estamos fazendo espetáculo de quarta a domingo. Só descanso segunda e terça. Mas pelo menos estou acabando o domingo ainda com voz (risos). A minha vitória é fazer essa personagem que fala pra caramba, canta pra caramba em três horas de peça e conseguir chegar no fim do domingo com voz. Essa é a minha grande vitória! (risos).
Foto: Robert Schwenck
Como foi essa sua preparação vocal durante todo o ano passado?
O Claudio me disse: ‘Totia, se você chegar com as músicas prontas, vai ser um adianto pra sua vida e pra nossa também’. Então ele fez as versões um ano antes e me entregou. Eu comecei a estudar e a fazer aula de canto já com as versões. Claro que depois ele mudou muita coisa, mas foram apenas palavras. Quando os ensaios começaram, eu já sabia todas as letras de cor e isso foi realmente um grande adianto porque eu tinha muito texto para decorar em muito pouco tempo. O texto ainda não existia até então. Nessas aulas de canto com a Ester, eu estava cantando fora do meu tom. Eu só tive o meu tom um pouquinho antes de começar os ensaios. O tom estava até então mais alto do que eu canto. Aí eu ficava achando que não ia conseguir, entrava em crise de cinco em cinco minutos (risos).
Gypsy marca também seu reencontro com Charles e Claudio, com quem você já havia trabalhado antes em ‘Company’ e ‘Cristal Bacharach’…
Quando eu fiz ‘Company’, o Claudio me disse todo sem graça: ‘Totia, tenho uma peça que eu quero que você faça, mas você vai ter que fazer teste’ porque o tom das músicas não poderia ser mudado. Tinha que ser no original. Eu disse: ‘Claudio, eu faço qualquer coisa’ (risos). Aí eu cantei, passei no teste e fiz ‘Company’ com eles.
Depois, em ‘Cristal Bacharach’, eu estava fazendo os ‘Monólogos da Vagina’ havia dois anos e meio, viajando todo o país. Eu amava fazer, mas estava louca para fazer um musical, pra cantar, pra dançar…
Aí os meninos me chamaram e eu larguei tudo pra fazer o ‘Cristal Bacharach’, que eu nem sabia o que era. Quando o elenco todo chegou para a primeira leitura no palco, eu vi que eu era a protagonista. Eu nem sabia! Foi uma surpresa muito boa. Eu falei: ‘gente, eu sou a protagonista?’, aí o Charles: ‘Claro! Eu escrevi a Laura N pensando em você!’ Foi divertidíssimo e estava cercada de amigos.
Quando o Claudio e o Charles me chamaram para fazer ‘Gypsy’, eu falei: ‘vocês tão loucos’, pois eu já tinha visto com a Bernadette Peters na Broadway. Perguntei: ‘Têm certeza?’ E eles: ‘Claro, você vai fazer super bem’. Aí eu me achei muito chique! (risos) e quando soube que a Adriana (Garambone) não pestanejou, achei mais chique ainda! Isso tem três anos. Na época a Adriana estava em uma novela e não poderia fazer. Depois eu comecei a gravar novela também, os meninos estavam fazendo outras coisas… isso foi indo até os três chegarem a um acordo de data. Então comecei a estudar tudo, assisti duas montagens na Broadway… E hoje eu acho que a direção do Charles é muito mais emocional. A emoção ficou muito em primeiro plano na nossa montagem. Você percebe muito mais o texto do jeito que ele dirigiu. Ele fez muito mais dramático, mais engraçado e mais bonito. E ele costurou a peça toda com sapateado. Ficou linda! As pessoas saem felizes do teatro.
“A Mama Rose é meu diploma, minha pós-graduação”
A Mama Rose é um clássico da dramaturgia e um personagem ambicionado por grandes divas dos musicais… Como você a encarou?
Ela é muito complexa. Outro dia eu fiquei pensando: ‘como que é essa mulher dentro de mim?’ O texto é tão bem articulado e arquitetado que você não precisa pensar muito, é só falar e sentir o que a frase te dá. É um personagem que já vem muito pronto. Ao mesmo tempo, você tem que se doar muito a ele, pois só é crível se você não ficar pensando muito e sim se jogar em cada frase. Até hoje eu estou descobrindo coisas. Eu mudo intenções… você vai descobrindo,,, sentindo como algumas coisas funcionam… Então a Mama Rose me dá essa possibilidade. Ela é tragicômica, ela permite que você ouse. Por isso mesmo ela cansa, pois você sempre vai ao extremo em cada cena. Ela te pede isso. É uma mulher muito intensa. Então você tem que se doar. Se você fizer a meio palmo, não funciona. Tem que se entregar totalmente a ela. E as músicas servem muito bem ao texto. Por isso é considerado um clássico. É completo. Outro dia eu estava falando com o Charles e fiquei pensando: ‘e agora? O que vem depois de Mama Rose’? Além de ser a protagonista de um espetáculo desse porte, a personagem é muito boa. Ela permite a atriz trabalhar nela. A Mama Rose é meu diploma, minha pós-graduação. Mas aí a responsabilidade vai aumentar… vai ter que ser um grande personagem… uma grande atuação. É uma cobrança que fazem em cima das ‘divas’. Eu não quero essa responsabilidade não (risos).
Foto: Robert Schwenck
O Sérgio Britto saiu do teatro encantado com a sua atuação. Cláudia Raia também. Como tem sido a reação dos amigos e colegas que vêm ver?
Tem muita gente me falando: ‘Ah, eu não sabia que você cantava assim etc.”. Eu sempre digo que não tinha tido uma personagem dessas, que você pudesse trabalhar tanto, se jogar… Os amigos estão bem impressionados. O Luiz Carlos Buruca, a Betina Viany e a Dhu Moraes, por exemplo, que são muito meus amigos e com quem já trabalhei várias vezes, se surpreenderam comigo. A Betina me disse: ‘Eu sabia que você poderia fazer, mas não sabia até onde você poderia ir. Você não tem noção do ponto que você está chegando’. Isso o Charles conseguiu tirar de mim muito fácil. Ele foi fundamental para tirar isso tudo de dentro de mim.
A crítica especializada também tem elogiado muito sua atuação…
A crítica foi bem simpática, bem bacana. Nunca recebi uma crítica desse porte. Nem quando fui a protagonista do ‘Cristal Bacharach’ tive algo parecido com isso. A crítica da Tânia Brandão me tocou muito, pois nunca havia lido uma crítica tão emocional, tão pessoal. A crítica dela foi uma coisa absurda! Como ela falou dela, do sentimento dela… Foi uma crítica pessoal e não técnica…
Você começou sua carreira em um musical, ‘Chorus Line’, e fez outros vários depois, mas não um desse porte. Como observa o grau de aperfeiçoamento do gênero no Brasil?
Sim, desse porte nunca tinha feito, com uma estrutura dessa. Nem mesmo com os meninos. É muito bom ver o profissionalismo que a gente está alcançando na área de musical no Brasil. Desde a luz, o som, a estrutura de produção: camareiros, direção de cena, direção de palco. No ‘Chorus Line’ tudo era muito primário. A gente nem usava microfone de lapela. Em ‘Gypsy’ tudo é muito mais profissional, desde o ensaio. Você já chega no ensaio sabendo o que vai fazer. No primeiro dia de leitura, o palco já estava demarcado com cenário, os figurinos já estavam desenhados… você já sabe tudo e isso te ajuda muito. Essa estrutura toda rende! É por isso que a gente conseguiu montar um espetáculo desse porte em dois meses. Só com essa estrutura se consegue isso. Não tem espaço para coisas amadoras. Não cabe amadorismo aqui dentro. Então é muito bom fazer parte dessa estrutura. Fica tudo mais fácil para o ator.
E como é estar a frente desse elenco tão numeroso e complexo?
Aqui eu não havia trabalhado com quase ninguém, só com a Liane Maya e a Sheila Mattos. O elenco é de um profissionalismo maravilhoso! As crianças são super carinhosas comigo e com todos. Eu nunca tinha contracenado com a Adriana, mas a gente fala a mesma língua desde o início. Ela foi meio que a idealizadora desse projeto. Nos ensaios nós passamos pelos mesmos sentimentos juntas: as duas estavam histéricas, nervosas (risos). A nossa ansiedade foi junta. A gente se ajuda muito em cena, é uma coisa muito bacana. Uma alimenta a outra.
De onde vem essa sua energia e vitalidade, que tanto impressionam as pessoas?
Eu tenho essa coisa meio mandona, como a Mama Rose. Sou muito mandona (risos). Acho que essa energia vem da minha mãe, que é uma pessoa que não para! Mas na vida sou preguiçosinha… Não lavo um prato, não arrumo cama… acho chato isso! Só tenho essa energia no trabalho! No trabalho eu tenho muita garra.
Este deve estar sendo um momento delicioso em sua vida e carreira…
É um momento ímpar. Não vou esquecer nunca. É um marco na minha carreira. É um upgrade total. As pessoas estão me vendo com outros olhos. Apesar de eu ter estado em palco a vida toda, muita gente me associa aos trabalhos que fiz na TV. Agora, com essa peça, mudou essa visão. Estão me vendo como outro tipo de atriz. Agora é curtir e fazer!
…
Adriana Garambone sobre Totia Meireles:
“A Totia é uma atriz que olha no olho. É da mesma filosofia que eu. Desde que o Claudio me falou pela primeira vez que seria a Totia eu achei maravilhoso! Eu disse: ‘Claro, Totia! Ela tem um temperamento ideal, ela vai fazer muito bem. A energia dela é muito boa. Ela não deixa a peteca cair. Eu sou muito preocupada com o ritmo. E sinto que a Totia tem isso também. Se ela fosse uma pessoa que tivesse problema com ritmo, essa peça iria durar cinco horas! É confortável contracenar com ela, é bom! E a gente tem um diálogo super saudável! É importante num trabalho como esse. A nossa troca é muito boa!”
Os muitos momentos de Mama Rose:
Entrevista e fotos de cena e bastidores: Leo Ladeira. © Copy Right: Site Möeller Botelho.




Ary Fernandes em sex, 21 mai 2010 12:57 pm
Parabéns, brava Totia! Você está assustadoramente genial em Gypsy. Entrei em êxtase com sua atuação. Você é digna de todas os aplausos e críticas que vem recebendo. Grande e linda Totia!
Bel em sex, 21 mai 2010 1:16 pm
Maravilhosa entrevista.
A Totia realmente canta e encanta todos que assistem a espetáculo.
Marisa Sá. em sex, 21 mai 2010 1:19 pm
Totia totalmente talentosa, técnica, terna, tensa, TUDO!
Trihões de bjssssssssss…
Renato Rabelo em sex, 21 mai 2010 2:11 pm
Ela merece!Ela Merece!Ela Merece!!!!!AAAAMMMMOOOOOOO!!!Viva Totia!!!!!bjssss
Gabi em sex, 21 mai 2010 2:19 pm
Ela é mesmo um arraso!
Ana Teresa Nadruz em sex, 21 mai 2010 3:20 pm
Totalmente demais e completa!
Adriana Borges Pereira em sex, 21 mai 2010 5:20 pm
Sou uma pessoa bastante profissional , realmente , mas sem os estudos e as técnicas da grandiosíssima crítica de teatro : Tânia Brandão , que sem sombra de dúvidas foi impecável em sua matéria no Jornal “ O GLOBO” . Como esta Senhora , acredito SIM no poder da “ALQUIMIA” . A “Alquimia” diz que para homens estritamente materialistas , a eternidade não existe . Mas para o ser que toma consciência de sua unidade com o “ TODO “ ; a eternidade é uma realidade, já que o tempo e o espaço são apenas ilusão dos sentidos físicos . Nisso ; podemos afirmar que os verdadeiros Alquimistas falavam a verdade quando se diziam possuidores do “Elixir da Longa Vida” . Quando falamos do sucesso que GYPSY vem fazendo , temos que trazer à tona a ENERGIA boa que provavelmente está existindo nesta relação de todo o elenco . Essa tal energia é o que a ALQUIMIA chama de “ O invisível aos nossos olhos “ , mas que é percebida pelo grupo .
AMOR e DEDICAÇÃO vai além do plano material …..
Nossa querida Maria Elvira Meireles , por algum motivo , assumiu “TOTIA” como seu nome artístico . A “Alquimia” busca entender o que está além do plano material e é exatamente isto que tento fazer . . .
Pois bem …. “TOTIA” segundo estudiosos significa uma pessoa liberal e simpática : uma pessoa que tem o 2 na vibração da personalidade é prestativa e não gosta de causar transtornos em seus relacionamentos sejam pessoais ou profissionais. Gosta de agir sem holofotes, e nem por isso deixa de ser notada. Preocupa-se em como é vista pelos outros, fator que pode prejudicar seu rendimento. Porém persuasão é uma forte característica e tem sempre a coisa certa a dizer. Sua diplomacia faz com que consiga um bom entendimento entre os diversos grupos em que se relaciona. A capacidade e vontade em cooperar sempre é apreciada pelos colegas. Discreta, prefere ambientes tranqüilos para trabalhar. Sempre que coloca de lado a insegurança faz com que as pessoas confiem mais em suas habilidades.
Sendo assim …não é difícil entender o motivo de tanto SUCESSO , não é verdade ? rsrsrsrsr
Deixo aqui o meu registro de que TOTIA é SIM um
FURACÃO e que deveria seriamente investir na carreira solo como CANTORA , pois talvez ainda não tenha percebido a FORÇA que tem com esta ARTE de CANTAR .
PARABÉNS TOTIA !!!! e sou sua fã de carteirinha ….
Com Carinho , Guerreira de Luz Drica
Beatriz P. Vianna em sex, 21 mai 2010 6:13 pm
Excelente entrevista e excelente oportunidade de conhecer + um pouquinho dessa DIVA!
Nata em sex, 21 mai 2010 7:07 pm
Entrevista maravilhosa!!!! Parabens Leo e Totia!!! Vcs arrasaram!!!
ada em sex, 21 mai 2010 7:30 pm
Totia está extraordinária mesmo.
Não consigo imaginar outra atriz fazendo esse papel.
E é uma delícia de colega!
Leo, entrevista maravilhosa, parabéns!
Paulo Cesar Medeiros em sex, 21 mai 2010 8:30 pm
Totia,eu te amo!!!!!!!!!
Mariana Carrozzino em sáb, 22 mai 2010 1:10 am
Ótima a entrevista! Realmente a Totia está maravilhosa! Tocar um papel desses do jeito q ela está fazendo, viu?… Que grande atriz!
Daniel Barcelos em sáb, 22 mai 2010 1:30 am
Divina!!!!! Maravilhosa, afinada e talentosa !!!!!Parabéns!!!!
Adriana Borges Pereira em sáb, 22 mai 2010 3:16 am
Acho que esqueci de tocar neste “pequeno” detalhe :
Totia é MANDONA ou MADONNA ???
Acho que não importa … vai dar tudo na mesma ….rsrsrs
Enfim …só pra dizer que sobe mais ainda no meu conceito .
Com carinho ,
Guerreira de Luz Drica
Fã Clube Oficial Totia Meireles em sáb, 22 mai 2010 9:25 am
Que entrevista linda! Não é qualquer atriz que conseguiria fazer um papel como Mama Rose e fazer tão bem como Totia.Imagino que todos que assistem Gypsy não saem as mesmas pessoas do teatro! A peça inteira mexe com a gente,a Mama Rose mexe.Faz ri e ao mesmo tempo emociona!Totia merece todo sucesso do mundo!E ela tem brilho,ela tem O BRILHO!MARAVILHOSA!!!
Amo,amo e amo! Bárbara.
Vinicius Teixeira em sáb, 22 mai 2010 12:49 pm
Ela merece todos os elogios e todas as criticas positivas, tá impressionante em cena !
Renata Ricci em dom, 23 mai 2010 12:27 am
Maravilhosa é a palavra !
Noêmia Maestrini em dom, 23 mai 2010 7:01 pm
Não há o que discutir: TOTIA MEIRELES é uma estrela de luz própria, com brilhos para dar e vender, com respostas aos anseios da plateia, com capacidade e garras inesgotáveis para esse desempenho exigente! Não consigo visualizar outra Mamma Rose que não ela, que com sua elegância, beleza e simpatia naturais, seu talento indiscutível e sua disponibilidade para a personagem que interpreta levanta o público, incendeia o cenário e dá ganchos imprescindíveis a todos que com ela contracenam. Parabéns à atriz completa, ao elenco que se enriquece com ela e aos Reis dos Musicais por, mais uma vez, terem acertado nas escolhas. Principalmente em Totia, que sempre me surpreende agradavelmente. Longa vida a Mamma Rose! —que, no meu modestíssimo conceito, é como a peça deveria chamar-se. Mas é claro que Gypsy é sutil e fundamental ao texto. Parabéns a todos! (André Torquato, você é um achado, e sei que logo todos os demais diretores e produtores acharão você… Continue se esmerando em seus habilidosos talentos, porque sei que ainda ouviremos falar muito de você. Vc e Totia Meireles são as duas grandes estrelas desse musical de muitas constelações…) Um abraço da Noêmia Maestrini, fã incondicional!
Laura em ter, 25 mai 2010 11:45 am
Conhecia e admirava o trabalho da Totia por sua trajetória na Televisão. Como moro em Brasília, a oportunidade de vê-la em cena num palco ainda não havia surgido.
De qualquer forma, sabia que seria tudo de bom, pelo astral, pela simpatia e carisma, pela beleza e pelo talento dessa grande atriz.
Mas a surpresa veio! Ela superou as expectativas num papel de uma complexidade e intensidade impressionantes!
Parabéns, Totia! Muito orgulho de ter meu filho trabalhando com vc!
Bjo enorme e sucesso sempre!!
Giulia Nadruz em sex, 28 mai 2010 1:12 pm
Sem comentários para Totia, né…
Ela é a Alma desse espetáculo…cada dia de ensaio e espetáculo é uma aula de interpretação.
orlando leal em sáb, 5 jun 2010 7:46 pm
Totia, divina, vem nos conquistando desde sua 1 cena em gypsy, aonde torcemos por esta personagem que tanto ama o teatro como suas filhas cada uma a seu jeito. com o decorer da peca vamos cada vez mais torcendo e viajando com a personagem, pois ela passa por todos os sentimentos que se precisa para se fazer teatro seja em qualquer parte do mundo. vemos pontos maravilhosos como o seu encontro com seu companheiro com uma musca linda e delicada, sua tristeza ao saber que baby june havia fugido e mesmo assim ela da a volta por cima , e o seu triunfal final quando a personagem canta um solo gultural. magistral triunfante parabens totia e bom ter acompanhado esta processo, bjsssssssssssssssssssssss